A nurisng care in prophylaxis nipple injuries associated to risk factors



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A ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM NA PROFILAXIA DOS TRAUMAS MAMILARES ASSOCIADOS AOS FATORES DE RISCO.

A NURISNG CARE IN PROPHYLAXIS NIPPLE INJURIES ASSOCIATED TO RISK FACTORS.
Kelly Cristine Rocha Oliveira – kellyenf_@hotmail.com

Lizânia Mara Querci – casa.mara2@hotmail.com

Mayra Cristina Berthelli – mayraberthelli@hotmail.com
RESUMO
O estudo é caracterizado por pesquisa exploratória, descritiva e qualitativa, do curso de graduação em enfermagem do Centro Universitário Católico Salesiano Auxilium, Com objetivo de prestar assistência de enfermagem na ocorrência dos traumas mamilares associando aos fatores de risco. Realizada em vinte e três de agosto a seis de setembro de dois mil e dez, na Associação Hospitalar Santa Casa de Lins, com uma enfermeira e vinte puérperas (na fase do colostro), respondendo um questionário, com o propósito de identificar o nível de conhecimento das puérperas, sobre o aleitamento materno e suas técnicas, sendo orientadas através de álbum seriado, panfletos e exame físico da mama. Após a entrevista e questionário as autoras observaram que existe um déficit de conhecimento entre as entrevistadas e que, das vinte puérperas avaliadas cinco apresentaram fissuras mamilares e em alguns casos secreção serosanguinolentas, sendo que uma apresentou mamilo plano e uma com mamilo invertido. O trabalho apresenta ainda, que o enfermeiro tem um papel essencial na comunicação, bem como na orientação para direcionar as técnicas corretas de amamentar e as adversidades encontradas na anatomia das mamas esclarecendo suas duvidas, evitando assim o aparecimento dos traumas mamilares.
Palavras- chave: Enfermeiro. Traumas mamilares. Assistência de enfermagem.
ABSTRACT
The study is characterized by exploratory, descriptive and qualitative research, undergraduate degree in nursing from the Catholic University Center Salesian Auxilium with the objective of provide nursing care in the occurrence of nipple trauma associated risk factors. It is achieved on August 23 to September 6, 2010, the Association Hospital of Lins, with a nurse and twenty women (colostrum stage), answering a questionnaire with the purpose of identifying the level of knowledge of the mothers on breastfeeding and their techniques, being guided by flipchart, brochures and physical breast examination. After the interview and questionnaire, the authors observed that there is a lack of knowledge among the interviewees and that of the twenty five were evaluated postpartum nipple fissures and in some cases serous secretion, and showed a nipple with a flat and inverted nipples. The work presents still, that the nurse has an essential role in communication, as well as guidance to direct the correct techniques of breastfeeding and the hardships encountered in the anatomy of breast clarifying their doubts, thus avoiding the appearance of nipple trauma.
Keywords: Nurse. Nipple trauma. Nursing care.

INTRODUÇÃO

A amamentação é de extrema importância na vida dos recém nascidos durante os seis primeiros meses, além de proporcionar uma melhor qualidade de vida para o binômio mãe-filho.

A motivação para realização da pesquisa sobre a importância da assistência de enfermagem na profilaxia dos traumas mamilares foi percebida através de revisão bibliográfica e prática diária, em que se observa que muitas mães amamentam seus filhos com as técnicas de amamentação incorreta, fatos que trazem prejuízos tanto para a mãe que pode desenvolver um trauma mamilar quanto para o filho que poderá ser prejudicado na sua amamentação.

Atualmente, quando a informação propaga-se com grande velocidade, falta o conhecimento por parte das mães e profissionais que atuam diretamente com puérperas. A partir dessa carência de conhecimento, falta de motivação e orientação dos envolvidos no processo de amamentação, houve o interesse em pesquisar e colaborar para uma mudança necessária.

Entretanto não é suficiente a puérpera esteja informada das vantagens do aleitamento materno e optar pela amamentação. Para levar adiante a opção de amamentar, muitas vezes, ela precisa contar com o apoio da equipe de saúde, em especial, do enfermeiro.

Este trabalho teve por objetivo: Prestar assistência de enfermagem por meio da educação em saúde, as puérperas na fase do colostro, auxiliando na prevenção da ocorrência dos traumas mamilares, associando sua ocorrência aos fatores de risco.

Este trabalho procura responder à seguinte pergunta problema: a orientação e a assistência de enfermagem podem auxiliar na prevenção dos traumas mamilares em puérperas na fase do colostro?

A orientação e a assistência de enfermagem em saúde, sobre o aleitamento materno, pode atuar na prevenção de ocorrência dos traumas mamilares através de folhetos ilustrativos e álbuns seriados, contendo informações sobre a importância e os benefícios da amamentação, e suas técnicas.


