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Medidas de controle: o mesmo indicado para dengue clássico



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Medidas de controle: o mesmo indicado para dengue clássico



8. GRIPE HUMANA CAUSADA POR UM NOVO SUBTIPO DE VÍRUS
Foi incluída como patologia de notificação obrigatória pelo Regulamento Sanitário Internacional (2005),utilizando-se para notificação entre os Estados Partes do MERCOSUL a definição de caso proporcionada pela OMS, como se menciona no Anexo 2 do citado Regulamento.

9. HANTAVIROSIS (SCPH)
Caso suspeito:
Paciente com doença aguda febril, com temperatura igual ou maior de 38º C, mialgias acompanhada de um ou mais dos seguintes sinais ou sintomas: calafrios, astenia, dor abdominal, naúseas,vômito, cefaléia, tosse, insuficiência respiratória aguda de etiologia não determinada ou edema de pulmão não cardiogênico na primeira semana de doença, ou
Paciente com doença febril aguda que apresenta quadro de edema pulmonar não cardiogênica com evolução para óbito, ou com história de doença febril aguda, com exposição a mesma situação de risco no últimos 60 dias, de 1 ou mais casos de Hantavirose (confirmados laboratorialmente).


Caso Confirmado
Caso suspeito confirmado com algum dos seguintes métodos diagnósticos:
1) sorologia reagente para IgM ou soroconversão de IgG; ou

2) RT – PCR positivo para Hantavírus; ou

3) Imunohistoquímica positiva.
Critério Clínico epidemiológico:
Caso suspeito com evolução para morte e que não tenha sido submetido a exames laboratoriais específicos e complementares, e que tenha frequentado área com ocorrência recente de casos de Hantaviroses confimado por laboratório, ou exposição a mesma situação de risco de casos confirmados por laboratório.
Diagnóstico de laboratório:


Tipo de amostra

e volume da amostra

Momento de coleta

Recipiente

Conservação

Transporte

Sangue

Coágulo plasma ou soro

Uma ou duas amostras de 5,o a 10 ml (não usar anticoagulan-te)



Na notificação do casos

( Supeita diag.) independente do período da doença.

Se neg., repetir em 10 dias.

Em falecidos, extração de 5,0 a 10 ml de sangue intracardíaco


Tubos fechado hermética-

mente e sem anticogulante

Refrigerado até 24 horas. Após este período congelar a – 20O C


Caixa térmica ou gelo seco



Tecidos de necropsia

Fragmentos de pulmão, rins, baço, fígado e outros

1 amostra de cada tecido com 1,5 a 2,0 cm2



Durante a necrópsia até 8 horas depois do falecimento

Frasco com formol tamponado a 10% ou peças de parafina

Temperatura ambiente

Temperatura ambiente

(não refrigerar)





Medidas de controle:

Em relação ao controle de roedores:

Medidas para o controle de roedores fora do domicílio:
Com a finalidade de reduzir a possibilidade de proliferação de roedores no entorno dos domicílios deve-se tomar as medidas para eliminar os fatores que possibilitem sua colonização, reprodução e alimentação, entre as quais se destacam as seguintes:


  • Manter limpo e livre de elementos que sirvam de alimento ou facilitem a colonização por roedores ao redor dos domicílios e edificações.

  • Roçar e manter baixo o pasto em um perímetro de 30 metros ao redor do domicílio. Uma semana antes de roçar e limpar ao redor, desratizar o perímetro do domicílio. Lacrar previamente as possibilidades de entradas para o domicílio. Ambas medidas tem por objeto evitar que os roedores migrem para o interior da residência.

  • No perímetro das edificações se deve evitar o acúmulo de materiais inservíveis, deve-se colocar feixe de lenha, palha ou outros materiais, ao menos a 30 m do domicílio e sobre suportes de 20 cm. de altura que evitem a colonização ou refugio e realizando-se a limpeza periodicamente.

  • Os depósitos de grãos, lenha, palha, ferramentas ou outros elementos devem ser colocados a não menos de 30 metros dos domicílios. Guardar grãos em locais herméticos e resistentes a roedores. A estrutura dos depósitos deve evitar o ingresso de roedores e contar com dispositivos que facilitem sua permanente ventilação.

  • Antes de entrar no depósito, este deve ser ventilado por ao menos 30 minutos, abrindo portas e janelas.

  • Manter o lixo doméstico em recipientes fechados resistentes a roedores. Se não existe coleta domiciliar, o lixo deve ser enterrado diariamente, em lugares arejados da residência e cobertos com ao menos, trinta centímetros de terra.

  • Depois de alimentar os animais domésticos, guardar a comida fora do alcance dos roedores, especialmente a noite.

  • Evitar deixar ao alcance dos roedores recipientes com água e manter protegidas as fontes de abastecimento de água.

  • Incentivar a colonização e proteger a população de predadores naturais.


