9. mobiliário requisitos Gerais de Acessibilidade



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9. MOBILIÁRIO

    1. Requisitos Gerais de Acessibilidade

9.1.1 O mobiliário urbano deve estar localizado junto a uma rota acessível e não pode gerar obstáculos dentro de faixas livres de passeio.

9.1.2 Caso o mobiliário urbano possa ser utilizado pelos usuários, este deve apresentar uma zona livre na medida do M.R. que permita a aproximação frontal e/ou lateral de acordo com o especificado.

9.1.3 Diante do mobiliário ou ao seu lado, deve haver um espaço mínimo de giro para rotação de 180◦.

9.1.4 O mobiliário urbano acessível deve ser sinalizado permanentemente e de maneira facilmente visível com o Símbolo Internacional de Acesso - SIA, devendo atender as especificações descritas no item ..... (Será que mantemos esse item?)



Caracterização dos Acionamentos (nossa norma pág. 13)

- Na ISO existe um item só sobre Equipamentos, controles e interruptores

- O design e a construção do controle de operações e dispositivos devem assegurar independência e segurança a todos os usuários.

- Os controles e dispositivos devem permitir que a mão fique o mais livre possível, permitindo por exemplo acionamentos com o cotovelo. É exigido o mínimo esforço manual.

- Dispositivos, controles e similares devem ser instalados em altura acessível de aproximação e operação entre 400 mm e 1200 mm acima do nível do chão e será situado 500 mm em qualquer canto interno, de preferência 700 mm.

- Os controles e dispositivos devem apresentar Iluminação suficiente e todas as informações relevantes devem ser fornecidas.

- Todos os interruptores e controles devem estar localizados dentro da faixa de alcance dos usuários de cadeiras.

- Todos os interruptores e controles devem ser fáceis de manusear e fáceis de compreender como usá-los.

- Dispositivos de controle (por exemplo, interfones, interruptores) devem ser instalados em uma faixa entre 800 mm e 1100 m, e devem estar localizados a 500 mm a partir de qualquer canto interno.

- Dispositivos de controle combinados com texto e números devem ter o texto e as figuras ou todo o dispositivo de comando colocado com ângulo de aproximadamente 45◦ com a pared, para que eles sejam mais fáceis de ler e operar (por exemplo, painel de elevador).

- Dispositivos de controle colocados sobre uma superfície horizontal, devem apresentar altura de instalação entre 800 mm – 900 mm e estar 300 mm da borda da superfície.

- Tomadas devem estar localizadas em altura não inferior a 0,40 m do piso.



Fácil de operar

- Para ajudar na operação de pessoas com dificuldade de operação ou com deficiência visual, os interruptores, por exemplo, deveriam ter placas maiores para empurrar.

- A força despendida para acionar botões de controle e empurrar chapas deve ser de 2,5N – 5,0 N.

Fácil de identificar

- Botões e dispositivos devem ser identificados mediante a aplicação dos critérios de contraste visual, a menos que haja padronização do local.

- As informações devem ser preferencialmente em relevo e sinalização tátil.

Fácil de compreender

- Deve ser fácil de compreender como usar os controles. O design deve indicar a forma como utilizá-lo.

- A atribuição de dispositivos de controles idênticos para diferentes funções deve ser evitado. Por outro lado dispositivos de controle com funções similares devem ter design semelhante e sua ativação deve ser idêntica para funções idênticas ao longo de toda a operação.

9.2 BEBEDOURO

- Essas máquinas devem ser acessíveis, de acordo com a B.8.1, B.8.2 e 35.1, situado adjacente ao caminho acessível e ter pelo menos duas alturas diferentes.

- Quando existir apenas um deles este deve ter altura de 0,70 mm acima do piso.

- A água deve ser tomada o mais próximo possível da frente do bebedouro.

- Deve dirigir o fluxo de água a uma altura de 80 mm – 1000 mm em uma trajetória que é paralela ou quase paralela à frente da unidade.

- Os controles serão posicionados na parte central do equipamento, ou, se de lado, em ambos os lados, e não mais que 180 mm da frente.

- Os controles devem ser operados com uma mão somente e com força operacional de não mais que 19,5 N.

9.2.1 Condições gerais

9.2.1.1 Deve ser prevista a instalação de 50% de bebedouros acessíveis por pavimento, respeitando o mínimo de um. (Será que devemos manter um valor numérico estabelecido ?)

