Analec e os mercadores de liçÕES



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Olá meu caro Bosco. Rapáz ainda ontem estive lendo alguns artigos seus e iria fazer um belo comentário desse aqui, mas algo me tirou a atenção e o tempo. Tive que fazer uma parada no trabalho de escrever para fazer um serviço técnico num teclado. Mas sua visita à minha escrivaninha foi previdente para que eu viesse agora a lhe visitar, dando-lhe os parabéns pelo pensamento limpo. Outro dia entrei numa cacimba, porém feita de cimento numa das casas da Agrovila, lá no Vale do Jequitinhonha. Entrei para pegar uma bonequinha que uma menininha, filha do casal, havia deixado cair lá dentro. Tal cacimba lá é uma espécie de caixa d'água; estava relativamente vazia. Tirei a bonequinha e aproveitei para fazer uma boa limpeza, inclusive na mente da menina que ficou feliz por reaver o brnquedo. Parabéns e um abraço.

Para o texto: A CACIMBA E O VENTO (T2614494)


De: Bosco Esmeraldo

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23/11/2010 22:09

Boa noite, nobre poeta Fabio. Tendo recebido um visita sua vim retribuir-lhe, lendo toda sua primeira página de pensamentos. Admirei-me com seus raciocínios. Meus parabéns e aceite um abraço fraterno de um peregrino. Muito obrigado pela visita e faça-o mais vezes, assim irei me lembrando sempre dos bons poetas dos quais tu fazes frente.

Para o texto: Guerra Real (T910663)


De: Fábio Brandão

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23/11/2010 21:54

Seu poema acenderam-me devaneios antigos. O tempo, sempre o tempo! Suas palavras trouxeram-me nostalgias ao pensar que a espera tem suas facetas nobres, porém também as pobres; aquelas nos dá alento, estas tormentos! Abraços de saudades Ysolda.

Para o texto: LUA CHEIA NA NOITE REALIDADE (T2631191)


De: Ysolda Cabral

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23/11/2010 21:33

Essa de quem pensar mal perto da gente e Puf! Nem é bom pensar! Li um livro do Isaac Azimow, (tenho-o em minha biblioteca) cujo título é "ERA 827". Ele retrata nosso planeta após uma terceira grande guerra, em que os resquícios das explosões atômicas deixaram seus indeléveis rastros do veneno radioativo. Em tal literatura um velho de 65 anos aparece na dimensão futurâmica 827, transladado por um raio. Em tal época as pessoas só poderiam viver até os sessenta anos. Ao ser descoberto, o velho foi condenado a morte, para ser executado numa máquina de sono-final. Ocorreu que devido, as cavidades ósseas de sua cabeça ser de outra época, os raios do sono mortal fizeram outro trabalho em seu cérebro, vindo ele a adquirir o poder de matar todo aquele que pensasse mal contra ele...Bem, quero lhe agradecer, caro Yamânu, por ter me relacionado ao final de seu belo texto. Realmente és um literato promissor. Vá em frente e escreva que sempre estaremos te lendo! Considero-te uma criança prodigiosa que precisa ser mimada com muito carinho. Abraços do Luzirmil agradecido.

Para o texto: HOJE EU AINDA ESTOU PRECISANDO FALAR.... (T2631007)


De: yamânu

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23/11/2010 13:55

A coisa foi brava! De faca e espada eu tô fora! Um abraço e parabéns pelo pedaço de cordel, nobre colega.

Para o texto: CARMENCITA, A DEUSA CAMPEIRA (T2243574)


De: HAMILTON SANTOS

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23/11/2010 12:24

Esse mão de seda, tinha era cascão na mão!

