A seguir, em novembro no cine-teatro de estarreja


ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS



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ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS

Adaptação do conto de Lewis Carroll

Encenação: Paula Alexandra Carreira

Elenco: Sofia, Ana Luís, Maria João, Raquel, Ana Carolina, Rita, Pedro, Barbara, Guida, Alba, Carolina, Renata, Inês Araújo, Sara, Beatriz, Pedro, Beatriz Cabral, Maria José, Margarida Sá, Filipa.


Alice era uma menina com muita imaginação. Cansada de ouvir histórias de um livro sem imagens e interesse, fechou os olhos... assim podia deixar vaguear a imaginação, liberta do controle dos mais velhos. Começou a pensar se ia fazer um colar de margaridas, quando, de repente, um coelho branco passou a correr junto dela. No início, não achou nada de extraordinário nisso, só quando o coelho tirou o relógio do bolso é que lhe veio à ideia que nunca antes vira um coelho a tirar um relógio do bolso. Correu atrás dele e quando deu por si parecia ter caído num poço onde só existiam portas e uma única chave. Encontrou um jardim... Ela não sabia era que a partir desse momento, entrara noutro mundo. Um mundo onde os animais podiam falar, onde existia uma lagarta conselheira, um exército de cartas, que iria ter de combater, o gato alegre, o Chapeleiro louco…um mundo maluco onde tudo é e o que não é.

SEX 19 NOV 21H30

MÚSICA | 1.ª PLATEIA 30€ | 2.ª PLATEIA E BALCÃO 20€

75 ANOS DA SCME | 90MIN. | M/3

CONCERTO A FAVOR DAS OBRAS ASSISTENCIAIS DA SANTA CASA DA MISERICÓRDIA DE ESTARREJA

CANTAR DE AMIGOS


POR VITORINO E CARLOS TAVARES
Vozes: Vitorino e Carlos Tavares (e convidados surpresa)

Piano: Sérgio Costa

Saxofone, clarinete: Daniel Salomé

Trompete: Tomás Pimentel

Bateria: Rui Alves

Baixo: Pedro Pinto

Guitarra Acústica: Carlos Salomé

Organização: SCME


Um dueto com um dos melhores cantores/autores portugueses e um estarrejense amante da música que volta ao Cine-Teatro ao fim de 40 anos!
Um espectáculo original de amigos para amigos com algumas das mais belas melodias de Vitorino, a par de originais de Carlos Tavares e de temas clássicos da música portuguesa com novas interpretações.
E tudo com belos poemas de alguns dos nossos melhores poetas!

SEX 19 NOV 23H00

MÚSICA | BAR CTE 2€ CONS.MÍNIMO | ENTRADA LIVRE PARA ESPECTADORES DE CANTAR DE AMIGOS

FOLK | ELECTRÓNICA | PERFORMANCE | 60 MIN. | M/3

OUTONALIDADES 2010

A CHARANGA


ELECTRÓNICA CÁ DA TERRA
[site oficial] http://charangacharanga.net/

[myspace] myspace.com/charangapt

[youtube] http://www.youtube.com/watch?v=y2w8WvfWR5I

[vídeo] http://vids.myspace.com/index.cfm?fuseaction=vids.individual&videoid=102511481

Composição, arranjos, voz, sintetizadores e instrumentos vários: Francisco Gedeão

Composição, arranjos, violino, sintetizadores: Alberto Baltazar

Gaita-de-Fole, encenação: Quim Ezequiel


Unindo as tecnologias digitais às raízes tradicionais, a Charanga é um projecto de música electrónica popular. Cada espectáculo é uma performance entre o rural e a era global.
A Charanga é música e performance, portuguesa e internacional, moderna e antiga, revolucionária e tradicional, rural e cosmopolita, analógica e digital, festiva e introspectiva, orgânica e maquinal.
A Charanga é um projecto de música electrónica fortemente ligado às raízes da cultura popular portuguesa, mais concretamente à “folk” nacional, que despertou tanto interesse em notáveis músicos, historiadores e investigadores, como Michel Giacometti, José Alberto Sardinha, Fernando Lopes Graça, Jorge Freitas Branco, entre outros.
Na Charanga, somos nós próprios, ao mesmo tempo que somos aquilo que nos moldou até ao que representamos. Presta-se homenagem às nossas origens, convidando a música tradicional para que ajudar a criar obra própria. Abraçam a essência da cultura popular, nos seus hábitos instintivos, na sua abordagem directa à criação e execução musical, fazendo uso, como no passado, das ferramentas disponíveis. Na era digital e cultura actual, usam computadores, beatboxs, sintetizadores, ferramentas virtuais e influências musicais globalizadas, mas também o Bombo, a Gaita-de-Fole, o violino, a D. Ermelinda que canta a moda da Ceifa, os Adufes e as construções melódicas, harmónicas e rítmicas do Cancioneiro.
E, como não podia deixar de ser, a Charanga é e faz tudo isto segundo as lições do povo, que rima para recordar e representa para comunicar, materializando as suas actuações em espectáculos multidisciplinares que combinam a música com a performance e a ilustração visual videográfica.

