Apostila de redaçÃO – nani lingua portuguesa



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Leia os textos a seguir.



Texto 1
SÍMBOLO DO DIREITO - "A justiça tem numa das mãos a balança em que pesa o direito, e na outra a espada de que se serve para o defender. A espada sem a balança é a força brutal, a balança sem a espada é a impotência do direito" - Rudolf Von Ihering.

Na Grécia, a mulher era a deusa Diké, filha de Zeus e de Thémis, que, de olhos abertos, segurava, com a mão direita, a espada e, com a esquerda, uma balança de dois pratos. A balança (representa a igualdade buscada pelo Direito) e a espada (representa a força, elemento inseparável do Direito).



A faixa cobrindo-lhe os olhos significava imparcialidade: ela não via diferença entre as partes em litígio, fossem ricos ou pobres, poderosos ou humildes, grandes ou pequenos. Suas decisões, justas e prudentes, não eram fundamentadas na personalidade, nas qualidades ou no poder das pessoas, mas na sabedoria das leis. Hoje, mantida ainda a venda, pretende-se conferir à estátua de Diké a imagem de uma Justiça que, cega, concede a cada um o que é seu sem conhecer o litigante. Imparcial, não distingue o sábio do analfabeto; o detentor do poder do desamparado; o forte do fraco; o maltrapilho do abastado. A todos, aplica o reto Direito
Texto 2









UM XAMPU DE R$ 24. E UM TRAUMA PARA A VIDA INTEIRA














E




 


m junho de 2004, a doméstica Maria Aparecida de Matos, 24 anos, entrou numa farmácia de São Paulo, deu uma voltinha, conferiu as prateleiras e não se segurou. Um golpe rápido e – vupt! – um frasco de xampu e outro de condicionador estavam na bolsa. Valor da operação: R$ 24. Saiu sem pagar, foi monitorada e grampeada pelos seguranças. No Brasil onde ainda prevalece um mínimo de sensibilidade, questões como essa costumam ser resolvidas com uma conversa firme e a retomada do produto. Não foi o caso. Levada a uma delegacia, Maria foi presa, processada e depois condenada a uma pena que poderia chegar a dois anos. “Fui agredida por presas várias vezes na cadeia. Numa dessas surras, jogaram uma água com uma coisa misturada no meu rosto. Queimou muito e me fez perder o olho direito”, conta. Maria faz tratamento psiquiátrico desde a infância. Em agosto passado, teve surtos e foi transferida para um manicômio judiciário. No total, cumpriu um ano e sete dias de cadeia. Só foi solta, no final de junho passado, por uma decisão liminar do Superior Tribunal de Justiça (STJ), em Brasília. Antes disso, teve um pedido para esperar o julgamento em liberdade negado e uma solicitação de habeas-corpus rejeitada.

(Revista IstoÉ – 11/09/2005)



Texto 3

PIZZA
Pizza? Sempre houve. Mesmo nos grandes acontecimentos históricos, ou até pré-históricos, e mesmo primevais, quando aconteceram punições exemplares, também são exemplares os que escaparam. Lembram do Primeiro Crime? O crime dos crimes? O de Adão e Eva? Na verdade a própria invenção do crime? Crime cometido na cara da autoridade suprema, do Supremo Criador, Primeiro e Único, que lhes tinha dado o próprio Paraíso. E proibido apenas, a esses protótipos, que comessem os frutos da Árvore da Ciência do Bem e do Mal?

Pois bem, sei que não estou contando nenhuma novidade; Adão e Eva – oh, a ambição humana! –, apenas o Todo virou as costas, se locupletaram, mandaram ver (claro, tudo é metáfora, a maçã, não vão dizer que não sabem, era apenas uma boa transa). Os dois foram punidos de maneira definitiva. O TodoPoderoso apontou-lhes a porta da rua (outra metáfora), proibindo para sempre sua volta. Com vergonha – foi aí que surgiu esse sentimento – se cobriram com folhas de parreira, e foram viver a Leste do Éden, onde, seus descendentes, estamos até hoje.

