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Irmã Tereza: Todos possuímos cinco sentidos básicos, além de outros desconhecidos pela ciência cartesiana. Também somos dotados de conhecimentos natos, trazidos de outras experiências encarnatórias. Esses conhecimentos são despertados, de acordo com nossas necessidades, só é preciso nos colocarmos à disposição para recebê-los e usá-los.

Aqueles que não sabem ler, saberão por certo ouvir e desta forma, se predispuserem a trabalhar e forem dotados de boa vontade, desejo de auxiliar, humildade, amor ao próximo e vontade de aprender. E cada médium será conduzido para a atividade na qual poderá auxiliar mais aos amigos do mundo espiritual.



Qual a razão ou razões de algumas pessoas começarem o estudo da mediunidade e, ficarem estacionários, sem conseguirem maiores progressos? O que a Irmã pode dizer a esses médiuns?

Irmã Tereza: Todos são médiuns, porém, nem todos possuem grau mediúnico suficiente para alcançar desempenho em determinados tipos de mediunidade.

Outras vezes, por desprezo ao dom mediúnico em outras vidas, precisam passar pela prova de desejá-lo e ter dificuldades em educá-lo de forma mais evidente.

Além disso, somos treinados para a mediunidade antes da reencarnação, para que o nosso equipamento físico seja adaptado ao tipo de mediunidade que vamos desempenhar no plano físico, o que significa dizer que trazemos uma preparação e há necessidade de aprimoramento.

Seria correto dizer que após certa idade, as pessoas têm maior dificuldade em praticar seus dons mediúnicos?

Irmã Tereza: Não podemos considerar a idade cronológica, um impecilho para a prática dos dons mediúnicos. É claro que em função de certos vícios comportamentais, as pessoas criam certa antipatia por este ou aquele assunto, restringindo assim seu potencial. A real dificuldade está, então, na aceitação de mudanças, uma vez que as pessoas acostumaram-se a determinadas posições e por comodismo não desejam reeducar-se.

Qual a pena para aqueles que não colocaram em prática sua mediunidade? A pena é igual para quem sabia do dom mediúnico e para quem desconhecia este atributo?

Irmã Tereza: O evangelho diz – "O servidor que soube a vontade de seu senhor e que, todavia, não estiver preparado e não tiver feito o que se esperava dele, será batido rudemente; mas aquele que não soube sua vontade, e que tiver feito coisas dignas de castigo, será menos punido. Muito se pedirá àquele a quem se tiver muito dado e se fará prestar maiores contas àqueles a quem se tiver confiado mais coisas." (São Lucas, cap. XII, v. 47, 48).

Cremos que o próprio Evangelho já responde esse questionamento.

Lembremo-nos: "a cada um segundo suas obras". Aquele que foi alertado acerca de sua mediunidade e a negligenciou, responderá por este ato no retorno ao Mundo Maior, sob mais duras penas que o outro desavisado.

Qual a reação para aqueles que, ainda hoje, comercializam a mediunidade, usando também magia negra? São eles candidatos ao processo de exílio?

Irmã Tereza: Existem nessa questão, vários pontos de análise.

Primeiro, não se pode comercializar a mediunidade.

Segundo, "Fazei aos outros o que quereis que vos façam."

Assim, lembramos que existe o livre arbítrio de todos os Filhos de Deus. E que estes podem escolher o caminho a seguir. Não cabe a nós o julgamento desses irmãos.

Quanto a serem candidatos ao exílio, somente serão exilados aqueles que não se reformularem. Portanto, o fato de comercializar a mediunidade e/ou utilizar-se de magia negra, não é por si só, condição de exílio. É, porém, um agravante considerável, pois segundo as palavras do Nazareno: "Fazei aos outros o que quereis que vos façam", aquele que comercializar os dons, gratuitamente recebidos, haverá de reconciliar-se consigo mesmo, diante do Pai.

Muitas dessas criaturas citadas na questão anterior, são principiantes no desempenho da mediunidade. A reação para eles é a mesma que advém sobre aqueles que já conhecem os efeitos do comércio mediúnico?

Irmã Tereza: Voltamos a frisar que "àquele que mais for dado, mais será cobrado". Sendo assim, quem comercializa um dom recebido gratuitamente, sabendo das conseqüências deste ato, será muito mais cobrado que o outro que desconhecer o fato.

