Absence du vagin f



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Curso de Bacharelado em Letras com Habilitação de Tradutor

IBILCE / UNESP - São José do Rio Preto – SP
VOCABULÁRIO DE

GINECOLOGIA


francês-português

com índice remissivo português-francês

Elaboração na disciplina Estágio de Tradução em Língua Francesa

com assessoria técnica de diversos profissionais da área
Docentes Responsáveis: Claudia Xatara e Wanda de Oliveira

Informatização em 2011: Laís Cristina Pecorari
Orientação: Profa. Claudia Xatara


absence du vagin f. Ausência de vagina: má formação da vagina devido ao interrompimento do desenvolvimento do órgão durante a vida intra-uterina.
accouchement dirige m. Parto dirigido: o método do parto consiste em romper as membranas quando a dilatação do colo é de 4 cm.
accouchement tardif m. Parto tardio: mulheres que têm ciclos menstruais mais longos, de 35-38 dias, têm um certo retardo inicial da gravidez, prolongando assim o dia do parto.
acimus (pl. acimi) m. Ácino: massa arredondada de algumas células secretoras, ao redor da extremidade do canal de uma glândula.
adénopathie herpétique f. Adenopatia herpética: designação comum às afecções dos gânglios linfáticos ou dos gânglios, causada pelo vírus da herpes.
adiposo-génital adj. Adiposo-genital: relativo ao tecido adiposo e aos órgãos genitais.
aigreur d’ estomac f. Azia: aparece frequentemente no final da gravidez. É causada pela diminuição dos movimentos do estômago e do intestino e relaxamento do músculo que regula a passagem do esôfago.
aine f. Virilha: região situada de cada um dos lados do corpo, na junção da coxa e do tronco.
allantoïde f. Alantóide: órgão embrionário transitório constituído por uma cavidade ou canal allantoidiano, religando o embrião à placenta.
amastie f. Amastia: falta ou ausênciada mama.
amenorrhée f. Amenorréia: ausência de fluxo menstrual. Pode ter várias causas, como doenças dos órgãos genitais, ou uma má formação congênita, entre outras.
ampoule de la trompe utérine f. Ampola da trompa uterina: parte dilatada da trompa, após o pavilhão (colocado sobre o ovário) e o istmo (comprimido terminando no útero).
ampoule f. Ampola: uma das partes formadoras da trompa uterina, ocupando a maior da sua extensão (dois terços), de consistência mole.
ampoule vaginale f. Cavidade vaginal: cavidade preenchida por liquido na parte vaginal.
amygdales tubaires f. Amígdalas tubárias: uma acumulação linfóide que cobre o orifício da trompa de Eustáquio, imediatamente anterior à cova de Rosenmüller.
anaphrodisie f. Anafrodisia: impossibilidade para uma mulher de obter orgasmo durante as relações sexuais.
anastomose f. Anastomose: (anatomia) agrupamento de dois vasos, seja ao nível de seu tronco (anastomose em arcada), seja por intermédio de ramificações colaterais (anastomose transversal).
angine herpétique f. Angina herpética: dor espamódica causada pelo vírus da herpes.
anovulation f. Anovulação: ausência de ovulação. Consiste em um estado normal do ovário antes da puberdade e após a menopausa. Em período de atividade genital é anormal. A origem pode estar relacionada com o nível do ovário ou com os níveis dos comandos neuro-hipofisários do ovário. Causa esterilidade e insuficiência progesterônica.
anovulatoire adj. Anovulatório: trata-se de um ciclo menstrual, no decorrer do qual a menstruação não é precedida de ovulação, (pseudo-mesntruação). Ocorre na ausência da formação do corpo líteo e da secreção de progesterona.
aponévrose du périnné f. Aponevrose: do períneo: membrana conjuntiva que envolve os músculos do períneo (anat. Espaço entre o ânus e os órgãos sexuais), e cujos prolongamentos ou tendões fixam os músculos aos ossos.
aponeurose lombo-sacral f. Aponeurose lombo-sacral: aponeurose de inserção dos músculos largos das costas e das nádegas. Insere-se sobre as apófises espinhais das primeiras, segundas e terceiras vértebras sacrais, e escorrega sobre a quarta e quinta.

