Associação Brasileira de Enfermagem Centro de Estudos e Pesquisas em Enfermagem cepen


Distribuição das Pesquisas Segundo



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Distribuição das Pesquisas Segundo:


I – GRAU ACADÊMICO

Total


DISSERTAÇÃO DE MESTRADO

335

TESE DE DOUTORADO

110

TESE DE LIVRE DOCÊNCIA

0

T O T A L

445

II – ANO DE DEFESA

Total


  • 2002

01

  • 2003

05

  • 2004

03

  • 2005

15

  • 2006

31

  • 2007

390

III – LOCAL DE DEFESA


Total

São Paulo

233

Santa Catarina

43

Bahia

34

Ceará

34

Rio de Janeiro

29

Minas Gerais

23

Paraíba

23

Rio Grande do Sul

14

Paraná

10

Distrito Federal

02



IV – ÁREA DE CONCENTRAÇÃO E INSTITUIÇÃO DE DEFESA
Total
  • ENFERMAGEM


442

Universidade de São Paulo. Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto – USP/EERP

126

Universidade de São Paulo. Escola de Enfermagem – USP/EE

88

Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Ciências da Saúde. Departamento de Enfermagem – UFSC

43

Universidade Federal da Bahia. Escola de Enfermagem – UFBA

34

Universidade Federal do Ceará. Faculdade de Farmácia, Odontologia e Enfermagem - UFCE

33

Universidade Federal de Minas Gerais. Escola de Enfermagem – UFMG

23

Universidade Federal da Paraíba. Centro de Ciências da Saúde – UFPB

23

Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro. Escola de Enfermagem Alfredo Pinto - UNIRIO

18

Universidade Estadual de Campinas. Faculdade de Ciências Médicas. Departamento Enfermagem - UNICAMP

14

Fundação Universidade Federal do Rio Grande - FURG

14

Universidade Federal do Rio de Janeiro. Escola de Enfermagem Anna Nery – UFRJ

11

Universidade Estadual de Maringá. Centro de Ciências da Saúde. Departamento de Enfermagem - UEM

06

Universidade de São Paulo. Escola de Enfermagem e Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto. Programas Interunidades – USP

05

Universidade Federal do Paraná. Setor de Ciências da Saúde - UFPR

04







  • CIÊNCIAS DA SAÚDE

02

Universidade de Brasília. Faculdade de Ciências da Saúde - UnB

02







  • CUIDADOS CLÍNICOS EM SAÚDE

01

Universidade Estadual do Ceará. Centro de Ciências da Saúde - UEC

01







Proposta de Linhas de Pesquisa em Enfermagem

ÁREA/CAMPO 1 – PROFISSIONAL

Esfera do sujeito epistêmico/consciência cognoscente: “disciplinas, conteúdos teóricos e experiências que se ajustam ou compõem a parte mais substantiva do saber profissional ou área do conhecimento” (Carvalho, 2000).




LINHA DE PESQUISA

DESCRIÇÃO

1.1 Fundamentos Teórico-Filosóficos do Cuidar em Saúde e Enfermagem


Correntes filosóficas, teorias, conceitos, habilidades e atitudes que norteiam o saber e o fazer em Saúde e Enfermagem.

1.2 Tecnologia em Saúde e Enfermagem


Processos de produção e incorporação de bens e serviços ao processo de cuidar face aos avanços do conhecimento em Saúde e Enfermagem.

1.3 Ética em Saúde e Enfermagem


Condutas profissionais e a construção e expressão da cidadania; valores, princípios e dilemas éticos; direitos e responsabilidades profissionais em Saúde e Enfermagem.

1.4 História da Enfermagem


Desenvolvimento histórico-social da profissão, das práticas e das organizações da Enfermagem.


ÁREA/CAMPO 2 - ASSISTENCIAL

Esfera do objeto cognoscível ou realidade objetiva: “ o que se cogita ou se possa cogitar pensar ou saber sobre aquilo que a consciência profissional se dá, a si mesma, como real objetivado e, também, como tudo aquilo que se possa predicar sobre o ‘saber-fazer’ do profissional” (Carvalho, 2000).





