Associação Brasileira de Enfermagem Centro de Estudos e Pesquisas em Enfermagem cepen



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Acesso ao texto integral: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/22/22131/tde-27042007-124836/

Nº de Classificação: 5172
SEBASTIÃO, Barbara Aparecida. Efeitos adversos na saúde de cirurgiões-dentistas e suas correlações com o uso de equipamentos motores. Ribeirão Preto. Universidade de São Paulo. Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto, 2007. [81] f.

Dissertação (Mestrado em Enfermagem)

Orientador(es): MARZIALE, Maria Helena Palucci
RESUMO: O objetivo desta pesquisa foi identificar os efeitos adversos relatados por cirurgiões-dentistas (CD) e correlacioná-los com o uso de equipamentos motores. Trata-se de um estudo seccional, não experimental com análise quantitativa dos dados. O estudo foi realizado com 247 CD de Ribeirão Preto-SP. Na coleta dos dados, foi utilizado um questionário auto-aplicável composto por questões agrupadas em: questões sócio-demográficas, relativas a efeitos adversos (musculoesqueléticos, nervosos e vasculares), prática profissional e questões sobre o uso de equipamentos motores. Os dados foram analisados por meio de medidas de distribuição (freqüência), análise bivariada (Teste qui-quadrado e Exato de Fisher) e análise multivariável (Regressão logística). Os efeitos indesejáveis relatados pelos sujeitos e considerados mais intoleráveis foram: dor (67,65%), limitação de amplitude de movimento (7,84%) e parestesia / formigamento (6,86%). As regiões do corpo mais acometidas foram: pescoço, ombros e membros superiores direitos, perfazendo 76,8% das queixas. Os preditores estatisticamente significativos para os efeitos indesejáveis relatados em mãos foram sexo (RC = 0,513, p = 0,056) e pausa entre os atendimentos (RC = 0,514, p = 0,022). O equipamento mais utilizado foi o motor de alta rotação (94,7%), seguido pelos de baixa rotação com contra-ângulo (82,2%) e baixa rotação com peça reta (62,8%). Concluiu-se que embora os CD apresentassem sintomatologia característica de exposição a equipamentos motores que emitem vibração, estes sintomas não são suficientes para confirmar que os equipamentos motores são prejudiciais a sua saúde e que são fatores de risco para a ocorrência de LER/DORT. Os resultados deste estudo oferecem subsídios importantes para a conscientização do cirurgião-dentista sobre sua prática de trabalho e a necessidade de cuidar de sua saúde e levanta questionamentos que possibilitarão a realização de futuras investigações pela equipe multidisciplinar de Saúde do Trabalhador.

Acesso ao texto integral: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/22/22132/tde-09052007-104651/

Nº de Classificação: 5173
MARTINS, Mayra Costa. A primeira experiência do uso de drogas e o ato infracional entre os adolescentes em conflitos com a lei. Ribeirão Preto. Universidade de São Paulo. Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto, 2007. 94 f.

Dissertação (Mestrado em Enfermagem)