9.2.1.2 A altura para retirar copos descartáveis deve ser entre 0,80 a 1,20 m do piso acabado. (Sugestão: reportar a item sobre alcances horizontal e vertical - norma pág. 10 e 11)

9.2.2 Caracterização dos Acionamentos

9.2.2.1 Os comandos e controles devem estar situados a uma altura, medida entre o nível do piso e o eixo do comando, que atenda as especificações da seção 4.6.

9.9.2.2 Estar localizados na frente do equipamento. Nos modelos de bica podem estar na lateral próximo à borda frontal.

9.2.2.3 Devem apresentar uma forma fácil de manipular com uma só mão e que não necessite de pressão firme ou rodar o pulso.

9.2.2.4 Precisam ser acionados com o uso de uma força de até 22N.

9.2.2.5 Ter uma de suas dimensões não inferior a 0,02 m.

9.2.2.6 Precisa apresentar informações táteis nos botões caso tenha mais de uma opção de temperatura da água.

9.2.3. Bebedouro de Bica

9.2.3.1 A altura medida entre o nível do piso e a bica deve ser entre 0,80 a 0,90 m.

9.2.3.2 O bebedouro de bica deve permitir aproximação frontal e lateral para uso de uma P.C.R..

9.2.3.3 Para atender a aproximação frontal , a instalação do equipamento deve garantir uma altura livre inferior de no mínimo, 0,73 m e profundidade de 0,30 m.



9.2.4 Bebedouros modelo: Garrafão, filtro com células fotoelétricas ou similares

9.2.4.1 A altura para uso manual dos acionamentos deve ser entre 0,80m e 1,20m do piso acabado.

9.2.4.2 O bebedouro modelo garrafão ou similares deve permitir aproximação lateral de uma P.C.R..

9.3 TELEFONES

9.3.1 Condições gerais

- Telefones devem ter uma abordagem acessível clara, pela frente ou de lado, tendo em vista as áreas de manobra necessárias (B 8.1) e considerar todos os requisitos pertinentes as pessoas com dificuldades de sentidos, descritos no item 4. Todas as informações relevantes deverão ser apresentadas através de pelo menos dois sentidos, por exemplo, visual, auditiva e tátil. Especialmente sobre o teclado do telefone onde o nº 5 deve ter um ponto tátil.

- Os dispositivos de comando não devem estar em altura superior a 1,10m.

- Um espaço abaixo do equipamento deve estar livre para aproximação do usuário em cadeira de rodas.

- No caso de grupo de telefones, pelo menos um, deverá cumprir estas condições e ser equipado com alça de indução e visor de exibição de texto.

- Telefones públicos devem ser localizados fora da faixa de circulação acessível e devem ser facilmente percebidos pelas pessoas com deficiência visual.

- ver 7.14 e 7.15

7.14 Obstáculos isolados no passeio

Objetos com uma altura menor que 750 mm podem criar um perigo para as pessoas. Equipamentos permanentes que não podem ser locados fora do perímetro de um percurso, devem:

- se concebido para ser facilmente visto, diferença mínima no LRV´s de 30

- ser protegido para evitar o impacto

- possuir um recuo que avise da presença de um perigo em potencial, e que possa ser identificado por uma pessoa que utilize bengala, ver fig. 7.

- qualquer objeto projetado entre 300 mm e 2100 mm acima do solo em um nível de acesso de via deve ser claramente identificado através de sóculo com 100 mm e precisa ser detectado, por uma bengala, ver fig. 7

- proteção do piso pode ser feita mediante um sólido meio-fio ou elemento fixo entre 100 mm – 300 mm acima do nível transitável onde se localiza o obstáculo. (?????)

- paredes aéreas, divisórias laterais, nichos ou reentrâncias são soluções para elementos salientes onde o espaço livre no âmbito do objeto é necessário. (????)

9.3.1.1 Em espaços externos, pelo menos 5% dos telefones, com no mínimo um do total, deve ser acessível para P.C.R. (Conversar a respeito com a Anatel)

9.3.1.2 Em edificações, deve haver pelo menos um telefone acessível para P.C.R. por pavimento. Quando houver instalação de conjunto de telefones, o acessível, deve estar localizado junto a eles.