aponeurose périnéale moyenne f. Aponeurose perineal média: insere-se sobre os ramos ísquio-pubianos, na borda de seus ramos.
aponeurose périnéale profonde f. Aponeurose perineal profunda: adere-se intimamente à túnica conjuntiva do conduto da vagina.
aponeurose périnéale superficielle f. Aponeurose perineal superficial: aponeurose cuja porção mediana apresenta um largo orifício alongado e destinado a abrir caminho ao conduto ulbo-vaginal.
appareil genital féminin m. Aparelho genital feminino: conjunto de órgãos responsáveis pela função reprodutiva na mulher, comporta os ovários, um aparelho secretor, trompas, útero, vagina, e os órgãos genitais externos, (vulva).
appareil genital intrapeliren m. Aparelho genital intropetrico: aparelho genital situado na pélvis.
árcade crulale f. Arcada crural: feixe de fibras conjuntivas estendidas desde a espinha anteroposterior até a espinha as púbis do osso ilíaco, e que corresponde externamente à dobra da virilha.
arcade f. Arcada: em anatomia, nome de diferentes formações ósseas, fibrosas, vasculares ou nervosas em forma de arco.
aréole f. Auréola: círculo pigmentado que circula o mamilo do seio.
artère f. Artéria: tubo oco, traquéia, qualquer um dos condutos membranosos ou vasos sanguíneos, de ramificações divergentes, que distribuem pelo organismo o sangue expelido das cavidades ventriculares do coração. Uma artéria consta de três capas ou túnicas: uma capa exterior (túnica adventícia), uma capa média (túnica média, própria ou amarela) e uma capa interior (túnica íntima).
artère axillaire f. Artéria axiliar: artéria que irriga a glândula mamária e dá origem à artéria principal externa.
artère caverneuse f. Artéria cavernosa: artéria que abrange o corpo cavernoso próximo à entrecoxa, próximo ao angula de reunião das duas metades do corpo cavernoso.
artère dorsale du clitóris f. Artéria dorsal do clitóris: artéria que atravessa as fibras profundas do ligamento suspensor e ganha o dorso do clitóris.
artère génito-vésicale f. Artéria genito-vesical: também chamada de artéria uterina, é uma artéria loga, volumosa e serpentina responsável pelo fenômeno do aumento de volume uterino no decorrer da gestação.
artère hypogastrique f. Artéria hipogástrica: mesmo que artéria ilíaco interna.
artère iliaque f. Artéria ilíaca: resultante da divisão da aorta abdominal, que constituem as artérias ilíaco primitiva, direita e esquerda. A artéria ilíaca primitiva divide-se em artéria ilíaca interna ou hipogástrica, e artéria ilíaco externa, que cercam o músculo psoas, tornando-se artéria femoral. Conduzem o sangue oxigenado para a bacia e os membros inferiores.
artère iliaque externe f. Artéria ilíaca externa: é a bifurcação externa da artéria ilíaco primitiva. Estende-se desde sínfise sacro-ilíaco até o anel crural. Costeia em todo o percurso o músculo psoas, chega ao anel crural, engaja-se e desemboca na coxa, e passa a ser artéria femural. Fornece duas ramificações: artéria epigástrica e circunflexa ilíaco.
artèrei iliaque interne f. Artéria ilíaco-interna ou artéria hipogástrica: constitui-se dabifurcação interna da ilíaco-primitiva. Visceral e muscular, ela envia seus ramos às vísceras pélvicas, aos órgãos genitais externos e à parte posterior-interna da coxa.
artère iliaque primitive f. Artéria ilíaco-primitiva: em número de dois, elas representam as ramificações terminais laterais da aorta. Nascem no nível da borda inferior da quarta vértebra lombar, daí elas partem até a sínfise sacro-ilíaco, onde elas se bifurcam. Elas são situadas sobre as paredes posteriores da cavidade abomino-pélvica. São recobertas pelo peritônio na parte dianteira que as separa das alças intestinais. Elas caminham paralelamente aos vasos espermáticos e se cruzam com os vasos útero-ovarianos e a uretra. Na parte traseira elas repousam sobre a costa da quinta vértebra lombar e a borda interna do proas. São cruzadas pela quinta artéria lombar na escavação pélvica.
artère mammaire interne f. Artéria mamária interna: nasce a partir do segundo, terceiro e quarto espaços intercostais, e seus ramos destinam-se diretamente ao seio.