LINHA DE PESQUISA

DESCRIÇÃO

2.1 Processo de Cuidar em Saúde e Enfermagem

Processo sistematizado de cuidar do ser humano sadio ou doente, no âmbito individual ou coletivo; dimensões subjetiva e objetiva de cuidar e de ser cuidado.

2.2 Saúde e Qualidade de Vida

Determinantes, indicadores e expressões da saúde e qualidade de vida e sua relação com o processo saúde-doença no âmbito individual e coletivo.

* As linhas 2.3 – Determinantes do Processo Saúde-Doença e 2.4 – Infecção Hospitalar e Não-Hospitalar foram incorporadas às linhas 2.1 e 2.2.
ÁREA/CAMPO 3 - ORGANIZACIONAL

Esfera da imagem ou “instrumental”: “disciplinas, conteúdos teóricos e experiências de ciências afins, correlatas ou do domínio conexo e que servem às aproximações da realidade no âmbito das atividades do conhecimento” (Carvalho, 2000).





LINHA DE PESQUISA

DESCRIÇÃO

3.1 Políticas e Práticas em Saúde e Enfermagem

Concepção, formulação e estratégias de operacionalização de políticas públicas de saúde e a articulação com as práticas de Enfermagem.

3.2 Políticas e Práticas de Educação e Enfermagem

Concepções pedagógicas, políticas e tecnologias educacionais aplicadas ao campo da Saúde e da Enfermagem; a dimensão educativa do trabalho em Saúde e na Enfermagem.

3.3 Produção Social e Trabalho em Saúde e Enfermagem

Produção e processo de trabalho em Saúde e Enfermagem; relação entre trabalho e saúde.

3.4 Gerenciamento dos Serviços de Saúde e de Enfermagem

Teorias, princípios e finalidades da administração e organização de serviços; gerenciamento da estrutura, do processo e dos resultados do cuidar em Saúde e Enfermagem.

3.5 Informação/Comunicação em Saúde e Enfermagem

Teorias, princípios, finalidades e operacionalização de sistemas de informação e de processos de comunicação em Saúde e Enfermagem.


Fonte: Proposta discutida na Oficina de Coordenadores dos Programas de Pós Graduação Stricto Sensu, Capes/CNPq, realizada em Salvador - Bahia, em junho de 2000. Publicado na Escola Anna Nery: Revista de Enfermagem, v. 6, n.1, abr. 2002.

Organização do Catálogo

Cada registro deste Catálogo apresenta os seguintes elementos: número de classificação no Banco de Teses do CEPEn, autor, título, local, instituição, ano de defesa, número de páginas, grau acadêmico, orientador(es) e resumo.

Os resumos foram transcritos dos originais encaminhados ao CEPEn, sendo de inteira responsabilidade de seus respectivos autores. A atual versão do Banco de Dados possibilitou a inclusão integral dos resumos, sem limitação de número de caracteres como aconteceu nos catálogos automatizados anteriormente publicados.

A ordem do número de classificação segue a chegada ao Banco de Teses do CEPEn. No final do catálogo encontram-se os Índices de autores, títulos e assuntos que remetem a esse número de classificação.



Bibliografia


Nº de Classificação: 4981
BARRETO, Ivete Santos. Programas de atenção à saúde mental dos trabalhadores das instituições federais de ensino superior. Goiânia. Universidade de Brasília. Faculdade de Ciências da Saúde. Convênio UnB/UFG/UFMS, 2007. 76 f.

Dissertação (Mestrado em Ciências da Saúde)

