Associação Brasileira de Enfermagem Centro de Estudos e Pesquisas em Enfermagem cepen



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Acesso ao texto integral: http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&co_obra=80264

Nº de Classificação: 5052
QUINTÃO, Láyza Lourenço Machado Braga. A gerência do cuidado em enfermagem: a compreensão do enfermeiro. Belo Horizonte. Universidade Federal de Minas Gerais. Escola de Enfermagem, 2007. 122 f.

Dissertação (Mestrado em Enfermagem)

Orientador(es): FREITAS, Maria Édila Abreu
RESUMO: Trata-se de um estudo fenomenológico, que emergiu das nossas vivências no contexto do modelo hospitalocêntrico, como profissionais que vivenciaram a interface entre “sujeitos cuidadores” e “sujeitos cuidados”, quando experenciamos um acidente automobilístico. Tal situação suscitou em nós o desejo de compreendermos o significado de Gerência do Cuidado, sob a ótica do enfermeiro que cuida, em razão da nossa vivência, onde nutrimos o sentimento de ausência deste profissional em nosso processo cuidativo. Com a trajetória escolhida, foi possível a nossa aproximação do fenômeno, o que nos possibilitou a descrição de sua essência. Contamos com a participação de sete enfermeiras e, para garantir o sigilo dos discursos, criamos pseudônimos utilizando as letras da palavra SENTIDO que corresponde ao número de entrevistados. As entrevistas foram gravadas, para permitir-nos uma maior apreensão das falas dos sujeitos. A questão norteadora, “Descreva para mim situações, vivenciadas por você, que retratem a Gerência do Cuidado em Enfermagem”, possibilitou-nos o encontro de 91 temas que, após convergências e divergências de sentido, originaram dez grandes temas. Novas convergências e divergências foram realizadas sendo estes convertidos em quatro grandes categorias: O cotidiano do cuidar; Jogo de cintura; Ser presença na ausência; Gerenciamento da assistência de enfermagem. Os resultados sinalizaram os aspectos influentes na gerência do cuidado, dentre eles o tempo em suas interfaces, que, a nosso ver, possibilita reflexões geradoras de novos estudos.

Acesso ao texto integral: http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&co_obra=80100

Nº de Classificação: 5053
MORAIS, Daniela Aparecida. Parada cardiorrespiratória em ambiente pré-hospitalar: ocorrências atendidas pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência de Belo Horizonte. Belo Horizonte. Universidade Federal de Minas Gerais. Escola de Enfermagem, 2007. 89 f.

Dissertação (Mestrado em Enfermagem)



Orientador(es): CARVALHO, Daclé Vilma
RESUMO: O Serviço de Atendimento Médico de Urgência de Belo Horizonte (SAMU/BH), implantado em 2003, conta com equipe preparada e ambulâncias equipadas para atendimento pré-hospitalar. Dentre esses atendimentos tem-se a parada cardiorrespiratória (PCR) que é uma das ocorrências mais graves. Este estudo foi desenvolvido com o objetivo de analisar as ocorrências de parada cardiorrespiratória, atendidas pelas unidades de suporte avançado (USA), em ambiente pré-hospitalar, na cidade de Belo Horizonte, durante o ano de 2005. Para a coleta de dados, elaboramos um instrumento com variáveis baseadas no estilo Ustein. Os dados foram submetidos a tratamento estatístico (análise espacial, descritiva e de associação). Estudamos 1548 casos de pessoas vítimas de PCR. A análise espacial dos casos ocorridos em Belo Horizonte mostrou uma ausência de conglomerados. A maioria dos atendimentos se deu no período diurno, entre sábado e terça-feira (com média de 5 atendimentos/dia) e média de 129 atendimentos/mês. O maior percentual (68,8%) foi de pessoas do sexo masculino, idade variando de 0 a 106 anos com faixa etária média de 45 a 54 anos. As causas de PCR foram categorizadas em clínicas e externas, sendo a primeira em maior quantitativo (62,2%). As USA que atenderam ocorrências de PCR, no município de Belo Horizonte, chegaram ao local indicado em tempo médio (tempo-resposta) de 10,3 minutos e, em outras cidades da região metropolitana, em média 18 minutos. Na maioria das ocorrências atendidas (77,3%), apenas se constatou o óbito. A realização das manobras de RCP se restringiu a 351 pessoas, e, 33,3% apresentavam fibrilação ventricular ou taquicardia ventricular sem pulso no momento da primeira avaliação pela equipe de atendimento. Dessas, 23,6% tiveram sobrevida imediata e foram encaminhadas para diversos hospitais. Dentre os fatores que influenciaram sobrevida imediata pós-RCP, têm-se o tempo-resposta da ambulância, “PCR presenciada pela equipe” e o ritmo cardíaco. Porém, na regressão logística, somente as duas últimas variáveis foram significativas. Para os casos em que a “PCR foi presenciada pelas equipes das USA do SAMU/BH”, as pessoas tiveram 2,8 vezes mais chance de sobrevida imediata pós-RCP do que as com PCR não presenciadas pelas equipes. Vítimas com o ritmo de assistolia tiveram 2,6 vezes menos chance de sobrevida imediata caso o ritmo cardíaco encontrado fosse outro como FV/TV sem pulso ou AESP. As outras variáveis não tiveram associação com a sobrevida imediata pós-RCP. Os resultados mostraram o importante papel do SAMU no atendimento às vítimas de parada cardiopulmonar na comunidade.

