Associação Brasileira de Enfermagem Centro de Estudos e Pesquisas em Enfermagem cepen



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Acesso ao texto integral: http://www.tede.ufsc.br/teses/PNFR0597-D.pdf

Nº de Classificação: 5113
CARVALHO, Karen Knopp de. A obstinação terapêutica como uma questão ética. Rio Grande. Fundação Universidade Federal do Rio Grande, 2005. 99 f.

Dissertação (Mestrado em Enfermagem)

Orientador(es): LUNARDI, Valéria Lerch
RESUMO: Questões envolvendo a obstinação terapêutica estão presentes no cotidiano das Unidades de Terapia Intensiva (UTIs), onde diferentes decisões são tomadas, com relação ao destino do tratamento de pacientes em processo de morrer e de morte. Esta temática ainda é pouco discutida entre os profissionais da saúde que atuam nas UTIs, especialmente pelas profissionais de enfermagem, que são responsáveis pela implementação das terapêuticas prescritas pelos médicos, com as quais, muitas vezes, podem discordar. Assim, este estudo tem como objetivos: - Conhecer se as enfermeiras reconhecem a prescrição de tratamentos fúteis no ambiente em que atuam; - Conhecer os sentimentos das enfermeiras envolvidos na implementação de tratamentos que consideram fúteis; - Conhecer as estratégias construídas pelas enfermeiras no enfrentamento dessas situações. Foram realizadas 6 entrevistas semi-estruturadas com enfermeiras que atuam em UTIs . A partir da análise do conteúdo dos dados, quatro categorias foram construídas: - Obstinação terapêutica: o que é isto? as enfermeiras, que atuam nas UTIs, desconhecem o termo obstinação terapêutica, mas a reconhecem como muito presente em suas práticas; - A obstinação terapêutica como o prolongamento do sofrimento: as profissionais consideram que a obstinação terapêutica prolonga o sofrimento do paciente e de seus familiares e, também, o seu sofrimento e o da equipe de enfermagem; - A obstinação terapêutica como a priorização da cura: as enfermeiras identificam em suas práticas cotidianas tratamentos obstinados; entretanto, acreditam ser necessário investir na cura do paciente, ressaltando a sua inquestionabilidade; Enfrentamento da obstinação terapêutica: cuidado humanizado? são apresentadas algumas estratégias no enfrentamento desta temática, considerando a participação do paciente como imprescindível no processo de tomada de decisões. O trabalho demonstra a necessidade e a importância de avaliar as medidas terapêuticas que necessitam ser utilizadas no tratamento de pacientes em processo de morrer e de morte, de modo que possam viver a fase final de sua vida com qualidade, considerando que quando a cura não é mais possível, é necessário cuidar, preocupando-se com a pessoa doente e respeitando sua integridade, lembrando que o cuidado é a base do exercício profissional da enfermagem.

Acesso ao texto integral: não localizado e não temos o CD

Nº de Classificação: 5114
WEIS, Alisia Helena. O processo de trabalho da enfermagem: um olhar sobre os princípios/ações da atenção primária ambiental e da promoção da saúde na rede básica de saúde. Rio Grande. Fundação Universidade Federal do Rio Grande, 2005. 184 f.

Dissertação (Mestrado em Enfermagem)