Orientador(es): PILLON, Sandra
RESUMO: A delinqüência juvenil e o uso de drogas são problemas sociais e de saúde pública, que vem recebendo uma atenção especial por parte dos profissionais que atuam nesta área e dos órgãos públicos para um melhor entendimento dessa realidade e uma ação efetiva em relação às possibilidades de prevenção. Este estudo tem como objetivo identificar a primeira experiência do uso de drogas e do ato infracional entre os adolescentes em conflito com a lei e analisar sua possível relação. A amostra foi composta por 150 adolescentes do sexo masculino, com idade entre 12 a 21 anos e que estavam em cumprimento de medida sócio-educativa de internação, nas unidades da FEBEM (Fundação Estadual do Bem estar do Menor) de Sertãozinho e Ribeirão Preto-SP. Este é um estudo quantitativo descritivo. Para o instrumento de coleta de dados foi formatado questionário individual, estruturado com perguntas fechadas, divididos em três partes: 1ª) contém as informações sócio-demgráficas, 2ª) o uso de drogas e a 3ª) o ato infracional. Foram realizadas análises descritivas e univariável com intervalo de confiança de 95%. Dentre as caracterisitcas sócio-demográficas, os adolescentes tinham idade de 16 anos, cor pardo ou negro, procedentes da região de Ribeirão Preto-SP, com nível baixo de escolaridade e 99(66%) pertencem à família monoparental e se sustenta com prática infracional. Os índices do primeiro uso do álcool, cigarro e maconha são elevados e ocorrem concomitantemente com idade média de 12 anos. Com relação aos delitos, os mais praticados são roubo 61(40,7%), seguido do tráfico de drogas 44(29,4%) e o furto 14(9,3%) e ocorrem precocemente como o uso da droga com idade média de 13 anos. A associação destas variáveis demonstrou que existe uma correlação significativa entre o uso do álcool e da maconha e os atos infracionais, exceto o homicídio, o estudo também apontou uma relação entre o uso do crack e o tráfico de droga. Este dado confirma que quando o uso destas drogas ocorre precocemente, existe uma chance maior deste adolescente a se envolver mais cedo em comportamentos de risco como, por exemplo, a prática infracional. Não foi encontrada nenhuma relação estatisticamente significativa entre o uso do cigarro e da cocaína e o ato infracional. Os resultados do presente estudo nos aponta indicadores para o desenvolvimento de programas preventivos do uso de drogas entre adolescentes, que podem contribuir para uma redução a escalada para outros comportamentos de riscos.

Acesso ao texto integral: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/22/22131/tde-08052007-174809/

Nº de Classificação: 5174
ZAMBRANO, Érika. Mensuração e avaliação da dor pós analgesia raqui-peri combinada durante o trabalho de parto: um enfoque experimental. Ribeirão Preto. Universidade de São Paulo. Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto, 2007. 107 f.

Dissertação (Mestrado em Enfermagem)



Orientador(es): SOUSA, Fátima Aparecida Emm Faleiros
RESUMO: Os objetivos deste estudo foram mensurar a intensidade de dor durante o trabalho de parto com ou sem analgesia raqui-peri combinada através de métodos psicofísicos, quais sejam estimação de categorias (escala analógica visual-VAS) e de estimação de magnitude, verificar a estabilidade, validar a escala psicofísica de percepção da dor e caracterizar os descritores de dor durante o trabalho de parto. Os métodos psicofísicos utilizados foram estimação de magnitudes e emparelhamento intermodal. Quatro experimentos foram realizados: Experimento 1 - Tarefa de determinação de limiares de dor; Experimento 2 - estimação de magnitudes e estimação de categorias, Experimento 3 - estimação de magnitudes e comprimento de linhas e Experimento 4- validação da escala psicofísica. Participaram 68 parturientes (42 receberam analgesia e 26 sem analgesia), internadas no centro obstétrico do Hospital do interior do estado de São Paulo, idade entre 18 a 35 anos, com feto único, estado físico ASA I ou II e que estavam em trabalho de parto. As diferentes sensações de dor foram avaliadas a cada 60 minutos (após a rotina obstétrica), até a finalização do parto (parturientes que não receberam analgesia) ou até a realização da analgesia de parto indicada pela equipe médica. A analgesia de parto foi realizada por meio da técnica raqui-peri combinada. Quinze minutos após a instalação do cateter uma nova avaliação da dor foi realizada, quando o período de observação foi finalizado. O trabalho de parto com ou sem analgesia foi de responsabilidade da equipe médica, não tendo o pesquisador influenciado, a participante poderia ou não ter aceitado. Os resultados obtidos foram que cada participante apresentou um tempo próprio na determinação do seu limiar. Os aspectos fisiológicos e psicológicos evidenciam que a dor é uma experiência única e individual. Para comparação da intensidade da dor durante o trabalho de parto nos grupos com analgesia (após medicação) e sem analgesia, através do teste estatístico de Mann-Whitney, constatou-se que houve uma diferença significativa entre as intensidades de dor nos 2 grupos (p<0,001). A escala psicofísica da intensidade de dor antes da analgesia foi validada com o expoente de 0,63, depois da analgesia o expoente foi de 0,95 e sem analgesia o expoente foi de 0,91. O coeficiente de correlação de Kendall (W) aplicado a estimação de magnitude e comprimento de linha antes, depois e sem analgesia, mostrou W=0,46, W=0,90 e W=0,66 respectivamente, indicando correlação entre os dados. Os descritores de dor mais atribuídos pelas parturientes durante o trabalho de parto foram insuportável, desesperadora e terrível.