BIOGRAFIA
A Charanga é o Francisco Gedeão, o Alberto Baltazar e o Quim Ezequiel. Conheceram-se no 14º Festival de Grupos Folclóricos de Freixo-de-Espada-à-Cinta. Alberto tinha conseguido uma extraordinária máquina moderna de fazer música e viu em Francisco um companheiro com quem partilhar o segredo. Quando experimentavam o objecto avançado, Quim passava pelas redondezas, com sua Gaita-de-Fole, e, incontrolavelmente atraído pelos sons da máquina, deu consigo numa cave escura, longe de olhares críticos, com dois estranhos hipnotizados pelo processo criativo. Desde então tocam juntos, evangelizando o povo com a sua mensagem transtemporal.
Francisco Gedeão vem do litoral norte do país, da freguesia de Aradas, onde cresceu e aprendeu a dança folclórica na Casa do Povo de Aradas, único espaço cultural da localidade.
Contudo, o apreço pela arte da dança não era suficiente para esconder a sua verdadeira paixão pela música, mas o grupo folclórico de Aradas nunca o deixou tocar nada, a não ser ferrinhos, e Francisco seguiu a sua carreira num pranto de frustração até ao dia em que encontrou os dois amigos com quem veio a fundar a Charanga. Francisco ainda não descobriu o seu instrumento, mas pelo menos os amigos deixam-lhe tocar o que ele quiser, desde que não faça muito barulho.
Alberto Baltazar é da beira interior. Não sabe uma palavra de mirandês, a não ser as que são idênticas ao português, mas é dotado nas artes do contrabando. Durante anos, acompanhava o Grupo de Cantares de Almeida, tocando violino. Um dia, foi com seu pai à cidade grande para que este pudesse comprar uma ceifeira mecânica, mas Alberto, à revelia de seu pai, trocou vários volumes de tabaco espanhol, charutos cubanos e caixas de torrão de Alicante, por uma máquina extraordinária de fazer música que encontrou numa outra loja. A sua vida mudou para sempre, sobretudo quando conheceu Francisco e Quim e se juntou à Charanga.
Quim Ezequiel é do nordeste transmontano, filho de um gaiteiro muito conhecido em Trás-os-Montes. Tocando caixa e bombo, acompanhava seu pai em romarias pela região, percorrendo procissões e festas pagãs. Assim, durante anos, aprendeu a arte da gaita. Era feliz e seu pai generoso, agarrando no bombo muitas vezes para que Quim mostrasse o seu talento no aperto do saco de ar. Um dia, numa dessas muitas romarias, um careto enraivecido levou-lhe oprogenitor e deixou-o órfão. Desde então que vagueia pelo mundo, de gaita arrumada debaixo do braço à espera de “...encontrar a máscara que matou meu pai e vingar-me com uma bordoada...”
CURRÍCULOS (resumo)

Francisco Gedeão é Rui Aires, vive em Madrid, é educador ambiental e biólogo, músico compositor freelance para media, vídeo e cinema independente, responsável pelo projecto Goobio Memory Recordings, membro da Essay Collective. Co-produtor (responsável técnico) do evento itinerante El Globo de Juan, evento que reúne artistas ibéricos das mais variadas áreas e que vai já para a sua 3ª edição. É o fundador da Charanga. Na Charanga é responsável pela composição dos temas, voz, instrumentos vários e maquinaria digital. www.goobiomusic.net
Alberto Baltazar é André Neto, vive em Lisboa, é músico compositor e engenheiro de som freelance para media, new media, vídeo e cinema independente, bem como para a indústria musical, e lecciona nas áreas de som e música. É responsável pelo projecto Yellow Bop Records, netlabel pessoal e prestadora de serviços no sector áudio profissional e produção musical. Na Charanga é responsável pela composição dos temas, execução do violino e maquinaria digital. www.yellowboprecords.com
Quim Ezequiel é João Cleto, vive em Almada, é engenheiro do ambiente, actor e encenador de teatro amador, com sucessos vários no circuito do teatro universitário. Faz parte da Associação de Gaiteiros e trabalha junto da produção de espectáculos de música tradicional e world music. Na Charanga é responsável pela encenação dos espectáculos e execução da gaita de fole.
Rui Pereira é designer interactivo e artista visual, vive em Lisboa, Porto, Bragança, Nova Iorque, Hong-Kong, Cidade do México ou Chicago, dependendo do interface e/ou instalação interactiva em que estiver a trabalhar. Na Charanga é responsável pela criação, manipulação e/ou subversão da projecção vídeo com o seu VJ Deck pessoal e intransmissível, Looop-R. www.ruxwerx-here.net
Miguel Mateus é técnico de som e vive em Elvas. Ele tem 26 anos, a sua carreira como técnico de frente tem 10. Como isso lhe deve parecer pouco, decidiu fundar uma produtora audiovisual, com incidência na produção de videoclips, que gere em sociedade. Não conhece a palavra impossível e é exímio na arte de resolver. Na Charanga é responsável pelo som de frente nas actuações do projecto.
Colaboradores:

Hugo Neto é arquitecto e artista gráfico, vive em Lisboa e gosta de trair a profissão com fotografia, design de equipamento, ilustração e tipografia. Na Charanga, colabora elaborando as artes gráficas que ilustram as edições e o site.

Paulo Azevedo é designer gráfico e Web designer, vive no Porto, trabalha em regime freelance, com portfolio tão excessivo como a sua creatividade, desenhou o site da Yellow Bop Records que lhe valeu uma entrada directa na 6ª edição do Web Índex, publicação internacional que compila sites de referencia gráfica. Na Charanga, colabora na implementação e programação web.wk.essaycollective.org

SÁB 20 NOV 21H30

VARIEDADES | 5€

M/3




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