TIPOS DE MEDIUNIDADE

Todos trazemos a mediunidade como mais uma habilidade do espírito. Cada ser a possui com um grau diferente, o que ocasiona os vários tipos de mediunidade. Neste capítulo, vamos repassar algumas mensagens psicografadas e histórias repassadas pela psicofonia, quando entidades carentes de auxílio, recebem a doutrinação e são encaminhadas para planos vibratórios superiores.

Os fenômenos mediúnicos nos chamam atenção. Porém, a mediunidade não esta somente relacionada à incorporação, vidência ou psicografia. Existe a mediunidade da alegria, da compreensão, da fraternidade, do saber ouvir e aconselhar, bem como a mediunidade da tristeza, da irritação, do pessimismo. Observamos que a mediunidade em si, não é boa ou ruim, essas qualificações só poderão ser atribuídas ao uso que dela for feito. Portanto, ao invés de sermos médiuns da tristeza, sejamos médiuns da alegria, levando onde formos, um sorriso iluminado pelo amor e pela fraternidade.

Na ‘Doutrina de Luz", modo pelo qual Irmã Tereza refere-se à Doutrina Espírita, aprendemos utilizar de forma conveniente e digna, os dons mediúnicos, sejam eles fenomênicos ou não. Se mediunidade é um meio, uma "porta" através da qual acessamos outros planos vibratórios e, todos nós dela somos portadores, devemos observar que muitas vezes, pessoas desavisadas impregnam o ambiente que freqüentam, com seu pessimismo, sendo médiuns ou meios de condução do pessimismo. Por outro lado, vemos pessoas que contagiam todo um grupo com seu otimismo e confiança. Esses são os médiuns do otimismo.

Dentre os tipos de mediunidade, jamais poderemos dizer qual delas é mais importante ou melhor, pois cada um tem seu valor específico e deve ser respeitado. Assim também, o médium não deverá invejar ou criticar a mediunidade de outrem. Cada trabalhador da Seara de Jesus, tem sua tarefa e deverá esforçar-se para bem cumpri-la.

Irmã Tereza nos fala acerca de alguns tipos de mediunidade:

"Filhos e Amigos na Seara do Bem.

O exercício do dom mediúnico requer, como sabem, estudo, amor e compreensão sem pré-julgamentos. Cada indivíduo é dotado de inúmeras capacidades, dentre as quais está a mediunidade, em pequeno ou grande grau de manifestação. Aqueles que trazem em seu compromisso encarnatório, a necessidade de exercer a mediunidade, têm um tipo de dom mediúnico que lhe é mais acentuado que os demais. Seja qual for o tipo de mediunidade manifestado, ele depende das tarefas que o médium deverá executar. Cada médium é, portanto, preparado, nas Escolas de Mediunidade do plano espiritual, para que ao reencarnar, traga consigo um equipo mediúnico compatível com seus compromissos de intermediário entre o plano físico e os demais planos vibratórios.

Sendo assim, os médiuns que tiverem em sua carta encarnatória, o compromisso de externar o dom mediúnico pela voz, trarão consigo a facilidade de exercer a psicofonia. Esse tipo de mediunidade faculta ao mundo espiritual, o intercâmbio com o mundo físico, através da fala do médium que, em transe mediúnico, empresta, parcialmente, ao espírito comunicante, seu aparelho fonador e sua capacidade intelectiva.

A psicofonia é, pois, um dos meios pelos quais as inteligências do além-túmulo, dotam as almas de conhecimentos acerca da conduta ideal, da reencarnação e outros assuntos de interesse para a evolução da humanidade.

A psicofonia é tida pelos espíritas, como incorporação. A incorporação ocorre de formas diversas. Quanto maior o treinamento, maior será a clareza das mensagens e menores serão os sintomas manifestados pelo médium.

O médium iniciante, em geral, sente os sintomas da entidade que está sintonizando, como dor, angústia, frio, calor, medo, raiva. Com o passar do tempo, sendo educado e treinado, de forma conveniente, o médium passa a "perceber" a presença de uma entidade sem que haja necessidade de manifestar em si mesmo, as desarmonias do espírito que irá se comunicar. As incorporações no médium educado são sutis e suaves, facilitando dessa forma a doutrinação que deve ser uma conversa na qual ambos, possam aprender. Médium e espírito, compartilham as energias que possibilitarão a recuperação do segundo, e a continuidade do trabalho do primeiro.

Na psicofonia ou incorporação, o médium deve estar no mínimo, com cinqüenta por cento de consciência. Dessa maneira, estará auxiliando no reequilíbrio da entidade e, conseguirá, ao término da sintonia, sua própria recuperação energética, mentalizando a energia rosa e inspirando-a, profundamente.