artère obturatrice f. Artéria obturatriz: a artéria obturatriz é muito variável em sua origem, se desliga orinalmente da face anterior da artéria hipogástrica. Daí ela se porta obliquamente embaixo e à frente, costeia a parede da escavação pélvica paralelamente à linha inominada e um pouco abaixo do nervo obturador, que desce obliquamente rumo a ela, engaja-se com o nervo no canal subpubiano e chega assim até a região anterior-interna da coxa, onde ela termina bifurcando-se.
artère ombilicale f. Artéria umbilical: constitui-se de umas das ramificações intra-pélvica viscerais da ilíaco-interna. A artéria umbilical é essencialmente diferente no feto e no adulto. No feto é notadamente considerável que ela pareça escapar da aorta por via da bifurcação. No nível do umbigo, as duas artérias umbilicais saem da cavidade abdominal e vão se ramificar na placenta onde se opera a hematose. Após o nascimento a circulação umbilical estagna por conseqüência da ligadura e do rompimento do cordão fibroso que se estende da artéria hipogástrica até o umbigo. Este cordão permanece permeável em sua metade posterior e constitui a artéria umbilical do adulto. Ela termina aí, fornecendo dois ou três ramos, as artérias vesicais superiores.
artère principale externe f. Artéria principal externa: nasce seja da artéria mamária externa, seja da escapular inferior, seja do próprio tronco da axilar, seja enfim de um de seus ramos musculares, e atinge a glândula mamária no seu pólo superior externo.
artère principale interne f. Artéria principal interna: artéria cujos ramos provêm da artéria mamária interna e emergem do espaço próximo ao externo.
artère tubaire externe f. Artéria tubária externa: esta artéria nasce da ovariana. Percorre o pavilhão e vai agrupar-se na região mediana da ampola com o ramo externo da artéria tubária média e abandona numerosos feixes no pólo superior do ovário e no pavilhão.
artère tubaire interne f. Artéria tubária interna: origina-se da artéria uterina quando abandona o útero abaixo da desembocadura da trompa. Ela dirige-se verticalmente para cima, e antes de chegar à trompa, dividi-se em dois ramos: ramo proximal e ramo tubário médio.
artère utérine f. Artéria uterina:desliga-se da hipogástrica em uma altura variável seja isoladamente, seja por um trnco comum coma umbilical. Após sua origem ela segue a parede lateral da bacia, depois ela ganha a borda do útero. Inclinando-se sobre si própria ela forma uma espécie de curva, “a curvatura do útero” , depois torna a subir ao longo desta borda até a base do útero, onde ela termina. Pode ser dividida em quatro porções: porção descendente; porção transversal; a curva e uma porção ascendente. Ela fornece numerosas ramificações dividindo-se em colaterais e terminais.
artère vaginale f. Artéria vaginal: esta artéria dirige-se sobre as bordas da vagina e desce ao longo destas bordas até a vulva. Neste trajeto ela abandona um ramo ao colo da bexiga e na parte posterior da uretra, mas ela distribui-se principalmente nas paredes da vagina agrupando-se sobre a linha mediana, com a vagina do lado oposto.
artère vesical inferieur f. Ateria vesicular inferior: origina-se na veia cava interna (no tronco anterior) e termina na vagina.
artère génitales f. Artérias genitais: constituem-se de duas artérias, uma direita, e outra esquerda. São destinadas à grande genital: testículo no homem (artérias espermáticas), e ovário na mulher (arérias ivarianas).
artère intercostales f. Artérias intercostais: situam-se no bordo externo da glândula mamária.