Orientador(es): VAZ, Marta Regina Cezar

SOARES, Maria Cristina Flores


RESUMO: Este trabalho teve como objetivo principal analisar o processo de trabalho da enfermagem na Rede Básica dos Serviços Públicos de Saúde, na ótica dos princípios da atenção primária ambiental e da promoção da saúde que estão presentes em suas práticas. Tendo como objetivos específicos conhecer o processo de trabalho da enfermagem da Rede Básica dos Serviços Públicos de Saúde; identificar os princípios da promoção da saúde que estão sendo desenvolvidos na Rede Básica dos Serviços Públicos de Saúde; conhecer os princípios da APA que estão sendo operacionalizados no trabalho da enfermagem. Para tanto, o método adotado foi o de um estudo de corte transversal, quanti-qualitativo de caráter exploratório, descritivo e analítico, no qual se buscou conhecer o trabalho desenvolvido pelas enfermeiras da Rede Básica de Saúde, a partir das Unidades de Saúde da Família (USF) e Unidades Básicas de Saúde, nos municípios de Rio Grande e São José do Norte que compõem a 3a Coordenadoria Regional de Saúde. Conseqüentemente, foi construído um instrumento com 51 perguntas fechadas, de múltipla escolha, que utilizam uma escala de grau de importância com notas de 0 a 10, aplicado às enfermeiras da Rede Básica de Saúde. Ao término deste estudo destacam-se algumas considerações relevantes: a organização do trabalho na Rede Básica de Saúde ocorre em nível local através da participação da Secretaria Municipal de Saúde e das necessidades da população por meio da demanda programática, sendo que este dado foi mais expressivo pelas enfermeiras das USF do que pelas enfermeiras da UBS, entretanto não foi visualizada a participação em conjunto com o Conselho Municipal de Saúde; o trabalho na Rede Básica de Saúde desenvolvido pelas enfermeiras serve para promover a saúde e prevenir a doença; o entendimento sobre a expressão atenção primária ambiental é visualizado por meio das atividades de prevenção a doenças e agravos; o compromisso do profissional como cidadão, em assegurar que cada pessoa tenha acesso a um ambiente saudável é o princípio da atenção primária ambiental visualizado pelas enfermeiras através do trabalho que desenvolvem na Rede Básica de Saúde; a promoção da saúde influencia o trabalho sobre as condições clínicas (processo saúde-doença e seus condicionantes/determinantes); os elementos intrínsecos da promoção da saúde, utilizados pelas enfermeiras no trabalho que desenvolvem na Rede Básica de Saúde são os ambientes favoráveis à saúde, a participação social e o próprio sistema de saúde. Pode-se, então, concluir com esses fatos que o trabalho desenvolvido na Rede Básica de Saúde em âmbito da atenção primária ambiental e da promoção da saúde se aproximam das maneiras como as trabalhadoras desenvolvem suas atividades no processo de trabalho diário, tanto em USF quanto em UBS e constituem-se um caminho para a mudança do modelo assistencial hegemônico nos serviços de saúde.

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Nº de Classificação: 5115
ALVES, Aline Soares. Recém-nascido de risco: fatores que contribuem para a precisão de cuidados intensivos neonatais. Rio Grande. Fundação Universidade Federal do Rio Grande, 2005. [111] f.

Dissertação (Mestrado em Enfermagem)



Orientador(es): SOARES, Maria Cristina Flores
RESUMO: Este estudo descritivo, exploratório com abordagem quantitativa foi desenvolvido com 61 recém-nascidos (RN) de risco internados na Unidade de Tratamento Intensivo Neonatal do Hospital Universitário Dr. Miguel Riet Corrêa Jr. – cujas famílias eram residentes no município do Rio Grande/ RS. Os dados foram colhidos no período de abril a setembro de 2005, utilizando-se uma entrevista semi-estruturada aplicada às mães durante o período de internação de seus filhos. O estudo buscou identificar os fatores pré e perinatais que influenciaram as condições de nascimento levando à necessidade de internação do RN. Dentre estes foram investigadas as características socioeconômicas, demográficas e biológicas maternas, a história gestacional e reprodutiva da mãe e as condições de nascimento da criança, propriamente ditas. Após a análise dos dados verificou-se que 60,7% dos RN que fizeram parte do estudo apresentaram baixo peso ao nascimento (BPN) e 49,2% eram pré-termos. Dos RNs avaliados 62,3% nasceram por cesariana, sendo que destas 14,8% foram referidas como eletivas pelas mães. Quanto à situação socioeconômica 85,2% das mães relatou renda familiar per capta inferior a dois salários mínimos, sendo que 75,4% delas não exercia atividade remunerada. Das entrevistadas 83,6% vivia com companheiro e 47,5% possuía mais de oito anos de estudo. A maioria das mulheres era de cor branca (68,9%) e tinha entre 20 e 34 anos (59%). Salienta-se que 26,2% das mães tinha idade inferior a 19 anos. Das mulheres que souberam informar seu peso pré-gestacional (56), 84, 4% relatou peso superior a 50 kg. Entre as mães entrevistadas 41% eram primíparas e 23% referiram já ter tido três ou mais gestações. Das mulheres com história de gestação anterior (36), 38,9% já havia tido no mínimo uma gestação finalizada em aborto e 25% referiu ter tido natimortos. História de BPN e pré-termo prévios foi referida por 27,8% e 38,9% dessas mães, respectivamente. A maioria das mulheres (93,4%) realizou o pré-natal, sendo que 59,6% referiu seis ou mais consultas. Das mulheres assistidas 66,7% iniciaram o pré-natal no 1o trimestre de gestação. Entre as patologias mais prevalentes na gestação destacam-se a infecção urinária, a anemia e a hipertensão arterial relatadas por 49,2%, 44,3% e 23% das mulheres. Sem desconsiderar o aspecto socioeconômico das famílias dos RNs que fizeram parte do estudo, os resultados mostram que apesar da cobertura ser elevada, a assistência pré-natal no município necessita ser revista em sua qualidade para produzir sobretudo a ocorrência de patologias maternas durante a gestação e o nascimento de RNs pré-termos e/ou com BPN, devendo ser redobrada a atenção durante o pré-natal às mulheres com história de desfechos gestacionais desfavoráveis. Outro aspecto a ser ressaltado é o índice elevado de cesarianas. Estes resultados servem de alerta aos enfermeiros e demais profissionais de saúde e autoridades responsáveis pela saúde do município do Rio Grande, ressaltando a importância da adoção de medidas para prevenir os principais fatores que levam aos desfechos indesejáveis.

