Analec e os mercadores de liçÕES



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Para o texto: Saudades do Mar (T2397180)


De: Eliana Santos

Apagar

06/08/2010 07:05

Olá Israel. Já em seu perfil entrei em seus pensamentos. Corpo de Homem e Ser de Menino! Eu sou isso também rapaz! Olha, estou aqui para retribuir-lhe a visita no "PILOTO LOUCO". Como sempre gosto de fazer, li toda sua primeira página de frases. Puxa! você também é dez, moço! São precisas e cheias de lógicas. Ah! Quando vi escrito na abertura de sua escrivaninha, que és de Arapiraca, tive muitas recordações de uma peregrinação que fiz em companhia de dois amigos ao estado de Alagoas. Foi lá por 93. Estivemos por dois dias em Caraíba dos Nunes, e seguimos depois: Indo de Arapiraca para Palmeira dos Índios, Cacimbinhas, enfim fomos também para Capelinha e de lá para a bela capital de seu estado - Maceió. Nos seguimentos descemos beira mar até Penedo. Na época escrevi uma reportagem de todos os lances a qual intitulei "O Barco que Afundou na Areia". Tal título foi caracterizado em razão de meus companheiros quererem visitar uma praia em Coruripe. Lá ficamos atolados na areia a ponto de termos a necessidade de conseguir um trator para nos safarmos. Rapaz! foi uma viagem e tanto. Em vinte dias conhecemos uma boa parte de Alagoas. Parabéns, caro alagoano, por encontrá-lo aqui no recanto. Vou ler mais textos seus, tenha certeza. Muito obrigado pela visita e volte sempre. Pra terminar envio-lhe um forte abraço.

Para o texto: Esperança... (T1351855)


De: igs

Apagar

05/08/2010 17:49

De São Paulo, vim para Natal. Bastou dar um clique para sair da página da Marta e vir para a de você, Evelyne. Não sei, talvez pelo lindo nome que tens, já que que soa musicalmente, pus-me mais uma vez a ler seus artigos e parei nesta crônica falando bem dos portugueses de quem sou descendente. Isto despertou meu interesse com mais profundidade. Certamente és professora, ou coisa que se iguale, pois seu palavreado é nota dez. Quando você citou, chimarrão, água de coco e veredas, simplesmente me descortinou o ensejo de me apresentar como um conhecedor dessas consequências brasileiras. Conheço o sertão Veredas em seus quatro ângulos, assim como tenho me servido de água de coco em Maceió e até lá por São Luiz do Maranhão. Já em se tratando do chimarrão me serviram bastante, inclusive tomando na mesma vasilha dos gaúchos, numa fazenda nas proximidades de Jaguarão. Sua crônica me levou a visitar em pensamento um *mundão véio desse nosso brasil. Pena que ainda não pude ir a Natal. Mas espero ainda visitar sua maravilhosa cidade. Bem, chega de tomar seu tempo. Na verdade eu escrevo mais comentários do que mesmo em minhas páginas. Elas estão aqui só para que eu tenha condições de ler gratuitamente tudo que me vem a frente, menos assuntos eróticos. A literatura que muito me encanta são os honestos cordéis. Se você tiver algum me indique. Abraços afetivos de Luzirmil pra você Evelyne. Até.

Para o texto: Minha Língua; (T2420381)


De: Evelyne Furtado

Apagar

05/08/2010 17:17

É muito bom a gente ler poemas afetivos. Você merece nota dez, cara poetisa, por tão bela composição. Toda história de amor deveria ser envolvida com os encantos do bem querer, retratados em belos poemas, como o seu "AMO-TE TANTO", cujas vias de sentimentos nos levam a raciocinar na grandeza do amor. Perdoe-me por visitá-la sem que para isto eu tenha sido convidado, mas o fato de seu encantado poema estar no Recanto e tendo dele a liberdade de ler todos que porventura queira, me vi incentivado a lê-lo, e como sempre faço: comentar, pois assim elevo aos compositores, meus parabéns e interesse em tê-los como correspondentes. Envio-lhe abraços afetivos e desejo-lhe sucessos. Até.

