A pesca do gênero atlantoraja pela frota industrial de arrasto de fundo no porto de rio grande, rs nome dos autores



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A PESCA DO GÊNERO Atlantoraja PELA FROTA INDUSTRIAL DE ARRASTO DE FUNDO NO PORTO DE RIO GRANDE, RS


Nome dos autores: Marco Antonio de Oliveira, María Cristina Oddone

Área do Conhecimento: Oceanografia Biológica

Palavras Chave: emplastro, conservação e manejo, desembarques, raias.
Resumo

O gênero Atlantoraja (Menni, 1972) é composto por três espécies de raias ovíparas, Atlantoraja castelnaui, A. cyplophora e A. platana, todas endêmicas do Atlântico Sul Ocidental. Encontradas até uma profundidade de 300 m na Plataforma Continental do RS, são principalmente vítimas da frota de pesca comercial de arrasto de fundo e desembarcadas principalmente no porto na cidade de Rio Grande. O objetivo deste trabalho foi analisar a participação deste gênero nos desembarques da pesca industrial no porto de Rio Grande. Informações sobre as capturas do gênero Atlantoraja foram coletados semanalmente nas indústrias de pescado no porto entre janeiro/2011 e maio/2012 através da amostragem aleatória das caixas de raia. Dos indivíduos desembarcados já eviscerados, foi coletada a largura do disco (LD) e transformada em comprimento total (CT), conforme equações que relacionam as duas variáveis disponíveis especificamente para cada espécie do gênero na literatura. A captura de exemplares de A. castelnaui correspondeu a 56,64 % da captura total do gênero; enquanto que as de A. cyclophora e A. platana representaram 39,16 e 4,2 % do total. As amplitudes de CT para fêmeas e machos respectivamente, foram de 75,6-140,3 e 46,7-117,5 cm para A. castelnaui; 40,5-68,9 e 51,8-68,9 cm para A. cyclophora e 63,18-80,3 e 50,6-67,3 cm para A. platana. A pesca de arrasto de fundo sem restrições na área em questão, que atua desde a década de 70, é responsável pelo intenso declínio na abundância das espécies do gênero Atlantoraja. A implementação de fiscalização e monitoramento espécie-específico nos desembarques de raias provenientes do arrasto de fundo na Plataforma Sul são indispensáveis para o correto manejo e consequente conservação do gênero Atlantoraja.



De 22 a 26 de outubro de 2012.

FURG - Campus Carreiros







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