A cada incorporação, o médium deve desligar-se da entidade auxiliada, evitando que suas freqüências mentais criem um entrelaçamento que impossibilite o tratamento do espírito e a reativação das capacidades do médium.

Quando a psicofonia é utilizada por um espírito de luz, o médium, segundo a necessidade, pode ficar mais ou menos consciente. O grau de consciência vai depender da mensagem a ser transmitida. Um espírito de luz, impede que haja qualquer interferência do médium e o treinará, caso deseje repassar através dele, uma quantidade maior de mensagens.

Para qualquer atividade mediúnica, é necessário que o médium esteja higienizado física e mentalmente. Compreendem pela higiene física, uma alimentação saudável, sem vícios, evitando e até eliminando a ingestão de alcoólicos, carnes e doces em excesso. A higiene mental se configura pela fluência de bons pensamentos e pela aquisição do conhecimento de si mesmo, além do constante estudo da mediunidade e demais assuntos que possibilitem informações e instrução.

Na realidade, a psicofonia é atributo de todos, pois quem já não é meio ou canal para transmitir algo? Seja conhecimento, conselho, recado ou aconchego, todos, sem exceção já serviram de médium de psicofonia.

Quando é a palavra escrita, o meio utilizado pelo espírito comunicante, temos a psicografia. Através dessa faculdade mediúnica, são repassados conhecimentos advindos do "mundo dos mortos", fazendo cumprir a orientação do Espírito da Verdade: "Amai-vos e instruí-vos".

Durante a psicografia, notam-se certas alterações nas gl6andulas hipófise, pineal e pituitária e no sistema nervoso do médium, que fica sensibilizado, permitindo a ação do espírito que deseja ou necessita ter suas idéias redigidas na matéria.

Observando a história dos escritores, notaremos alguém intuindo suas mentes para a execução de bela obra.

Na psicografia, também teremos diversas formas de manifestação, variando desde a psicografia mecânica, até a intuitiva.

Na psicografia mecânica, o médium é conduzido pela mente do espírito que impões seu desejo sobre o veículo físico de seu auxiliar, grafando as palavras sem qualquer intercâmbio com ele. Desta categoria, à psicografia intuitiva, existem vários graus de manifestação. Nos mais sutis, o espírito utiliza-se da intuição para repassar sugestões ao escrevente. Nestas páginas, a médium me serviu na psicografia semi- mecânica. Em outras páginas, houve a intuição, aguçada para que houvesse melhor receptividade.

Veremos que em todos os tipos de mediunidade, existem graus variados de manifestação. O médium dotado de um ou mais mediúnicos bastante aguçados é, normalmente, muito comprometido carmicamente. Assim, podemos dizer quanto maior o resgate cármico, tanto maior será o grau de mediunidade.

A capacidade de ver os espíritos, vidência, é aquela que requer maior vigilância por parte de um médium. O médium vidente, jamais pode pensar que sua capacidade é indispensável, colocando-se num plano de superioridade vaidosa. Esse conselho vale para todos os médiuns que, também, não devem impor a alguém, a aceitação de suas experiências mediúnicas.

A vidência deve ser cultivada com amor e ponderação. O médium deve saber o que falar, pois caso haja descuido ou invigilância, a vidência poderá ser distorcida, causando assim, uma informação indevida que poderá desorientar os novatos na mediunidade.

Há os que sejam dotados da vidência em seu estado consciente, outros, só a possuem quando no estado sonambúlico ou próximo dele.

Também a vidência varia em seu grau de intensidade maior ou menor. E, em qualquer estágio de manifestação, deve ser guiada pelo bom senso e pelo raciocínio claro e definido do médium.

Todos os dons mediúnicos, são igualmente importantes, assim como as demais capacidades de que os seres são portadores. Em nenhum momento, o médium deve acreditar que o dom que possui é superior do que o de outrem, pois que nessas ocasiões, poderá ter grande surpresa, quando perceber não ter dom algum. Deus nos dá mostras de sua paternidade, inclusive nos desprovendo das faculdades que estamos denegrindo, pelo orgulho, ciúme e insensatez.

Mediunidade é empréstimo que a Lei Divina nos faz, a fim de oportunizar o resgate de nossos erros

pretéritos.

Que Jesus os abençoe."

