A seguir, em novembro no cine-teatro de estarreja



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JOSÉ MÁRIO BRANCO



[myspace] www.myspace.com/josemariobranco

Voz e Guitarra: José Mário Branco

Técnico de Som: José Martins

Técnico de Luz: Paulo Mendes



José Mário Branco é um dos autores-compositores-intérpretes que, na esteira de José Afonso, renovaram a canção portuguesa nos anos 60 e 70. Uma oportunidade rara de assistir a este notável autor, compositor e intérprete, num concerto a solo de carácter intimista.
José Mário Branco está mesmo aqui, a cinco metros de distância, sozinho em palco, acompanhando-se a si mesmo e à guitarra. E durante uma hora e pouco que ali o vemos, sentado num banco e desfiando as suas canções, no público sucedem-se arrepios, risos, lágrimas que não chegam a deslizar cara abaixo por saberem que esse seria o caminho óbvio da tristeza” (...)

Gonçalo Frota, in Blitz


BIOGRAFIA
Nascido no Porto em 1942, filho de professores primários, desde cedo se ligou à música e, mais tarde, ao teatro, cinema e acção cultural (foi autor, compositor e intérprete da música de peças de teatro e filmes, em França e em Portugal (“Liberéz Angela Davis Tout de Suite”, “Fuenteovejuna”, “A Confederação”, “Gente do Norte”, “O Ladrão do Pão”, “Liberdade, Liberdade”, etc). O seu itinerário artístico esteve, além disso, sempre ligado à consciência revolucionária portuguesa e aos diversos movimentos que dela foram nascendo.
Depois de exilado em França e regressado a Portugal, fundou o GAC (Grupo de Acção Cultural) que, entre 1974 e 1977, realizou mais de 500 espectáculos em todo o país e no estrangeiro. Em 1977, integrou a companhia de teatro A Comuna, onde permaneceu, como músico e actor, até 1979 (co-criador de “A Mãe” e “Homem Morto, Homem Posto”, de Bertolt Brecht). Funda em 1979 o Teatro do Mundo, onde exerce uma actividade preponderante.
Alguns anos mais tarde, em 1994, com Amélia Muge e João Afonso, realiza um espectáculo de canções de José Afonso - Maio Maduro Maio que deu origem a um duplo CD ao vivo.
No ano de 1996 foi finalmente editada em CD toda a sua obra até àquele momento, incluindo gravações que há muito andavam dispersas ou fora do mercado.
No ano de 1997, José Mário Branco estreou no Centro Cultural de Belém um novo espectáculo que contou com a participação de vários músicos de renome e ainda do grupo Tetvocal. Na sequência das apresentações realizadas foi editado o duplo CD “José Mário Branco - Ao Vivo em 1997”.

Em 2000, compôs a banda sonora do filme "A Raiz do Coração" de Paulo Rocha. No final do ano foi lançada no mercado a biografia – "O Canto da Inquietação", da autoria de Octávio Fonseca Silva e edição do Mundo da Canção, uma justa homenagem que reúne informação acerca da vida e obra do artista.
O final de 2003 e o início de 2004 foram marcados pelas gravações de um novo trabalho de originais passados que estavam 14 anos sobre a edição de “Correspondências”. “Resistir é Vencer” revelou-nos uma vez mais um compositor ímpar no panorama da música portuguesa.

O disco, lançado no final de Abril, foi aclamado pela crítica especializada e considerado um dos melhores trabalhos discográficos do ano. No princípio de Maio, José Mário Branco juntou-se a um grupo de 40 músicos para apresentar “Resistir é Vencer” nos Coliseus do Porto e Lisboa.