Acesso ao texto integral: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/22/22132/tde-09052007-102806/

Nº de Classificação: 5175
QUEIROZ, Fernanda Cristina. O manejo da dor por profissionais de enfermagem no cuidado de crianças no pós-operatório tardio de cirurgia cardíaca. Ribeirão Preto. Universidade de São Paulo. Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto, 2007. 130 f.

Dissertação (Mestrado em Enfermagem)



Orientador(es): NASCIMENTO, Lucila Castanheira
RESUMO: A dor pós-operatória é um fenômeno complexo, multidimensional e subjetivo, tanto para a criança quanto para os profissionais de saúde que lidam com ela. Seu manejo constitui-se em desafio, principalmente quando está ligado à dor em crianças, com suas particularidades do desenvolvimento infantil. Buscando contribuir com a discussão a respeito do manejo da dor pela equipe de enfermagem, o objetivo do presente estudo é compreender como os profissionais de enfermagem lidam com o manejo da dor em criança, no pós-operatório tardio de cirurgia cardíaca. O estudo é de natureza descritivo-exploratória, com abordagem metodológica qualitativa. Participaram do estudo vinte e três profissionais de enfermagem, sendo seis enfermeiros, três técnicos de enfermagem e quatorze auxiliares de enfermagem. A principal técnica de coleta de dados foi a entrevista semi-estruturada. A observação das atividades desses profissionais na enfermaria, relacionadas ao manejo da dor da criança, e a coleta de dados no prontuário da criança foram as técnicas usadas para complementar os dados provenientes das entrevistas. Na análise de conteúdo, os dados permitiram a compreensão de como os profissionais de enfermagem manejam a dor da criança, no pós-operatório tardio de cirurgia cardíaca. No contexto em que o manejo da dor da criança ocorre, a presença da mãe e a comunicação entre os membros da equipe de enfermagem e entre esses e a mãe mostraram-se como elementos essenciais para um adequado manejo da dor da criança. O estudo mostrou que os profissionais de enfermagem avaliam a dor por meio de parâmetros comportamentais e fisiológicos, atentando-se para as fases do desenvolvimento da criança, da mesma forma em que buscam superar as dificuldades impostas na avaliação da dor de crianças menores. Utilizaram a intervenção farmacológica para o alívio da dor como primeira escolha; a não-farmacológica também se constituiu em estratégia para o alívio da dor, porém em menor proporção. Dando continuidade ao processo, os participantes mencionaram reavaliar a dor da criança, após a utilização da intervenção de alívio escolhido, e registrar os procedimentos realizados. Os dados provenientes das observações demonstraram a utilização de intervenções não-farmacológicas para o alívio da dor, os quais não são rotineiramente registrados nos prontuários das crianças. Alguns desafios foram apontados pelos profissionais de enfermagem para o manejo da dor da clientela pesquisada. Os resultados do estudo possibilitaram identificar, no contexto pesquisado, aspectos do processo do manejo da dor em crianças, no pós-operatório tardio de cirurgia cardíaca, que necessitam ser aprimorados, objetivando a melhoria do cuidado prestado a essa clientela.

Acesso ao texto integral: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/22/22133/tde-26062007-141744/

Nº de Classificação: 5176
MALFARÁ, Carolina Tomain. Imagem corporal, comportamentos alimentares e autoconceito de pré-adolescentes com sobrepeso, obesos e não obesos. Ribeirão Preto. Universidade de São Paulo. Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto, 2007. 121 f.