artère ovariennes f. Artérias ovarianas ou Artéria útero-ovariana: Na mulher, as artérias ovarianas desde a sua origem até a bacia não diferem da artéria espermática no homem. Ao nível da bacia, este último vaso se dirige para fora para ganhar o orifício interno do canal inguinal. A artéria ovariana é muito flexível, ela desce a bacia ao nível da norda externa do ligamento largo e aborda o ovário em seu ângulo externo. Aí ela envia para a trompa a artéria tubária externa. Finalmente ela se agrupa no canal, entre a extremidade externa do ovário e o útero, com um ramo da artéria uterina.
artère spermatiques f. Artérias espermáticas: nascem sobre a face anterior da aorta, um pouco abaixo das artérias renais. Oblíquas na parte inferior e externa elas descem até a parte anterior do Peritônio e chegam à uretra, cruzando-se até circunscreverem os lados da bacia, aí as artérias espermáticas inclinam-se sobre elas mesma e dirigem-se rumo ao orifício interno do canal. Elas percorrem o canal inguinal em toda sua extensão, mesclando-se aos outros elementos do cordão, saem deste canal pelo orifício externo, descendo até as bolsas para terminarem na glande genital.
assise contractile f. Porção contrátil: camada externa formada por célula mio-epiteliais.
assise sécrétoire f. Porção secretora: camada interna da glândula mamária, formada por células gladulares.
Athélie f. Atelia: ausência do mamilo, com a permanência da glândula mamária.
avortement appellant m. Aborto recorrente: o aborto ocorre geralmente em gestantes que apresentam desequilíbrios hormonais, mais comum no início da gravidez.
avortement incomplete m. Aborto incompleto: esse termo é usado quando parte do feto e da placenta ficaran no útero, enquanto a maioria de suas partes foi expelida.
avortement retenu m. Aborto retido: o feto está morto no útero, mas não apresenta evidências disso.
bartholinite f. Bartolinite: inflamação (frequentemente gonocócica) das glândulas de Bartholin (responsável pela lubrificação da vagina), ocasionada pela presença de germes microbianos provenientes da vulva.
basin m. Bacia: cintura óssea situada abaixo do abdômen, sustentando a coluna vertebral, e à qual estão ligados os membros inferiores. Formada pelos ossos ilíacos, sacro e cóccix articulados entre si. Apresenta cavidades cuja importância é fundamental em obstetrícia.
blastocyste m. Blastócitos: estado de embriogênese, de 15 dias, durante o qual o óvulo é fecundado, segmentado e transformado.
blastomère m. Blastômero: célula inicial indiferenciada, resultante da divisão do óvulo fecundado.
blemorragie f. Blenorragia: infecção geralmente de origem venérea que provoca corrimento nas mucosas atingidas. Na mulher ela é responsável pelas lesões do colo uterino e vaginite e até esterilidade.
bulbe de Krause m. Bulbo de Krause: corpos ovóides penetrados por uma ou mais fibras nervosas na conjuntiva em redor da boca, glande e clitóris.
bulbe de l’ovaire m. Bulbo do ovário: tipo de uma substância medular constituído por uma complexo de veias e artérias do ovário, também chamado de bulbo de Rouget.
bulbe uréthrale m. Bulbo uretral: porção dilatada da uretra esponjosa.
bulbe vestibulovaginale m. Bulbo vestibulovaginal: órgão cilíndrico abaixo da membrana mucosa, uma a cada lado do vestíbulo da vagina, eréteis, que equivalem ao bulbo da uretra no homem.
bulbes vestibulaires m.Bulbos vestibulares: bulbos de formação eréctil desenvolvidos sobre as partes laterais da uretra e do orifício vaginal, abaixo da aponervrose média do períneo.
canal de Müller m. Canal de Müller: nome de dois canais embrionários que desembocam na cloaca e formam o útero, a vagina e o oviduto.
canal de Wolf m. Canal de Wolf: nome dado aos dois canais de embrião que unem os corpos de Wolf com a cloaca.
canal déférent m. Canal deferente: é um conduto cilíndrico de dois milímetros sob 40 cm. De cumprimento. Via de excreção do esperma religa o epidídimo à uretra posterior. Sobre cada um dos canais deferentes está ramificada uma vesícula seminal que serve de reservatório para o esperma entre as ejaculações, faz parte do cordão espermático.