Para o texto: Amo-te tanto... (T2420355)


De: Marta Rodriguez

05/08/2010 16:15

Noelzy, venho parabenizá-la por mais este "OLÁ AMIGOS" Você tem sido um eixo de comunicação entre os recantistas, e por conseguinte quero cientificá-la, assim como a quem se interessar, que estarei fora daqui por uns seis dias. Fui convidado a fazer uma viagem com os ambientalistas da GP, urgente para Minas, por cujo motivo tenho que deixar o Recanto por uns dias. Parto amanhã, e se Deus quiser, voltarei lá por terça ou quarta. Portanto não estranhem minha ausencia. Abraços a todos.

Para o texto: Olá amigos... (T2310115)


De: Flor da Vida

Apagar

05/08/2010 16:01

Boa tarde Vó Fia. Li sua deliciosa crônica e me vi incentivado a lhe enviar meus parabéns. Talvez minhas palavras não sejam tão valorosas a altura do que mereces ser aplaudida. Tive a ventura apreciar seu talento aqui no Recanto e diante de sua grandeza literária, parabenizar-lhe. És compositora de, até aqui, 273 textos! Pena que a gente não tem tempo de ficar lendo tudo que tens no recanto, mas para alguns escritos seus hei de tirar um tempinho para ler. Sua história aqui é mesmo uma paralela do cotidiano político das pequenas cidades. Aí mesmo, em Nepomuceno nas regiões centrais de Minas, acredito que em tais épocas há muita movimentação, e como dizes, certamente muitos desses movimentos chegam até a vias de fatos, como ocorreu com a coitada da mulher que desmaiou. Eu sei disso por que tenho feito muitas reportagens pelas plagas do norte de Minas Gerais, e sempre deparo com tais fatores. Bem, chega de ficar tomando seu tempo. Visite-me também, me sentirei honrado em tê-la em algum comentário meu fazendo suas apreciações. Abraços ó gentil poetisa, senhora das letras e da simpatia! Ah! Estou avisando os amigos, que amanhã vou realizar uma viagem de seis dias, por isto, caso me contactar, haverá atraso em responder-lhe.

Para o texto: DESMAIOU? COITADA!!! (T2420184)


De: Vó Fia

Apagar

05/08/2010 15:30

Ah! Isabelle. Ignore uma errata na palavra abacate. Fui verificar depois de enviado em me embaracei no abate. Leia-se Abacate, a fruta de seu belo poema.

Para o texto: ABACATEIROS COBIÇADOS (T1756291)


De: Isabelle Mara

Apagar

05/08/2010 15:27

Ah! De abacateiro também posso falar. Primeiro digo que suas estrofes em relação a esta portentosa fruta ficaram muito boas, pareceu-me um delicioso cordel, que como o abate, alimentou minhas recordações. Sim Isabelle. Em meu tempo de menino havia alguns daquelas frutíferas, num grande terreno baldio em frente o quarteirão onde eu residia, isto lá por 1953, e me parecia que o ano inteiro eles produziam, pois em qualquer época que nós procurávamos encontrávamos algum abacate de *vez, isto é, no ponto de apanhá-lo para por pra madurar; em três ou quatro dias já ficava bom pra comer com açucar. Gostei de seu poema e senti até o gosto dos abacates de casca lisa dos quais minha mamãe gostava. Abraços e beijos afetivos pra você, de Luzirmil o poeta menino antigo!

