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Esquema terapêutico para profilaxia



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Esquema terapêutico para profilaxia


a) Forma bubônica.

Não se recomenda terapêutica profilática.



  1. Forma pneumônica

A quimioprofilaxia está indicada nos contatos diretos dos casos confirmados.

c) Nos expostos a pulgas infectadas em zonas endêmicas

Drogas indicadas:
Sulfadiazina: 2 –3 gramas por dia divididos em 4 – 6 tomadas durante 6 dias.

Sulfametoxazol + Trimetropim: 400 mg e 80 mg respectivamente cada 12 horas durante 6 dias.

Tetraciclina: 1 grama por dia durante 6 dias.

12. POLIOMIELITE
Caso suspeito:
Qualquer caso de Paralisia Flácida Aguda (PFA), incluindo Síndrome de Guillain-Barre, em indivíduos menores de 15 anos sem antecedentes de trauma recente ou todo indivíduo de qualquer idade que se suspeite de poliomielite.
Caso confirmado:
Caso suspeito com ou sem paralisia residual e confirmado isolamento do poliovirus selvagem das fezes do caso ou de seus contactos.
Caso compatível:
Quando não se obteve uma amostra adequada de fezes de um caso suspeito durante as duas semanas seguintes ao início da paralisia, e apresenta paralisia residual compatível com Poliomielite ao fim de 60 dias de início da PFA; ou

sobrevém a morte dentro de 60 dias de início da PFA; ou não se realizou seguimento do caso.


Caso de Poliomielite Paralítica relacionada com a vacina:
Caso de PFA cuja origem se atribui ao vírus da vacina e que cumpre os quatro requisitos seguintes:

  • Poliomielite clinicamente típica, incluindo as seqüelas;

  • Ter recebido VPO entre 4-40 dias antes do início da paralisia;

  • Isolou-se o vírus pólio vacinal em uma amostra de fezes;

  • A dose implicada deve ser de preferência a primeira.


Caso descartado:
Caso de PFA com amostras adequadamente coletadas 14 dias antes do início da deficiência motora, na qual não houve isolamento do poliovirus selvagem.
Caso PFA de poliovirus derivado da vacina (PVDV):
Poliovirus isolado que apresenta mais de 1% de diferença genética em relação ao vírus vacinal correspondente.
Diagnóstico de laboratório:


Tipo de amostra

Nº e volume da amostra

Momento de coleta

Recipiente

Conservação

Transporte

V

I

V

O

S


Fezes

1 amostra de 10 g

(1 colherada)

Até 14 dias depois do início da paralisia


Frasco seco com tampa de rosca


Sob refrigeração até 3 dias. Depois deste período congelar a

- 20 º C


Frascos acondicionados individualmente em saco plástico lacrado.

Caixa térmica com gelo em temperatu-ra de 4-8o C




MO

R

TO

S




Fezes


1 amostra de swab retal

No momento da morte


Tubo seco com tapa de rosca


Sob refrigeração até 3 dias. Depois deste período congelar a

- 20 º C


Frascos acondicionados individualmente em saco plástico lacrado.

Caixa térmica com gelo em temperatu-ra de 4-8o C





Tecidos (cérebro,medula espinhal

1 amostra de cada localização

(20 g)


No momento da necropsia



Histopatologia: Tubos separados com solução de formol a 10%

Temperatura ambiente


Caixa de transporte



Isolamento viral: tubos separados com solução salina

Em refrigeração até três dias. Após este período congelar a – 20º C


Caixa térmica com gelo em temperatu-ra de 4-8o C




Observação:
Todo caso conhecido tardiamente deve ter uma amostra de fezes coletadas até 60 dias após o início da deficiência motora.
Medidas de controle:
Segundo normativa da OPAS/OMS em cumprimento ao compromisso dos Estados Partes nos Programas de Erradicação.

13 RAIVA HUMANA



Caso suspeito:
Toda pessoa que apresenta como quadro clínico, síndrome neurológica aguda (encefalites) com predomínio de sinais de hiperatividade (Raiva furiosa), ou síndrome paralítica (Raiva muda), geralmente seguida de insuficiência respiratória, que progride para o coma e a morte, com antecedentes ou não de exposição ao vírus rábico.
Caso confirmado:


  • Laboratorial

Caso suspeito, em que se demonstre infecção por vírus rábico através de estudo por laboratório ou
Caso suspeito com antecedentes de exposição a animal raivoso confirmado por laboratório, com alguma das seguintes técnicas:


  • Diagnóstico ante-mortem:

-Detecção de antígeno rábico por imunofluorescência em impressão corneal ou bulbos pilosos da nuca.

-Detecção de antígeno rábico por imunofluorescência depois da inoculação de saliva em camundongos lactentes ou em cultivo celular.

-Detecção de anticorpos neutralizantes específicos para Raiva em soro e/ou em LCR de uma pessoa sem antecedentes de vacinação.

-Detecção de ácido nucléico do vírus rábico por PCR em amostras de saliva ou imunofluorescência em bulbos pilosos da nuca


  • Diagnóstico pós-mortem:

-Detecção de antígeno rábico por imunofluorescência em amostras de tecido cerebral.

-Detecção de antígeno rábico por imunofluorescência depois da inoculação de amostras de tecido cerebral em camundongos lactentes ou em cultivo celular.




  • Clínico-epidemiológico

Todo caso suspeito, sem possibilidade de confirmação laboratorial, com antecedente de exposição a uma provável fonte de infecção, em uma zona com comprovada circulação viral.