Em 2005, “Resistir é Vencer” foi nomeado para o Prémio José Afonso e no âmbito de algumas apresentações, concebeu e realizou o espectáculo de inauguração do Teatro Municipal da Guarda por altura das comemorações do 25 de Abril.
Em 2006, JOSÉ MÁRIO BRANCO apresentou, na Casa da Música no Porto (a convite de Pedro Burmester), o espectáculo “Mudar de vida”, inserido no ciclo “Música e Revolução”, onde apresentou aquilo que sempre fez nos seus álbuns e espectáculos: uma referência – como alguém escreveu, sempre autobiográfica – ao estado em que, no seu sentir, se encontra a sociedade de que faz parte. Este espectáculo contou com a participação de 8 músicos, bem como, o grupo coral Canto Nono.

Em 2008, desta feita a convite da Culturgest, apresentou o espectáculo “Mudar de Vida 2” com concepção semelhante e o mesmo sentido crítico. Para além do habitual naipe de músicos foram convidados os Gaiteiros de Lisboa e um quarteto de cordas (liderado pelo jovem Luís Morais, concertino e professor em Viena de Áustria).
Paralelamente à sua actividade de autor, compositor e intérprete assina várias produções discográficas nomeadamente para os discos de Camané, Amélia Muge (Taco a Taco) e Canto Nono (O Porto a Oito Vozes), assim como diversas bandas sonoras para peças de teatro e cinema.
Em 2009 abraça o projecto “Três Cantos” ao lado de Sérgio Godinho e Fausto Bordalo Dias que teve o seu culminar em Outubro com 4 espectáculos apresentados no Campo Pequeno, em Lisboa e no Coliseu do Porto, dando origem a um registo em CD e DVD que se manteve no top durante várias semanas após o seu lançamento.

DISCOGRAFIA:

SEIS CANTIGAS DE AMIGO” - EP, 1967; RONDA DO SOLDADINHO - SINGLE, 1969

MUDAM-SE OS TEMPOS, MUDAM-SE AS VONTADES - LP/CD, 1971 *

MARGEM DE CERTA MANEIRA - LP/CD, 1973 *

A CANTIGA É UMA ARMA - LP, 1976 (COLABORAÇÃO); POIS CANTÉ! - LP, 1977 (COLABORAÇÃO)

A MÃE - LP, 1978 *

MARCHAS POPULARES, EP, 1978; GENTE DO NORTE - EP, 1978; O LADRÃO DO PÃO - EP, 1978

SER SOLIDÁRIO - 2 LP, 1982 *

FMI - 12”, 1982 *

S. JOÃO DO PORTO - SINGLE, 1982

A NOITE - LP, 1985 *

CORRESPONDÊNCIAS - LP/CD, 1990 *

AO VIVO EM 1997 - DUPLO CD, 1997

CANÇÕES ESCOLHIDAS 71/97, CD, 1999 (COMPILAÇÃO)

RESISTIR É VENCER, CD, 2004

· REEDITADO EM FORMATO CD EM 1996, EMI
EM COLABORAÇÃO:

MAIO MADURO MAIO - JOSÉ MÁRIO BRANCO, AMÉLIA MUGE E JOÃO AFONSO CANTAM JOSÉ AFONSO - 1995

TRÊS CANTOS – JOSÉ MÁRIO BRANCO, SÉRGIO GODINHO E FAUSTO BORDALO DIAS – 2009

SÁB 30 OUT ~ SEX 03 DEZ

MÚSICA | BAR CTE 2€ CONS.MÍNIMO | ENTRADA LIVRE PARA ESPECTADORES DA SESSÕES DE CINEMA OU ESPECTÁCULOS NA NOITE DOS CONCERTOS

OUTONALIDADES 2010


CIRCUITO PORTUGUÊS DE MÚSICA AO VIVO
[OUT]