Orientador(es): BEZERRA, Ana Lúcia Queiroz
RESUMO: A atenção à saúde mental do trabalhador integra as políticas de gestão de pessoas e constitui um instrumento na promoção da qualidade de vida dos indivíduos, de resgate da cidadania e da inclusão social. Esta pesquisa se propõe a identificar se as Instituições Federais de Ensino Superior - IFES, dispõem de programas de saúde mental, para atender seus trabalhadores, sua caracterização e inserção no plano gestor das universidades e também, descrever o Programa SAUDAVELMENTE, desenvolvido pela Equipe de Saúde Mental da Pró-Reitoria de Assuntos da Comunidade Universitária, da Universidade Federal de Goiás, na atenção à saúde mental dos seus trabalhadores. Trata-se de um estudo descritivo/exploratório, do tipo survey e pesquisa documental. Os resultados são apresentados em dois tópicos: 1. Aproximação da Realidade da Atenção à Saúde Mental dos Trabalhadores das IFES, com as unidades temáticas: A Saúde Mental nas IFES, Assistência à Saúde Mental nas IFES, Limitadores para a Assistência à Saúde Mental nas IFES; 2. Descrição do Programa SAUDAVELMENTE, apresentando a experiência documentada pela PROCOM/UFG, dos caminhos trilhados pelos profissionais, para desenvolvimento de programa de atenção à saúde mental de comunidade universitária. Das 13 (100%) das IFES pesquisadas, nove (69%) desenvolvem ações de atenção à saúde mental, sendo cinco (38%) destinadas aos universitários e quatro (31%) aos trabalhadores. Três (23%) não desenvolvem programas de atenção à saúde mental e uma (8%) não informa. O Programa SAUDAVELMENTE apresenta caráter interdisciplinar, funciona há quatro anos e constitui um instrumento com ações para prevenção e tratamento de agravos da saúde mental da comunidade da Universidade Federal de Goiás. O sofrimento do trabalhador reflete no seu cotidiano familiar, na equipe com repercussões na produtividade do trabalho coletivo, e cabe ao gestor implementar ações para que os trabalhadores e ele próprio alcancem êxitos pessoal e profissional, que implicarão sensivelmente na qualidade de vida no trabalho.

Acesso ao texto integral: http://bdtd.bce.unb.br/tedesimplificado/tde_busca/arquivo.php?codArquivo=2331

Nº de Classificação: 4982
MESIANO, Eni Rosa Aires Borba. Infecções hospitalares do trato urinário e corrente sangüínea e fatores associados em pacientes internados nas unidades de tratamento intensivo no Distrito Federal. Brasília. Universidade de Brasília. Faculdade de Ciências da Saúde, 2007. 121 f.

Tese (Doutorado em Ciências da Saúde)



Orientador(es): HAMANN, Edgar Merchán
RESUMO: Introdução: A infecção hospitalar constitui um problema de saúde pública causando aumento na morbidade, letalidade e no tempo de internação dos pacientes com conseqüente elevação dos custos hospitalares. Nos estabelecimentos de saúde as unidades de tratamento intensivo (UTIs) despertam maior preocupação com a infecção hospitalar devido à gravidade dos pacientes internados bem como ao fato destes pacientes estarem mais expostos aos procedimentos de risco. Objetivo: O presente estudo teve como objetivo conhecer o coeficiente de incidência e os fatores de risco associados às infecções do trato urinário e infecção da corrente sangüínea por Cateter Venoso Central (CVC), em pacientes internados nas unidades de tratamento intensivo dos hospitais da rede do Sistema Único de Saúde (SUS) no Distrito Federal (DF). Métodos: Realizou-se um estudo epidemiológico analítico tipo coorte prospectivo em âmbito clínico. Serviram de campo de pesquisa oito UTIs pertencentes ou credenciadas pelo SUS sendo constituída uma amostra seqüencial que incluiu todos os pacientes internados por mais de 24 horas durante dez meses. Resultados: Do total de pacientes internados nessas unidades no período do estudo (1006), 96% (966) de cateter vesical e 62,6% (630) fizeram uso de cateter venoso central. Foi encontrada uma incidência de 8,7% de ITU-H e 6,3% de ITU comunitária. Houve uma associação positiva entre ITU e doenças endócrinas, respiratórias, renais e ortopédicas e traumatológicas. O uso concomitante de flebotomia e cateter vesical apresentou-se como fator de risco para ITU mesmo após controlado o efeito confundidor . Já o uso de cateter periférico, tipo “Scalp”, se comportou como fator protetor para ITU com significância estatística. 77% dos pacientes com ITU foram submetidos a tratamento antimicrobiano. Houve uma incidência de 6,4% de infecção da corrente sangüínea (ICS) sendo que a presença dessa infecção mostrou-se associada ao tempo de internação dos pacientes nas UTIs ( tempo médio de 40,3 dias contra 11,5 dias para os pacientes que não tiveram infecção); pacientes com problemas neurológicos (30%) foram os mais acometidos; 62,5% dos pacientes que apresentaram ICS fizeram uso do CVC por mais de 21 dias. O cateter de duplo lúmen foi o mais utilizado. Os germes Gram-positivos foram os mais incidentes. Conclusão: a maioria dos resultados encontrados é consistente com a literatura, claro que guardadas as devidas considerações nos âmbitos em que foram realizados. As ações de treinamento dos profissionais que trabalham nas UTIs deverão ser analisadas e esperamos que os resultados encontrados sirvam de direcionamento para as mesmas. Por se tratarem de hospitais pertencentes ao SUS é necessária uma uniformidade de condutas frente ao uso desses procedimentos assim como a organização das equipes de padronização de medicamentos principalmente dos antimicrobianos. Ressalta-se o papel de engajamento ativo dos profissionais de Enfermagem e Medicina e da equipe das UTIs na prevenção e na vigilância das infecções hospitalares.