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Nº de Classificação: 5116
BONDAN, Rosane Maria Martins. Consulta de enfermagem em saúde mental: sob a perspectiva da teorista Hildegard Peplau. Rio Grande. Fundação Universidade Federal do Rio Grande, 2006. 115 f.

Dissertação (Mestrado em Enfermagem)



Orientador(es): SIQUEIRA, Hedi Crecencia Heckler de
RESUMO: Ao pesquisar o tema consulta de enfermagem em clientes emocionalmente adoecidos, buscaram-se respostas para a questão norteadora: Que contribuições a consulta de enfermagem oferece aos seus clientes da saúde mental? Objetivou-se investigar as principais contribuições da consulta de enfermagem realizada com clientes da saúde mental, com base na Teoria Parcial para a Prática da Enfermagem de Hildegard Peplau (1952). Justifica-se este objetivo a partir dos pressupostos formulados em relação à consulta de enfermagem em saúde mental (CESM) acreditando que, através dela, torne-se possível: evitar ou reduzir a recaída do agravo emocional; elaborar o diagnóstico e, conseqüentemente, o tratamento prévio ao cliente emocionalmente adoecido; favorecer a reintegração e a recuperação do indivíduo na sua comunidade, em um intervalo de tempo reduzido e de forma mais eficaz, a CESM, através do incentivo direcionado ao cliente, favorece a resolutividade de suas dificuldades, promove e contribui efetivamente a saúde mental. Realizou-se um levantamento documental na Policlínica do Rio Grande/RS para buscar os sujeitos a serem pesquisados. A coleta de dados foi realizada através da técnica de entrevista semi-estruturada. Os dados foram analisados e interpretados qualitativamente, emergindo daí as seguintes categorias: a percepção e a qualidade de vida. Na categoria da percepção destacaram-se, como elementos complementares e integradores, o auto-conhecimento, o conhecimento da doença e a auto-estima. Em relação à categoria da qualidade de vida evidenciaram-se, como elementos complementares e integradores, a valorização da vida, a motivação e o convívio social. A busca da compreensão dos dados revelou que a consulta de enfermagem, utilizada como processo de trabalho em saúde mental, contribuiu terapeuticamente para a recuperação dos clientes emocionalmente adoecidos que a aceitaram como mais uma alternativa de tratamento, objetivando intensificar o processo de recuperação. Descobriu-se que a consulta de enfermagem auxiliou a todos os sujeitos a conhecerem-se e a entenderem melhor o que estava ocorrendo. Além disso, todos se manifestaram satisfeitos e progredindo com as consultas de enfermagem, dando ênfase à recuperação da auto-estima, à auto-ajuda, ao apoio, à oportunidade de expressar seus sentimentos, de desabafar, e de transmitir tranqüilidade e motivação. Os participantes do estudo destacaram a atuação e a qualificação da profissional enfermeira junto à clientela assistida, que possibilitou a eficácia da terapêutica, promovendo o resgate do papel social dos sujeitos do estudo junto a seus familiares, amigos, parentes e a seus compromissos laborais. A avaliação destes resultados permitiu a construção do conhecimento relativo à consulta de enfermagem, que auxilia os portadores de sofrimento mental e possibilita-lhes, além de conhecer-se a si mesmos e à própria doença, apoio na reconquista de dias mais felizes. Propicia-lhes uma qualidade de vida mais confiante, digna e efetiva. E também os reintegra mais brevemente ao convívio social e ameniza-lhes as recaídas dos agravos emocionais. Os resultados obtidos confirmam os pressupostos inicialmente traçados. Todos os sujeitos, em relação à consulta de enfermagem, manifestaram-se de forma positiva e salientaram sentir-se gratificados pelas conquistas alcançadas: vencer seus momentos de adversidade, por não terem desistido de si, de suas vidas, superando suas próprias limitações, otimizadas através do suporte profissional que receberam da enfermeira.