Medidas para o controle de roedores no interior dos domicílios
Para evitar a colonização e proliferação de roedores dentro das residências e das edificações, deve-se tomar as seguintes medidas:


  • Lacrar todas as frestas de mais de dois centímetros de abertura, tanto no interior como no exterior da estrutura da edificação, em materiais com malhas de metálicas, cimento ou outro material resistente a ação dos roedores. Esta medida é de especial importância nos recintos em que se armazenam alimentos. Ademais, quando possível, as edificações devem ter uma base sólida de ao menos 30 cm. de altura e de uma profundidade de 20 cm.

  • Eliminar no interior todos os elementos em desuso que possam servir para a colonização de roedores.

  • Manter todos os alimentos armazenados em lugares ou recipientes a prova de roedores. Não manter restos de alimentos ao alcance dos roedores, lavando de imediato os pratos de comida usados, depositando se os restos de comida em lixeiras tampadas, tanto no interior como no exterior do domicílio.


Medidas de controle para contatos íntimos
É sugestivo que haja risco de transmissão inter-humana com o vírus tipo -Andes. Por isso devem-se adotar as medidas de proteção pessoal em relação a sangue, secreções e fluídos corporais, deve-se investigar contatos (pessoas que vivem no mesmo domicílio e tem uma relação íntima e prolongada com o caso de hantavirus, independente da exposição ambiental) do caso.
10. Malária
Caso suspeito:

Todo individuo que apresenta quadro febril agudo e que reside ou procede de área onde haja transmissão de Malaria ou que tenha recebido transfusão sanguínea em zonas endêmicas, em período de 8 a 30 dias antes do inicio dos sintomas.


Caso confirmado:

Caso suspeito que tenha detecção de plasmódio em gota espessa de sangue.



Diagnóstico de laboratório:





Tipo de amostra

Nº e volume de amostra

Momento de coleta

Recipiente

Conservação

Transporte

Sangue

1 amostra de sangue desfibrinado (gota espessa)

Em período febril

Estendido em lâmina e se possível corado com Giemsa

Temperatura ambiente

Temperatu-ra ambiente



Medidas de controle:


  • Tratamento imediato de casos diagnosticados;

  • Busca ativa de casos;

  • Pesquisa entomológica;

  • Nebulização residual e espacial

  • Manejo ambiental para evitar a proliferação do vetor.

  • Orientação a população sobre a doença, uso de repelentes, mosquiteiros, uso de cortinas em portas e janelas, roupas protetoras, cortinados impregnados.

  • Investigação epidemiológica.


11. PESTE
Caso suspeito:
Todo paciente que reside ou visitou nos 10 dias prévios uma área endêmica ou próximo a um foco natural de transmissão de Peste e que apresenta quadro agudo de febre e adenopatias (sintomático ganglionar), ou sintomas respiratórios (sintomático pneumônico), acompanhado ou não de manifestações clínicas gerais da enfermidade.
Caso confirmado:
Caso confirmado por:


  • Laboratório, com uma das seguintes provas:

-imunofluorescência indireta.

-hemaglutinação passiva (PHA).

-por isolamento de Yersinia pestis.

-Dot-ELISA. ou




  • Nexo epidemiológico com outro caso confirmado por laboratório.


Diagnóstico de laboratório:


Tipo de amostra

Nº e volume de amostra

Momento de coleta

Recipiente

Conservação

Transporte

Aspirado de bulbão

1 amostra de 3 – 5 ml de aspirado

Fase aguda da enfermidade

Cary - Blair

Temperatura ambiente

Temperatu-ra ambiente

Escarro

3 swabs de naso e oro faringe


Fase aguda da enfermidade

Cary Blair

Temperatura ambiente

Temperatu-ra ambiente



s

a

n

g

u

e

Sorologia

2 amostras: fase aguda e convales-cente de 5 ml cada uma

1a amostra – até 5 dias

2a amostra – depois de 15 dias do início dos sintomas



Frasco com tampa de rosca

Refrigerar até 24 – 48 horas
Depois congelar em freezer

( - 20 º C)



Caixa térmica com gelo

Hemocultura

1 amostra de 20 ml

Na fase aguda

Frasco com meio de cultura própria

Temperatura ambiente

Temperatu-ra ambiente


Medidas de controle:


  • Desinfestação com inseticidas de grupo dos carbamatos e piretroides, de ambientes com roedores e pulgas contaminadas.

  • Anti-ratização como medida preventiva. Afim de evitar a desratização, sendo essa medida, usada em último caso (diante de uma superpopulação de roedores).

  • Ações educativas para evitar a proliferação de roedores próximo às residências.

  • Evitar contato com roedores silvestres em áreas de foco de Peste.

  • Monitoramento e identificação precoce dos casos.

  • Vigilância em áreas portuárias e aeroportuárias.

  • Vigilância durante 7 dias de todo indivíduo que tenha ou que tenha tido contato com paciente de Peste pneumônica.

  • Monitoramento de roedores e pulgas contaminadas por Peste.






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