Para o texto: O rádio (T2632070)


De: wellmac

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22/11/2010 20:45

Meu edifício de letras, em todos os anos que escrevo (mais de cinquenta) foi elevado a um nível inimaginável a partir dos dias (junho de 2010) em que passei a escrever no Recanto. Desde então criei um arquivo para registrar os comentários que envio, cujos nomes dos destinatários já perfazem mais de 500. Você, embora tenha entrado aqui há pouco tempo mas já ocupa uma página em meu arquivo. Tens uma inteligência nota dez, caro Yamânu. Noto pelos seus raciocínios literários que tens algo mais a dar para os leitores. É algo como gemas, de valores raros, que por enquanto ainda estão por serem garimpadas por ti mesmo. Certamente substituirás alguém que está prestes a encerrar seu trabalho na terra. Que trabalho? Ora, Todos nós temos uma tarefa. O Filho do Filósofo demonstrou-o, através de grandes poetas e escritores. Bem, fico por aqui, mas digo-lhe que depois da noite surgirá um outro dia, em que luzes mil, vindas do sol (do alto) há de clarear seus arredores, onde aparecerá aquilo que está oculto aos seus olhos, aquilo que contém o verdadeiro valor da transcendência, e você verá e se admirará, e não contará com o tempo perdido, por que não houve! Aceite o abraço de um CONVICTO que ama a sinceridade. E obrigado pela sua bela crônica "PREZADO LEITOR..."afagando nossos égos, principalmente os dos poetas e escritores do Recanto. Obs. esse é o terceiro comentário que lhe envio hoje.

Para o texto: Prezado leitor: (T2619220)


De: yamânu

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22/11/2010 20:17

Tá aí, caro Yamânu! Escreveu eu li, senti, não ame aborreci e algo aprendi! Ah! Uma criança...a criança! Vamos ser crianças! Eu sou uma! amo, estimo e nunca vamos guardar raiva de ninguém, nem nada! Um abraço.

Para o texto: HOJE EU ESTOU PRECISANDO FALAR.... (T2630351)


De: yamânu

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22/11/2010 19:20

Um beija flor!? Pensei que fosse seu amor! Quanto aos reais beijas-flores, digo que tem dois deles que entram em meu harém. São sempre atraídos pela luz florescente e depois custam a sair. As vezes preciso apagar a luz para que retornem ao ar livre; outras vezes fecho a janela e apago as luzes, e pela claridade que vêem, eles vão direto para a tela do monitor, momento em que pego um deles e afago sua peninhas! Depois solto. Meus dois beijas-flores, estão sempre a sugar a água açucarada que minha esposa põe no frasco-flor num varal existente no quintal. Acredito que é um casal; entretanto tem um, ou uma, que sempre está apanhando do outro/a. São negros de azular as penas! Grato pela nova visita, querida. Você é um amor de beija-flor, Fernanda! Quanto às alegrias das festas natalinas, nos tempos atuais estão sendo obscurecidas pelo negrume do horizonte que se aproxima: um horizonte de guerras! Um abraço fraterno e receba a Paz do Divino Ser, Nosso Senhor Jesus Cristo, que há nos ocultar da grande tentação que há de vir sobre a humanidade!

Para o texto: FELICIDADE É TER VOCÊ (T2630428)


De: Fernanda Xerez

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22/11/2010 18:16

Olá, nobre filósofo Yamânu. Voltei a ler alguns de seus textos e voltei nesse de hoje. Três frases de absoluta compreensão para quem vive nesse mundo. Mesmo a gente sendo leigo quanto à entender os paradigmas da vida, entretanto quem lê, vê, como que espelhando, os trejeitos das obscuras ações de um ferreiro invisível, (talvez seja o destino) que continuamente dá suas marteladas. Hoje por exemplo, em meu ser interior estou um tanto amassado pelas marretadas, entretanto falta o tempero das lágrimas, já que a angustia as secaram. Diante disso, mesmo em meio ao calor da forja, parece-me continuar com as mesmas rebarbas e inperfeições, o que me deixa fora do formato. Sou como a lança sem ponta, ou um picão rombudo, enfim, um facão sem gume, que precisam ser formatados para serem usados em suas aplicações. Gostei de seu pensamento, e digo-lhe que constantemente estou a te ler. Parabéns pelos seus altos raciocínios e aceite um abraço do Luzirmil.