9.3.1.3 O telefone deve permitir aproximação frontal e lateral para uso de uma P.C.R..

9.3.1.4 O equipamento pode estar inserido na área do M.R.

9.3.1.5 Estar suspenso, de modo a garantir livre em relação ao piso acabado uma altura inferior de 0,73m.

9.3.1.6 O local para colocar cartão, bem como painel de marcação de números, deve estar a uma altura do piso compreendida entre 0,80m a 1,20m.

9.3.1.7 As teclas numéricas devem possuir o número 1 no canto superior esquerdo e a tecla do número 5 deve apresentar um ponto em relevo no centro.

9.3.1.8 O comprimento do fio do fone do telefone acessível para P.C.R. deve ser de no mínimo 0,75m.



9.3.2 Amplificador de sinal

9.3.2.1 Em espaços externos, pelo menos 5% dos telefones, com no mínimo um do total, deve dispor de amplificador de sinal.

9.3.2.2 Em edificações, deve haver pelo menos um, com amplificador de sinal por pavimento. Quando houver instalação de conjunto de telefones, este deve estar localizado junto a eles.

9.3.2.3 Estes telefones devem estar sinalizados conforme item X.



9.3.3 Telefone com texto (TDD)

9.3.3.1 Em edificações de grande porte e equipamentos urbanos, tais como centros comerciais, aeroportos, rodoviárias, estádios, centros de convenções, entre outros, deve ser instalado pelo menos um telefone por pavimento que transmita mensagens de texto (TDD).

9.3.3.2 O TDD deve ser instalado a uma altura entre 0,85m a 0,90m.

9.3.3.3 Estes telefones precisam estar sinalizados conforme 5.4.4.4.



9.3.4 Cabinas

9.3.4.1 Em locais com cabinas telefônicas deve haver no mínimo uma para P.C.R. por pavimento.

9.3.4.2 A cabina deverá ter dimensões mínimas de 1,20m de largura por 1,50m de profundidade sem interferências.

9.3.4.3 O telefone deve permitir aproximação frontal para uso de uma P.C.R..

9.3.4.4 O equipamento pode estar inserido na área do M.R.

9.3.4.5 O local de instalação do telefone deve ser suspenso ao piso acabado e na parede oposta à entrada. (Conforme figura X)

9.3.4.6 A entrada deve estar localizada no lado de menor dimensão apresentando um vão livre de no mínimo 0,80m. Caso apresente uma porta, o espaço de varredura não deve coincidir com o M.R. .

9.3.4.7 O espaço em frente à cabine precisa permitir rotação de 180◦.

9.3.4.8 O piso da cabina deve estar em nível com o piso externo ou, se houver desnível, deve atender a 6.1.4.

9.3.4.9 Quando existir superfície para apoio de objetos pessoais, esta deve ser instalada a uma altura entre 0,75m e 0,85m, com altura livre inferior de no mínimo 0,73m do piso e com profundidade mínima de 0,30m.

9.3.4.10 As cabinas devem possuir internamente uma fonte de luz, no mínimo.

9.4 MESAS E SUPERFÍCIES

RECEPÇÕES, BALCÕES, MESAS E BILHETERIAS

19.1


Recepções, balcões, bilheterias e mesas localizados em ambientes barulhentos ou nos casos de separação do atendente com o usuário por uma divisória de segurança, deve se prever um sistema de amplificação de voz para ajudar os usuários com deficiência parcial auditiva, conforme descrito em 32, e deve ser claramente marcado com o devido símbolo.

- Evitar a localização destas instalações em frente das janelas onde o brilho do sol poderá causar sombra no rosto das pessoas, e, portanto, dificultando a leitura labial.

- Películas reflexivas de segurança devem ser evitadas.

- Uma alternativa para acesso ao balcão/serviço deve ser fornecido as pessoas com deficiência visual.

19.2 Localização

O trajeto entre a entrada do edifício até os balcões e mesas de recepção devem ser facilmente identificados e localizados.

- Em grandes edifícios, os pontos de informação devem estar próximos a entrada principal para dar suporte aos deficientes visuais.

- O uso de materiais de cores contrastantes é recomendado.

Nota: Tapetes adequados ou sistema de piso de entrada ou superfície tátil no trajeto pode auxiliar o deslocamento dos deficientes visuais até o balcão de recepção. Esses produtos devem ser especialmente concebidos para reduzir o trajeto e evitar escorregões.

De modo geral, recomenda-se um design que usa cor e contraste visual.