O MÉDIUM

"A comunicação espiritual com aqueles que já estão despegados de tudo é de enorme proveito para conhecermos a nós mesmos. Além disso, dá-nos muito ânimo, vermos praticados por outros, com tanta suavidade, sacrifícios que nos parecem impossíveis de abraçar. Vendo seus altos vôos, nós nos atrevemos a voar também.

Como os filhotes das aves, quando aprendem. Embora não se arrisquem logo a dar grandes vôos, pouco a pouco, imitam seus pais. É de grandíssimo proveito, sei por mim".

Com essa lição, Irmã Tereza nos mostra quão importantes são os exemplos dados pelas pessoas. Retornando nossa memória no tempo, poderemos nos recordar de diversas oportunidades nas quais, o exemplo de alguém nos serviu de modelo.

E quanto a nós? Que espécie de exemplo estamos sendo?

Médiuns! Jamais esqueçam dos aspectos básicos no exercício da mediunidade. São eles, Auto-Conhecimento, Comportamento e Estudo.



Auto-conhecimento. Os gregos já diziam: "Conhece-te a ti mesmo!" e Jesus reforçou: "Conhecereis a verdade e ela vos libertará".

Aqueles que seguem no exercício da mediunidade, tem por obrigação o auto-conhecimento. Somente assim, poderão sentir-se mais seguros no desempenho do dom divino, acreditando que as manifestações advém de outras mentes e que não estão promovendo o animismo sobre o qual Irmã Tereza dá a seguinte definição:

"Animismo é a faculdade de fazer brotar de nosso interior, energias necessárias a determinadas atividades. Não é intercâmbio; o médium anímico deixa brotar grande parte de suas emoções e sentimentos e no mais da vezes, são seus próprios níveis a manifestarem-se como sendo outras entidades.

Formas de animismo bastante bem-vindas são o passe e outras formas de repasse energético, pois devemos entender o animismo como fluir de energias do próprio médium, sem que haja a interferência do mundo espiritual.

Quanto mais desconfiança houver por parte do médium, mais facilmente ele será vítima de mistificações.

Ao perceber-se a manifestação anímica, ela deverá ser tratada com toda compreensão e o médium deverá ser humilde para buscar efetivamente o "conhece-te a ti mesmo!".

E como nos alerta o espírito Miramez: "um médium não deve acusar o outro de mistificação, porque a defesa da verdade não precisa da sua ajuda".

Podemos alertar o próprio médium, porém, façamos o alerta em particular para que possamos alçar vôo na máxima: "Faça aos outros o que queres que te façam". Lembremo-nos que o médium anímico necessita de auxílio para reajuste e alinhamento de seus níveis de consciência.

Eis um fator importante no auto-conhecimento, conhecer a estrutura e os atributos dos sete corpos: corpo físico, duplo etérico, corpo astral, mental inferior, mental superior, Buddhi e Atma.

COMPORTAMENTO E ESTUDO.

O médium, em qualquer instância, é tido como exemplo, assim, deverá conduzir-se da melhor forma, evitando que estejam fora dos padrões estabelecidos pelo Evangelho de Jesus.

O médium, deve atentamente buscar seguir os passos do Nazareno, sendo humilde, paciente e resignado.

Deve estudar sempre, pois que a instrução é fator importante a aqueles que desejam servir na seara do bem. Diz o Espírito de Verdade: "Amai-vos e Instruí-vos". Um médium não pode deixar de estudar. Todas as técnicas e orientações devem ser conhecidas por ele, assim exercerá sua mediunidade com conhecimento e não simplesmente esperando que o mundo espiritual socorra os sofredores.

Médiuns, devemos participar, cooperar, auxiliar os trabalhadores da última hora que desprovidos do corpo físico, não se cansam de nos convidar para a Doutrina Luminosa.

  

MENSAGEM AOS MÉDIUNS

Médiuns, ao saberem de sua tarefa, não recuem. Ao assumirem-na, não manifestem inveja ou ciúme dos fenômenos mediúnicos de que é portador e veículo, seu companheiro.

Cada um tem seu espaço, basta observá-lo e senti-lo. Cada trabalhador do Cristo, tem tarefa particular e bem definida. E desta tarefa, presta contas quando de seu retorno ao Mundo Maior. Eis a chance de lançar mão da Boa Vontade e ir pregar a Boa Nova a todos que dela se fizerem merecedores. Estudem. Orientem suas boas ações pelo Evangelho. Transformem esse conjunto das Leis Universais em seu complemento fiel e constante.

Jesus, na figura de seus Mentores e dos Espíritos socorristas, lhes aguarda para trabalharem em benefício do irmão ainda sofredor e desajustado, afim de que ele se redescubra Centelha Divina, Filho de Deus.

