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Sistema de Ensino a distância


título do trabalho:


EDUCAÇÃO NO ENSINO REGULAR PARA SURDOS

FABIANA RODRIGUES DA COSTA


PEDAGOGIA


MANTENA

2017


SUMÁRIO

1 INTRODUÇÃO 3

DESENVOLVIMENTO: 4

REFERÊNCIAS 14

ANEXOS 15

(CASO O ALUNO TENHA ALGUMA IMAGEM OU FOTO PARA ANEXAR UTILIZE ESSA ETAPA DO TRABALHO, CASO NÃO POSSUA IMAGENS, É SÓ DESCARTAR ESSA ETAPA.) 15

1INTRODUÇÃO


Esse tema os avanços da comunidade surda, vários surdo já estão incluídos no ensino regular e como eles tem enfrentado dificuldades que impedem que eles aprendem, principalmente na aprendizagem com relação a leitura e a escrita, as dificuldades que o surdo tem encontrado no ambiente de sala de aula, no que diz respeito à aquisição de conhecimento, levando em consideração sua identidade cultural e social, culturais e educacionais pela sociedade por suas potencialidades, limitações impostas por sua condição.

O Brasil reconheceu a Língua Brasileira de Sinais/ Libras, por meio da Lei nº 10.436/2002, como a Língua das comunidades surdas brasileiras, que no seu artigo 4º, dispõe que o sistema educacional federal e sistemas educacionais estaduais, municipais e do Distrito Federal devem garantir a inclusão nos cursos de formação de Educação Especial, em seus níveis médio e superior, do ensino da Língua Brasileira de Sinais / Libras, como parte integrante dos Parâmetros Curriculares Nacionais. Como podemos observar, existem leis que são criadas porém pouco efetivadas devido muitas vezes não se aplicar as necessidades reais da sociedade organizada.

Contudo, à medida que têm entrado em contato uns com os outros, tendo nascido em famílias surdas ou sido agrupados em escolas especializadas e na comunidade, o resultado tem sido o desenvolvimento de um sofisticado idioma feito sob medida para os olhos uma língua de sinais.


DESENVOLVIMENTO:


A abordagem sócio antropológica da cultura surda: a surdez como uma diferença linguística e cultural. Dois fatores são considerados determinantes na história da educação de surdos. As Línguas de Sinais São sistemas linguísticos legítimos, uma vez que se caracterizam como línguas naturais das comunidades surdas. Por intermédio da língua de sinais, os surdos demonstram suas capacidades de interpretação do mundo desenvolvendo estruturas mentais em níveis mais elaborados.

A proposta educacional bilíngue apresenta uma visão sócio antropológica da surdez, percebendo-a como uma experiência visual e o surdo, como um ser que é linguística e culturalmente diferente. Na proposta educacional bilíngue para surdos: O bilinguismo garante uma forma de comunicação natural, eficiente e significativa aos surdos; A proposta educacional bilíngue considera a língua de sinais como língua natural e, portanto, a primeira língua da pessoa surda (L1) e o aprendizado da língua portuguesa como segunda língua (L2); Uma prática verdadeiramente bilíngue extrapola as questões linguísticas e leva-nos a refletir sobre a importância do reconhecimento e valorização da diferença e não da deficiência; O bilinguismo resgata a identidade do surdo enquanto cidadão consciente, através da valorização da prática da língua de sinais.

A abordagem sócio antropológica da cultura Surda, percebemos que ao longo da história da educação de surdos, destacaram-se três correntes pedagógicas Oralismo, Comunicação total, Bilinguismo, que continuam presentes ainda hoje nas instituições e/ou escolas que atendem alunos surdos.

• A primeira Escola Pública para Surdos em Paris em 1.760.

• Congresso de Milão em 1880, Congresso de Milão – Itália 1880, os sujeitos surdos ficaram subjugados às práticas ouvintistas; Proibição do uso da língua de sinais.

A história dos surdos começou assim: triste, muda e dolorosa Os surdos eram vistos com piedade, compaixão e até mesmo requintes de crueldade. Essa crença de incapacidade persistiu até o século XV.

Idade Média:

• Têm-se os primeiros sinais de que os surdos podem ser educados.

• Inicia-se a educação de surdos filhos de nobres; e a criação de Asilos para surdos pobres.

Idade Moderna:

• Primeira alusão à possibilidade do Surdo aprender pela língua de sinais ou língua oral.