19.3 Espaço de manobra

Balcões, mesas e bilheterias devem ser acessíveis a usuários de cadeira de rodas, tanto do lado do atendente quanto do lado que está sendo atendido. Pelo menos 1500 mm de diâmetro livre para manobras em ambos os lados, mas 1,80 mm é preferível.

19.4 Altura

- A altura da superfície de um balcão, por exemplo, deve estar em uma faixa entre 740 mm – 800 mm.

- Apresentando área inferior livre com pelo menos 700 mm de altura e 1000 mm de largura, ver também fig. 35.

- Balcões de recepção onde existe a necessidade de apoio para escrever (por exemplo em recepção de hotéis), este deverá permitir aproximação frontal do usuário em cadeira de rodas, assegurando espaço livre inferior.

- Pelo menos uma parte da mesa deve apresentar altura adequada permanentemente para as pessoas escreverem no local, ver fig. 40.

- Para comunicação apenas, o balcão deve ter altura máxima de 900 mm.

19.5 Iluminação

Para facilitar a leitura labial, o projeto de iluminação deve assegurar que a face da recepcionista seja uniformemente iluminada.

19.6 Área de Espera

Se existir um sistema de senha, este deve possuir um design acessível. Todos os dispositivos de comando devem ser localizados de acordo com o item35 e B. 8. Todas as informações necessárias devem ser indicadas com texto simples, com suficiente contraste visual – LRV mínimo 30 – e com base no princípio dos dois sentidos (considerar 32 e 34).

A máquina de emitir senhas e o sistema de chamada deve fornecer sinal sonoro e visual para comunicação.

9.4.1 Condições gerais

9.4.1.1 Quando dispostas em áreas de uso coletivo devem totalizar no mínimo 5% do conjunto, tendo como mínimo uma, acessível para P.C.R..

9.4.1.2 Devem estar localizadas junto às rotas acessíveis e, preferencialmente, distribuídas por todo o espaço.

9.4.1.3 Deve ser garantido um M.R. posicionado para a aproximação frontal, possibilitando avançar sob as mesas e superfícies até no máximo 0,50m, conforme figura x.

9.4.1.4 Devem possuir altura livre inferior de no mínimo 0,73 m do piso acabado, conforme figura X.

9.4.2 Mesas e Superfícies de refeições e/ou lazer

9.4.2.1 A altura desse mobiliário deve variar entre 0,75m a 0,85m em relação ao piso acabado.

(Acrescentar informações sobre mesas com cadeiras fixas – como é o caso de mesas para xadrez ou pic-nic?)

9.4.3 Mesas e Superfícies de trabalho

9.4.3.1 A altura desse mobiliário deve variar entre 0,75m a 0,80m em relação ao piso acabado.

9.4.3.2 Recomenda-se a utilização de mesas com regulagem de altura ou mesas com duas alturas distintas.

9.5 BALCÕES E GUICHÊS DE ATENDIMENTO

9.5.1 Condições gerais

9.5.1.1 No mínimo, uma parte da superfície do balcão deve ser acessível a P.C.R., apresentando como extensão mínima 0,90m e possuir altura máxima de 0,90m do piso acabado.

9.5.1.2 Deve ser garantido um M.R. posicionado para a aproximação frontal ou lateral, conforme item....

9.5.1.3 O balcão deve apresentar altura livre inferior de no mínimo 0,73m do piso acabado e profundidade livre inferior de no mínimo 0,30m, conforme figura X.



9.5.2 Balcões de apoio a bandejas ou similares

9.5.2.1 Quando balcões de apoio são previstos em restaurantes ou similares, pelo menos 50% do total, com no mínimo um, para cada tipo de serviço, deve ser acessível para P.C.R., conforme figura X.

9.5.2.2 As bandejas, talheres, pratos, copos, temperos, alimentos e bebidas devem estar dispostos dentro da faixa de alcance manual, conforme item X.

9.5.2.3 Os alimentos e bebidas devem estar dispostos de forma a permitir seu alcance visual. Quando esgotadas as possibilidades de visualização direta, deve ser utilizado superfícies reflexivas, ver figura X.

9.5.2.4 Deve-se prever passa-prato, com altura entre 0,75m e 0,85m do piso acabado, conforme figura X.

9.5.3 Guichês de atendimento prolongado ou caixas para pagamentos

9.5.3.1 Quando houver guichês de atendimento prolongado ou caixas para pagamento, pelo menos 5% do total, com no mínimo um, devem ser acessíveis para P.C.R. conforme figura X.