Diagnóstico de laboratório





Tipo de amostra

Animal

Nº e volume de amostra

Momento de coleta

Recipiente

Conserva-ção

Transporte

Cérebro (cabeça) do animal. Se o animal é pequeno, a amostra é o animal inteiro

Uma amostra de cada animal morto

Ao momento de morrer ou eutanásia

Duplo recipiente de metal ou plástico fechado hermética-mente

Refrigerar dentro das 24 horas; congelar se for necessária a conservação por período maior de 24 horas

Caixa térmica com gelo

ANTE-MORTEM:

Esfregaço corneal



1 lâmina para cada olho

Ao momento da suspeita

Porta lâmina adequada

Congelado

Caixa térmica com gelo

Biopsia cutânea

6mm de diâmetro com 10 folículos pilosos.

Ao momento da suspeita

Gase estéril úmida em recipiente fechado hermética-mente

Refrigerado

Caixa térmica com gelo

Soro (de não vacinado) ou LCR

1 mostra de 2 ml

Ao momento da suspeita

Tubo ou frasco com tampa de rosca hermeticamen-

te fechados; sem conservantes



Refrigerado
Conservar

Caixa térmica com gelo

PÒS-MORTEM

Cérebro


Fragmento

Ao momento da autópsia

Recipiente duplo de metal ou plástico fechado hermetica-mente

Conservar congelado

Caixa térmica com gelo seco




  • Nenhuma amostra deve ser fixada em formol


Medidas de controle:
A profilaxia de Raiva humana se realiza com vacina e soro quando os indivíduos são expostos ou estão em risco de exposição ao vírus rábico através de mordedura, lambida de mucosa, arranhão e, excepcionalmente, por exposição respiratória a ambientes com aerossóis de vírus rábico.
Pré exposição: indicada a pessoas que por suas atividades se expõem permanentemente ao risco de infecção pelo vírus rábico, tais como pessoal que trabalha em laboratórios de diagnóstico, produção e investigação de vírus rábico, pessoal que atua atividade de campo, capturando, vacinando, identificando e classificando animais susceptíveis de portar o vírus.
Pós exposição: para a indicação da profilaxia é importante considerar:


  • espécie de animal envolvido

  • natureza de exposição

  • circunstâncias da exposição

  • observação do animal

  • as condições ou antecedentes do animal agressor

A profilaxia se realiza com vacina anti-rábica podendo utilizar-se Fuenzalida Palácios (F.P.) ou cultivo celular. A indicação do esquema profilático se fará de acordo com a situação epidemiológica de cada país.





  1. RUBEOLA E SÍNDROME RUBEOLA CONGÊNITA (SRC)


RUBEOLA
Caso suspeito:
Todo indivíduo com doença aguda febril e erupção morbiliforme habitualmente acompanhada por adenomegalias, independentemente da situação vacinal.
Caso confirmado:


  • Por laboratório:

Caso suspeito confirmado por alguma das seguintes determinações:


- Presença de IgM específica

- Aumento de título de IgG em amostras pareadas.

- Isolamento viral; ou


  • Por nexo epidemiológico com caso confirmado por laboratório

.

SÍNDROME DE RUBÉOLA CONGÊNITA (SRC)
Caso suspeito:
Todo recém-nascido cuja mãe foi caso suspeito ou confirmado de Rubéola ou contato de caso confirmado de Rubéola durante a gestação, ou toda criança até 12 meses de idade que apresenta sinais clínicos compatíveis com infecção congênita pelo vírus da Rubéola, independente da história materna.

Caso confirmado:
Por laboratório:

Todo caso suspeito confirmado laboratorialmente por prova sorológica ou isolamento viral e que apresente sinais clínicos específicos da síndrome.


Por clínica:

Um caso clinicamente confirmado, é aquele que apresente ao menos duas das complicações mencionadas no ponto a) ou ao menos uma do ponto b) e para o qual não se obteve amostra biológica para confirmação de laboratório.




      1. Catarata e/o glaucoma congênito, enfermidade cardíaca congênita, perda da audição, retinopatia pigmentária.

      2. Púrpura, esplenomegalia, microcefalia, retardo mental, meningoencefalite, radiotransparência óssea nas metáfises, icterícia nas 24 h depois do parto.


Diagnóstico de laboratório:


Tipo de amostra

Nº e volume de amostra

Momento de coleta

Recipiente

Conservacao

Transporte



Sangue

(sorologia)

1 amostra de 5 – 10 ml



No momento da primeira consulta (se for negativo repetir em uma semana) e até 28 dias.

Tubo sen anticoagulante



Depois da separação do soro, refrigerar até 48 horas.

Depois a

– 20º C

Em caixa térmica com gelo



Secreção nasofaríngea

(isolamento)

3 wsabs de secreção nasofaríngeas ou 3 – 5 ml de aspirado nasofaríngeo

Até o 5º dia de início dos sintomas

Frasco com medo de cultivo apropriado

Até 48 horas refrigerar, depois conservar em freezer a

- 70ºC


Caixa térmica com gelo seco


Medidas de controle
- Vacinação universal no primeiro ano de idade e reforço ao ingresso escolar.
15. SARAMPO
Caso suspeito:
Toda pessoa que apresenta febre e exantema máculo-papular, acompanhado por uma ou mais das seguintes manifestações: tosse, coriza, conjuntivite.
Caso confirmado:
Caso suspeito confirmado por:


  • -Laboratório por algumas das seguintes técnicas:



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