A seguir, em novembro no cine-teatro de estarreja



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PAISAGENS EM TRÂNSITO


CIRCOLANDO [PROJECTO SATÉLITE]
Criação e Interpretação: Patrick Murys

Colaboração na Encenação e Dramaturgia: André Braga e Cláudia Figueiredo

Composição Musical: Luís Pedro Madeira e Isabelle Fuchs

Adereços, Marionetas E Figurinos: Sandra Neves

Cenografia: Carlos Pinheiro com a colaboração de Nuno Guedes Desenho de Luz: Cristóvão Cunha com a colaboração de Pedro Fonseca

Agradecimento Especial: Luciano Amarelo (Direcção de Actor)

Operação Luz e Som: Pedro Fonseca

Execução de Figurinos: Alexandra Barbosa

Direcção de Cena: Cláudia Santos

Produção / Produção Executiva: Ana Carvalhosa e Cláudia Santos / Corropio

Design Gráfico: João Vladimiro

Fotografias: João Vladimiro e Stratos Ntontsis

Agradecimento: Leonor Barata e Léonard

Co-Produção: Município do Fundão e Moagem – Cidade do Engenho e das Artes

Apoios: Iefp/Cace Cultural, Association Inti, Mafia, Ócios E Ofícios, O Teatrão

A Circolando é uma estrutura financiada pelo Ministério Da Cultura / Direcção Geral Das Artes
No átrio de uma estação de comboios imaginária, há um homem carregado de malas. Viajante sem destino com uma história guardada na bagagem.

O comboio não chega. Desesperado, o homem abre uma mala atrás da outra, revelando pedaços da sua vida. Badalos, farda de combate, palha, terra, paisagens da memória aos poucos descobertas no fundo de cada mala.


A linha de comboio une as pontas à história. Começa no mesmo ponto onde termina. Pelo meio atravessa, invisível, o mundo interior do viajante. Será mesmo um viajante? O condutor do comboio? O guarda da estação? Personagens que nos ajudam a construir o nosso próprio comboio e seguir viagem.
Desenvolvendo as linguagens do teatro de marionetas e do objecto, do teatro físico, a temática do exílio surge neste solo como centro de interrogações.

A COMPANHIA

Circolando desenvolve a sua actividade desde 1999. A criação e difusão de espectáculos constituem os objectos nucleares do projecto. De modo complementar, promove também ateliers de formação em diversos campos artísticos. Recentemente, a realização e edição vídeo vêm abrindo novos campos de expressão e experimentação. Em 2006 surgiu na Circolando a ideia de apoiar projectos da autoria de colaboradores regulares da companhia com quem existe uma profunda identificação artística. Este apoio reflecte-se a nível artístico com o acompanhamento à encenação e à dramaturgia, mas também a nível da produção, promoção e construção plástica. A estes projectos chamamos Projectos-Satélite. Depois de “A Galinha da Minha Vizinha”, damos um novo impulso a esta vertente com o espectáculo “Paisagens em Trânsito” procurando diversificar a oferta de espectáculos em repertório.

BIOGRAFIA PATRICK MURYS

Nasceu em Grenoble em 1974. Desde 2005, é colaborador assíduo da Circolando integrando os elencos de “Charanga”, “Cavaterra”, “Quarto Interior” e “Mansarda”. Do seu percurso de intérprete, refere a participação nas encenações de G. Desarthe e Shiro Daimon e o trabalho com as companhias M. Véricel, Des Yeux Gourmands e Le Groupe O. Destaca ainda a participação entre 2000 e 2008 em todas as criações da companhia de teatro de objectos Turak. Da sua formação recente, releva a frequência do curso de Clown no Centre National des Arts du Cirque dirigido por P. A. Sagel e os estágios com Joseph Nadj, Thierry Bäe e Alexandre Perrugia.