Acesso ao texto integral: http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&co_obra=67763

Nº de Classificação: 5054
SEIXAS, Clarissa Terenzi. A enfermagem brasileira frente ao envelhecimento populacional: cenários possíveis para 2025. Belo Horizonte. Universidade Federal de Minas Gerais. Escola de Enfermagem, 2007. 209 f.

Dissertação (Mestrado em Enfermagem)



Orientador(es): SENA, Roseni Rosângela de
RESUMO: O envelhecimento populacional constitui relevante movimento mundial. No Brasil, esse movimento se produziu mais recentemente e de modo acelerado, em meio a profundas desigualdades sociais, econômicas, culturais comparativamente aos países desenvolvidos. Essas modificações trazem consigo novas demandas e necessidades, requerendo políticas para atuar nesse quadro. A enfermagem, por vir adquirindo cada vez mais importância como prática social e pelo seu inegável papel no cuidado às pessoas envelhecidas, possui condições de responder aos desafios que se apresentam. Assim, compreender o que tem sido feito pela enfermagem brasileira, constitui elemento fundamental para a preparação e o planejamento das ações desses profissionais, podendo impactar positiva ou negativamente no futuro do sistema de saúde e da sociedade. Esse estudo teve como objetivo geral, analisar a atuação da enfermagem brasileira e sua contribuição ao processo de envelhecimento da população brasileira. Pretende, ainda, analisar os desafios que o envelhecimento populacional traz para a sociedade brasileira e construir cenários de atuação para a enfermagem brasileira em 2025 frente ao envelhecimento populacional. Estudo de abordagem qualitativa, orientado pelo referencial teórico-filosófico da dialética e realizado em observância às normas éticas da Resolução 196/96 do Conselho Nacional de Saúde. Foram sujeitos deste estudo, um representante ou formulador de políticas na área de enfermagem das seguintes entidades: Conselho Federal de Enfermagem; Associação Brasileira de Enfermagem; Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Ministério da Educação e Cultura; Ministério da Saúde. Foi utilizada a técnica de entrevista individual com roteiro semi-estruturado como instrumento para coleta de dados de fonte primária e, para os de fonte secundária, utilizou-se os recursos metodológicos da pesquisa bibliográfica sistemática. Foi utilizado o método de análise de conteúdo proposto por Bardin (1979). Para a construção dos cenários futuros, utilizou-se as metodologia propostas por Rogers (1997) e Villeneuve & MacDonald (2006), que propõem a elaboração de cenários futuros, desejáveis ou não. Através da análise do cenário atual foi possível compreender os caminhos que levarão a enfermagem a impactar no futuro da profissão, do sistema de saúde e da sociedade. A análise evidenciou que a enfermagem, historicamente, apresenta uma tendência à passividade política, ao não questionamento dos valores éticos e da ideologia expressas nas políticas que concernem sua prática e a saúde, atendo-se à parte técnica de seu trabalho. Embora o envelhecimento populacional gere desafios que a afetam diretamente, ela pouco tem influenciado as políticas e leis na área. A enfermagem já reconheceu essa exclusão dos processos decisórios como uma barreira para o avanço da profissão e para a qualidade da atenção ao idoso, porém, ainda não se organizou num esforço para influenciar a formulação de políticas. Para aumentar a capacidade de incidir na definição das agendas, ficou evidente a necessidade dos profissionais se mobilizarem, restabelecendo as entidades associativas como espaços de luta coletiva. A importância de se mudar a educação de enfermagem também ficou clara na análise, pois essa ainda apresenta um caráter pouco permeável e flexível às mudanças observadas na saúde. A inclusão de novas teorias e práticas que lhe permitam atuar nas questões relativas ao envelhecimento populacional de forma adequada tem se mostrado insuficiente e refletem na sua capacidade de contribuir para um futuro desejável para os idosos. Evidenciou-se a necessidade da enfermagem reassumir o cuidado como objeto do seu trabalho e ocupar o seu papel de gerenciar o cuidado, concretizando-o em sua prática assistencial, social e política. Nesse contexto, a atenção ao idoso e à sua família constitui uma estratégia para a reorganização do trabalho da Enfermagem, exigindo a reformulação de suas práticas e ressignificando o cuidado como objeto de seu trabalho. Conclui-se que a criação de cenários futuros constitui interessante estratégia para identificar desafios e planejar ações de modo a contribuir para a realização de um futuro desejado, através de escolhas bem informadas. É imprescindível que a enfermagem analise as possibilidades e decida por atuar para influenciar a construção de um cenário favorável para a profissão, para a saúde da população em geral e dos idosos em particular e, a partir disso, tome medidas para torná-los realidade. Essa atitude (ou a falta dela) fará toda a diferença em 2025.