9.5.3.2 A altura desse mobiliário deve variar entre 0,80m a 0,90m do piso acabado.

9.5.3.3 Somente caixas para pagamentos configurados como bilheterias e atendimentos rápidos, devem ter altura entre 0,90m e 1,05m em relação ao piso acabado, conforme figura X.



9.5.4 Balcões de exposições ou vitrines comerciais

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9.5.5 Balcões para exposições culturais

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9.6 EQUIPAMENTOS DE AUTO-ATENDIMENTO

CARTÃO DE ACESSO, BILHETES E CAIXAS AUTOMÁTICOS E SIMILARES

- Máquinas de retirar dinheiro, bilhetes ou pequenos bens deverão ser acessíveis e, quando possível, devem ser localizadas em áreas niveladas ao piso adjacente.

- A aproximação aos pontos de retirada devem ser claras e desobstruídas e, com pelo menos 900 mm de largura. Para aproximação da cadeira de rodas, a base da máquina deve apresentar recuo na base de 300 mm de altura e 200 mm de profundidade.

- A área imediatamente em frente a máquina deve ser pelo menos 1,80 x 1,80 m, para permitir a aproximação de um usuário em cadeira de rodas e de possibilitar virar-se após o uso.

- A operação da máquina deve ser fácil de entender.

- Brilho do sol, iluminação artificial e reflexo da rua, sobre a tela deve ser evitado.



Acesso de cartão deve:

a) Ter uma fenda

- localizado a uma altura de 800 mm para 900 mm do chão;

- com borda biselada???

- cor contrastante com a superfície circundante.

b) Incluir símbolos gráficos táteis sobre a superfície circundante

- representando o cartão e

- Identificando a orientação do cartão e de inserção

c) Ter tanto sinal sonoro (bip) e visual (luz) para indicar que o acesso foi concedido

Teclado deve:

- ser localizado a uma altura entre 0,80 a 1,10 m do chão

- ter cor contrastante com o fundo

- possuir caracteres que as cores sejam contrastantes com as chaves

- se numérica, do tipo telefone e ter um tipo de ponto levantado sobre o nº 5, este deve ser:



- de 0,7 _+ 0,1 mm de altura e

Tem como base 1,5 mm de diâmetro

- ter tanto sinal sonoro (bip) e visual (luz) para indicar que o acesso foi concedido.

Nota: As chaves devem ser lidas tanto na posição em pé como sentada.

Entende-se por equipamentos de auto-atendimento, as máquinas de parquímetros, caixas eletrônicos, máquinas de café, máquina de venda de produtos acionadas por dinheiro, entre outros similares.



9.6.1 Condições Gerais

9.6.1.1 Nos locais em que forem previstos equipamentos de auto-atendimento, pelo menos um para cada tipo de serviço, por pavimento, deve ser acessível para P.C.R.

9.6.1.2 Deve ser garantido um M.R. posicionado para a aproximação frontal e lateral.

9.6.1.3 Quando prevista, a aproximação frontal, o equipamento acessível deve possuir altura livre inferior de no mínimo 0,73 m, com profundidade livre inferior de no mínimo 0,30 m.



9.6.2 Caracterização dos Acionamentos

9.6.2.1 Devem estar localizados à altura entre 0,80 m e 1,20 m do piso acabado, com profundidade de no máximo 0,30 m em relação à face frontal externa do equipamento.

9.6.2.2 Os dispositivos para inserção e retirada de produtos devem estar localizados à altura entre 0,40 m e 1,20 m do piso acabado, com profundidade de no máximo 0,30 m em relação à face frontal externa do equipamento, conforme figura X.

9.6.2.3 As teclas numéricas devem seguir o mesmo arranjo de telefone, com o número um no canto superior esquerdo e a tecla do número cinco deve possuir um ponto em relevo no centro.

9.6.2.4 As informações contidas nos controles devem apresentar informações em braille e precisam estar posicionadas abaixo dos caracteres ou figuras, conforme item X.

9.6.3 Instruções e Informações

9.6.3.1 Precisam apresentar instruções e informações visuais, auditivas e/ou táteis, conforme seção X.

9.6.3.2 Deve-se garantir privacidade para a troca de instruções e informações a todos os indivíduos que utilizam o equipamento acessível, através da disponibilização de equipamentos assistidos como, por exemplo, fones de ouvido.