Até aí tudo bem. Corruptos, pelo malfeito, foram condenados.

Mas a grande corruptora, a Serpente, vocês ouviram falar de alguma punição sobre ela? Continua por aí, em seu Paraíso.

(Revista Veja – 14/9/2005)

.(FRJS)Redija um texto dissertativo, DESENVOLVENDO o tema comum aos textos de referência. Fundamente com argumentos consistentes o seu posicionamento.
































































PROPOSTA 3
ESCOLAS REPROVAM ATUAÇÃO DOS PAIS, DIZ PESQUISA
O retrato da educação no país cada vez mais mostra a falta de sintonia entre as famílias e as escolas para garantir o aprendizado dos estudantes. Pesquisa da Organização dos Estados Ibero-Americanos (OIA), em parceria com a Fundação Santa Maria (SM), que vai ser divulgada hoje, entrevistou 10 mil professores, de 19 Estados, e constatou que as famílias brasileiras delegam à escola parte de suas responsabilidades e dedicam pouco tempo aos estudos de seus filhos.

Na avaliação de 90% dos docentes que participaram do estudo "Qualidade da Educação sob o olhar dos professores", os pais transferem responsabilidades para as instituições de ensino. Mais de 80% acreditam que as famílias não dedicam atenção suficiente para as atividades escolares do filhos. Os entrevistados que mais concordam com essa opinião são os das regiões Sudeste e Sul: 93%. "A responsabilização da família pelas dificuldades de aprendizagem dos alunos é uma concepção generalizada entre os professores brasileiros", diz a pesquisa.



(...)
PIOR E MELHOR
Mais de um quarto dos professores entrevistados acreditam que o sistema escolar brasileiro é pior que o do resto dos países latino-americanos. Apenas 6,5% acreditam que é melhor. Os professores com menos experiência são os que consideram o sistema educativo brasileiro pior. Os mais experientes acham que são sistemas incompatíveis (37,1%). Os professores de escolas particulares são mais otimistas que os das públicas, uma vez que 11,2% deles consideram a educação brasileira melhor que de outros países latino-americanos.

Quase metade dos professores (49,4%) acredita que a educação no Brasil piorou, enquanto 14% acreditam que não mudou e 36,6% acreditam que melhorou. Os professores mais experientes são os mais pessimistas. ­"O pessimismo dos mais antigos veio com a reforma educacional de 1990, que obrigou todas as crianças de 7 a 14 anos a estarem matriculadas em escolas",­ explica Igor Mauro, diretor geral da SM. ­"Nem a estrutura, nem esses professores estavam preparados para esses milhões de novos alunos."



Futuro
Quando o assunto é o futuro da educação, o número de profissionais otimistas cresce: 60,5% acreditam que a situação vai melhorar. Nesse quesito, não há diferença significativa na opinião de professores do ensino público e privado. 73,1% dos docentes da rede privada acreditam num futuro promissor, frente a 57,9% dos que atuam na rede pública. Segundo Mauro, um dos problemas levantados pela pesquisa está no fato dos profissionais da educação não acreditarem que a escola de hoje possa realmente atender as demandas dos estudantes no futuro. Essa é a opinião de 53,2% dos entrevistados.

(...) A satisfação do professor com a escola onde trabalha também foi estudada. Somente 37,7% dos docentes se declararam satisfeitos ou muito satisfeitos com o desempenho dos alunos. O estudo mostra uma contradição entre a boa avaliação que os entrevistados realizam sobre a maneira de ensinar dos professores e sua opinião negativa sobre o desempenho acadêmico dos alunos.


CARREIRA

A reforma do plano de carreira para os profissionais da educação, a ampliação da educação infantil em instituições públicas e a criação de um único exame vestibular em cada Estado, cuja nota possa servir para o acesso a todos os estudos são apontados pelos professores como mudanças necessárias para a melhoria da educação. Além de estarem pessimistas em relação à educação brasileira, os professores não estão satisfeitos com o tratamento que recebem.