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Nº de Classificação: 5117
PINTO, Rosaura Elisabeth Monteiro. Avaliação da qualidade de vida no climatério entre usuárias e não usuárias de terapia hormonal. Rio Grande. Fundação Universidade Federal do Rio Grande, 2006. 91 f.

Dissertação (Mestrado em Enfermagem)

Orientador(es): BAISCH, Ana Luiza Muccillo
RESUMO: O objetivo desta pesquisa foi avaliar a influência da terapia hormonal (TH) na qualidade de vida das mulheres no climatério. Realizou-se um estudo de corte transversal com mulheres entre 40 e 65 anos atendidas ao Ambulatório de Climatério do Hospital Universitário da Fundação Universidade Federal do Rio Grande (HU-FURG) e em clínica privada, nos meses de junho, julho e agosto de 2005. Foram consideradas como usuárias aquelas que usavam TH há pelo menos 6 meses no momento da coleta de dados. Foram excluídas usuárias de anticoncepcional hormonal e usuárias de qualquer tipo de medicação, não hormonal, para alívio dos sintomas climatéricos nos últimos 6 meses. Participaram do estudo 229 mulheres, 61 usuárias de TH e 168 não usuárias. Avaliaram-se características sócio-demográficas e biológicas. O instrumento utilizado para a avaliação da qualidade de vida no climatério foi o Questionário de Saúde da Mulher (QSM). A análise dos dados foi realizada através dos testes do Qui-quadrado (exato de Fisher), teste “t” de student, teste de tendência linear, teste de análise de variância fatorial 2 x 2 e teste post-hoc de Tukey. A idade média (49,2 ± 5,2 anos) e idade média da menopausa (44,5 ± 5,2 anos) das usuárias de TH foram menores do que as das não usuárias (50,9 ± 6,8 anos e 47,11 ± 4,8 anos respectivamente) (p=0,04 e p=0,02). Ocorreu aumento do uso de TH com o aumento da renda (p<0,05). Não ocorreu interação entre renda e TH, quando se procurou identificar se as maiores rendas e não a TH melhoravam a qualidade de vida. Dos 9 domínios de qualidade de vida avaliados pelo QSM, em 6 os escores foram melhores para as usuárias de TH (sintomas vasomotores, ansiedade e temores, memória e concentração, comportamento sexual, sintomas somáticos e sintomas depressivos). Independente do uso ou não de TH as mulheres com renda familiar maior do que 5 salários apresentaram melhores escores para qualidade de vida nos domínios sintomas vasomotores (p<0,05), ansiedade e temores (p<0,01), memória e concentração (p<0,05), comportamento sexual (p<0,05), sintomas depressivos (p<0,01) e problemas do sono (p<0,05) do que as mulheres com menor renda familiar. Os sintomas vasomotores foram os referidos como sendo os mais difíceis de conviver (p<0,01). As usuárias de TH apresentaram melhor qualidade de vida.

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Nº de Classificação: 5118
TIER, Cenir Gonçalves. Depressão em idosos residentes em uma instituição de longa permanência (ILP): identificação e ações de enfermagem e saúde. Rio Grande. Fundação Universidade Federal do Rio Grande, 2006. 98 f.