Para o texto: ABACATEIROS COBIÇADOS (T1756291)


De: Isabelle Mara

Apagar

05/08/2010 15:13

Ah! Lembranças de um passado distante! Quando me lembrava que ela estava longe. Entre lamentos de saudade eu me perguntava. Onde está você?. Oh! Isabelle! lendo tu espangnolas palabras mi alma si quedou ant la lembrança del amor inesquecible! Tu poesia descortina lá tristessa em mi alma, e mi puenho a comentar tu poema com palabras de recuerdo de mi País orientals em la distan Beibilon! Oh! Mas que faço aqui? Em devaneios pus-me a escrever palavras que eu mesmo não compreendo. Meus parabéns, por lo belíssimo "SI NON ESTÁS TU" ó amabile Isabelle. De repent mi corazon teneve lo deseo de penetrar em lá campina del sientimentos bolivianos. Abraços a você cara poetisa, e dê um abraço em el Lula, por nos otros. Luzirmil

Para o texto: SI NO ESTÁS TU... (T2420120)


De: Isabelle Mara

Apagar

05/08/2010 12:52

Olá Flor. Ajunto minhas palavras às de nossos colegas no sentido de engrossar essa barra de ouro composta por sua brilhante composição de agradecimento. Lendo-a fiquei deveras feliz por me encontrar agregado aos seus amigos. Olha, você merece, com toda sinceridade, nossos votos de consideração e amizade duradoura. Aproveito para lhe dar os parabéns pelo seu aniversário e junto deste, um pedido a Deus, para que lhe dê muitos anos de vida e sóbria inteligência, para sempre nos brindar com suas poesias e textos maravilhosos. Aceite mais uma vez um dual abraço, afetivo e fraterno do peregrino de Luzirmil. Até.

Para o texto: Deus lhes pague...! (T2419585)


De: Flor da Vida

Apagar

05/08/2010 12:32

Olá Jorge. Vim a te conhecer agora. Tenho por costume visitar os textos entrantes e ocorreu-me ler o seu, achar nele grande fundamento e lhe enviar um comentário. Rapaz! Mesmo em meu pensar sobre os "caminhos do nunca" encontrei em literatura alguma, a verdade profunda de suas palavras, no tocante a subtileza! Tive tristeza, porém, pois momentaneamente me vi crivado pelas balas de sua crônica disparadas pela arma desse vocábulo. Quantas vezes já tive procedimentos agregados à subtileza! Minha sinceridade de poeta não os podem negar! Meus parabéns, ó nobre escritor. Tocaste num ponto vulnerável à sensibilidade de quem entende do riscado. Deixo aqui minha estima e consideração à sua pessoa, que a meu ver tem frutos maduros de seu grande talento a nos repassar, principalmente no sentido de orientar-nos aos caminhos da sinceridade. Abraços, nobre amigo.

Para o texto: A SUBTILEZA (T2419812)


De: Jorge Humberto

Apagar

05/08/2010 11:51

Pois é Cavenati. Seu "EPÍLOGO" vislumbrou-me um tempo, lá por 61, quando em companhia de meu pai fomos trabalhar nas panhas de algodão, lá pelos lados de Guará. Estávamos em quarenta peões. Fomos deixados na lavoura por um caminhão pau de arara dirigido pelo turmeiro, mas ele sumiu no mapa. Nosso alimento daquele dia foram duas bananas para cada um, oferecidas pelo japonês dono do algodoal, que penalizado pela nossa fome nos serviu as frutas. Ao final do dia tivemos que retornar a pé para Guará, onde havíamos deixado nossas coisas num chatão. Chegamos à casa tarde da noite, já que a caminhada entre a lavoura e a cidade era de uns quinze quilômetros. Lá ficamos surpresos, (vale dizer que estávamos em mais de quarenta trabalhadores, todos descalabriados, como balas perdidas) ao encontrar nossos pertences na calçada da rua; aquilo por que o turmeiro não pagara o aluguel adiantado ao dono do chatão resolveu por nossas coisa pra fora. Meu pai e eu saímos a procura de uma pensão, encontrando uma, porém imunda, com porta sem tranca e boemios jogando palitinhos numa tosca sala. Enfim, meu nobre Cavenati, por incrível que pareça, para todas as palavras de seu "EPÍLOGO" achei em minhas reflexivas lembranças daqueles dias, perfeita identificação de sentidos. Até no próprio epílogo da história entre nós e o turmeiro, o qual só voltamos a vê-lo doze anos após aquela odisséia. Tudo foi como um sonho no breu. Abraços e obrigado pela valiosa visita caro colega. Até.