SISTEMA DE ACESSO DE SEGURANÇA (SISTEMAS DE CONTROLE DE PESSOAS)

a) Ser localizado ao longo da rota acessível;

b) Cumprir todas as exigências relativas às manobras dos espaços acessíveis segundo B.8.1 e acessibilidade de todos os comandos e dispositivos;

c) cumprir com cartão de acesso e requisitos indicados sobre teclado no item 35.8;

d) fornecer meios alternativos e equitativos para permitir uso de pessoas com deficiência, através do sistema de segurança.

NOTA: Sistema de acesso de segurança deve ser utilizável por todos. Proximidade ou scanners de contato podem facilitar isso.

Biomentric systems (por exemplo, da retina) não pode acomodar todos os usuários.

Portões de segurança ou grades devem considerar todos os requisitos relevantes para manobras especiais acessíveis segundo B.8.1 e onde são utilizados sistemas de senha deve ser previsto informação sonora (bip) e visual (luz) para sinais, indicando instruções de “avançar” e “parar”.



9.7 ASSENTOS FIXOS

ASSENTOS EM ÁREAS DE ESPERA

Instalações de assentos específicos em edifícios públicos, a fim de esperar e para descansar, ver também 19.6.

- A localização dos assentos (incluindo áreas reservadas para cadeira de rodas) não deve interferir na circulação geral.

- Espaço suficiente entre as fileiras deverá garantir a passagem de uma cadeira de rodas (largura mínima 900 mm). Em pelo menos uma posição na fileira (por exemplo, no final) deve ser assegurado espaço para manobra segundo B.8.1.

- Os bancos devem ter braços de descanso para facilitar o sentar-se e o levantar-se e apresentar um apoio para as costas.

- O design e a altura da cadeira devem facilitar o levantar-se em especial para os idosos.

- Considere também instalações para 30 cães guias e outros cães.

Caracteristicas dos assentos:

a) Altura do assento: 400 mm – 450 mm

b) Altura total do chão até o final do encosto: 750 mm- 790 mm

c) Profundidade do assento: 400 mm – 450 mm

d) Ângulo formado entre o assento e o encosto: 100◦ - 105◦

e) Altura do descanso de braço em relação ao assento: 220 mm – 300 mm

f) Descanso de braço afastado em frente ao assento: menor ou igual a 75 mm

g) Recuo da base para adentrar os pés: 150 mm

ASSENTOS EM BALCÕES, MESAS ETC

Para permitir a aproximação frontal de uma cadeira de rodas, em mesas, balcões, telefones, etc, deve ser assegurado uma área inferior mínima de 700 mm e profundidade mínima livre de 600 mm para acomodar os joelhos.

Para os pés uma altura mínima de 300 mm é necessária. Consulte fig. 59

No caso de mesas com bancos fixos, tem que haver um lugar, no mínimo, para aproximação de uma cadeira de rodas.



9.7.1 Condições gerais

9.7.1.1 O assento deve apresentar uma altura entre 0,43 m e 0,45 m e uma largura mínima entre 0,45 e 0,50 m e profundidade mínima entre 0,45 m e 0,50 m.

9.7.1.2 Apresentar o ângulo do encosto em relação ao assento de 110° aproximadamente.

9.7.1.3 Apresentar 5% do total e no mínimo um assento fixo com apoio de braços em ambos os lados, situados a uma altura sobre o assento de 0,20 a 0,25 m.

9.7.1.4 Apresentar cantos arredondados.

9.7.1.5 Devem possuir uma forma que impeça a acumulação de água sobre o assento e a superfície deve ser antiderrapante.



9.7.2 Localização

9.7.2.1 Estar localizado sobre uma superfície nivelada, firme e antiderrapante.

9.7.2.2 No caso de um passeio estreito, posicionar o banco de lado, de forma a não impedir a passagem livre de pedestres.

9.7.2.3 Deve ser garantido um M.R ao lado dos assentos fixos em rotas acessíveis, em pelo menos 5%, com no mínimo um, sem interferir com a faixa livre de circulação, conforme figura X.



9.8 SANITÁRIOS PÚBLICOS

9.8.1 Cabinas de sanitários públicos permanentes

As cabinas de sanitários públicos em locais permanentes devem atender à seção X.