Acesso ao texto integral: http://bdtd.bce.unb.br/tedesimplificado/tde_busca/arquivo.php?codArquivo=2426

Nº de Classificação: 4983
MANGUEIRA, Suzana de Oliveira. Ensino e aplicação do processo de enfermagem nos cursos técnicos profissionalizantes. João Pessoa. Universidade Federal da Paraíba. Centro de Ciências da Saúde, 2007. 121 f.

Dissertação (Mestrado em Enfermagem)



Orientador(es): FONTES, Wilma Dias de
RESUMO: O processo de enfermagem, definido como instrumento metodológico do cuidar, deve ser desenvolvido por todos os membros da equipe, para que seja eficaz. Este estudo se propôs a investigar o ensino e a aplicação do processo de enfermagem na formação do técnico desta área no município de João Pessoa - Pb. Trata-se de um estudo documental, exploratório e descritivo, desenvolvido em cinco escolas formadoras de técnicos de enfermagem, sendo uma pública federal e quatro particulares e constou de três etapas. Na primeira, buscou-se examinar, na matriz curricular destas escolas, indícios do ensino e aplicação do processo de enfermagem nos planos de curso de todas as disciplinas. Na segunda, realizaram-se entrevistas com as docentes de disciplinas vinculadas aos fundamentos de enfermagem, quanto à participação dos técnicos no processo de enfermagem, bem como a sua abordagem no ensino. Na terceira etapa, aplicou-se um questionário de auto-avaliação aos discentes concluintes destas escolas quanto às suas competências (conhecimento/habilidades) para atuação no processo de enfermagem; foram aplicados 204 questionários, resultando em 176 instrumentos válidos. Vale ressaltar que se consideraram os aspectos éticos expressos na Resolução 196/96 do CNS. Os dados da primeira e segunda etapas foram analisados qualitativamente, com base no método de Análise de Conteúdo, preconizado por Bardin. A terceira etapa foi analisada quantitativamente. Observou-se que, na matriz curricular das escolas participantes do estudo, não há indícios do ensino do processo de enfermagem, embora sua aplicação tenha sido verificada em poucas disciplinas de algumas escolas. Quanto ao conhecimento de docentes sobre a participação dos técnicos no processo de enfermagem, os relatos revelaram uma participação com déficit de criticidade (levantamento de dados), a não participação em fases fundamentais deste método (planejamento e avaliação), bem como uma participação assistemática e com déficit de registro (avaliação), contudo, os relatos revelaram uma maior participação na fase de implementação da assistência de enfermagem, embora com significativos déficits de registro. Quanto à abordagem do processo de enfermagem no ensino, este é enfatizado a partir da divisão didática de suas etapas, algumas vezes vinculado a referenciais teóricos humanistas. Para proceder ao ensino do processo de enfermagem, algumas docentes afirmaram utilizar apenas recursos e estratégias didáticas tradicionais. Os fatores que dificultam ou inviabilizam o ensino deste processo são: carga horária insuficiente das disciplinas, valorização das técnicas do cuidado, dissociação teoria prática e déficit de conscientização dos discentes do curso técnico de enfermagem. Quanto à auto-avaliação de discentes, constatou-se que a maioria se auto-avaliou com os escores 3. Bom ou 4 . Ótimo, em todas as fases. Estes dados revelam inconsistências significativas, haja vista que esta temática não está inserida na matriz curricular dos referidos cursos, e o seu ensino, quando ocorre, ainda se apresenta de forma frágil, revelando a necessidade de readequação do ensino, na busca de construir as competências necessárias à atuação efetiva no processo de enfermagem.