Para o texto: E P Í L O G O. (T2265914)


De: cavenatti

Apagar

05/08/2010 11:17

Ah! Eis minha bela musa! Desejo-lhe um carro de carinho, prezada Dedete. Fiquei feliz em vê-la novamente em minha página. Beirei as bordas de sua bela frase para lhe reforçar meus efusivos votos de amizade e dezejar-lhe que o brilho dourado de suas composições nunca cheguem ao ocaso das boas literaturas. Abraços afetivos a você e a todos os seus. Deus te ilumine sempre. Lu.

Para o texto: OCASO DOURADO (T1891128)


De: dedete

Apagar

05/08/2010 10:17

Pois é, Bosco. Esse negócio da "gente estar dentro da gente" já deu calafriu até numa enfermeira. Certo dia, numa reunião de grandes personalidades, num salão, na Cidade Maravilhosa, (Rio de Janeiro) estando eu presente para fazer uma reportagem, surgiu lá uma daquelas dedicadas ZP "Zeladoras Pacientais" portando um aparato de medir pressão arterial. Ela fora lá a pedido dos organizadores, e seu trabalho seria o de medir a pressão de todos os que estavam ali presentes. Chegando minha vez eu lhe disse por brincadeira: -Olha, o meu eu não suporta esse tipo de exame. -O senhor é um cômico - disse ela colocando o pressurizador em torno de meu braço e iniciando seu trabalho. Assim que o ar começou a sair, a agulha desceu de uma vez, pois meu eu parou de funcionar. Ela ficou assustada e perguntou-me se estava bem. Estou vendo umas estrelinhas - falei. Mas foi só uma fração de tempo, logo o meu eu estava novamente em funcionamento, porém tendo da enfermeira uma surpreendente admiração pelo fato. Definitivamente, caro Bosco, acredito que nosso eu interior não concorda com muitos procedimentos de nosso eu exterior. Gostei de sua crônica e dos trocadilhos iterários. Só me preocupei com suas contraposições em relação a algumas invirtudes do mundo. Elas certamente lhe trazem rancores que lhe atribulam o eu seu, não? Bem, vou deixar de bincadeira e enviar-lhe meus agradecimentos pelas palavras de carinho postadas em minha página. E se você quiser se enriquecer, lembre-se: Faça-o, entretanto só até um certo limite, pois de repente Deus percebe que a riqueza não te será auspiciosa e não lhe devolverá seu último empréstimo. Isso sempre acontece com os que querem cada vez mais. Abraços, caro Bosco.

Para o texto: ALÔ! TEM ALGUÉM AÍ? (T2419218)


De: Bosco Esmeraldo

05/08/2010 06:48

Ei, minha filha, errar é humano! Por que não fazê-lo pelo menos para não sair das trilhas dessa tendência? Mas vamos lá, querida poetiza; eu tiro o chapéu pra você. Seus poemas, na maioria em quadrinhas, são compostos sob a ótica da precisão métrica. Sílabas e tons, se esquadrinhados, não se encontra neles as tais "clássicas" quebras de sequências tônicas. Você é dez, minha querida! Sinto-me recompensado literalmente, lendo seus textos; tendo entretanto uma ponta de inveja. As vezes me toma uma vontade de correr nessa escalada, para alcançá-la no patamar em te encontras, mas você é como o arco-íris: a medida que a gente se aproxima, embora pareça estar perto, contudo está sempre à frente. Olha, aceite meus sinceros parabéns e continue conectada ao Recanto, nos blindando com seu talentoso intelecto. Abraços fraternos a você, de um poeta moderador, envolvido pela bruma do desconhecido.

Para o texto: Erro de Conexão (T2405958)


De: Irene Coimbra

Apagar

04/08/2010 21:21

A poesia tende a nos ascender para um ápice, onde se encontra a fonte do bem, através do qual podemos direcionar nossas índoles no sentido de nos sintonizarmos na magia do bem querer, ao nosso próximo e aos animais. Parabéns Paulo, por esse grande predicado do qual és possuidor: o amor!