SÁB 06 NOV 23H00

MÚSICA | BAR CTE 2€ CONS.MÍNIMO

MÚSICA POPULAR PORTUGUESA | 75 MIN. | M/3

OUTONALIDADES 2010

A PRESENÇA DAS FORMIGAS



[myspace] www.myspace.com/apresencadasformigas

[youtube] http://www.youtube.com/watch?v=j0Vm0W0DHHQ

Guitarras, guitarra portuguesa, oud, voz: André Cardoso

Piano, acordeão, voz: Filipa Meneses

Bateria, percussão popular: Luís Arrigo

Violino, bandolim, voz: Manuel Maio

Baixo eléctrico, contrabaixo, viola braguesa, voz: Miguel Cardoso

Voz: Teresa Campos

Flautas doces, percussão: Cecília Peçanha


Há um novo carreiro na música portuguesa. Com uma arquitectura musical imaginativa, sete formigas e quinze instrumentos fazem a Presença em palco.
A Presença das Formigas reúne músicos de três países diferentes, mas a música que faz é, na sua essência, Portuguesa. Esta inspira-se na Música Tradicional Portuguesa, nos seus tesouros anónimos, mas também no trabalho daqueles que à sua maneira e como ninguém elevaram essa mesma música a um grau de sofisticação inédito, os da chamada Música Popular Portuguesa (MPP).
A música da Presença das Formigas nasce então da admiração e respeito pelo referido património e da atracção irresistível pela inovação, pela escolha de caminhos menos óbvios, ou carreiros, já que de formigas falamos...
Biografia:
Foi em finais de 2007 que seis músicos, na sua maioria com o curso superior de música e com experiência nas áreas do jazz e músicas do mundo, se juntaram com o objectivo de criar um reportório de temas originais, inspirados na música tradicional e popular portuguesa. Repertório esse, que sem se descaracterizar fosse permeável a influências de outros géneros musicais. Assim nasceu A Presença das Formigas.

Em Agosto de 2008 foi feita a primeira experiência ao vivo, num concerto acolhido com muito entusiasmo por parte do público e da entidade organizadora.

Depois desta primeira experiência o grupo voltou à sala de ensaios para expandir e aperfeiçoar o seu reportório.

Gravou entretanto o EP homónimo que foi editado em Março de 2009 e reatou as actuações ao vivo.

Em Abril de 2009 a Presença das Formigas chegou à final do Festival Cantar Abril nas duas modalidades a concurso e venceu o Prémio Zeca Afonso - melhor interpretação e música original - com o tema “O Rei”.
Sobre os músicos:
André Cardoso - Guitarra / Voz

Nasceu em Coimbra em 1980.

Ingressou na Universidade de Aveiro no curso de Licenciatura em Ensino de Música no instrumento específico de guitarra clássica. É docente de guitarra clássica no Conservatório de Música de Viseu.
Filipa Meneses - Piano / Voz

Nasceu em Tondela em 1984.

Ingressou na Escola Superior de Música e das Artes do Espectáculo de Porto (ESMAE) onde concluiu a licenciatura em piano na classe da Prof. Madalena Soveral em 2008.
Luís Arrigo – Bateria / Percussão

Nasceu no Brasil em 1969.

No ano de 2002 é contemplado com uma bolsa de estudo pela Fundação Vitae para aperfeiçoar os estudos com o Prof. Miguel Bernat na Escola Superior de Música e das Artes do Espectáculo no Porto, Portugal e conclui o curso de Licenciatura em Percussão em 2004. Desde Abril de 2003 é membro do Grupo Drumming de Percussão com Direcção de Miguel Bernat. Actualmente é professor de percussão da Academia de Vilar do Paraíso, Academia de Gulpilhares e Academia de Espinho.
Manuel Maio - Violino / Bandolim / Voz

Nasceu na Póvoa de Varzim em 1982.

Concluiu a licenciatura em violino na Escola Superior de Música e das Artes do Espectáculo do Porto (ESMAE) em 2006. No ano lectivo 2006/2007 estudou jazz/improvisação no Centre des Musiques Didier Lockwood (CMDL) em França. Integrou o Quarteto Verazin, quarteto de cordas residente do Festival Internacional de Música da Póvoa de Varzim (2006-2008).
Miguel Cardoso – Baixo / Contrabaixo / Voz

Nasceu em Tondela em 1980.

Completou a licenciatura em Medicina Dentária em 2004 e o mestrado em Patologia Experimental em 2007 pela Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra.