• Primeiros registros de educação de surdos com o educador Pedro Ponce de Leon dirigida a filhos de nobres. Em 1760, criação da primeira Escola Pública para Surdos em Paris, por Abbé de L’Epée.

• A rápida criação de escolas para surdos tirou-os da negligência e da obscuridade.

Heinicke na Alemanha introduz a filosofia oralista. Jean Marc Itard (1774–1838). Médico e cirurgião, trabalhou no Instituto Nacional de Surdos de Paris. Realizou procedimentos para erradicar a surdez: aplicar cargas elétricas nos ouvidos, usar sanguessugas, perfurar o tímpano, colocar cateteres nos ouvidos.

Nos EUA – Alexander Graham Bell defensor do Oralismo Alexander Graham Bell (1847 –1922) “(...) o principal objeto da educação dos surdos é ajustá-los para viver no mundo de pessoas ouvintes e falantes. Nós mesmos devemos tentar esquecer que eles são surdos. Nós devemos ensiná-los a esquecer que eles são surdos” (Bell – em Lane, p. 365).

E Edward Miner Gallaudet defensor dos sinais Edward Miner Gallaudet (1837 -1917) Pioneiro na educação de surdos nos Estados Unidos, teve grande influência para que mesmo depois de sua morte, fosse criada a primeira Universidade para Surdos (Universidade Gallaudet) em Washington.

Uma reviravolta em sentido oposto à educação no século XIX A possibilidade de ensinar o surdo a falar, estimulada pelas novas tecnologias, levou alguns educadores a rejeitarem as línguas e sinais. A partir de 1860, o método oral começou a ganhar força.

1965 à 1975: - Willian Stokoe encontra em seu estudo uma estrutura gramatical nas L.S. que se assemelha a estrutura das línguas orais. • Sua pesquisa representou uma revolução social e linguística, pois comprovou o status de língua da Língua de Sinais. 1971 - Novo Congresso de Paris: L.S passa a ser valorizada

Surge a Comunicação Total como um novo método educacional para surdos. Proposta educacional também chamada de Bimodalismo, caracteriza-se pelo uso simultâneo dos sinais e da fala, porem os sinais são utilizados dentro da estrutura da língua portuguesa.

Em 1981 surge uma nova proposta educacional: “Bilinguismo” Preconiza o acesso a duas línguas, considerando a língua de sinais como língua natural e portanto a primeira língua da pessoa surda (L1) e o aprendizado da língua portuguesa escrita como segunda língua (L2).

Visão Clínica Os surdos são vistos como tendo uma deficiência, que deve ser curada.

• Surdo-mudo

• Deficiente Auditivo Surdo (SKLIAR, C.B. (1997). A educação para os surdos. Os Surdos são vistos como tendo um acesso diferente ao mundo e constituem seu conhecimento de mundo pelo canal visual-gestual; adquirem a língua de sinais sem dificuldade.

Segundo Long (1910) apud Souza e Batistini (2011, p.13) “A Língua de Sinais é, nas mãos de seus mestres, uma língua extraordinariamente bela e expressiva, para qual, na comunicação uns com os outros é como um modo de atingir com facilidade e rapidez a mente dos surdos; nem a natureza e nem a arte lhes concederam um substituto à altura. Para aqueles que não a entendem, é impossível perceber suas possibilidades para os surdos, sua poderosa influência sobre a moral e a felicidade social dos que são privados da audição e seu admirável poder de elevar o pensamento a intelectos que de, outro modo, estariam em perpétua escuridão. Tampouco são capazes de avaliar o poder que elas têm sobre os surdos. Enquanto houver duas pessoas surdas sobre a face da Terra e elas se encontrarem, serão usados sinais. Os movimentos de resistência dos surdos em relação à oralização e às pesquisas científicas, comprova a importância da língua de sinais, culminaram na oficialização das Línguas de Sinais – LS em diversos países.

No Brasil, a comunidade surda recebeu o reconhecimento de sua língua: oficialmente por meio da Lei federal nº 10.436, de 24 de abril de 2002.  A Lei Federal nº 10.436 de 24 de abril de 2002 reconhece o estatuto da Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS como língua oficial da comunidade surda brasileira. A Lei Federal nº 10.436 de 24 de abril de 2002 foi regulamentada pelo Decreto nº 5.626 de 22 de dezembro de 2005. As garantias individuais do surdo e o pleno exercício da cidadania alcançaram respaldo institucional decisivo com a Lei Federal nº 10.436 de 24 de abril de 2002. A Lei Federal nº 10.436 de 24 de abril de 2002 além de reconhecer a LIBRAS como língua, faz implicações para a divulgação e ensino, para o acesso bilíngue à informação em ambientes institucionais e para a capacitação dos profissionais que trabalham com os surdos.