Para o texto: PROIBIDO PARA MENORES DE SENTIMENTO (T2053866)


De: PAULO CESAR COELHO

Apagar

04/08/2010 19:01

Essa da *agúia foi muito boa, viu Atiz. Ah! Eu tenho um tratado sobre as águias, qualquer dia destes vou publicar por aqui. Muito obrigado gentil poetisa por ter me visitado e comentado com tanto carinho e boas palavras. Posso contar uma piada que li num almanaque do Biotônico Fontoura do ano de 1944? Então vou contar: Alguém perguntou para um comerciante como é que ele fazia para manter uma loja, contendo um empregado, porém sem movimento algum. Ah - disse ele - Quando chega no fim do ano, como não posso lhe pagar, passo a loja para o nome dele; no fim ele não pode me pagar, passa para meu nome, e assim tem sido, um ano é dele outro ano e minha! Aceite um forte abraço, cara Atiz.

Para o texto: ÁGUIA DE OURO (T1899351)


De: Atiz

Apagar

04/08/2010 18:14

Flor da Vida é frase bela / Que à poesia enriquece /Três palavras com calor / que os corações aquece //O poeta da simplicidade / se sentiu agraciado//Ao ver um poema seu / ao mundo inteiro mostrado //Receba ó Soelzy/ minha alta gratidão //Por ter tanto valorizado / a simples composição!Aí está Soelzy. Fiquei feliz em ver o soneto numa página tão bela! Muito obrigado. Vou aprender a fazer isto também!Que Deus te ilumine sempre.

Para o texto: Parabéns Flor da Vida//Flor Amorosa// E várias outras sublimes homenagens! Confiram... (T2417302)


De: Flor da Vida

Apagar

04/08/2010 14:41

Rapaz! Me deu vontade de chorar pela irreparável perda! Meus parabéns, Luan! Você tem um profundo encanto místico para escrever temas com cavidades subjetivas, parafraseando dogmas impressionantes a ponto de te elevares aos píncoros, embora baixos, da sepultura! Considerando que sua altura, ou seja seu bom tamanho corporal teve uma inflência caótica, isto foi o que entendi, em sua convivência, posso dizer que você foi um bem aventurado, afinal terminou seus dias bem deitado, rodeado de chorões pelas ações das partículas ardidas das imperdíveis liliácias. Bem, vou deixar de brincadeira e enviar-lhe um abraço apertado, dizendo-te que passarás a fazer parte dos meus amigos do Recanto dos quais incondicionalmente sou fã .

Para o texto: Biografia Autocentrista (T1857258)


De: Luan Ferreira

Apagar

04/08/2010 14:23

Boa tarde, Noelzy. Mais uma vez me senti valorizado por suavisita. Só me resta retribuir-lhe usando o mesmo carinho e consideração, e agradecendo pelos imerecidos elogios da sua parte. Sua poesia "QUEM AMA LUTA" tem a doçura do mel floral em sua hora mais preciosa: quando é gerado no âmago da flor. Meus sinceros agradecimentos, ó Flor da Vida. Fiquei contente em saber que recebeu meu email, só não consegui localizá-lo ainda em seus escritos! Abraços afetivos pra você!

Para o texto: Quem ama luta... (T2336890)


De: Flor da Vida

Apagar

04/08/2010 14:14

Ah! Sílvia, ainda hoje enviei um comentário para a Rosa citando de um tempo aos meus quatro anos, quando um gatinho igual esse de suas ilustrações dormia em meu pescoço. Que coincidência! Muito obrigado, querida, pela visita às minhas trovas. Que bom que você sempre leva um verso, assim sempre serei lembrado psicossomaticamente por tão grandioso talento de sua inteligência, e com isto receberei reforços de seu dom. Abraços afetivos pra você.