Acesso ao texto integral: http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&co_obra=67747

Nº de Classificação: 5055
FERREIRA, Verônica Resende. Análise dos eventos adversos em uma unidade de terapia intensiva neonatal como ferramenta de gestão da qualidade da assistência de enfermagem. Belo Horizonte. Universidade Federal de Minas Gerais. Escola de Enfermagem, 2007. 96 f.

Dissertação (Mestrado em Enfermagem)

Orientador(es): BRITO, Maria José Menezes

ROCHA, Adelaide De Mattia


RESUMO: Os eventos adversos são lesões não intencionais que resultam em incapacidade temporária ou permanente e/ou prolongamento do tempo de permanência ou morte como conseqüência do cuidado prestado. Neste estudo epidemiológico do tipo coorte histórica, objetivou-se analisar a evolução dos eventos adversos em uma UTI Neonatal como estratégia gerencial para a melhoria da qualidade da assistência de enfermagem. O estudo foi desenvolvido em um hospital particular de médio porte da região Metropolitana de Belo Horizonte. Os dados foram obtidos por meio de informações registradas nos prontuários dos neonatos internados na referida Unidade Neonatal. Foram incluídos e acompanhados todos os neonatos internados na unidade no período de janeiro de 2005 a dezembro de 2006 até a alta hospitalar. O projeto de pesquisa foi apreciado e aprovado pelo Comitê de Ética e Pesquisa do campo do estudo, bem como pelo Comitê de Ética e Pesquisa da Universidade Federal de Minas Gerais. No que se refere aos resultados obtidos, verificou-se, no período estudado, a ocorrência de 547 internações. A média da idade gestacional e o peso dos RN eram de 35,4 semanas e 2411,2 gramas, respectivamente. O grupo de crianças mais afetado pelos eventos adversos foi o de prematuros extremos. Os eventos adversos que apresentaram associação com o óbito foram hemorragia intracraniana, troca de tubo traqueal e septicemia laboratorial. Destes os que chamam a atenção são a Hemorragia Intracraniana e a septicemia laboratorial que além de estarem fortemente ligadas ao óbito, ocorrem em volume significativo dentro da Unidade Neonatal. O serviço estudado apresentou índices de óbitos, septicemia laboratorial e hemorragia intracraniana que podem ser melhorados mediante a adoção de ações gerenciais, tais como a implementação de programas de educação permanente. Assim, pode-se afirmar que os eventos adversos encontrados são passíveis de serem controlados. A redução dos eventos adversos pode ocorrer mediante a implementação de programas de treinamento da equipe a fim de qualificar tecnicamente a equipe e propiciar o fortalecimento de iniciativas de humanização do cuidado na Unidade Neonatal.