No caso do Surdo, podemos constatar as diferenças nos aspectos de comportamento linguístico, de valores e atitudes, em que a surdez não é vista como uma doença, mas como diferença; de estilos cognitivos gerados por uma perda auditiva que faz com que o Surdo tenha uma forma diferente de perceber o mundo, de práticas sociais que se estabelecem pela via visual e ter em uma língua visual espacial sua língua natural (primeira língua). A língua da comunidade surda é a Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS.Direito este garantido pelo Decreto no. 5626/05, que regulamenta a Lei de Oficialização da LIBRAS de no. 10.436/02 e a Lei de Acessibilidade de no. 10.098/00.

A trajetória histórica da Educação dos surdos no Brasil já passou por várias fases. No decorrer dos anos foi possível perceber as contribuições e avanços para a comunidade surda, pais e profissionais envolvidos neste processo. A educação dos surdos no Brasil foi sendo registrada por avanços que podem ser conferidos por meio dos diversos instrumentos legais que amparam e regulamentam esta questão, como é o caso da oficialização da Libras como a primeira língua para o surdo, por meio do Decreto 5.626/2005.

O CONGRESSO DE MILÃO

Ocorrido de 6 a 11 de setembro de 1880, na cidade de Milão na Itália, teve um grande impacto na vida e na educação dos surdos. Diretores renomados de escolas da Europa propuseram proibir o uso da língua de sinais e priorizar um trabalho educacional com a língua oral, o que representou, segundo Skliar (1997, p.75), não o começo da ideologia oralista, mas a sua legitimação oficial.

O desenvolvimento da criança surda com enfoque no desenvolvimento da linguagem e cognição” de acordo com Brito (1993 apud GOLDFELD, 2002, p.45) se a criança surda não for exposta à língua de sinais desde seus primeiros anos de vida sofrerá várias consequências.


  • Não controla seu próprio comportamento e o ambiente.

  • Não supera a ação impulsiva.

  • A criança surda perde a oportunidade de usar a linguagem, senão o mais importante, pelo menos um dos principais instrumentos para a solução de tarefas que lhe apresentam no desenvolvimento da ação inteligente

O desenvolvimento da criança surda com enfoque no desenvolvimento da linguagem e cognição”, sobre as semelhanças e diferenças no processo de aquisição da linguagem e estruturação do pensamento em crianças surdas e ouvintes. A grande diferença no processo de aquisição da linguagem entre crianças surdas e ouvintes está justamente na modalidade de língua a qual está criança é exposta. A linguagem, além da função comunicativa, exerce também a função de estruturação do pensamento. Bebês surdos só aprenderão de forma natural e espontânea uma língua de modalidade viso-espacial que respeita sua experiência visual e sua especificidade linguística.

A Língua de Sinais é conhecida como a forma mais expressiva das comunidades surdas e pode atuar de forma significativa e decisiva no processo de emancipação, pois ao interagir com o mundo, ao realizar-se no diálogo os indivíduos Surdos podem trocar experiências, expressar seus desejos, anseios e necessidades e isso significa construir e compartilhar para um mundo melhor, a língua de sinais seria a única língua que o surdo poderia aprender de forma natural e espontânea a ponto de dominá-la plenamente.

A Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS é a língua de sinais utilizada pelos surdos dos centros urbanos, mas além dela, há registros de uma outra língua de sinais utilizada no Brasil pelas comunidades indígenas do estado do Maranhão, Urubus Kaapor LSUK.A maneira como as pessoas de regiões diferentes enxergam o mundo, ainda que num mesmo país, difere em muito. A bagagem sociocultural de cada indivíduo e sociedade interferem na criação e produção de um sinal, desse modo um sinal pode variar de uma região para a outra, no mesmo país, variação regional.