9.8.2 Cabinas de sanitários públicos transitórios

Especificar mais detalhes



9.9 ABRIGOS EM PONTOS DE EMBARQUE E DESEMBARQUE DE TRANSPORTE COLETIVO

9.9.1 Condições gerais

9.9.1.1 Todos os abrigos em pontos de embarque e desembarque de transporte coletivo devem ser acessíveis para P.C.R., conforme seção X.

9.9.1.2 Nos abrigos devem ser previstos assentos fixos para descanso e espaço para P.C.R., não devendo interferir com a faixa livre de circulação, conforme X.

9.9.1.3 Quando houver desnível em relação ao passeio, este deve ser vencido através de rampa, conforme X.



9.9.2 Sinalização

9.9.2.1 Quando se trata de pontos de ônibus elevado, a borda do desnível entre o ponto e o leito carroçável deve ser sinalizada com sinalização tátil de alerta, conforme X.

9.9.2.2 Em cada ponto de embarque e desembarque deve possuir informações sobre o itinerário nas linguagens visuais, auditivas e táteis, conforme seção X.

(Verificar a regularidade dos pontos de taxi)



9.10 SEMÁFOROS OU FOCOS DE PEDESTRES

9.10.1 Condições gerais

9.10.1.1 Onde houver semáforo ou focos de acionamento manual para a travessia de pedestres, o dispositivo de acionamento deve situar-se à altura entre 0,80 m e 1,20 m do piso acabado.

9.10.1.2 O sinal verde para travessia de pedestre deve permanecer aberto o tempo suficiente para permitir o cruzamento por toda a largura da via até a calçada, a uma velocidade de 0,4 m/s.

9.10.1.3 Os semáforos ou focos para pedestres instalados em vias públicas com grande volume de tráfego ou concentração de passagem de pessoas com deficiência visual devem estar equipados com mecanismos que emitam um sinal sonoro entre 50 dBA e 60 dBA, intermitente e não estridente, ou outro mecanismo alternativo, que sirva de auxílio às pessoas com deficiência visual, quando o semáforo estiver aberto para os pedestres.



9.11 ELEMENTOS DE ILUMINAÇÃO EXTERIOR

9.11.1 Em ambientes externos é necessário sinalizar a presença de obstáculos e desníveis através do recurso da iluminação, com o objetivo de advertir.

9.11.2 Em zonas de maior risco como no início e término de escadas, rampas, pontes, passarelas e passeios inferiores recomendam-se um nível mínimo de iluminação de X lux.

(Falar com Rosália – Iluminação com foco em acessibilidade)

9.12 VEGETAÇÃO

9.12.1 Os elementos da vegetação (ramos pendentes, plantas entouceiradas, galhos de arbustos e de árvores) e suas proteções (muretas, grades ou desníveis) não devem interferir na faixa livre de circulação.

9.12.2 As raízes das árvores em percursos acessíveis e situadas ao nível do piso devem ser revestidas por grelhas de proteção ou devem ser assinaladas por um separador com altura mínima de 0,30 m que permita a sua identificação por pessoas com deficiência visual.

9.12.3 As grelhas para proteção das raízes das árvores devem possuir características de resistência mecânica e fixação que inviabilizem a remoção ou a destruição por ações de vandalismo. O dimensionamento e o espaçamento entre os vãos das grelhas devem atender a X.



9.12.4 Nas rotas acessíveis e áreas adjacentes não devem ser colocadas plantas dotadas de espinhos; produtoras de substâncias tóxicas; invasivas com manutenção constante; que desprendam muitas folhas, frutos ou substâncias que tornem o piso escorregadio; cujas raízes possam danificar o pavimento.

(Definir alturas de floreiras)

PAPELEIRAS/LIXEIRAS

ISO – Caixas de Lixo (resíduos)

Sistema de separação de lixo deve ser concebido para a acessibilidade e tornado acessível a cadeira de rodas.

  • Estar locada fora dá faixa livre de circulação, adaptada ou praticável, ou das áreas comuns acessíveis, de forma a não impedir o fluxo de pessoas.

  • Instalar papeleira de uma boca na direção da circulação de pedestres, e se for de duas bocas deve ser colocada em posição perpendicular ao passeio, sempre em local visível.

  • A altura de abertura em relação ao solo deve ser entre 0,75 m a 0,90 m.

  • Se for do tipo basculante, precisa apresentar um mecanismo que permite seu funcionamento de forma autônoma pelas pessoas carregadas de compras ou não.