Dissertação (Mestrado em Enfermagem)

Orientador(es): SANTOS, Silvana Sidney Costa
RESUMO: Este estudo teve como objetivos: identificar a depressão; propor ações de enfermagem e de saúde que poderão ser realizadas para minimização e/ou prevenção de sinais e sintomas de depressão em idosos residentes em uma Instituição de Longa Permanência (ILP). Foi realizada uma pesquisa, com abordagem qualitativa do tipo convergente-assistencial, tendo como local o Asylo de Pobres de cidade de Rio Grande, RS. Os sujeitos do estudo totalizaram 55 idosos. Foram utilizados três instrumentos de coleta dos dados. Para o primeiro e segundo instrumentos, empregaram-se as técnicas de entrevista estruturada, para o terceiro a entrevista não-estruturada. Os resultados do primeiro e segundo instrumentos encontram-se apresentados graficamente. Com base no segundo instrumento, realizou-se o somatório das características predominantes, a partir da Escala Geriátrica de Depressão de Yesavage. Para o terceiro instrumento, foi utilizado o direcionamento da pesquisa convergente-assistencial, onde as percepções foram codificadas até se estabelecer categorias e/ou temas. A aplicação dos instrumentos efetivou-se após aprovação do projeto pelo CEPAS, seguindo as orientações da Resolução 196/96. Obteve-se, como resultados: a idade dos idosos varia entre 60 a 105 anos, predominado o sexo feminino, viúvos seguidos por solteiros, nascidos em Rio Grande e aposentados. Vinte idosos apresentaram depressão e seis deles transtorno afetivo limítrofe. As ações de enfermagem voltaram-se para os diagnósticos de enfermagem de impotência, desesperança, risco para solidão, alteração no processo de pensamento, potencial para o aumento do bem-estar espiritual, revelando que alguns idosos se sentem felizes e satisfeitos com a vida e a institucionalização. As ações de saúde propostas foram: oficina literária – ouvir e contar histórias; atividades físicas; dança; trabalhos manuais; passeios; bingo e oficinas de memória. Percebeu-se que este trabalho tem contribuído para que ocorram algumas mudanças na vida e rotina dos idosos pesquisados. As ações de saúde e enfermagem foram propostas com intuito de ajudar os idosos a melhorar sua saúde física e mental, bem como proporcionar que participassem de algumas atividades de recreação. Desta forma, constata-se, que as atividades implementadas já estão proporcionando aos idosos, alegria, participação e convívio social com outras pessoas.

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Nº de Classificação: 5119
SILVA, Lurdes Chiossi da. Violência intrafamiliar contra crianças e adolescentes: uma prática educativa com profissional da educação. Rio Grande. Fundação Universidade Federal do Rio Grande, 2006. 88 f.

Dissertação (Mestrado em Enfermagem)



Orientador(es): SILVA, Mara Regina Santos da
RESUMO: A violência intrafamiliar contra crianças e adolescentes se constitui em um sério problema de saúde pública, com elevado potencial de impacto negativo sobre a saúde e o desenvolvimento das pessoas envolvidas requerendo, portanto, ações efetivas, em diferentes níveis, para a proteção das vítimas. Este estudo tem como objetivo geral desenvolver uma prática educativa com a finalidade de instrumentalizar profissionais da área da educação para identificar e notificar situações de violência intrafamiliar contra crianças e adolescentes, no município de Chapecó/SC. De forma específica, objetiva identificar as necessidades e os problemas que enfrentam esses profissionais para proceder o reconhecimento e a notificação da violência intrafamiliar e instrumentalizá-los através da prática realizada. Em seu desenvolvimento foi utilizado como referencial teórico o Modelo Bioecológico do Desenvolvimento Humano, de Bronfenbrenner, cujos elementos centrais são os Processos Proximais vivenciados, neste estudo, pelos professores que dele participaram, suas características biopsicológicas, o tempo e o contexto no qual estão inseridos. Do ponto de vista metodológico trata-se de um estudo qualitativo, desenvolvido com um grupo de quatorze professores de uma escola da rede municipal de educação de Chapecó/SC. Os dados foram coletados no terceiro trimestre de 2005, durante os sete encontros realizados com o grupo, sendo que cada um teve duração de duas horas. Para análise dos dados foi utilizado como referência o método de Análise de Conteúdo proposto por Bardin, seguindo as etapas da pré-análise; exploração do material e análise dos dados. Os resultados apontam como fatores que dificultam a identificação das situações de violência intrafamiliar contra crianças e adolescentes a falta de embasamento teórico desses profissionais e o pacto de silêncio que se estabelece entre os membros da família das vítimas. Quando aos problemas que influenciam na decisão de notificar essas situações são referidas o medo de assumir o papel de denunciante; o descrédito dos profissionais em relação aos serviços e as instituições responsáveis pela proteção das crianças e adolescentes; o equívoco na interpretação da lei 8069/93 – Estatuto da Criança e do Adolescente. Com relação às necessidades sentidas pelos participantes para proceder à identificação, estão a capacitação em serviço, pois esta poderia ajudá-los a compreender melhor o problema e suas conseqüências a maior integração entre os serviços e a segurança para os denunciantes, garantida por parte dos órgãos competentes. Os resultados são discutidos tendo por base o Estatuto da Criança e do Adolescente.