Para o texto: ENTRE O NASCER E O MORRER: (T2630198)


De: yamânu

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22/11/2010 13:24

Me deu vontade de chorar, querida Ivone. No caso, se fosse eu, nunca faria uma coisa dessas. Sair de um aconchego desses!? só louco! Seu poema me fez recordar de muitos casos de amores desfeitos, desvalidos e sem lugar para se abrigarem. Parabéns pelo sentimental texto. Comentando a foto: Por que uma estrela desenhada no ombro? Agora um sorriso lindo, um olhar de atenciosa humildade, enfim, são dotes de uma autêntica curitibana, povo bom do Paraná! E minha sobrinha, Ivana? encontraste ela por aí? Ah! Ivone! És xará de minha mulher, pois é esse o nome de minha esposa, ao qual mudei pra Ivonita, e por fim, para Nita. Bem chega de comentar, entretanto quero enviar-lhe nota dez pelos textos seus que li. Abraços afetivos de Luzirmil pra você.

Para o texto: JÁ QUE ENTROU...FIQUE (T2629871)


De:

Apagar

22/11/2010 10:28

Lendo seus oito aprendizados, penso que posso elevá-los ao quadrado, ou até mais; isto por que pelo que se nota, sua vivência tem sido de um contínuo aprender; aliás todos nós, mormente os que exercitam a mente, estão sempre aprendendo algo pra transmitir aos leigos. Quanto às suas frases, a primeira me deixou uma profunda impressão: entendi que "TRABALHAR A CULPA" em sua forma mais precisa, seria admitir nossa incursão em algum erro ocorrido e tentar, na mente da gente mesmo, tirar os resquícios que porventura dele poderiam advir, não pois? Sua inteligência é nobre, cara Malu. Mais uma vez obrigado por seu comentário; desta vez na "Fechadura da Certeza". Aceite um carinhoso abraço fraterno do Luzirmil.

Para o texto: Motivação (T2227865)


De: malu Dab

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22/11/2010 08:21

Linda, linda, linda! Bela dedicação, prezada MVA. As palavras, na formação dos versos, retratam a beleza da criança, a beleza do poema e a capacidade de sua inteligência. Meus parabéns. Vim aqui te visitar e achei esse belo texto de dedicação a uma criança linda, que futuramente há de ser um poeta e um grande homem. Abraços e saudade do Luzirmil.

Para o texto: Menino lindo ( cantiga pro Danilo) (T2628709)


De: MVA

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21/11/2010 20:33

Olá nobre poetisa, Soelzy. Fico feliz em vê-la na janela de minhas páginas. Isso é um sinal que os ventos não estão tão fortes no momento. Mas comentando seu "VENDAVAL", digo-lhe que no mundo em que vivemos, há muitos momentos, quando não, longos períodos de verdadeiros torvelinhos! Tais fatores depois que passam deixam suas marcas. Por enquanto está havendo alguns no sentido material. Considero que os furacões, tufões, tornados e toda espécie de fúria da natureza como sendo temerários acontecimentos que as vezes destroçam nossas moradas terrenas, repercutindo todavia, no âmago de nosso espírito, (nosso ser) que na verdade é o que sente toda espécie de angustia e medo! Quando vemos a força do vento, dos relâmpagos e das intensas chuvas causando estragos na natureza, ficamos apreensivos, não é? Isso acontece nas composições da matéria, e nas composições abstratas de nossa existência, que fica num ângulo que transcende nosso entendimento. Seu poema, por exemplo, é um retrato dessa transcendência, pois imagino que suas palavras poéticas revelam, figurativamente, o poder de um vendaval de sentimentos espirituais, que muitas vezes é sentido unicamente por aquele, ou aquela que o sofreu, ou está sofrendo. Bem vou parando por agui, enviando-lhe meus votos de amizade e consideração, e se algum dia eu aparecer aí em Abadia, espero encontrar a doçura desse sincera amizade, não na consistência do algodão doce, porém na consistência do amor fraterno, de irmãos. Um forte abraço pra você e seus entes queridos.