Três em cada quatro consideram que a administração da escola em que atuam não valoriza suficientemente seu trabalho. A percentagem é ainda maior em relação à sociedade: 80,6% acreditam que não são valorizados pela sociedade. Ainda assim, 67,3% dos docentes dizem que não mudariam de profissão. ­ O estudo mostrou que trabalhar com educação no Brasil ainda depende da vocação ­ argumenta Mauro. ­ Com tantas crises nesse setor, muitos jovens ainda querem ser professores.

JB Online – 25/09/2008
(FRJS) Com base nos dados da matéria, redija um artigo sobre o tema:
EDUCAÇÃO: DESAFIOS E SOLUÇÕES
Para produzir o seu texto, adote uma das seguintes perspectivas:


  1. representante do Sindicato dos Professores de Minas Gerais

  2. representante da Associação de Pais e Alunos de Escolas Públicas e Particulares de Minas Gerais

  3. representante do União Nacional dos Estudantes (UNE)

O seu artigo será publicado no jornal Estado de Minas.


Atenção: O texto elaborado deve conter, no mínimo, 20 (vinte) linhas













































































EDITORIAL

DEFINIÇÃO

Texto de opinião institucional, o editorial revela o posicionamento da empresa jornalística ou da direção do veículo de comunicação sobre determinado tema ou situação. Ele revela a linha editorial da publicação, ou seja, expõe o tipo de adesão político-ideológica da instituição: se é mais conservadora, oposicionista, sensacionalista etc.



Esse gênero de texto apresenta as características de um texto opinativo, com as marcas do estilo da mídia a que se refere. Nos editoriais de jornais impressos, predomina a exposição de informações/dados sobre a notícia ou fato motivador do texto, acompanhada da análise e posicionamento da publicação. Já nos editoriais de revistas, há um comentário crítico sobre o tema da matéria principal e, em alguns casos, breves referências a outros textos que compõem a publicação.

Ambos ocupam espaços pré-determinados: nos jornais, 2ª ou 3ª página; nas revistas, 1ª ou 2ª página, respectivamente identificados como “Editorial” e “Carta ao leitor”.



IMPORTANTE
O editorial vincula-se sempre a um fato, notícia de interesse local ou nacional, dependendo do alcance da publicação. Também deve articular informação (exposição de dados sobre o fato/notícia motivador(es) do texto) e opinião. Por isso, é fundamental se expor dados que caracterizem o editorial como texto informativo, diferentemente do artigo que não apresenta essa limitação do tema a um fato/notícia.

CARACTERÍSTICAS BÁSICAS DE EDITORIAIS

Organizamos as informações em uma tabela para efeito comparativo das duas modalidades de editoral, enfocadas neste material.


ASPECTOS

EDITORIAL DE JORNAL

EDITORIAL DE REVISTA

Tipo de texto

  • Opinião institucional

  • Opinião institucional

Objetivo

  • Expor um fato ou notícia relevante

  • Expor o posicionamento da publicação, principalmente, por meio da análise do fato motivador do editorial.

  • Expor posicionamento sobre o tema da matéria de capa da publicação. Em algumas revistas, há comentários sobre outros textos que seriam de interesse do leitor.

Perspectiva

  • 3ª p. (predominante)

  • 1ª p. plural ou 3ª p.

Linguagem

  • Modalizada pelo estilo da publicação. Nos grandes jornais de circulação nacional, a linguagem é mais formal.

  • Modalizada pelo estilo da revista e perfil do público-leitor. Pode apresentar uma linguagem mais formal ou informal.

Estrutura

  • Introdução:

    • exposição do fato ou situação motivadores do editorial;

    • exposição do posicionamento do jornal.

    • Introdução:

      • contextualização do tema ou exposição do fato /matéria motivador(a) do editorial.

  • Desenvolvimento:

    • relato do fato/notícia (exposição de dados, informações sobre o fato);

    • análise crítica (explicitação do ponto de vista do jornal).

      • Desenvolvimento:

  • exposição de dados sobre o tema/matéria;

  • análise/posicionamento da publicação

OU

  • apresentação do propósito da matéria, relevância do texto etc.