Acesso ao texto integral: http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&co_obra=84140

Nº de Classificação: 5056
BRAZ, Luciana Santos. Necessidades assistenciais do idoso: perspectiva do enfermeiro na estratégia de saúde da família. Rio de Janeiro. Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro. Escola de Enfermagem Alfredo Pinto, 2006. 86 f.

Dissertação (Mestrado em Enfermagem)

Orientador(es): TOCANTINS, Florence Romijn
RESUMO: Este estudo insere-se na linha de Pesquisa Enfermagem e a Saúde da População: conhecimentos, atitudes e práticas em saúde, tendo como temática central à ação do enfermeiro junto ao idoso na Estratégia Saúde da Família - ESF. Tem por objetivos descrever as ações desenvolvidas pelo enfermeiro na assistência ao idoso, no contexto da ESF, e compreender o significado de necessidade assistencial de saúde do idoso, na concepção do profissional enfermeiro, no contexto da ESF. A investigação foi desenvolvida mediante abordagem teórico-metodológica de Alfred Schutz e tem como cenário unidades de ESF da Área Programática 5, no município do Rio de Janeiro-RJ. Os depoimentos foram obtidos junto aos enfermeiros que desenvolvem atividades com idosos na ESF por meio de uma entrevista fenomenológica. Das falas dos entrevistados surgiu o “motivo – para” dos enfermeiros, que é o bem – estar do idoso e conseqüentemente melhoria de sua qualidade de vida. Foi possível ainda identificar as necessidades assistenciais do idoso na perspectiva do enfermeiro. O estudo disponibiliza subsídios para que os enfermeiros repensem a capacitação voltada para o atendimento junto ao idoso, de maneira que os procedimentos dos mesmos estejam focados na proposta da ESF, atendam suas necessidades assistênciais.

Acesso ao texto integral: não localizado mas temos o CD (aguardando autorização para publicar)

Nº de Classificação: 5057
SOUZA, Mônica Oliveira da Silva e. A prática de enfermagem no sistema penal: limites e possibilidades. Rio de Janeiro. Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro. Escola de Enfermagem Alfredo Pinto, 2006. 63 f.

Dissertação (Mestrado em Enfermagem)

Orientador(es): PASSOS, Joanir Pereira
RESUMO: Este estudo surge através da minha atuação profissional e de meus questionamentos acerca da atuação de enfermagem dentro das unidades hospitalares do Sistema Penal do Estado do Rio de Janeiro. Este estudo teve como objeto os limites e possibilidades da atuação da enfermagem, considerando os princípios que norteiam a prática profissional em uma unidade hospitalar ao Sistema Penitenciário do Estado do Rio de Janeiro, cujos objetivos foram identificar os princípios que norteiam a prática de enfermagem em uma unidade hospitalar do Sistema Penitenciário do Estado do Rio de Janeiro e analisar os limites e as possibilidades de atuação da equipe de enfermagem nas unidades hospitalares deste Sistema. A metodologia utilizada foi um estudo descritivo com abordagem qualitativa. O cenário utilizado foi uma unidade hospitalar do Sistema Penitenciário do Estado do Rio de Janeiro e foram entrevistados 30 profissionais da equipe de enfermagem. A coleta de dados se deu através de perguntas abertas e os resultados foram analisados a luz do referencial teórico. Foram identificados a prática do cuidado e a relação de ajuda como princípios para a atuação de enfermagem no Sistema Penal. E como possibilidades da atuação da equipe de enfermagem foram as mesmas habilidades e competências pertinentes à profissão semelhantes a realidade extra-muros. E como fatores limitantes desta prática a presença do agente penitenciário, a periculosidade do preso, a parte psicológica deste e a falta de autonomia profissional causada por estes fatores.

Acesso ao texto integral: não localizado mas temos o CD (aguardando autorização para publicar)

Nº de Classificação: 5058
CARNEIRO, Rafaela Lanzelotti. Conhecimento do cliente em pré-transplante renal sobre o autocuidado: desafios para enfermagem no desenvolvimento da consciência crítica. Rio de Janeiro. Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro. Escola de Enfermagem Alfredo Pinto, 2006. 127 f.