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Nº de Classificação: 5120
SILVA, José Richard de Sosa. Sistema Único de Saúde: modalidades de atendimento e suas inter-relações: um olhar da enfermagem. Rio Grande. Fundação Universidade Federal do Rio Grande, 2006. 231 f.

Dissertação (Mestrado em Enfermagem)



Orientador(es): SIQUEIRA, Hedi Crecencia Heckler de
RESUMO: O presente estudo teve como questão pesquisa as modalidades de atendimento das instituições de saúde do SUS e as suas inter-relações. Desta maneira, objetivou-se, identificar as diferentes modalidades de atendimento ao cliente do SUS oferecidas pelas instituições/organizações/serviços de saúde do município do Rio Grande, assim como compreender as relações que mantêm entre si e de que forma se processam as suas inter-relações nos serviços e ações de saúde. Construiu-se um referencial teórico capaz de dar sustentação para o desenvolvimento da pesquisa, na perspectiva da saúde como um sistema, tendo como ponto de referência a teoria de sistemas com abordagem de Bronfenbrenner (1996), dentre outros. Para obter as informações utilizou-se como caminho metodológico a pesquisa qualitativa, descritiva e exploratória. A coleta de dados processou-se através do método da entrevista semi-estruturada, aplicado de agosto a setembro de 2006, a quatorze sujeitos: coordenadores dos diversos serviços de entrada e encaminhamento de clientes do SUS do município do Rio Grande. A última questão da entrevista era aberta, deixando espaço para os entrevistados propor sugestões que julgassem pertinentes. O processo de análise levou em consideração as categorias estabelecidas previamente: modalidades de atendimento, equipe multiprofissional e inter-relações das modalidades de atendimento. Evidenciaram-se na análise e interpretação dos dados as diferentes modalidades de atendimento oferecidas aos usuários do SUS, mostrando que cada uma apresenta peculiaridades próprias e que o desconhecimento de outras, talvez, seja o motivo do não oferecimento, pois as mesmas poderiam auxiliar na oferta de mais ações e serviços para esta clientela, trazendo soluções para a demanda reprimida e diminuindo o custo com a internação hospitalar. Percebeu-se no oferecimento das modalidades de atendimento, a presença constante da equipe multiprofissional como elemento fundamental na execução das ações e serviços, destacando-se a forte participação do profissional enfermeiro. Embora pressupondo, inicialmente, que as instituições/organizações/ serviços oferecem as modalidades de forma desarticulada, constatou-se ao longo deste trabalho, que nem sempre acontece dessa maneira. Existe por parte dos trabalhadores das três instituições de saúde um grande empenho para conseguir tanto o encaminhamento do cliente para exames como para a possível internação ou outro atendimento a ser oferecido pelas instituições integrantes do SUS. Evidenciou-se, entretanto, que não existem articulações formais e informatizadas de referência e contra-referência que poderiam facilitar as inter-relações entre os serviços do SUS. Além disso, constataram-se diferentes problemas enfrentados individualmente e coletivamente, e desta maneira acredita-se que os resultados desta pesquisa sirvam como subsídios aos responsáveis e representantes de saúde a encontrar estratégias alicerçadas nos princípios do SUS que venham ao encontro de soluções e ainda consigam ser um instrumento motivador para desenvolver as inter-relações das instituições/organizações/serviços entre si e o usuário do SUS.



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