Obs.: Em algumas revistas, há um breve comentário sobre outras matérias consideradas interessantes ao leitor.

    • Conclusão:

      • reafirmação do posicionamento do jornal.

    • Conclusão:

  • reafirmação do posicionamento da publicação ou dos propósitos da reportagem principal – tema do editorial.

Título

    • Obrigatório

    • Obrigatório.Pode ser um título sobre o tema ou vir somente a identificação “Carta ao Leitor”.

Assinatura

    • Em geral, não é assinado.

    • Assinado pelo editor ou diretor de redação.


ANÁLISE

EDITORIAL DE JORNAL (“O TEMPO”)
DIREITOS HUMANOS

Uma das primeiras decisões do novo presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, foi suspender, por 120 dias, o julgamento de todos os acusados de terrorismo presos na base naval de Guantánamo, em Cuba. Começou a cumprir, assim, uma promessa de campanha, que é o fechamento daquela prisão no prazo de um ano.

O fato é auspicioso e mostra, junto com outras atitudes que tomou, em seu primeiro dia na Casa Branca, a disposição de enfrentar as questões internacionais. Os primeiros telefonemas feitos foram para alguns líderes políticos do Oriente Médio, a quem manifestou o compromisso de buscar a paz entre árabes e israelenses.

De fato, se internamente o governo Bush pouco se diferenciou de seus antecessores, externamente ele produziu um passivo que vai demorar tempo para ser reduzido ou anulado. Bush ressuscitou a velha política do big stick, de polícia do mundo, e um símbolo disso foi, sem dúvida, a prisão de Guantánamo.

Criada logo depois do 11 de Setembro, a prisão chegou a deter milhares de prisioneiros provenientes do Afeganistão, Iraque e outras partes do mundo. Hoje, guarda 245 presos, que esperavam julgamento por tribunais de exceção. Entre esses presos estão acusados de terem participado do atentado de 11 de setembro de 2001.

Urge restabelecer o respeito aos direitos humanos desses presos, que não são considerados nem prisioneiros de guerra, sujeitos, portanto, a todas as violações, inclusive à tortura. Na impossibilidade deles retornarem a seus lugares de origem, os EUA teriam de os abrigar, mas nações como a Suíça já se ofereceram para fazer isso.

Resquício do imperialismo e da Guerra Fria, Guantánamo é questionada também como base militar dos EUA na América Latina. Cedida aos norte-americanos ad aeternum, mediante o pagamento de uma quantia insignificante - que Castro, desde que assumiu o poder, recusa-se a receber -, a base deveria ser devolvida aos cubanos. Hoje, Guantánamo representa uma excrescência física e moral.
Jornal O Tempo, 23/01/2009

COMENTÁRIO

Sendo um jornal de notícias locais e nacionais, a publicação adotou uma estrutura tradicional de texto: abordagem objetiva, padrão formal de linguagem, exposição sóbria do posicionamento. O tema do texto é o fato de o recém-eleito presidente dos EUA, Barack Obama, assinar decreto de suspensão dos julgamentos na prisão em Guantánamo, uma das principais e mais controversas criações da política antiterror do ex-presidente George W. Bush.

A publicação posiciona-se favoravelmente à ação de Obama e centraliza a abordagem na crítica à prisão de Guantánamo.

- Estrutura:


  • Introdução: 1§ e 2§

  • exposição do fato motivador do editorial – decisão de Barack Obama em suspender os julgamentos em Guantánamo

  • exposição do posicionamento do jornal – apoio às ações do recém-eleito presidente dos EUA.




      • Desenvolvimento: 3§ e 4§

  • ampliação da tese – análise crítica da política externa do governo Bush, responsável pela criação da prisão de Guantánamo.

  • exposição de dados sobre Guantánamo




    • Conclusão: 5§ e 6§

  • reafirmação do posicionamento do jornal, com crítica às violações aos direitos humanos, cometidas contra presos em Guantánamo.

O editorial apresenta, assim, uma típica estrutura de texto dissertativo: objetivo, linguagem formal, perspectiva universal (3ª p.), título e sem assinatura.




