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Medidas de controle:


Adicionalmente às medidas de controle para a prevenção da Febre Amarela harmonizadas pelos Estados Partes do MERCOSUL, indicam-se as seguintes medidas:




  • Instituir programa de vacinação massiva para todas as pessoas maiores de 9 meses de idade que residem em área endemo-epidêmica de Febre Amarela. Frente à detecção de um caso suspeito nestas áreas deve indicar-se vacinação de bloqueio em pessoas não vacinadas ou que se desconheça seu estado de vacinação.




  • Em zonas não endêmicas frente à detecção de circulação do vírus amarílico em reservatórios ou vetores, ou à detecção de caso autóctone, deve indicar-se a vacinação de bloqueio a toda a população maior de 9 meses residente na zona de risco.



7. FEBRE DO DENGUE (FD) E DO DENGUE HEMORRÁGICO (FDH)
FEBRE DO DENGUE (FD)
Caso suspeito:
Paciente com doença febril aguda com duração máxima de 7 dias e com dois ou mais das seguintes manifestações: cefaléia, dor retro-orbitária, mialgias, artralgias, erupção cutânea, manifestações hemorrágicas e leucopenia, e que resida ou tenha estado nos últimos 15 dias em zona com circulação de vírus de Dengue.
Caso confirmado:
Caso suspeito confirmado por:


  • Laboratório, por alguma das seguintes técnicas:

- detecção de IgM específica por Ensaio Imuno-enzimático (ELISA) de captura,

- quadruplicação de títulos de IgG em soros pareados,

- reação em cadeia de polimerase (PCR),

- isolamento viral,

- imunohistoquímica,

- neutralização ou inibição de hemaglutinação (IH),


  • Nexo epidemiológico com um caso confirmado por laboratório; ou no curso de uma epidemia por critério clínico-epidemiológico.


Diagnóstico de laboratório:





Tipo de amostra

Nº e volume da amostra

Momento de coleta

Recipiente

Conserva-ção

Transporte

Sangue
Sorologia

2 amostras de soro de 5 ml cada uma

Fase aguda, a partir do 6º dia

Fase convalescente 10-20 dias do início dos sintomas



Tubo hermeticamente fechado e rotulado.

Não usar anticoagulan-te



Congela-mento a - 20o C

Caixa térmica c/ gelo

Sangue
Isola-mento Viral

1 amostra de soro de 5 ml

Fase aguda até o 5o dia do início dos sintomas

Tubo hermética-mente fechado e rotulado.

Não usar anticoagulan-te



Congela-mento a - 70o C

ou

Nitrogênio líquido




Caixa térmica c/ gelo seco

ou

Balão para Nitrogênio líquido



Órgãos ou tecidos
Isola-mento Viral

Fragmentos

Até 8 horas pós-mortem

Tubo hermeticamente fechado e rotulado

Congela-mento a - 70o C

ou

Nitrogênio líquido




Caixa térmica c/ gelo seco

ou

Balão para Nitrogênio líquido



Órgãos ou tecidos
Imuno-histoquímica

Fragmentos

Até 8 horas pós-mortem

Tubo de vidro c/ solução de formol a 10%

Temperatu-ra ambiente

Temperatu-ra ambiente





Medidas de controle:

Nível Individual: Início de investigação epidemiológica dos casos suspeitos, para localizar o foco. Evitar o contato dos mosquitos com o paciente, até que desapareça a febre por meio de mosquiteiros, repelentes, malhas metálicas. Se surge Dengue em áreas de foco de Febre Amarela Silvestre, recomenda-se a imunização contra a febre amarela à população segundo normas, já que ambas doenças urbanas compartilham o mesmo vetor.


Nível comunitário: As ações no terreno se devem tomar de forma conjunta com a comunidade, membros organizados e responsáveis pelas ações de saneamento, controle de vetores, meio ambiente e equipe de saúde.
Deve-se fazer o bloqueio da transmissão assim que os primeiros casos forem notificados (dentro das 48 horas).

Informação, educação e comunicação à população sobre a biologia do mosquito, o modo de transmissão e os métodos de prevenção e controle.


Intensificação da vigilância dos casos febris em áreas de risco potencial. Intensificar as medidas de controle tendentes a eliminar potenciais sítios comunitários e domiciliares de criadouros de mosquito.
Eliminação de criadouros de mosquitos mediante a destruição, inversão de recipientes, aplicação de larvicidas (tratamento focal); eliminação de adultos mediante a nebulização (tratamento espacial).
Campanhas de eliminação de objetos inservíveis e tratamento comunitário de lixo.
Medidas de controle segundo a situação epidemiológica:


Situação

Ordenamento do meio

Vigilância do vetor

Vigilância de Enfermida-de

Trat. focal e perifocal

Trat. Espacial

Situação I Sem Aedes

+++++

Avaliação de moradias periodicamen-

te


--

--

--

Situação II

Com Aedes Sem Dengue

+++++

Avaliação para monitorar medidas de controle

+++

+++

Somente frente alta densidade de vetores

Situação III

Epidemia de Dengue

+++++

Igual a Situação II

+++

+++

+++

Situação IV

Endemia de Dengue

+++++

Igual a Situação II

+++

+++

Somente frente alta densidade de vetores



FEBRE DO Dengue Hemorrágico
Caso suspeito:

Todo caso suspeito ou confirmado de Dengue clássico com uma ou mais das seguintes manifestações:


- prova de torniquete positiva.

- petéquias, equimoses ou púrpura.

- hemorragia das mucosas, sítios de injeção ou outros locais.

- hematêmeses ou melena.

- trombocitopenia (100.000 células ou menos por mm3).

- indícios de perda de plasma devida ao aumento da permeabilidade vascular, com uma ou mais das seguintes manifestações:

- aumento de índice hematócrito em 20% ou mais de valor normal;

diminuição de 20% ou mais de índice hematócrito depois de tratamento de reposição de perdas em comparação com o nível de base;

- derrame pleural, hipoproteinemia e ascite.
Caso confirmado:
Todo caso suspeito de Dengue Hemorrágico com confirmação laboratorial por alguma destas técnicas:
- detecção de IgM específica por ensaio imunoenzimático (ELISA) de captura,

- quadruplicação de títulos de IgG em soros pareados,

- reação em cadeia de polimerase (PCR),

- isolamento viral,

- inmunohistoquímica,

- neutralização ou inibição de hemaglutinação (IH).




Diagnóstico de laboratório: o mesmo indicado para dengue clássico







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