Fé e Coragem, afinal não há o que temer. Não estão sozinhos, pois dentre vocês, existem aqueles que já mais instruídos, poderão lhes auxiliar e do Mundo Maior, seus mentores, guiando seus passos e orientado seus pensamentos.

Lembrem-se que existe tarefa que lhes cabe: "Amai-vos e instruí-vos", como nos recomendou o Espírito de Verdade. Amar a si mesmo, conhecendo-se intimamente para então, amar ao próximo com toda fraternidade que se faz necessária.

A prece é luz em seus pensamentos e bálsamo para seus corações. Creiam nesse bem que têm nas mãos. Elevando seus pensamentos em ato de prece, estarão orientado suas emoções e ensinando, pelos seus atos, os irmãos que se aproximam, causando reações diversas, simplesmente por precisarem de auxílio.

O Pai Amorável, que é justo, dá fardo igual ou inferior às suas forças, jamais superior aquilo que você possa suportar, portanto, sem queixas ou lamentações! Jesus está a seu lado. Sintam-no, tocando seus corações e acreditem na luz confortadora chamada MEDIUNIDADE.

Paz a todos,

Irmã Tereza

 

8ª Aula


Chackras
8ª Aula


CHAKRAS OU "CENTROS DE FORÇA"

"Dimas Silveira"


Os Chakras são órgãos que pertencem à fisiologia transcendental do ser humano, cujas forças, quando ativamente animadas, recebem contínuos fluxos de "energias cósmicas", e outras exteriores ao corpo, emanadas da natureza, tratando-se de uma espécie de transformadores de voltagem, cujas energias, depois de moduladas, especificamente, têm as suas peculiaridades, com velocidade autônoma rotativa, colorido, luz e freqüência próprios, conforme as necessidades e exigências orgânicas momentâneas do corpo físico ou do espírito humanos.

Correspondem, individualmente, aos locais específicos dos plexos, no corpo físico. O "Corpo Astral", que os comanda, possui "turbilhões", ou, "motos vórtices", que servem de ligação e captação das vibrações e dos elementos fluídicos do plano astral - que nos envolve externamente, e passa tudo à parte solidificada do astral em nosso corpo físico - OS NERVOS, através dos quais eles atuam.



EXAUSTORES OU VENTILADORES

Tal como exaustores, ou ventiladores, que giram quando por eles passa o ar, essas "rodas" (Chakras em sânscrito) ao dar passagem à matéria astral, giram de dentro para fora, ou de fora para dentro. Sua aparência é a de um pequeno exaustor, ou ventilador, ou hélice, com suas pás, ou pétalas, que giram quase incessantemente, se não estiver "enguiçado" por mau uso, ou ataque externo (OBSESSORES, MAGIAS, ETC), já que a "corrente de ar" que por elas passa é constante, enquanto vida houver. Um chakra desenvolvido é uma porta aberta para o plano astral, permitindo contatos com os espíritos desencarnados evoluídos, ou não. No entanto, achamos que o desenvolvimento forçado, artificial, provocado conscientemente, é mais prejudicial do que benéfico, se não estivermos preparados.



OS PLEXOS NERVOSOS

Os plexos nervosos astrais que não se materializaram na forma de nervos, no caso os Chakras, apresentam as suas contrapartidas menos densas, as quais atuam no corpo físico, e possuem funções que realizam trabalhos bem específicos. Poderíamos dizer que são uma parte do "Corpo Astral" que não se solidificou. Seria como se o sistema nervoso constasse de duas partes — uma física e outra astral — uma mais, outra menos densa; uma visível e tangível pelo físico, outra só visível e tangível pelo astral.



MOVIMENTO DOS CHACRAS

Por Nelson Miranda – do Livro Terapias Alternativas

Segundo nos informa o espírito Irmão Ronaldo, alguns grupos do mundo espiritual vêem o movimento de uma maneira e outros podem vê-lo de forma diferente por isso é que existem outras terminologias para o movimento. Os chacras se movimentam em sentidos diversos como segue:



Giram no sentido anti-horário:

- básico ou raiz

- esplênico

- umbilical


Giram no sentido horário:

- laríngeo

- frontal

- coronário


O chacra cardíaco é um chacra intermediário que liga dois grupos, inferiores e superiores, não tendo sentido determinado pode se energizar tanto no sentido horário, como no sentido anti-horário. Ele gira conforme a vibração do paciente, se este estiver vibrando positivamente o seu movimento será horário, caso contrário será anti-horário.