Dissertação (Mestrado em Enfermagem)

Orientador(es): SHIRATORI, Kaneji
RESUMO: Trata-se de um estudo de caso exploratório que está vinculado à Linha de Pesquisa: Cotidiano da Prática do Cuidar do Programa de Pós-Graduação – Mestrado em Enfermagem da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro - UNIRIO. Apresenta como objeto de estudo: o conhecimento do cliente renal crônico adulto sobre o autocuidado no pré-transplante, tendo como objetivos: caracterizar o conhecimento do cliente renal crônico adulto sobre o transplante renal no período pré-operatório e discutir o conhecimento desse cliente sobre o transplante no préoperatório, visando às ações do autocuidado após a cirurgia. Desenvolvido com os subsídios da abordagem qualitativa, cujo cenário constituiu-se de um hospital público de grande porte, situado no município do Rio de Janeiro e os sujeitos representados por clientes em pré-operatório do Programa de Transplante Renal. A técnica de pesquisa utilizada foi a observação e um roteiro de entrevista semi-estruturada. Os princípios relativos à ética, na pesquisa, foram considerados, tendo em vista a Resolução número 196/1996, do Conselho Nacional de Saúde, e apreciados pelo Comitê de Ética do Hospital, cenário do estudo. Como resultados foram evidenciadas três categorias de análise: Lacunas no Conhecimento do Cliente Sobre o Transplante Renal, Expectativas e Enfrentamentos Para o Transplante Renal Gerados Pelo Conhecimento dos Clientes, Educação em Saúde e o Autocuidado no Transplante Renal. As conclusões focalizaram: profundas lacunas no conhecimento do cliente, bem como a necessidade de orientação e informação sobre sua doença e real condição pós-transplante. Além disso, evidenciaram-se a efetiva necessidade de sua reintegração social e melhoria da qualidade de vida, tendo em vista o desenvolvimento da sua consciência crítica; necessidade de apoio na superação de medos, desafios e conflitos. Com isso, requerendo-se a liderança do enfermeiro nas orientações aos clientes, em programas de transplante renal com atuação efetiva na educação em saúde, fundamentada na relação dialógica com o cliente para que possa direcioná-lo ao efetivo autocuidado e resgate de sua cidadania.

Acesso ao texto integral: não localizado mas temos o CD (aguardando autorização para publicar)

Nº de Classificação: 5059
LIMA, Graciele Oroski Paes de. Cuidando do cliente com distúrbio respiratório agudo proposta de um protocolo assistencial para tomar decisões em enfermagem. Rio de Janeiro. Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro. Escola de Enfermagem Alfredo Pinto, 2006. 76 f.

Dissertação (Mestrado em Enfermagem)

Orientador(es): MELO, Enirtes Caetano Prates
RESUMO: Trata-se de um estudo que abarca a incorporação de um protocolo direcionado à assistência do enfermeiro aos clientes portadores de distúrbios respiratórios agudos. Objetivamos através deste estudo, elaborar um protocolo de enfermagem voltado para a assistência a clientes em situações de distúrbio respiratório agudo e testar sua aplicabilidade. A metodologia empregada foi quase experimental, do tipo antes-depois, que se utilizou da abordagem quantitativa, através da testagem do protocolo em momentos distintos. O grupo pesquisado contou com 22 enfermeiros, que atendiam aos critérios pré-estabelecidos para participar da pesquisa. E para o processo de validação participaram três consultores. Os resultados apontaram para a melhora das respostas dos enfermeiros com o auxilio do protocolo, e os pareceres dos consultores consideraram o protocolo relevante, viável e válido. Portanto, acreditamos que o protocolo para a assistência do enfermeiro aos clientes com distúrbios respiratórios agudos contribui para otimização do seu cuidado, dinamizando e agilizando as intervenções adequadas para os clientes portadores do referido agravo.

Acesso ao texto integral: não localizado mas temos o CD (aguardando autorização para publicar)

Nº de Classificação: 5060
MESSIAS, Cláudia Maria. As representações sociais inscritas na prática do cuidado de enfermagem prestado às adolescentes puérperas portadoras do HIV. Rio Janeiro. Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro. Escola de Enfermagem Alfredo Pinto, 2007. 71 f.