  • EDITORIAL D E REVISTA (“VEJA”)

CARTA AO LEITOR

QUANDO A RAZÃO É DESRAZÃO

O conflito entre Israel e palestinos entrou para a categoria dos fenômenos crônicos, para os quais ou não existe solução ou a solução é árdua demais para ser viabilizada – o que, na prática, dá na mesma. No caso em questão, os nós górdios são a retirada de todos os colonos israelenses dos territórios ocupados em 1967, durante a Guerra dos Seis Dias, a repartição de Jerusalém entre os dois lados, o reconhecimento, por parte dos palestinos, da legitimidade do Estado de Israel e, como corolário desse último item, o fim dos atos terroristas perpetrados contra cidadãos judeus. Um acúmulo de animosidades e ressentimentos históricos impede, no entanto, que tais nós sejam desatados pela lógica da diplomacia. Para piorar a situação, os palestinos dividiram-se entre aqueles que apoiam a Autoridade Palestina, que negocia com Israel, e o Hamas, o grupo terrorista que prega a destruição do estado israelense, fundado em 1948 na esteira do holocausto. É o Hamas o alvo da operação das Forças Armadas de Israel na Faixa de Gaza. O grupo vinha utilizando o território, dominado por seus militantes, para lançar foguetes contra alvos do outro lado da fronteira. Do ponto de vista estritamente militar, a operação é movida por uma causa razoável? Aparentemente, sim. Do ponto de vista humano, ela é desproporcional? Absolutamente, sim.

Eis a essência do problema quando o assunto é Israel e palestinos: ambos os lados conseguem ter razão não tendo, muitas vezes, razão nenhuma. Nesse universo em que reina a falta da racionalidade cartesiana mais comezinha, é provável que tenha entrado no cálculo israelense criar uma situação que inviabilize ao novo presidente americano, Barack Obama, concretizar uma das suas promessas de candidato: a abertura de um canal de conversação com arqui-inimigos de Israel, entre eles o Irã. É outra mostra de como o mundo é um lugar complicado, não raro sem vasos comunicantes com campanhas eleitorais

Edição 2094 -. 7 de janeiro de 2009
COMENTÁRIO

A revista Veja também mantém o foco em um fato – o ataque das forças militares israelenses aos palestinos em Gaza -, matéria de capa da revista. O editoral é uma análise crítica sobre o histórico conflito entre Israel e Palestina.

Cabe ressaltar como a linha editorial da revista, notadamente direitista, conservadora, revela-se nas caracterizações dos lados em conflito. Segundo a publicação, Israel agiria de forma legítima militarmente, pois movido pela necessidade de combater o “terrorismo” do Hamas, que quer “destruir o estado de Israel”.

É feita também a relação entre os atos do grupo palestino e o Holocausto, reconhecidamente uma das maiores tragédias humanas da história. Nas entrelinhas dessas caracterizações, infere-se a linha ideológica e editorial da revista, pró-Israel, apesar do posicionamento geral de crítica ao conflito e pessimismo quanto à possibilidade de saída diplomática para tão delicada questão.

O editorial é estruturado em dois parágrafos pouco equilibrados em termos de organização das ideias. *Aglutinou-se introdução e desenvolvimento em um só bloco. (*Evite fazer isso em sua redação, pois você será avaliado pelo modo como organiza seu texto; o que não é o caso da revista Veja.).


  • Introdução e Desenvolvimento: 1§:

  • exposição da tese: defesa da quase impossibilidade de solução diplomática para o conflito entre israelense e palestinos na faixa de Gaza;

  • fundamentação da tese: exposição das razões de a revista afirmar a quase impossibilidade de resolução dos conflitos em Gaza.




    • Conclusão: 2§

      • reafirmação do posicionamento da revista: exposição de mais uma razão para o ataque israelense à Palestina (impossibilitar o movimento de aproximação, por parte do governo de Barack Obama, dos ferrenhos opositores de Israel).

PRODUÇÃO DE TEXTO





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