Acesso ao texto integral: http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&co_obra=60088

Nº de Classificação: 4984
ALBUQUERQUE, Candice Cavalcanti de. Termos de linguagem especial de enfermagem identificados em registros de uma unidade de terapia intensiva neonatal. João Pessoa. Universidade Federal da Paraíba. Centro de Ciências da Saúde, 2007. [120] f.

Dissertação (Mestrado em Enfermagem)

Orientador(es): NÓBREGA, Maria Miriam Lima da

GARCIA, Telma Ribeiro


RESUMO: A avaliação do registro de enfermagem sempre foi uma parte essencial do desenvolvimento profissional, porém, ainda não é possível se descrever o conteúdo da prática, pois a linguagem utilizada no cuidado não se tornou suficientemente unívoca. Nessa perspectiva percebe-se a relevância da identificação de uma linguagem específica utilizada pelos enfermeiros, para o registro de suas atividades. Este estudo tem como objetivos identificar os termos empregados pelos componentes da equipe de enfermagem, nos registros em prontuários da Unidade de Terapia Intensiva Neonatal de um hospital escola; fazer o mapeamento cruzado dos termos identificados com os constantes na CIPE® Versão 1, de modo a verificar quais os incluídos e os não incluídos; e categorizar os termos identificados como não constantes segundo os eixos da CIPE® Versão 1. Trata-se de um estudo com abordagem descritiva, em que se utilizou o método retrospectivo, para a coleta de dados em registros de enfermagem, e o processo de mapeamento para análise dos dados contidos nesses registros. A análise realizada pelo método de cross-mapping, consiste em mapear os termos em questão, e compará-los com os termos de um modelo de referência, a CIPE® Versão 1, de modo a se identificar os que constam ou não nesta Classificação. A pesquisa foi desenvolvida após a aprovação do projeto pelo Comitê de Ética em Pesquisa e a autorização da direção do hospital, para o manuseio e coleta de dados nos prontuários dos pacientes. A partir da transcrição dos registros de enfermagem, de todos os prontuários, foi formado o corpus de análise do estudo. O banco de dados foi incluído em uma planilha do Excel, a qual foi importada para o Access for Windows para que fosse submetido ao processo de mapeamento cruzado. Da mesma forma foi importada outra planilha com os termos da CIPE® Versão 1, distribuídos por eixo. Essas tabelas foram cruzadas, identificando os termos constantes e os não constantes nessa Classificação. Os resultados do estudo evidenciam que foram identificados 160 termos constantes e 604 não constantes na CIPE® Versão 1. Os termos identificados como constantes foram delimitados dentro de sua árvore temática, por eixos, e analisados os mais freqüentes segundo sua importância para Neonatologia. Os termos identificados como não constantes, foram submetidos a um novo processo de análise, visando a sua categorização nos eixos da referida Classificação e analisados segundo sua importância para Neonatologia. De acordo com os resultados obtidos, podemos afirmar que os objetivos que nortearam esta pesquisa foram alcançados, mostrando-se adequada a trajetória metodológica utilizada na elaboração deste trabalho. Consideram-se os resultados do estudo relevantes para o conhecimento do vocabulário utilizado no cuidado intensivo ao neonato. Almeja-se que sejam realizadas pesquisas para validação dos termos identificados como constantes na CIPE®, como também a análise de inclusão dos termos considerados não constantes nesta classificação, com o objetivo de corroborar os resultados desta pesquisa, e, principalmente, contribuir com a construção da linguagem especializada da área.



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