Dissertação (Mestrado em Enfermagem)



Orientador(es): CARVALHO, Ana Maria Pimenta
RESUMO: O objetivo deste estudo foi avaliar a imagem corporal, os comportamentos alimentares e o autoconceito de pré-adolescentes com sobrepeso, obesos e não-obesos. Trata-se de um estudo com delineamento de comparação de grupos e amostra de conveniência. Participaram do mesmo, dois grupos com sobrepeso e obesos e não-obesos constituídos, respectivamente, por 54 pré-adolescentes com sobrepeso e obesos e 50 não-obesos, de escolas da rede pública da cidade de Ribeirão Preto - SP. O grupo com sobrepeso e obesos caracterizou-se por 29 meninas e 25 meninos, e o grupo dos não-obesos foi constituído de 28 meninas e 22 meninos, tendo estes sido avaliados por dois instrumentos: EBBIT- Teste de Comportamento Alimentar e Imagem Corporal de Pré-Adolescentes e Escala Infantil Piers-Harris de Autoconceito “O que sinto e penso sobre mim mesmo”. Foram medidos seus pesos e alturas, a fim de se obter o Índice de Massa Corporal para a idade e o gênero. A análise dos dados se deu por meio dos resultados descritivos e resultados comparativos, utilizando-se o teste estatístico não-paramétrico Mann-Whitney, comparando-se os grupos entre si e os gêneros (p<=0,05). Os resultados mostraram que os pré-adolescentes obesos estão mais insatisfeitos com seus corpos e apresentam mais sinais de restrição alimentar que os pré-adolescentes não-obesos. Apesar disso, ao comparar meninas não-obesas com meninos não-obesos, verificou-se maior insatisfação naquelas que nestes, indicando que a pressão sociocultural para um corpo magro tende a ser maior no sexo feminino, e, por isso, há maior insatisfação apresentada nesse grupo, apesar dessas meninas possuírem o peso dentro dos parâmetros de normalidade. Nenhum dos grupos apresentou indícios significativos de desordens no comportamento alimentar. Quanto à avaliação do autoconceito, o grupo com sobrepeso e obesos não diferiu do grupo dos não-obesos de um modo geral, mostrando que, apesar de estarem com o peso acima do esperado, eles se avaliam com características físicas e atributos pessoais positivos. Observou diferença ao avaliar meninas não-obesas e meninos não-obesos, com relação ao escore total do autoconceito, ao status intelectual acadêmico e ao comportamento, indicando que elas apresentaram um autoconceito, um status intelectual acadêmico e um comportamento inferior aos dos meninos não obesos. No que diz respeito à popularidade e à aparência física e atributos pessoais - subescalas avaliadas na escala de autoconceito - também não se confirmaram diferenças. A diferença encontrada esteve na avaliação da felicidade e satisfação, na qual as meninas obesas mostraram-se menos felizes e satisfeitas que os meninos obesos e as meninas não-obesas. Quanto à ansiedade, os meninos obesos mostraram-se mais ansiosos que os meninos não-obesos e menos ansiosos que as meninas obesas. O comportamento foi avaliado com índice melhor nos meninos não-obesos, que nos meninos obesos. Portanto, este estudo mostrou que os pré-adolescentes obesos estão mais insatisfeitos com suas imagens corporais e tendem a apresentar mais comportamentos de restrição alimentar quando comparados com os pré-adolescentes não-obesos. Por outro lado, parte dos resultados obtidos minimizou a concepção de que pré-adolescentes obesos têm problemas comportamentais, baixa auto-estima, baixo rendimento escolar e competência social.

Acesso ao texto integral: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/22/22131/tde-26062007-135106/

Nº de Classificação: 5177
COIMBRA, Valéria Cristina Christello. Avaliação do cuidado em saúde mental na Estratégia Saúde da Família. Ribeirão Preto. Universidade de São Paulo. Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto, 2007. 299 f.