Para o texto: Vendaval (T2555860)


De: Flor da Vida

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21/11/2010 16:09

Oi Lilu. Lendo seu desabafo convexo quanto à dúvida: se aceita ou não a existência de Deus, já que não concordas com fila da hipocrisia, pus-me a refletir que há uma saída para dissipar a dúvida: É só sair do rumo dos rumores! Asseguro-lhe entretanto, que eles, "OS RUMORES", sempre virão ao nosso encontro; e mesmo que tentemos sair, algum rumor vai tomar nosso rumo nos acertar, ninguém escapa deles. E está para vir um coletivo, que vai acertar uma porção de gente de uma unica vez. Mas eu não vou fazer o que fizeram as virgens loucas: sair do rumo para comprar; se meu azeite acabar ficarei na porta, perto das que o tiver, e mesmo que não me cedam um pouquinho, mas certamente na chegada do noivo, raramente ele vai deixar de por para dentro do salão da festa quem estiver à porta. Parabéns e abraços.

Para o texto: Poesia ou fluxo de consciência? (T2627722)


De: lilu

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21/11/2010 15:26

Cá estou, cara Morgana. Pude ler vários textos seus e parei nesse soneto para lhe dar meu bom dia e parabéns. A história do algodão doce é uma filosofia minha, desde há muito tempo, em que notei que a realidade das amizades desconhecidas é um tanto fugaz. Obrigado por me ler mais uma vez. Desejo-lhe boas e sinceras amizades, entretanto tenho notado através dos tempos que os usuários da comunicação virtual, talvez em razão da maldade da raça humana, não confiam de um dia encontrar com algum colega de letras e abraçá-lo conforme a gente lê nos comentários. Mas acredito que haverá alguma exceção. Falando nisso envio-lhe um abraço, mesmo à distância, mas sincero.

Para o texto: obsessão talvez.... (T2509514)


De: Morganna Del

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21/11/2010 13:12

É Malu. O amor tem todos os princípios do bem. Tenho criado três patamares para tal vocábulo. Amor AFETIVO: (do abraço, do beijo, enfim do corpo) do FRATERNO: (da convivência em família e irmanados na filosofia de vida) e por fim o DIVINO: (relacionado ao nosso Criador, que entretanto está num plano além de nossos pensamentos). Olha, mais uma vez sou-lhe agradecido pela visita, tenho verdadeira consideração pelos meus visitantes, pois a maioria são de altos raciocínios, e você é uma das quais muito admiro. Um abraço fraterno e sincero a você, do Luzirmil, seu fã.

Para o texto: Sim o amor... (T2627107)


De: malu Dab

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21/11/2010 13:01

Eu não fui uma borboleta, porém quando criança um perseguidor delas, Tal ocorria num pasto em frente à colônia onde eu morava com minha família. Ao vê-las voando sobre as moitas floridas, eu transpunha a cerca e danava-me a correr atrás delas para pegá-las e admirar os belos matizes de suas asas! Oh! tempo que se foi! lá pelo ano de 1949! Olha, Mada, vim aqui lhe agradecer por ter provado do meu "ALGODÃO DOCE VIRTUAL" e dizer-lhe que sou um de seus admiradores. Todas as vezes que venho à sua escrivaninha leio por inteiro seu perfil, pois me quedo nas palavras dos diversos pensadores, como o caso do Torres Pastorinho, quando diz: que "quando acendemos uma lâmpada somos os primeiros sermos iluminados". Uma verdade verdadeira e absoluta! E lhe digo uma coisa, cara poetisa: Você tem muita luz! Agradeço pela visita e desejando-lhe felicidades. Um abraço do Luzirmil.