 

FONOLOGIA DAS LÍNGUAS DE SINAIS

É o ramo da linguística que objetiva identificar a estrutura e organização dos constituintes fonológicos, propondo modelos descritivos e exploratórios. A primeira tarefa da fonologia, para as línguas de sinais, é determinar quais são as unidades mínimas que formam os sinais. A segunda tarefa é estabelecer quais são os padrões possíveis de combinação entre essas unidades e as variações possíveis no ambiente fonológico.

(1) Configuração de mão- Trata-se da forma que a mão assume durante a realização do sinal.

(2) Locação ou Ponto de articulação- Trata-se da área no corpo em que o sinal é realizado O sinal em LIBRAS pode ser realizado na região do espaço diante do corpo, próximo à cabeça, ao tronco, braços, pernas ou na própria mão.

(3) Movimento- Trata-se do deslocamento da mão no espaço, ou seja as mãos do enunciador representa o objeto enquanto a área em torno do corpo do enunciador é o espaço em que o movimento se realiza.

A partir do convívio com crianças ou adultos experientes em língua de sinais a criança poderá desenvolver com maior facilidade e naturalidade sua língua natural. A criança surda tenha a oportunidade de se desenvolver de forma paralela aos adultos fluentes, estar-se-á respeitando sua língua e o direito de serem parte integrante e participativa de nossa sociedade, que é muito importância para o desenvolvimento da identidade, na comunidade a língua de sinais ocorre de forma espontânea e efetiva. Os adultos são pessoas que já vivenciaram vários tipos de experiências, sua bagagem intelectual vai ser maior e em resultado disso, poderá expandir a sua linguagem de sinais, este convívio é     importante para a criança surda, pois como sujeito, cresce, desenvolve, amadurece, construí e constitui inserido numa língua própria e natural. Então, quando você coloca uma criança para trocar ideias com um adulto, você possibilita a criança a aprender os novos gestos dos adultos. A partir do exposto a criança se sentirá membro ativo e participante do espaço em que convive e ainda uma pessoa capaz de interagir e obter independência e autonomia própria.

A Língua de Sinais é conhecida como a forma mais expressiva das comunidades surdas e pode atuar de forma significativa e decisiva no processo de emancipação, pois ao interagir com o mundo, ao realizar-se no diálogo os indivíduos Surdos podem trocar experiências, com oportunidade de trocas culturais e de união em torno de um mesmo foco, expressar seus desejos, anseios e necessidades e isso significa construir e compartilhar para um mundo melhor, garantindo o direito à comunicação, promovendo o entrosamento à cultura e à língua de sinais como pauta central de sua existência. Oviedo (1996), "língua" designa um específico sistema de signos que é utilizado por uma comunidade para se comunicarem. Já "linguagem" está relacionada à capacidade da espécie humana para se comunicar através de um sistema de signos; é a capacidade humana de criar e usar as línguas e que, conforme Vygotsky tem papel essencial na organização das funções psicológicas superiores. Daí que resulta ser inapropriado utilizar o termo "linguagem" para designar a língua de uma comunidade, no caso a da comunidade surda, a Língua de Sinais.

A discussão sobre o tema da Lei de Libras é de sumária importância para a uniformatização de uma sociedade democrática de direito. Ao se realizar uma análise precisa das atuações da lei de Libras, e sua vigência e aplicabilidade observou-se que apesar dos impásseis com respeito as diferenças os desafios a atuação educacional da Libras estão sendo superados e enfrentados de forma eficaz.  

A gestão educacional pontuada para resultados eficazes passa pelo ensino e vivencia cotidiana, deparando-se no contexto analisado com professores que buscam sempre dar o melhor para seus alunos com a consciência de melhorar a técnica de ensino de Libras numa abordagem de qualificação, ao aperfeiçoamento a fim de que realize sua função da melhor maneira com o intuito de melhores resultados do educando.                       

CONCLUSÃO:

A inclusão leva a reconhecer a importância da LIBRAS no âmbito escolar, profissional e da sociedade em geral, no estudo realizado foram abordadas importantes considerações teóricas relacionadas as contribuições da lei 10.436 essas contribuições se tornaram necessários para dar sustentabilidade às nossas análises, e em particular, à importância da língua de sinais para o surdo, dentro do contexto social, profissional e educacional.

Os movimentos de resistência dos surdos à oralização tornou-se evidente após o fracasso das práticas oralistas e às pesquisas científicas, comprovando a importância da língua de sinais, culminaram oficialização da Língua de Sinais – LS.O reconhecimento da LIBRAS como primeira língua da comunidade de surdos está amparada pela Lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002. A Lei foi criada devido à luta pela conquista de direitos dos surdos em espaços de cidadania a exemplo de: escola, sociedade, igreja e outros que os levem a adquirir independência.    