A função dos chacras, tenham eles movimentos anti-horários ou horários, é absorver e eliminar energia.


Chacra básico

Possui três discos – um central na cor vermelha, um maior na cor laranja, um na cor semi-prata. Possui quatro cordões – sendo um central e três específicos.


Chacra Esplênico

Possui três discos maiores, sua cor é o laranja.

Sua função principal é drenar e corrigir a corrente sangüínea. Possui três cordões que se ligam a todos os chacras e um específico que se liga a corrente sangüínea e ao cardíaco.
Chacra Umbilical

Possui cinco discos, sendo um sobressalente. Os quatro apresentam uma tonalidade de amarelo intenso, e no centro apresentam uma tonalidade lilás e branco cintilante.

Dependendo da vibração do ser ou do ambiente que ele se encontre, os matizes menores que ficam no centro dos discos se ampliam, reagindo ou interagindo com as energias externas e internas, fazendo com que o chacra possa mudar de coloração. Cada matiz traz uma função orgânica para o ser, dependendo do hábito, do costume e do comportamento. Esses matizes poderão estar mais intensos ou mais apagados. Não consideramos aqui o ser de hábitos normais e equilibrados.
Chacra Cardíaco

Ele é ligado a todos os demais, seus cordões seguem as mesmas cores dos discos, azul, verde, amarelo, branco cintilante e rosa intenso.


Discos

Num chacra existem vários discos, os discos se estruturam como uma pilha de pratos, como num prédio de vários andares. A união das rotações dos discos forma um chacra que adquiri grande velocidade. Imaginemos essa energia em forma de três bolas materializadas, se essas bolas começassem a girar uma perto da outra, em sentidos diversos, tamanha seria a velocidade atingida pelos lados, que num determinado momento não seria mais possível separar as três bolas , mas perceber apenas uma única rotação, uma única energia. Transferindo essa concepção para os chacras nós teríamos várias camadas, vários andares ou vários discos uns sobrepostos aos outros, girando nos mais diversos sentidos.

Embora aparentemente para os olhos dos videntes, o chacra básico não gire com tanta rapidez. No seu interior existe uma espécie de miolo, que vamos chamar eixo coordenador desse chacra. Cada chacra recebe vários tipos de energia vinda de lugares diferentes, energias essas vindas da terra, do ar, da água, do universo como um todo, dos pensamentos e atitudes do indivíduo e das outras pessoas com as quais ele normalmente se comunica. Cada uma dessas energias consegue dar uma espécie de movimento, horário ou anti-horário. Como ele recebe todos esses tipos de energia, esse conjunto de energia resulta em um movimento único regido por esse eixo. À medida que uma dessas engrenagens não estiver girando em seu sentido normal é porque há baixa ou alta recepção de energia.

Digamos que uma pessoa esteja pensando negativamente a respeito de uma criatura ou interferindo mentalmente nas suas atividades, esses discos vão girar no sentido inverso, provocando o desequilíbrio na criatura receptora. Essa absorção e eliminação de energia vão depender das vibrações harmônicas ou desarmônicas, as vibrações harmônicas em suas rotações fazem com que o disco que é responsável por absorver energia possa regular a sua rotação para que esse chacra volte à rotação normal, evitando maior desgaste energético para a criatura, é preciso emitir energia na cor correspondente aquele chacra a fim de que volte a se movimentar de forma mais equilibrada criando uma espécie de capa protetora. Essa proteção se fará necessária somente até que haja o desligamento dos pensamentos negativos da pessoa que estava interferindo no paciente, seja pessoa encarnado ou não. Por isso, as criaturas devem manter-se vigilantes, orar e vigiar para se proteger de tais pensamentos negativos. Este é apenas um exemplo do desvio de energia nos pequenos discos e como esses desvios energéticos podem impedir ou modificar o movimento total dos chacras.