Frequenta o curso de Contrabaixo no conservatório de música de Coimbra.
Paulo p. Gonzalez - Flautas / Gaita / Sanfona.

Natural de Vigo.

Concluiu a licenciatura em flauta de bisel na Escola Superior de Música e das Artes do Espectáculo do Porto (ESMAE) em 2007.

DOM 07 NOV 16H00

DANÇA | 2,5€ | ENTRADA LIVRE DE UM ACOMPANHANTE ADULTO POR CRIANÇA

EVENTO INFÂNCIA / FAMÍLIA [1.º DOM. MÊS] | 40MIN. | M/6

APRESENTAÇÃO CO-FINANCIADA PELA UE/ FEDER, QREN, MAIS CENTRO, INALENTEJO, POR LISBOA, O NOVO NORTE

MATRIOSKA


MATERIAIS DIVERSOS
[Site Oficial] www.materiaisdiversos.com

Direcção e Coreografia: Tiago Guedes

Interpretação: Francesca Bertozzi, Pietro Romani

Cenografia e Figurinos: Catarina Saraiva

Sonoplastia: Sérgio Cruz

Música: Sérgio Cruz, a partir da Sinfonia N.º1 em D Menor Opus 13 de Rachmaninov

Desenho De Luz: Mafalda Oliveira e Tiago Guedes

Produção: Materiais Diversos

Co-Produção: Le Vivat, Armentières (França), Centro de Pedagogia e Animação (CPA) do Centro Cultural De Belém, Lisboa (Portugal), Re.Al, Lisboa (Portugal)

Apoio: Re.Al e Atelier Re.Al


Este dueto tem como público-alvo crianças de 6-10 anos. O tema principal é a descoberta - descoberta do “Outro”, mas também descoberta de novos significados perante as coisas que nos rodeiam. A peça está baseada numa narrativa cuja estrutura é ritmada por sucessivas transformações cenográficas.
Matrioska parte da ideia que existem muitas camadas sobrepostas nas coisas que vemos. Muitas vezes o que vemos à frente dos nossos olhos não é mais do que uma primeira imagem, a mais imediata de muitas outras que estarão por trás dela.
Esta Matrioska, em vez de ser uma grande boneca com outras similares lá dentro (tal como a famosa boneca russa), é uma espécie de lugar que, devido ao seu dispositivo, permite trabalhar dentro, fora, atrás, à frente, escondido e à vista, fazendo com que diferentes camadas da realidade se descubram umas às outras numa espécie de caleidoscópio de imagens e situações. É este descobrir constante que se quer passar às crianças, este ficar curioso pelas imagens que se apresentam e pelas suas mutações.
O que estará atrás daquilo? Dentro disto? O que é aquela sombra? Estará alguém dentro dela? Que língua canta esta cantora? O que se esconde debaixo desta forma?
Matrioska é um enigma do princípio ao fim, com questões que são levantadas, umas respondidas outras não, e acima de tudo, no final são as crianças a construir a sua própria história.
Dão-se os elementos e os ingredientes, muitas vezes sem qualquer ordem aparente, às crianças cabe o desafio de os organizar como quiserem.

DESVENDAR O GESTO
Pensar que as peças para crianças devem partir de uma didáctica é não só redutor mas impeditivo de uma verdadeira formação intelectual. Coloca-se uma importante questão: que criança estaremos a formar?

Almada Negreiros dizia que “uma criança é apenas um adulto de olhos abertos”. Sugerir em vez de explicar pode ser a fórmula indicada, mesmo que obrigue à existência de zonas cinzentas de compreensão. A criação em dança é ainda mais particular já que nela se impõe a tomada de consciência, pela criança, de que tem um corpo. E a cenografia trabalha a compreensão e um universo por vezes apenas sensorial e abstracto. É neste campo da descoberta que se enquadra Matrioska, primeira peça infantil de Tiago Guedes, cujo trabalho geral parte de questões e hipóteses sobre o tempo coreográfico e a procura de um lugar para o corpo. (…)
Tiago Bartolomeu Costa, Crítico de dança pelo Jornal Público, Em 05-03-2007

TER 09 NOV ~ SÁB 13 NOV





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