30 SÁB 23H | KLEZMER | ÓSMAVATI
[NOV]

06 SÁB 23H | MÚS. POPULAR PORT. | A PRESENÇA DAS FORMIGAS

12 SEX 23H | AFTER-HOURS ESTARREJAZZ | GS QUARTET

19 SEX 23H | FOLK | ELECTRÓNICA | PERFORMANCE | A CHARANGA

26 SEX 23H30 | POP-ROCK | CORSAGE
[DEZ]

03 SEX 23H00 | FOLK CELTA | ICON VADIS

SÁB 30 OUT 23H00

MÚSICA | BAR CTE 2€ CONS.MÍNIMO

KLEZMER | 60 MIN. | M/3

OUTONALIDADES 2010

ÓSMAVATI



[myspace] myspace.com/osmavati

[youtube] www.youtube.com/watch?v=TAA9X_Lb0ds

[youtube] www.youtube.com/watch?v=13-1UwX2TBs

Clarinetes: Óscar Saraiva e Manuel Lemos

Violino: José Luís

Clarinete baixo: Tiago Soares

Percussões: André Perez

Bateria: Leandro Teixeira


Improvisação e liberdade em palco são sinónimos de Ósmavati. Com a sua alegria contagiante fazem-nos viver e sonhar em ambientes de carácter festivo, onde a qualidade de execução se funde com sonoridades estonteantes e imprevisíveis!
Apesar de ser um grupo recente, já participou em bastantes concertos e festivais por todo o país, destacando-se o Festival Andanças 2008 e o concerto no programa da RTP, Portugal no Coração.

Foi ainda uma das 25 bandas seleccionadas para participar no Termómetro 2008 num lote de 365 bandas inscritas.
Com uma cultura técnica e musical apurada, o grupo Ósmavati promete um grande ambiente musical e muita interacção com o público, onde o convívio e a alegria klezmer são o mais importante!

DOM 31 OUT 22H00

MÚSICA | 8€

BILHETES À VENDA NO LOCAL, EM CTE.BILHETEIRAONLINE.PT E NAS LOJAS FNAC

ROCK’N’ROLL | M/3

HALLOWEEN NIGHT COM


OS PONTOS NEGROS



[myspace] www.myspace.com/ospontosnegros

Guitarra, Voz, Coros: Jónatas Pires e Filipe Sousa

Bateria, Coros: David Pires

Orgão, Pandeireta, Coros: Silas Ferreira

Os Pontos Negros tornaram-se um fenómeno de enorme popularidade e o seu álbum de estreia, Magnifico Material Inútil, foi considerado por várias publicações como um dos melhores discos do ano de 2008.
Apresentam-se agora no CTE numa invulgar Halloween Night com o segundo álbum Pequeno-Almoço Continental, um “magnifico material” que de “inútil” nada tem.


Isto só podia ser deliciosamente adolescente.
Os Pontos Negros aparecem com esta coisa bilingue: um roque enrole que, ora se canta em português, ora dá vontade de assobiar. Naturalidade da melodia, simples alegria de se fazer música: isto só podia ser deliciosamente adolescente.
Não se sabe ao certo o que contém a água canalizada da linha Sintra, que mutações terríveis são essas nos jovenzinhos expostos ao Locus Horrendus suburbano. Mas em 2005 a “cena de Queluz” pariu o seu derradeiro colosso. Os irmãos Pires - Jónatas e David, bateria e guitarra - deram o primeiro coice. Juntou-se outra guitarra chamada Lipe (ex Comboio Fantasma, Lacraus, Velhas Glórias, Ninivitas,). Mais tarde, um orgão a fazer as vezes do baixo, foi o Silas (Ninivitas) no topo do bolo.
A novidade ponto-negrina tornou-se mel para o melómano Tiago Guillul (que esteve e está em demasiadas bandas para fazer caber neste parêntesis), bem como para toda a restante família Flor Caveira - editora que orgulhosamente acolheu os primeiros registos destes caucasianos Pontos Negros. Num relatório oficial ainda por publicar, consta que há qualquer coisa tragicamente errada em quem não gosta dos Pontos Negros.

Samuel Úria


SEX 05 NOV 22H00

TEATRO | 3,5€ | 2,5€ C/DESC. HABITUAIS

MARIONETAS | TEATRO FÍSICO | 50MIN. | M/8

APRESENTAÇÃO CO-FINANCIADA PELA UE/ FEDER, QREN, MAIS CENTRO, INALENTEJO, POR LISBOA, O NOVO NORTE




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