Quando há uma recusa pela vida, ocorre possível fechamento de alguns chacras que são essenciais a vida da criatura humana, dentre eles o fechamento inadequado do chacra básico e do coronário, além de haver, ainda, uma dificuldade muito grande de fazer fluir a energia em todos os outros chacras. Conseqüentemente emergem dificuldades a nível físico e também a nível espiritual. Nesses casos, os cordões dos chacras se encontram entupidos de energias escuras e grosseiras, não tendo forças ou energias suficientes, que deveriam receber pelo chacra da coroa para a sua normalidade, pois os cordões estão bloqueados não permitindo o repasse de energia suficiente para reparar esse dano nos cordões fluídicos que ligam a cada um dos chacras. As ligações além de estarem interrompidas são inadequadas. As ligações do chacras coronário e básico podem estar interrompidas em algumas dessas vértebras. Então as energias telúrica e cósmica não vão conseguir fluir tranqüilamente. As energias do chacra básico chegam um pouquinho acima do cóccix, e a energia do coronário chegará até a sétima e oitava vértebra. Boa parte de pessoas, que se encontram nessas condições terão o seu organismo debilitado. Conseqüentemente haverá uma deficiência nos demais chacras que não conseguirão se abrir adequadamente.

Com exceção ao chacra coronário e básico, todos os outros chacras no momento da concepção manifestam como uma única camada de pequenos vórtices. À medida que o processo gestacional vai ocorrendo até as proximidade do nono mês de gravidez, perceberíamos a aparição de uma pequena segunda camada de vórtice que seria composta de um vórtice energético apenas.

A partir do primeiro dia de vida, haverá uma fluidez maior de energia a correr pela coluna vertebral e assim haveria possibilidade de desenvolvimento diário de cada um dos chacras daquele que acabou de encarnar. Como não existe a fluidez das energias telúrica com as energias cósmica, esse desenvolvimento dos chacras que seria diário, passará a ser muito lento, chegando a levar semanas, meses ou até anos para ser concluído.

As energias telúricas e cósmicas são completamente diferentes, embora muitos pesquisadores as achem muito parecidas, uma precisa da outra para que possa sobreviver, nenhum ser animal, vegetal ou mineral, que esteja na fase da terra pode viver somente de energia cósmica. A vida, apenas com energia cósmica está reservada somente àqueles espíritos que já não estão ligados materialmente.

Espíritos que acabam de desencarnar, mesmo indo para as colônias de socorro, colônias de estudos, postos de socorro, continuam recebendo energia telúrica em pequena quantidade. Espíritos que descem as faixas umbralinas recebem 60% ou mais de energia telúrica e 30 a 40% de energia cósmica.

À medida que os espíritos passam das colônias e postos de socorros para as instituições e, sendo considerados efetivos, gradativamente tem diminuídas as energias telúricas. No momento em que eles forem considerados espíritos capazes de orientar grupos de pessoas encarnadas ou desencarnadas eles não terão necessidade de energia telúrica, embora a sua contra parte de chacra básico permaneça existindo, à medida que ele poderá ter necessidade de vir a se manifestar mais próximo da crosta terrestre. Quando isso acontecer ele abre o seu chacra básico algumas horas antes da sintonia vibratória com o médium, que utiliza como intermediário para a transmissão de uma mensagem, e possa captar as energias telúricas que o médium captou durante o dia, numa quantidade pequena, mas suficiente para que possa utilizar o cérebro físico do médium e seu equipamento fonador.