Para o texto: FUI UMA BELA BORBOLETA (T2627297)


De: Mada Cosenza

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21/11/2010 12:35

Anabailue, só o seu nome já enseja um profundo mistério da alma! Notei, querida poetisa, que seu intelecto têm a altura dos arranhas céus. Suas reflexões tendem a trazer ao pensamento de um, mesmo sendo um filósofo amador, os degraus para ser escaldo à altura da meditação eclesiástica. Em seu texto vi um retrato perfeito de um tempo em que me declinei por uma paixão proibida (ainda bem que ninguém soube, nem mesmo aquela pela qual me quedei ocultamente) Entretanto eu desafogava meu cruel martírio, sufocado pelo segredo unicamente meu, com poemas que registrava num caderno, o qual tenho comigo até hoje. Se você ler um texto meu: "A FLOR FEITICEIRA" (isto se já não leu) ficarás sabendo da analogia entre sua prosa poética e as provações pelas quais passaram um peregrino CONVICTO DE CRER DEUS. Desejo-lhe um bom domingo. Grato pela visita ao "ALGODÃO DOCE" e parabéns por suas sublimes reflexões e textos..

Para o texto: POEMAS QUEIMADOS (T2620620)


De: anabailune

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21/11/2010 12:17

Olá, Cristina. Amei sua profunda reflexão sobre as caras! Eu me lembro é de uma marca de enxada com logotipo de duas caras, uma para traz outra para a frente. Eu as vezes penso que tenho quatro caras para enfrentar as diversas situações, que se me apresentam, todas têm que ser com jogo de cintura, mesmo por que, as vezes eu uso uma das caras é de pau. Um abraço pra você e grato pela visita ao algodão doce. Qualquer dia os poetas vão se encontrar num lugar do cosmo e vamos ver se o doce da amizade eternizará.

Para o texto: ÍMPAR NITIDEZ (T2627980)


De: Cristina Jordano

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21/11/2010 12:08

Uai, Silvia, Vinhedo não fica Longe de Ribeirão! Eu poderia qualquer dia desses passar por aí com meu TIMBRELINO (violino) e tocar a música em questão. Mas comentando seu texto, me quedei nas palavras "AQUI E ALI", isto por que recentemente, quando eu dormia na casa de uns amigos meus na cidade de Frutal, na madrugada uma criança da casa sonhou, falando em voz alta, as seguintes: aqui, ali...por três vezes. No outro dia falei para seus pais que iria por o apelido na meninha de Aquiali, pelo que aceitaram de bom grado. A partir de então elas a chamam de Aquiali. Muito bem, Silvia, você sempre profetizando ideologias ocorrentes em minha vida!Um beijo azul pra você.

Para o texto: HERE, THERE AND EVERYWHERE - (Aqui, Ali, Em Qualquer Lugar) - Silvia Regina(T2625521)


De: Silvia Regina Costa Lima

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21/11/2010 11:56

Bom dia Ivany. Li alguns textos seus e parei nesse cordel, pois achei-o com lindas colocações. Seu netinho te insulta para mudar? ou para ficar aqui perto do Lula? Ah, deixa essa preferência pra lá! Mas, falando de sua profissão, deve ser delicioso trabalhar com viticultura e de vez em quando apanhar um cacho uvas madurinho e saboreá-las! Bolas! se a amizade virtual não fosse tão sem consistência pela distância eu iria convidar minha esposa para irmos a Jandaia te conhecer. Já fomos em Jaguarão, que fica bem mais longe! Só que durante toda a viagem que fizemos só viemos a experimentar o sabor do vinho, ruin por sinal, na localidade da Vacaria, entretanto quando fomos olhar o rótulo do garrafão, vimos que era produzido em Andradas, M.G. Se você faz um bom vinho vou adquirir pelo correio. Comunique-me. Um abraço e parabéns pelo lindo corde.