Dissertação (Mestrado em Enfermagem)

Orientador(es): SOARES, Enedina
RESUMO: O estudo teve como objeto as Representações Sociais (RS) da prática do cuidado de enfermagem prestado às adolescentes puérperas portadoras do HIV. Os objetivos foram identificar a partir das representações sociais o cuidado ofertado pelo enfermeiro e analisar como essas RS se fazem presentes no cuidado proporcionado à adolescente puérpera portadora do HIV. Participaram deste estudo 12 (doze) enfermeiras. A técnica utilizada para a coleta de dados foi a entrevista aberta. Os dados colhidos foram analisados e interpretados nos pressupostos da Teoria das Representações Sociais proposto por Moscovici (1978) que descreve que toda representação só é apreendida quando há uma relação efetiva entre o sujeito e o objeto. O tratamento dos dados baseou-se no método da análise de conteúdo de Bardin (2004). Os resultados evidenciaram que a investigação da temática teve o significado de discutir preconceitos e estereótipos arraigados e repensar possibilidades de adoção de outros valores apoiando a adolescente na construção de sua autonomia. Emergiram dos resultados 3 (três) categorias denominadas práticas do cuidado, elementos de cognição e habilidades profissionais, que foram subdivididas em 4 (quatro) subcategorias: perspectiva da visão futura; elementos afetivos; apoio familiar e sentimentos positivos e negativos. Com o desvelar das subcategorias se ampliou e possibilitou uma maior discussão dos resultados. Conclui-se que o estudo direcionou sua discussão, e seus resultados, contribuindo para que o profissional enfermeiro possa desenvolver na sua prática do cuidado, uma escuta aberta, trazendo à tona a necessidade de investimentos de qualificação dos profissionais de saúde e em conjunto urge a necessidade que seja retomada a discussão sobre a política relacionada à saúde da mulher adolescente.

Acesso ao texto integral: Já recebemos a autorização para publicar)

Nº de Classificação: 5061
MACEDO, Eliza Cristina. A cuidadora de crianças com imunodeficiência primária: a enfermeira trazendo à visibilidade as conexões da rede social. Rio de Janeiro. Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro. Escola de Enfermagem Alfredo Pinto, 2007. 84 f.

Dissertação (Mestrado em Enfermagem)

Orientador(es): LACAVA, Angela Maria
RESUMO: O objeto desta investigação é a Rede Social articulada pela cuidadora para atender as demandas de Crianças Dependentes de Tecnologia (CDTs) devido a Imunodeficiência Primária (IDP). Os objetivos são caracterizar o perfil socio-econômico da cuidadora de crianças por IDP e analisar a rede social articulada pela cuidadora para atender as demandas de crianças por IDP. Os sujeitos são seis cuidadoras de crianças com IDP que recebem assistência no Hospital Dia Pediátrico (HDP) do Hospital dos Servidores do Estado (HSE/RJ). Trata-se de um Estudo de Caso com método qualitativo, cujos dados foram obtidos através de um questionário com perguntas semi-estruturadas. O Genograma e Ecomapa (WRIGHT E LEAHEY) objetivaram as conexões familiares e do mundo da cuidadora. O estudo foi realizado em consonância com a Resolução do Conselho Nacional de Saúde. Foram consideradas as categorias: Perfil das famílias e a Rede Social das cuidadoras através do genograma e ecomapa que apresenta as subcategorias: o suporte tecnológico e as demandas para o cuidado, rede de suporte e desgaste do micro e do macro-universo, os nós das políticas públicas e, o caminho tortuoso para a integralidade. Os tipos de ajuda percebidos pelas cuidadoras foram suporte institucional, divisões de tarefas, suporte afetivo, auxílio econômico, lazer e acesso às informações. Em contrapartida os conflitos se desvelam em um imenso caminho em que a cuidadora tem que perfazer na busca pelo atendimento à saúde de seus filhos. O percurso da cuidadora, através do ecomapa, mostra o confronto entre as demandas de CDTs, legalmente disponibilizadas e o acesso dificultado ou negado pela rede de saúde.




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