O chacra básico e o coronário são as principais portas de entrada de vibrações energéticas vinda do exterior, e também do interior. Entretanto, isso não significa, que outros chacras não possam receber certas energias.
A energia do chacra básico sobe até o cardíaco, passando pelo esplênico e umbilical. O chacra cardíaco das emoções superiores é um chacra fronteiriço que dinamiza, processa as energias vindas do chacra básico e dos inferiores.
O chacra coronário recebe energias cósmicas e lança-as para os chacras frontal e laríngeo, descendo até o cardíaco que é o dinamizar de energias.
Quando nós falamos nos processos de inteligências, intelectualidade, aquisição de cultura, memorização, conhecimentos de um modo geral, nós estamos trabalhando com uma parte bastante grande do chacra laríngeo, com todo o chacra frontal e parte do coronário. Por isso, a importância de que haja uma ligação saudável entre todos os chacras e que nossas emoções, nossos sentimentos, e a forma como nós nos comunicamos com as pessoas, pois são agentes causadores de bem-estar, de harmonia ou de desarmonia na ligação de um com outro chacra.
O chacra frontal desenvolve um papel extremamente importante no processo de aquisição da cultura, inteligência e conhecimento pois é através do chacra frontal, devido sua proximidade com os neurônios, que nós conseguimos captar as informações do meio decodificá-las e absorvê-las de forma que melhor nos agrade. Cada ser têm suas maneiras de gravar, aprender, assimilar e compreender determinados assuntos. Então cada um absorve da sua maneira, pois cada um tem maior ou menor capacidade de absorvê-las. São facilidades e dificuldades de aprender e entender.
Ex.: o Mental Inferior, apresenta dificuldades de aprendizado, problema de memória, dificuldade de gravar, raciocínio, percepção, associação de idéias, mas podem outros níveis apresentar esse problema, entretanto a função de criar facilidades ou dificuldades para interagir com o objeto do conhecimento é de responsabilidade do chacra frontal.
Para aprendermos, nós temos que estar pré-dispostos a esse aprendizado. (você nota que às vezes as crianças não tem interesse de aprender certas coisas no colégio). O aprendizado pode ser uma necessidade, eu posso querer esse aprendizado, ou pode ser uma exigência de alguém, mas eu tenho que ter predisposição para aprender algo. É essa pré-diposição que faz abrir o chacra frontal que traz a tona, através dos níveis de consciência, informações de outras existências em contato com o corpo Búdico, que é o banco de dados de todas as informações, conhecimentos, emoções e vivências que tivemos ao longo de nossas encarnações. Com a abertura do chacra frontal e, se nossos níveis de consciência estiverem harmonizados, trabalhando adequadamente, todos bem sintonizados uns com os outros, teremos maior facilidade de absorver novas informações. Se tivermos tido algum tipo de conhecimento ou contato com aquela aparente nova informação, aquele aparente conhecimento, de uma outra existência teremos uma facilidade redobrada de entender e aprender novos conhecimentos. Se, além disso, nós tivermos sido grandes estudiosos do assunto, numa outra existência, nós teremos uma facilidade triplicada de aprender, de conhecer situações, aparentemente novas, que foram colocadas diante de nós; então nós podemos comparar, no que se refere à inteligência e a aquisição de cultura e conhecimento. É por isso que certas pessoas às vezes, já com idade avançada começam a desenvolver um assunto que nunca antes tinham estudado ou experienciado. A porta do passado, em que já havia se desenvolvido tal assunto foi acessada.
No chacra frontal há uma porta de acesso que faz a ligação do nosso mundo interno, com o mundo externo, quanto mais bem feita e limpa for essa ligação, maior será o conhecimento adquirido e maior será a facilidade de adquirir esse conhecimento. Em alguns casos, nós acessamos diretamente o corpo búdico. Na maioria das vezes nós temos intermediários que são o corpo astral, ou mental inferior e superior. Dependendo do tipo de informação que eu vou aprender ou captar, um deles se tornará maior, mais forte. Por quê ele tem maiores facilidades de absorver aquelas novas informações, naquelas determinadas áreas, através dele, juntamente como a força de acesso do chacra frontal, obteremos informações do Corpo Búdico. A ligação direta do frontal com o corpo búdico só é possível em casos de cientistas e pessoas muito envolvidas com a busca do conhecimento durante muitos anos de suas vidas, mas é muito rara de acontecer, porque acessar uma nova informação e usar para esse acesso, informações conhecidas de outras vidas e da própria que a pessoa está vivendo, só é possível com treinamento. Quanto mais nós formos buscando conhecimentos, maior será nossa facilidade de acessar novos conhecimentos e, portanto mais facilmente acessaremos direto o nosso Corpo Búdico: a central de dados de todas as nossas encarnações.
O processo de esquecimento é uma dificuldade de ligação do chacra frontal com esses outros níveis de consciência. Normalmente existe uma deficiência em um desses corpos. Não é regra, mas normalmente a deficiência está no Mental Inferior, porque ali estão todas as novas sensações mais palpáveis ligadas ao processo de inteligência e de conhecimento.
Quando o nosso corpo Mental Inferior está com algum problema temos dificuldades em lembrar das coisas que aprendemos e que conversamos com outras pessoas. Isso acontece pelas dificuldades de acesso ao Mental Superior, por obra e rebeldia deste corpo; pode ser por rebeldia do Mental Inferior que não deseja se envolver com determinado assunto, visto que é possível, e não raro, ocorrer casos de pessoas que, no seu trabalho, conseguem ter uma memória muito boa, que dificilmente esquecem um compromisso, mas no que se refere a compromissos familiares, ou com amigos, ou com outros assuntos, em fim, tem grande facilidade de esquecer, então ai se encontra uma rebeldia do nível Mental Inferior com relação a determinados assuntos e pode ser também que o Corpo Astral esteja tomando grande parte dessas energias que fluem do chacra frontal, por isso quando nossas emoções estão em descontrole, normalmente nós tendemos ao processo de esquecimento de algumas situações.



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