1 Metodologia

Trata-se de um estudo descritivo e qualitativo.


2 Local e população

A pesquisa foi realizada na Associação Hospitalar Santa Casa de Lins, empresa filantrópica, do ramo hospitalar, no setor da maternidade, onde são atendidas pelo Sistema Único de Saúde (SUS), convênios e particulares, no período de 23/08/10 a 06/09/10. Sendo sua população alvo 20 puérperas na fase do colostro.


3 Coleta dos dados
Os dados foram coletados através das fichas de avaliação, possuindo questões abertas e fechadas para identificação do nível de conhecimento delas, sobre o AM e suas técnicas, e, posteriormente, orientadas, através de álbum seriado (elaborado pelo Ministério da Saúde), e panfletos (elaborado pelas autoras do trabalho monográfico). Também foi entrevistada a enfermeira obstetriz responsável pelo setor.

Estudo de Caso: através do estudo de caso com as puérperas, foram analisados e constatados os aspectos voltados para o aparecimento dos traumas mamilares e, conseqüentemente, a associação destes, aos fatores de risco.



Método de Observação Sistemática: foi avaliado o nível de conhecimento das puérperas sobre aleitamento materno e suas técnicas.
4 Resultados
Os resultados obtidos através da pesquisa serão demonstrados nas tabelas nº 1 à nº 10, sequencialmente.
TABELA 1: Você amamentou nas gestações anteriores? Por quê?

Itens

N. de casos

Percentual %

Sim. Pois é importante para o bebê

9

45%

Não, pois não tinha leite

1

5%

Não, pois é meu primeiro filho

1

5%

Sim

4

20%

Não

5

25%

Total

20

100%

FONTE: elaborado pelas autoras, 2010.
Constatou-se com o resultado que 65% responderam que amamentaram seus filhos, porém, em suas justificativas não evidenciaram a importância do aleitamento materno. Observou-se também que 25% não amamentaram, pois, não tinha leite, 5% era o primeiro filho e os outros 5% não amamentaram e nem justificaram, visto que, o fato de a puérpera ter uma experiência anterior com aleitamento materno, poderá facilitar um aleitamento adequado e duradouro. (FALEIROS; TREZZA; CARANDINA, 2009).
TABELA 2: Permanecem em alojamento conjunto

Itens

N. de casos

Percentual%

Sim

20

100%

Não

0

0%

Total

20

100%

FONTE: elaborado pelas autoras, 2010.
Evidenciou-se que 100% das puérperas estavam em alojamento conjunto com o recém-nascido. De acordo com Beretta (2000) o alojamento conjunto é um sistema em que o recém-nascido permanece ao lado da mãe desde o momento do parto até a alta da maternidade, sendo um local fácil de orientar e avaliar na prática os cuidados da mãe com o filho.
TABELA 3: Foi orientada sobre amamentação durante o pré-natal?

Itens

N. de casos

Percentual%

Sim

16

80%

Não

4

20%

Total

20

100%

FONTE: elaborado pelas autoras, 2010.
O resultado mostra que 80% das entrevistadas foram orientadas sobre amamentação durante o pré-natal, e 20% não foram orientadas, porém na prática identificamos um déficit no embasamento teórico. Segundo Ministério da Saúde (2007) durante o pré-natal deve-se orientar a mãe sobre as vantagens da amamentação para a mãe, para a criança e para sua família, e a importância do aleitamento materno exclusivo.

TABELA 4: Da última vez que amamentou, percebeu rachaduras ou lesões nas mamas? Como tratou?



Itens

N. de casos

Percentual%

Não

13

65%

Sim, usei pomada

4

20%

Sim, lavando com água e sabão

1

5%

Sim, parei de amamentar e passei pomadas

1

5%

Não respondeu

1

5%

Total

20

100%

FONTE: elaborado pelas autoras, 2010.

Identificou-se que 65% das entrevistadas não apresentaram ou não perceberam fissura nos seios, 5% não responderam e 30% apresentaram e trataram de forma inadequada, sendo que, o tratamento correto para fissura mamária é lavar os seios com água corrente, sendo que, o Ministério da Saúde (2007) orienta sobre o não uso de cremes, pomadas, sabão e sabonetes.


TABELA 5: Você sabe o que é colostro e qual sua importância?