Tese (Doutorado em Enfermagem)



Orientador(es): KANTORSKI, Luciane Prado
RESUMO: Esta pesquisa teve por objetivo a integralidade do cuidado ao portador de transtorno mental na Estratégia Saúde da Família (ESF). Foi realizado um estudo de caso, sendo este desenvolvido a partir de uma adaptação da avaliação proposta de Estrutura, Processo e Resultado de Donabedian (1984), com abordagem qualitativa dos dados. Para coleta de dados foi utilizado: observação e entrevista semi-estruturada. O estudo foi realizado no município de Chapecó-SC, região oeste do Estado de Santa Catarina. Foi selecionada uma Unidade de Saúde da Família da área urbana, com maior tempo de implantação dentre as pesquisadas, com equipe completa de acordo com as propostas e normas do Ministério da Saúde e com maior vulnerabilidade social da área adscrita. Os critérios utilizados para realizar a avaliação estão fundamentados nas respectivas publicações ministeriais: Plano Nacional de Inclusão das Ações de Saúde Mental na Atenção Básica, Manual de Estrutura Física das Unidades Básicas de Saúde: saúde da família, Cadernos de Atenção Básica – Programa de Saúde da Família: a implantação da unidade saúde da família (Caderno I), Guia Prático do Programa de Saúde de Família. A análise dos dados foi dividida em três temas: avaliação da Estrutura, avaliação do Processo e avaliação do Resultado. Na Estrutura, foram observados algumas limitações de área física (salas adaptadas) e de acesso (filas e tempo de espera para consultas médicas e odontológicas) importantes para oferecimento e manutenção da qualidade da assistência aos usuários. No Processo foi possível observar ruídos (na comunicação, na restrição do acesso aos prontuários pelos agentes de saúde, na identificação de situações de risco e na intersetorialidade) e potencialidades no processo de trabalho dos profissionais de saúde (tratamento odontológico na forma completada, a realização de visitas domiciliares, o vínculo e a disponibilidade para a escuta). No Resultado foi observado que o vínculo, a relação entre a equipe e comunidade, o cuidado à família, as visitas domiciliares, o olhar integral do profissional de saúde no exame físico foram relatados como motivos de satisfação dos usuários. E os motivos de insatisfação estiveram ligados ao acesso daqueles usuários que não fazem parte dos programas e sobre a área física. Ao final da pesquisa notou-se que a equipe apresentou um movimento organizacional favorável à integralidade do cuidado a saúde mental. Pois se percebeu, no caso estudado, o compromisso com a organização de uma rede de cuidados a saúde mental, tanto por parte da própria equipe, quanto pela gestão, apesar das limitações encontradas nas dimensões de Estrutura –Processo-Resultado.

Acesso ao texto integral: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/22/22131/tde-26062007-150738/

Nº de Classificação: 5178
RIBEIRO, Elaine. Padrão de consumo de bebidas alcoólicas entre universitários da área da saúde de uma faculdade do interior do Estado de São Paulo. Ribeirão Preto. Universidade de São Paulo. Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto, 2007. 125 f.

Dissertação (Mestrado em Enfermagem)

Orientador(es): PILLON, Sandra Cristina
RESUMO: A preocupação com o uso do álcool entre universitários é evidente em várias partes do mundo. Diversos estudos mostram que o uso e abuso dessa substância vêm aumentando em ritmo acelerado. Nesse contexto, o presente estudo tem como objetivo identificar o padrão de consumo de álcool e suas conseqüências entre universitários da área de saúde de uma Faculdade privada do interior do estado de São Paulo. Trata-se de um estudo descritivo e exploratório com uma amostra de 1007 estudantes universitários. Para a coleta de dados, utilizou-se um questionário auto-aplicável, contendo três partes: a primeira referente aos dados sóciodemográficos, a segunda refere-se ao padrão de consumo de álcool e a terceira refere-se aos problemas vivenciados por essa população após beber. Entre os resultados estão que a maioria dos estudantes pertence ao sexo feminino 84%, estado civil solteiro 85,1%, com idade entre 18 e 25 anos 79%, provenientes de outras cidades 62,6% e 60,0% referiram não trabalhar. A maioria dos estudantes pertence ao curso de enfermagem 24,2% e em relação ao ano do curso, 30,3% são calouros. Quanto à moradia, 75,1% referiram morar com a família. No que se refere ao tipo de religião 64% afirmaram ser católicos e 67% referem que a religião é muito importante em suas vidas. Em relação ao consumo de álcool, 64% fazem uso de baixo risco, incluindo os abstêmios 11%, enquanto que 20% são bebedores de risco moderado e 5% bebedores de alto risco. A análise de associação demonstrou que o consumo de álcool é maior entre o gênero masculino, na faixa etária entre 18 e 25 anos, entre os casados, entre aqueles que tiram notas baixas em relação à média, entre os que moram sem a família, e entre aqueles que não pertencem a nenhum tipo de religião. O aparecimento de náuseas, vômito e ressaca, o fato de dirigir após beber ou dirigir bebendo, perder aulas por estar passando mal, “matar aulas” após beber demais, apresentar problemas com a lei ou com a administração da faculdade por beber, tirar notas baixas, a freqüência que fuma, ser criticado por beber, brigar após beber ou ainda apresentar qualquer tipo de comportamento negativo por beber, foi encontrado com maior freqüência entre os universitários que apresentaram um maior consumo de álcool. A bebida de maior consumo foi a cerveja. Esses resultados nos evidenciam a importância do planejamento de estratégias de cunho preventivo no âmbito universitário, na tentativa de detectar precocemente aqueles com potencial para o abuso e possíveis problemas relacionados ao consumo dessa substância.