A abordagem do tema possibilitou uma análise atual e inovadora em relação à temática indicada, é comumente visto em contextos da sociedade e pode, portanto, constituir um importante elemento de reflexão para a sociedade, fortalecer as conquistas e buscar novos rumos através de experiências concretas para a otimização de atividades educacionais no ensino sempre será um desafio.    

Espera-se que no futuro o valor das pessoas surdas, seja ainda mais reconhecido além de que a atuação atualmente delimitada ao contexto dos surdos ainda possa ser mais efetivada de forma global e irrestrita. Que não fique somente nas legislações, posto que os mesmos já perderam muito do seu tempo sendo segregados durante anos a fio em escolas especializadas, que só serviram de pano de fundo para a grande discriminação que assola o país, além de não acrescentar nada ao processo de desenvolvimento do surdo enquanto pessoa ou como cidadão.                                                                                                             

O exercício da lei vem sendo efetivado atualmente, o que mostra um avançar  na produção legal realizada por parâmetros estabelecidos pela criação de uma sociedade democrática de Direito onde o bem estar social é o foco primordial, porém propõe-se ainda maiores discussões futuras sobre o assunto que por si só trás a necessidade de analises constantes para entendimento e efetividade do cumprimento legal.                                                                       

  

REFERÊNCIAS:

BRASIL.
Constituição da República Federativa do Brasil. Brasília, Senado Federal, Centro Gráfico, 1988.


BRASIL.
Ministério da Educação. Secretaria de Educação Especial. Lei Nº. 10.436, de 24 de abril de 2002. Dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS e dá
outras providências.
GOLDFELD, Márcia. A criança surda: linguagem e cognição numa perspectiva sócio- interacionista. São Paulo: Plexus, 1997
GOLDFELD, Márcia. A criança surda: linguagem e cognição numa perspectiva sócio interacionista. São Paulo: Plexus, 1997.

PEREIRA, Maria Cristina da Cunha et al. Libras: conhecimento além dos sinais. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2011.


QUADROS, Ronice Müller de. Estudos surdos I. – Petrópolis, RJ: Arara Azul, 2007.
SKLIAR, Carlos. A Surdez: um olhar sobre as diferenças. Porto Alegre: Editora Mediação, 1998.
LEGISLAÇÃO DE LIBRAS.Linguagem Brasileira de Sinais. Disponível em: www.libras.org.br/leilibras.htm. Acesso: 21/02/2011
QUADROS, Ronice Muller. Educação de surdos. Porto Alegre: Artes Médicas, 1997.
REILY, Lúcia. Escola Inclusiva: linguagem e mediação. Campinas, SP: Papirus, 2004.
SKLIAR, Carlos, Educação & exclusão: abordagens sócioantropológicas em educação especial. Porto Alegre: Editora Mediação, 1997
SOARES, Maria Aparecida Leite. Educação do Surdo no Brasil. Campinas: Autores associados, 1999.


REFERÊNCIAS

(EXEMPLOS DE COMO ORGANIZAR A BIBLIOGRAFIA)

SOBRENOME, NOME DO AUTOR. TÍTULO DA OBRA. EDIÇÃO. CIDADE: EDITORA, ANO DE PUBLICAÇÃO.

AAKER, DAVID AUSTIN. CRIANDO E ADMINISTRANDO MARCAS DE SUCESSO. SÃO PAULO: FUTURA, 1996.

ALVES, MARIA LEILA. O PAPEL EQUALIZADOR DO REGIME DE COLABORAÇÃO ESTADO-MUNICÍPIO NA POLÍTICA DE ALFABETIZAÇÃO. 1990. 283 F. DISSERTAÇÃO (MESTRADO EM EDUCAÇÃO) - UNIVERSIDADE DE CAMPINAS, CAMPINAS, 1990. DISPONÍVEL EM: . ACESSO EM: 28 SET. 2001.

ANEXOS



(CASO O ALUNO TENHA ALGUMA IMAGEM OU FOTO PARA ANEXAR UTILIZE ESSA ETAPA DO TRABALHO, CASO NÃO POSSUA IMAGENS, É SÓ DESCARTAR ESSA ETAPA.)




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