Itens

N. de casos

Percentual%

Sim

1

5%

Não

4

20%

Sim, é o leite que contêm vitaminas e proteínas necessárias ao nenê

6

30%

Sim, é o primeiro líquido que sai e é importante para o bebê

6

30%

Sim, é importante para a limpeza intestinal e previne de infecções

Sim, é a primeira vacina do bebê



2

1


10%

5%


Total

20

100%

FONTE: elaborado pelas autoras, 2010.
Os resultados mostram que 20% das entrevistadas desconhecem o que é colostro e sua importância, e 80% quando questionadas, pôde-se detectar um déficit, assim, observou-se que 100% das puérperas não detêm conhecimento sobre o assunto. Sendo que para Carvalho e Tamez (2005) o colostro é o 1º leite que a mãe possui, sendo este super concentrado, dando num pequeno volume, o máximo de elementos nutritivos. Colostro é amarelo, transparente, levemente salgado e com aparência aguada. No entanto tem maior valor nutritivo que o próprio leite e transmite ao bebê anticorpos da mãe, protegendo-o contra algumas doenças. Depois de alguns dias o colostro vai clareando e tornando-se mais opaco, até chegar ao leite materno, que é definitivo.

TABELA 6: Como deve ser em sua opinião, a pega correta do recém-nascido no seio materno?



Itens

N. de casos

Percentual%

A criança deve estar em posição correta e pegar a mama

1

5%

Deixá-lo pegar não só o bico, mas também a aréola

12

60%

Não deixar o bebê afogar e tampar o nariz

1

5%

Não soube responder

2

10%

Barriga com barriga e um dos braços do bebê embaixo do seio

2

10%

Deitada e bem solta

1

5%

Bebê virado do lado

1

5%

Total

20

100%

FONTE: elaborado pelas autoras, 2010.
Identificou-se que 100% das entrevistadas não possuem conhecimento relacionado à técnica de posição para amamentar, pois nenhuma das respostas foi respondida de forma correta. Segundo Ministério da Saúde (2007) o corpo do bebê deverá estar inteiramente de frente para a mãe e bem próximo (barriga do bebê voltada para o corpo da mãe), estando alinhado, a cabeça e a coluna em linha reta, no mesmo eixo, e a boca do bebê deve estar de frente para o bico do peito e a mãe deve apoiar com o braço e mão o corpo e o “bumbum” do bebê, aproximando a boca do bebê bem de frente ao peito, para que ele possa abocanhar, ou seja, colocar a maior parte da aréola (área mais escura e arredondada do peito) dentro da boca, estando seu queixo tocando o peito da mãe.
TABELA 7: Como interromper uma mamada?

Itens

N. de casos

Percentual%

A própria criança interrompe

4

20%

Não respondeu

7

35%

Colocando o dedo em sua boca para que ele sinta que não tem mais nada e solte de leve espontaneamente

5

25%

Retirando o bebê do seio

1

5%

Em casos de doença

1

5%

Não se deve interromper uma mamada

2

10%

Total

20

100%

FONTE: elaborado pelas autoras, 2010.
100% das participantes não detêm nenhum conhecimento sobre a questão, pois nenhuma das respostas das entrevistadas foi correta, pois conforme o Ministério da Saúde (2007) preconiza, se for preciso interromper a mamada, a mãe deve colocar a ponta do dedinho no canto da boca do bebê para que ele solte o seio sem machucar, contudo geralmente ele solta o seio naturalmente.
TABELA 8: Durante seu pré-natal você recebeu da enfermeira orientações quanto:

Itens

N. de casos

Percentual%

A importância da amamentação

10

32,26%

Composição do leite materno

4

12,90%

Posição para pega correta do seio

8

25,81%

Não marcou nenhuma opção

9

29,03%

Total

31

100%

FONTE: elaborado pelas autoras, 2010.
Foi identificado que 32,26% das entrevistadas durante o pré-natal recebeu orientação da enfermeira quanto a importância da amamentação; 12,90% referente a composição do leite materno e 25,81% sobre a posição para pega correta do seio materno; porém, 29,03% não marcaram nenhuma opção, entretanto, observou-se que, na prática, as puérperas não tinham o conhecimento sobre o tema, visto que havia duvidas e dificuldades das mesmas. Segundo Ruocco (2005) o aleitamento fortalece o vínculo mãe-criança, aumenta o desenvolvimento cognitivo, principalmente nas crianças de baixo peso, e reduz a incidência de doenças infecciosas infantis, contudo, identificamos que as entrevistadas durante o pré-natal recebeu orientação da enfermeira quanto à importância da amamentação, à composição do leite materno e como deve ser a posição para pega correta do seio materno, entretanto, observou-se que na prática as puérperas não tinham o conhecimento sobre o tema, visto que, havia dúvidas e dificuldades das mesmas. Sendo que leite materno é muito mais do que uma simples coleção de nutrientes, é uma substância viva, de grande complexidade biológica, ativamente protetora e imunomoduladora (BARROS, 2003; LEÃO, 2003; ROZOLEN, 2004).

TABELA 9: Na sua visão o que pré dispõem a ocorrência de fissura e qual suas complicações?