canal obstétrique m. Canal obstétrico: espaço que vai desde o fundo do útero até o orifício vulvar no parto.
canal sacré m. Canal sacral: extremidade inferior do canal vertebral, alojando toda arte inferior do sistema nervoso medular.
canaux de Skene m. Canais de Skene: canais ocorrentes na região do vestíbulo que avizinha a uretra.
canaux galactophores m. Canais galactóforos: canais condutores da glândula mamária.
câncer dans l’utérus m. Câncer de útero: tumor maligno co colo do uterino e que muitas vezes não apresenta sintoma algum no seu início.
candidoses f. Candidíase: provocado por uma levedura, a Cândida albtcans. Pode vir assiciado a uma blenorrapia ou após o tratamento intensivo com antibióticos de largo aspectro que modificam a flora vaginal e propiciam o aparecimento de fungos.
cavité cervicale f. Cavidade cervical: cavidade fusiforme, aumentada em sua parte média e estreitada em suas duas extremidades, localizada no colo uterino.
cavité utérine f. Cavidade uterina: cavidade virtual do corpo uterino, revestida interiormente pelo endométrio.
cavum pré-utérin f. Região pré-uterina: compartimento anterior da cavidade pélvica,localizado entre a bexiga e útero.
cavum retro-utérin f. Região retro-uterina: compartimento posterior da cavidade pélvica, localizado entre o útero e o reto.
cellules sexulles f. Células sexuais: células grandes do epitélium germinativo.
cercle veineux de Haller m. Círculo venoso de Haller: disposição das veias superficiais ordinariamente em uma espécie de círculo, completo ou incompleto, sob a auréola.
cervicite f. Cervicite: lesões do cólo uterino.
césarienne f. Cesariana: extração do recém-nascido através de uma abertura cirúrgica do útero e quase sempre por via abdominal.
chancre mou m. Cancro mole: doença venérea sexualmente transmissível seguida de ulceração de fundo purulento que ao redor forma um halo avermelhado. A maioria das mulheres são portadoras assintomáticas.
chancre syphiletique Cancro sifelítico: aparece de três semanas a uma mês depois do contágio venéreo do sífilis.
chorion m. Cório: invólucro exterior da mucosa da trompa uterina, constituído por uma trama conjuntiva, às quais misturam-se um certo número de fibras musculares lisas.
clitoris m. Clitóris: órgão pequeno, erétil, alargado, situado no ângulo anterior da vulva, constituído por duas raízes que se unem na linha média para formar o corpo, que termina por uma ligeira dilatação, “glande do clitóris” . É um órgão homólogo ao pênis ou membro viril, este órgão desempenha um importante papel na fisiologia sexual.
clitorisme m. Clitorismo: hipertrofia do clitóris; ereção persistente do clitóris, tribadismo.
cloisonnement du vagin f. Separação da vagina por uma espécie de membrana que a divide: esta malformação genital pode ser transversal ou longitudinal. As separações transversais produzem saliências circulares que dividem a vagina em duas ou mais partes. A separação longitudinal está associada a um útero duplo, por conseqüência de uma má formação dos canais de Müller. A separação pode ser incompleta e assemelha-se a uma simples brida ou formar uma vagina dupla.
coccyx m. Cóccix: peça óssea achatada, triangular, cuja base superior articula-se com o asso sacro e é formada pela reunião de quatro a seis vértebras atrofiadas.
coelioscopie f. Colioscopia: exame endoscópico dos órgão da pequena bacia. O endoscópio é introduzido pêra parede abdominal ou por via vaginal. É fundamental em ginecologia, tanto para o estudo diagnóstico das síndromes dolorosas, como para os estudos dos casos de esterilidade tubária, obturação das trompas.
colique f. Cólica: no começo da gravidez o músculo do útero se distende causando uma dor semelhante às cólicas menstruais.
colique menstrualle f. Cólica menstrual: dor abdominal intensa no período menstrual ou em caos de amenorréia.