Para o texto: NO BRASIL É O MEU LUGAR... (T2521202)


De: Ivany Fulini Sversuti

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21/11/2010 11:35

Estupendo! O verbo HAVER, no pretérito perfeito, de sua poesia deu reflexivas colocações. Parabéns do filósofo Luzirmil e agradecido pelo seu sincero comentário em meu "algodão doce". Tomara que num futuro haja um outro doce mais consistente e sólido para compararmos com as amizades virtuais! Abraços, caro colega.

Para o texto: Mulher Invisível (T2618965)


De: Flying Soul

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19/11/2010 20:30

Eu e o professor Piazzi nascemos em plena guerra!? A diferença foi que eu nasci no país do futuro e ele na velha Itália, destroçada pela doença mental dos governos da época, mormente nas regiões de Monte Carmelo, que embora em meio a um entrevero foi tomado e defendido pelos combatentes brasileiros que conseguiram dominar a região! Bem, querida Malu, quem ler isso daqui vai pensar que eu entendo de história, mas é engano. Na verdade eu não entendo de nada! Apenas penso e escrevo, na lembrança de alguns fatos que tive conhecimento através de literaturas. Ah! Faço um destaque para seu texto, enfatizando que os cinco itens do professor Pierluigi calham para aprimorar o primeiro deles. Bem mudando de assunto. Puxa, vida! você é professora? Que honra para um peregrino! receber novas visitas suas. Você é nota dez, amiga. Tenho duas filhas professoras no Brasil e uma em Portugal, em razão disso estimo muito a classe. Quanto aos meus pensamentos, acredito que nascem como os ventos... Um abraço fraterno pra você querida escritora. E agradeço gentilmente sua consideração em visitar-me.

Para o texto: Resenha Crítica (Estimulando Inteligência) (T2229024)


De: malu Dab

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19/11/2010 19:05

Muito bacana sua crônica, cara Beatriz. Acho que ninguém havia pensado nisso. Esse negócio de contar os passos é interessante. As vezes minha esposa me manda buscar ração para nossos gatos, numa casa do ramo a quatro quarteirões da nossa e eu vou, porém contando os passos só para distrair, e sempre dá uma diferença de dez a vinte passos de uma vez por outra. Não sei como isso ocorre! Ah! Um dia destes resolvi ir a pé, buscar meu carro numa oficina de trocar vidros, já que seu parabrisa se quebrara, e por ser cerca de dois quilômetros distante, resolvi ir contando os passos. Da porta de minha casa à oficina, deu dois mil e setecentos. Mas ainda ficou longe da receita do médico de seu parente; mesmo por que voltei pra casa de carro. Mas andar a pé pelas ruas é um caso sério. O problema é quando agente cai, igual minha esposa "gosta" de cair ao pisar sem olhar direito nas irregularidades das calçadas! Mas falando em caminhada, em 1991 eu fiz uma jornada de sete meses pelas regiões da Serra da Canastra em Minas Gerais, tendo oportunidade de escrever, manuscritamente, dois cadernos de cem páginas cada um, dos quais futuramente, (ainda que quase ficaram danificados por um ataque canino) escrevi um livro "UM VIOLINO NAS JORNADAS" o qual publiquei aqui no E-LIVROS do RL. Leia-o e veja o que é caminhar 260 léguas em sete meses! Olha, aceite meus sinceros parabéns pelo seu brilhante texto. Um abraço do Luzirmil.

Para o texto: TREZENTOS PRA LÁ, TREZENTOS PRA CÁ (T2625246)


De: Beatriz Cruz

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19/11/2010 18:44

Nos horizontes dos diversos caminhos parece não haver rosas, entretanto há os pensamentos como os seus que nos ajudam a vê-las sem mesmo existirem. São emitidos por uma alta inteligência e recebida de bom agrado, pelo que os apreciam. Um abraço a você, nobre colega poeta, e parabéns pelas palavras de seu texto.

Para o texto: CAMINHOS (ISADORA XAVIER FERNANDES) (T2625252)




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