Itens

N. de casos

Percentual%

Pode ser o mau jeito de amamentar e uma de suas complicações é a dor ao amamentar

1

5%

Não soube responder

6

30%

Porque o peito ainda está abrindo ou o bebê teve pega errada

1

5%

Forma incorreta de amamentar

1

5%

Na hora que deu a anestesia que não senti as pernas

1

5%

Por falta de hidratação da pele

2

10%

O próprio organismo

1

5%

Não tive nenhuma

1

5%

A mãe deve molhar com água morna antes de amamentar

1

5%

Caso a criança arrote nos seios e após a amamentação eles não serem limpos

1

5%

Pega incorreta e a maneira dele sugar

3

15%

Ressecamento da pele, muita dor quando o nenê pega e puxa

1

5%

Total

20

100%

FONTE: elaborado pelas autoras, 2010.
O resultado mostra que 80% das entrevistadas desconhecem o que pré dispõe a ocorrência de fissura e quais suas complicações, e somente 20% conhecem. Segundo Randow et al (2008) as fissuras do mamilo são decorrentes da má posição da criança em relação à mama; do número e duração inadequada das mamadas e principalmente da técnica incorreta de sucção. E suas complicações são dor intensa, podendo apresentar ou não sangramento.
TABELA 1O: Você sente dor ao amamentar?

Itens

N. de casos

Percentual%

Sim

5

25%

Não

14

70%

Cólicas

1

5%

Total

20

100%

FONTE: elaborado pelas autoras, 2010.

O resultado mostra que 70% não sentem algia ao amamentarem, 5% apresentam cólicas, sendo este, um processo natural, pois ao amamentar são estimulados os músculos uterinos para a sua involução, todavia 25% apresentam queixas álgicas durante a amamentação, indicando técnica e posição incorreta.



5 Discussão
Diante de tal fato, vale considerar que as instruções não estão sendo passadas de forma adequada, pois ainda existem falhas no processo de amamentação. Certamente, as medidas tomadas precisariam ser reavaliadas, para se obter o resultado esperado. Torna-se preciso atentar para o processo de comunicação acerca dos benefícios e requisitos da amamentação bem sucedida.

Para a realização dessa tarefa são necessários conhecimentos e habilidades no manejo das diversas fases de lactação. Aconselhamento no pré-natal, orientação e ajuda no período de estabelecimento da amamentação e avaliação criteriosa da técnica adequada, quando surgem os problemas relacionados com o aleitamento.



CONCLUSÃO
Por meio da literatura e do trabalho realizado, verificou-se que são múltiplas as variáveis que levam aos traumas mamilares sendo elas: Demográficas; Socioeconômicas; associadas à assistência pré-natal e relacionadas à assistência pós-natal.

Apesar de se constatar, na literatura, que a orientação dos profissionais de saúde tem papel significante para prevenção dos traumas mamilares, na pesquisa realizada, não foi um fator determinante para ocorrência dos mesmos.

Observamos que grande parte das entrevistadas não provia de desejo de adquirir conhecimento para o sucesso da amamentação, já que algumas não mostravam interesse nas orientações apresentadas.

A promoção do aleitamento materno requer, porém, orientações durante a fase do colostro, avaliação constante do processo, reconhecimento das dificuldades e apoio sempre que solicitado. Para tanto, o médico e o enfermeiro devem estar preparados, fornecendo informações práticas para atender a cada nutriz e recém nascido.



Contudo, tratando-se de um assunto complexo, conclui-se que esta pesquisa deve ter continuidade. Pois poderão abordar novas propostas e intervenções para obter um resultado mais eficaz.


REFERÊNCIAS
BERETTA, M. I. R et al. Avaliação do Sistema de Alojamento Conjunto na Maternidade D.Francisca Cintra Silva da Santa Casa de São Carlos. Revista Latino Americana de Enfermagem. Ribeirão Preto, v. 8, n. 3, p. 59-66. 2000.
CARVALHO, M. R.; TAMEZ, R. N. Amamentação: bases científicas. 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. 452. p. 43.
FALEIROS, F. T. V; TREZZA, E. M. C; CARANDINA, L. Paridade materna, experiência anterior e intenção de amamentar. Revista de Nutrição. Campinas, vol. 19, n. 5, p. 1415 – 5273, set - out. 2009.
RANDOW, A. O. V et al. Ações de enfermagem na prevenção do desmame precoce. Revista do Meio Ambiente e Saúde. Minas Gerais, v. 3, n. 1, p. 117-136. 2008.
RUOCCO, R. M. S. A. Lactação e promoção do aleitamento materno. In: ZUGAIB, M.; Ruocco, R. Pré-natal. São Paulo: Atheneu, 2005. p. 369-81.
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