colostrum m. Colostro: líquido claro, de coloração amarelada, de consistência ligeiramente viscosa, produzido no mamilo.
conduitd’Epoofhore ou conduit de Gärtner m. Conduto de Epoofhro ou conduto de Gärtner: vestígio do conduto de Wolf embrionário; homólogo na mulher ao conduto deferente.
conduit de Nuck m. Conduto de Nuck: prolongamento do peritôneo que acompanha o ligamento redondo no feto, persistindo às vezes na idade adulta.
conduit génitale m. Conduto genital: conduto próprio para a passagem de óvulo ou para o coito.
conduit inguinale m. Conduto inguinal: conduto músculo-aponeurótico para o cordão espermático (ligamento redondo na mulher) entre os anéis inguinais interno ou externo.
conduit m. Conduto: passagem tubular estreita para vasos e nervos ou secreções e excreções principalmente. O conduto diferencia-se de canal por ser fechado e tubular.
conduit seminal m. Conduto seminal: tubo seminífero que compreende o canal deferente, o excretório da vesícula seminal e o conduto ejaculador.
conduit spermatique m. Conduto espermático ou deferente: conduto excretório do testículo que nasce no epidídimo, forma parte do cordão espermático e depois de receber o conduto excretório da vesícula seminal se transforma no conduto ejaculador.
conduit urogénitale m. Conduto urogenital: nome dado aos órgãos embrionários formados pela reunião dos extremos inferiores dos condutos de Müller e Wolf.
condylome m. Condiloma: pequeno tumor benigno, saliente, mamelonados, situados ao nível das mucosas, e mais particularmente no contorno dos orifícios naturais, vulva, ânus.
contraception f. Contracepção: conjunto de procedimentos visando evitar temporariamente e reversivelmente a concepção. Enumeram-se abaixo os vários métodos contraceptivos: 1º. Os métodos de abstinência periódica englobam: a) Método de Ogino-Knaus; b)Método da temperatura. 2º. Preservativo masculino; 3º. Preservativos femininos, 4º. Contraceptivos intra-uterinos; 5º. Espermicidas químicos; 6º. Contracepção por via oral (pílulas).
copulation f. Cópula, coito: acasalamento e, mais precisamente, penetração do pênis na vagna, que permite a reunião dos gametas para a fecundação.
cordon ombilical m. Cordão umbilical: haste conjuntivo vascular introduzida pelo anmios e ligando o feto a placenta. Através deste o feto é alimentado, no nascimento é preciso esperar alguns minutos antes de cortá-lo, para permitir ao feto receber uma parte do sangue contido na placenta.
cordon spermatique m. Cordão espermático: pedículo do testículo e do epidídimo quem contém todos os elementos do testículo. Canal deferente, artéria espermática e diferencial, plexus de veias, filetes nervosos e ligamento de cloquet. Ele liga cavidade abdominal ao testículo, passado pelo canal inguinal.
corps caverneux m. Corpo cavernoso: tecido formando por um entrelaçamento de largas veias em forma de rede, que lhe conferem rigidez ou turgescência particular quando repletas de sangue.
corps de Rosenmüller f. Estruturas Müllerianas: situadas entre o ovário e a trompa uterina, na espessura da porção superior do ligamento largo doútero.
corps de Wolf m. Corpo de Wolff: ógão excretório do embrião composto de um tubo largo na parte inferior da cavidade somática ou celoma, paralelo ao eixo espinhal. O corpo de Wolff forma por seu desenvolvimento a cabeça do epidídimo, o canal deferente e o conjunto ejaculador no homem.
corps jaune m. Corpo amarelo ou corpo lúteo: massa amarela celular de função endócrina no ovário, em lugar de um ovisaco que se desligou de seu óvulo. Se o ovo é fecundado, o corpo lúteo cresce e dura vários meses (corpo lúteo da gravidez); se não houve fecundação, o corpo lúteo degenera e é expelido através da menstruação (corpo lúteo falso de menstruação).


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