A influência da alimentaçÃo na fertilidade



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Encontro09.06.2018
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Seleção genética do “melhor bebê”

ajuda nos tratamento de infertilidade


Clínicas de reprodução humana podem examinar embriões para verificar

a existência de doenças genéticas cromossômicas antes da

implantação no útero das mães
Casais com chances de gerar filhos com problemas como Síndrome de Down, Distrofia Muscular, Hemofilia, entre outras doenças genéticas cromossômicas, podem recorrer ao DPI – Diagnóstico Pré Implantacional. A técnica é utilizada nos tratamentos de FIV - Fertilização “In Vitro” e consiste na retirada de uma célula do embrião em seu terceiro dia de desenvolvimento para análise laboratorial. O resultado pode ser obtido em poucas horas.
Segundo o dr. Arnaldo Cambiaghi, especialista em infertilidade do Centro de Reprodução Humana do IPGO – Instituto Paulista de Ginecologia e Obstetrícia, este exame beneficia muitos casais. “Infelizmente, no Brasil, esta análise só permite a avaliação de cinco cromossomos que caracterizam as anomalias mais freqüentes. Em muitos países, podem ser analisados até nove cromossomos”, comenta o especialista.
O procedimento também pode ser utilizado no caso de mulheres com mais de 40. “Nesta idade, as chances de gerar um filho com problemas genéticos são de uma em 40, nas mulheres mais novas, são de um em 200. Além de ser utilizada para minimizar as possibilidades de anomalias no bebê, esta técnica também aumenta a probabilidade de resultados positivos na FIV, pois na maioria dos casos, embriões com anomalias são naturalmente expelidos pelo organismo materno ou morrem antes de completar um mês de vida”, afirma Cambiaghi.
Contudo, o especialista alerta que esta técnica não deve se tornar um procedimento de rotina para mulheres as mais velhas que desejam engravidar. “Além do alto custo do exame, que é cobrado por embrião, existem alguns princípios éticos do casal que devem ser respeitados; como, a aceitação de uma seleção natural, a não aceitação do descarte dos embriões que apresentam problemas e as chances de erro, que podem chegar a 10%”, diz o médico.
O sexo do bebê também é apresentado pelo exame, porém, por questões éticas, não é permitido usar essa alternativa para a escolha. A presença desse item no diagnóstico serve para auxiliar na classificação de determinadas doenças que podemser restritas a um determinado sexo, como, por exemplo, a síndrome de Turner que atinge somente as mulheres e tem como principal característica o infantilismo sexual e não desenvolvimento das capacidades reprodutivas.
O exame genético e Cromossômico Pré-Implantacional pode ajudar muitos casais que não conseguem engravidar, os que têm abortamentos repetitivos e aqueles que possuem histórico familiar de doenças hereditárias transmissíveis. Segundo dr. Cambiaghi, a medida que esse exame for realizado com mais freqüência ele se tornará mais acessível para todos. “Hoje em dia, este exame já é realizado para detectar doenças de aspectos genéticos que aparecem em uma fase tardia da vida, como por exemplo, câncer de mama que já é previsto na mulher por meio da biologia molecular”, finaliza o especialista.
Sobre o Dr. Arnaldo Schizzi Cambiaghi

 

Especialista em infertilidade do Centro de Reprodução Humana do IPGO - Instituto Paulista de Ginecologia e Obstetrícia e membro da European Society of Human Reproduction and Embriology e da Sociedade Brasileira de Reprodução Humana.



 

Autor dos livros Fertilidade Natural (Ed. LaVida Press), Fertilização um ato de amor (2ª Edição, Ed. Edicon) e Manual da Gestante – Orientações especiais para a mulher grávida (Ed. Madras), Dr. Arnaldo Cambiaghi também ministra aulas, palestras e cursos para profissionais da área e o público em geral, através do Centro de Estudos do IPGO.



Informações à imprensa: LaVida Press

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