Acesso ao texto integral: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/22/22131/tde-26062007-133717/

Nº de Classificação: 5179
FIGUEIREDO, Márcia Aparecida. Educação a distância na informação em saúde: o ensino do EPI INFO. Ribeirão Preto. Universidade de São Paulo. Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto, 2007. [146] f.

Dissertação (Mestrado em Enfermagem)



Orientador(es): MARTINEZ ÉVORA, Yolanda Dora
RESUMO: Esta investigação verificou a aplicabilidade da Educação a Distância com vistas a instrumentar um público de acadêmicos, docentes e profissionais da área de saúde, para o uso do programa de banco de dados e estatística EPI INFO. Os objetivos da investigação foram planejar o conteúdo programático e implementar um curso online sobre construção e manuseio de banco de dados de estatística EPI INFO, verificar as facilidades e as dificuldades na implantação da Educação a Distância (EaD) e descrever a avaliação dos alunos relativa ao Curso no Ambiente Virtual de Aprendizagem. O Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) utilizado para desenvolvimento do Curso foi CoL (Cursos Online). O conteúdo foi desenvolvido e organizado em quatro unidades: Unidade 1: Criação do Questionário; Unidade 2: Entrando com Dados; Unidade 3: Gerenciamento Básico de Dados na Análise; Unidade 4: Análise Intermediária: Estatísticas Básicas e Recuperação dos Dados. Foram inscritos 32 alunos; destes, 10 participaram efetivamente. Os alunos que completaram o Curso avaliaram de maneira satisfatória a utilização da Internet como ferramenta de aprendizado. O Curso Epi Info desenvolvido na modalidade a distância apresentou, nos itens avaliados, com noventa a cem por cento “De Acordo”: O conteúdo foi bem distribuído e foi acessível aos discentes; As informações apresentadas estavam corretas e bem estruturadas; O uso de imagens corresponde às informações do texto; O conteúdo foi variado e atingiu o objetivo do módulo; A apresentação das aulas seguiu uma seqüência lógica e agradável, abordando os principais temas de interesse; A apresentação visual foi adequada ao objetivo do estudo; O acesso foi rápido; O texto foi apresentado de forma clara; Os exercícios foram relevantes para o reforço do conteúdo; A apresentação do menu de entrada foi clara e de fácil visualização; Utilizam-se de forma eficiente os recursos da plataforma; O ambiente facilitou a interação e a comunicabilidade. Com sessenta a oitenta por cento os itens “De acordo” são: O programa foi de fácil execução; Permitiu navegabilidade nos conteúdos. Contrário aquilo que se pretendia, o Curso deveria ter iniciado com uma data pré-determinada para todos os alunos, pois, ritmos de variações irregulares de aprendizagem, prosseguiam sem muita interação entre si, não contribuindo, assim, para o crescimento conjunto do grupo. Os ambientes digitais de aprendizagem possuem elementos que configuram como um novo contexto educacional, diverso do presencial, e por isso é fundamental que se criem processos e estratégias que respondam às novas necessidades e circunstâncias dos novos modelos. Portanto, não é possível adaptar os modelos presenciais, simplesmente.



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