Para o texto: O BRINQUEDO - Silvia Regina (T2417760)


De: Silvia Regina Costa Lima

Apagar

04/08/2010 13:05

José, para esse seu "SER E PARECER" tenho uma bela história a te contar. Aconteceu comigo numa cidade Mineira, (Papagaio). A rainha das pedras ardósias (vixi num sei se ponho Z ou S, mas vou dexá, tipo assim, o s mesmo) uma mulher muito rica, (pois era detentora da maior jazida da região) ao saber que um poeta peregrino e ambientalista se encontrava na cidade, a título de me conhecer, foi à casa de um meu amigo, em cuja residência me encontrava hospedado. Para tal levou em sua companhia uma empregada doméstica, regularmente bem vestida; veja bem: a moça era poliglota, bonita e extrovertida! Numa dessas: entre duas mulheres, sendo uma da alta classe e outra, uma pebléia, porém se igualando nos procedimentos, e sem que lhe fossem apresentadas, a seu ver, qual seria a patroa para qual você obrigatoriamente deveria dirigir a atenção? Pois é! A ricaça, não era por bem dizer feia, mas a pebléia era linda e com um desempenho comunicativo nota dez! Logo eu pensei ser ela a tal rainha! Mas foi engano meu, contudoa pebléia é que era a expert nos negócios da patroa, inclusive mereceu de minha parte, uma poesia, pois demonstrou muita amabilidade e interesse em ouvir-me numa futura palestra. Naquele caso, ela, a empregada, é que parecia ser a patroa, porém quem ERA mesmo, era a menos aparente. Gostei de sua história, viu José. Foi humorística, como a história que ontem veio pela internet, sobre a grande quantidade de patos que há no céu. Se você não recebeu me comunique que lhe enviarei. É Uma história divertida. Perdoe-me por ter tomado seu tempo, mas num resumo quero lhe dar os parabéns e obrigado pela consideração para com o Luzirmil.

Para o texto: SER E PARECER (T1595565)


De: Jose Carlos Cavalcante

Apagar

04/08/2010 10:49

Belas palavras numa crônica descontraída, onde um pimpolho lindo, descortina com seus inocentes olhos, um campo de perceptiva atenção para quem o fita. Desculpe-me pela visita sem convite, cara Rosa, mas de vez em quando eu abro algum texto aleatoriamente e ponho-me a ler; no teu caso, além disso, me pus admirar a criança, comparando-a a uma foto antiga em que eu vivia apegado a um gatinho rajado de minha estimação. Lá se foram sessenta e três anos, pois eu tinha apenas quatro, talvez a mesma idade desse garotinho da foto. Ah! você podia ter posto o nome dele aqui. Parabéns, amiga, pela composição, cujas palavras tem um toque de classe da alta literatura. Abraços, e se puder gostaria de contar com sua visita. Pode ser lá em "A FLOR FEITICEIRA" ou "JOÃO BOA VIDA", ETC. (ignore erratas)

Para o texto: Grande Garoto (T2417687)


De: Rosa Pena

Apagar

04/08/2010 09:51

Flor, não consegui acessar meu email, contudo lhe reenviei pelo seu responder. Ah! Talvez esteja havendo alguma barragem em meus enviados particulares. Vou fazer um levantamento. Aproveito para lhe dar mais parabéns,agora por este belo "PULSAR DO CORAÇÃO" mas o meu não anda muito firme nesses dias de frio social. Está batendo sem vontade!

Para o texto: Pulsar do coração (T2416776)


De: Flor da Vida

Apagar

04/08/2010 08:59

Tudo está bem, cara Flor da Vida, mas cometi um erro de publicação. Veja se consegue por seu comentário sobre "A Terra Por um fio" lá no lugar certo, pois precisei mudar o tema,inclusive acabei de criar assuntos para o novo tema "O CLARÃO DO SOL". Abraços a você e continue com esse carisma.Ah! Você recebeu e email com o soneto?

Para o texto: Se você está bem, estou também... (T2290752)


De: Flor da Vida

Apagar

04/08/2010 08:22




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