  • No caso da papeleira invadir parte da área de circulação de pedestres, a base de fixação precisa ser do tipo de dois ou mais pés ou que tenha um prolongamento até o solo, ou um sóculo de 0,15 cm de altura em toda a sua projeção em planta, de forma que seja facilmente detectadas pelos bastões utilizados pelos deficientes visuais.


Não revisado

9.12 ELEMENTOS DE PROTEÇÃO OU DE FECHAMENTO

CERCAS OU SIMILARES

  • Ter uma largura mínima de passagem de 0,80 m, sendo recomendado em áreas verdes 0,90 m como mínimo.

  • Os painéis de gradil que delimitam passeios e caminhos devem ser facilmente detectados, podendo estar fixados no solo ou separados com no máximo de 0,15 m.

ELEMENTOS DE PROTEÇÃO DE VIA

  • Os elementos que impedem a passagem de veículos, como totens de controle, cancela, postes baixos e gradil de proteção de via, devem ser facilmente detectados: com contornos bem definidos, pintados de forma a criar contraste com o pavimento, com uma altura mínima de 0,80 m e com uma largura mínima de passagem livre de 0,90 m.

  • Locar o seu limite a 0,20 m da calçada para separar da zona dos pedestres.

  • Possuir um sóculo de 0,10 m de altura embaixo dos gradis de proteção viária.

OBS 1: Caso dos divisores, guias e balizadores (fradinhos, pilones, defesa, pilaretes)

9.14 QUIOSQUES OU SIMILARES

  • Ter um local de atendimento adaptado, ou se não o possuir, dispor ao menos de um espaço próximo lateral adaptado ou praticável.

  • Possuir “vitrines” adaptadas.

  • Qualquer elemento móvel existente (toldos, coberturas, etc, assim como seus engates (ligamento), deve garantir uma altura livre de passeio mínima de 2,10 m em toda sua projeção em planta, sendo recomendado em áreas livres e verdes o mínimo de 2,20 m.

  • Não expor mercadorias fora dos espaços do quiosque destinados a elas.

9.15 ELEMENTOS DO PLANTIO DE ÁRVORES

ELEMENTOS DE PLANTIO DE ÁRVORES

Considera-se um cabo adequado se cumprir os requisitos gerais da acessibilidade dos elementos de mobiliário e as especificações seguintes:



  • Proteger a parte do cabo situada mais próxima do solo com um tubo rígido facilmente detectável.

  • Se não há nenhuma outra possibilidade, sua existência deve ser sinalizada mediante um elemento facilmente detectável que impeça a aproximação de pessoas cegas ou com deficiências visuais.

Um protetor, uma ancoragem ou um tripé, colocado para proteção e/ou sustentação de árvores, devem cumprir os requisitos gerais de acessibilidade dos elementos de mobiliário e as seguintes especificações:

  • Estar situados de maneira que não constituam nenhum obstáculo na passagem dos deficientes visuais, das pessoas com mobilidade reduzida e em geral de qualquer pedestre. O passeio livre de obstáculo tem que ter ao menos 0,90 m de largura por 2,10 m de altura.

  • Ser facilmente identificável com a movimentação do bastão.

  • Sempre que seja possível, ter ancoragem subterrânea.

  • 9.15 ELEMENTOS DO PLANTIO DE ÁRVORES

  • ELEMENTOS DE PLANTIO DE ÁRVORES

  • OBS 1: Retratar também sobre PONT-A-MUSSOM (grade de proteção de raiz)

9.16 BRINQUEDOS INFANTIS

  • Ter ao menos uma parte de suas instalações adaptadas.

  • Facilitar o uso de todas as crianças dentro das faixas etárias permitidas. Possuir uma via adaptada no interior do brinquedo que chegue a todas as estruturas adaptadas, permitindo que as crianças com deficiência possam desfrutar de sensações semelhantes às crianças que não a possuam.

  • Possuir pontos de transferência que permitam que as crianças usuárias de cadeiras de rodas, possam fazer a transferência das suas cadeiras para a estrutura e interagir melhor com os elementos do brinquedo.

  • Se possuir rampa, esta deve estar equipada com grade, corrimão e patamar. O diâmetro do corrimão será de 0,025 m a 0,032 m, menor do que o normal, para adequar-se as mãos das crianças.

9.17 ELEMENTOS VARIADOS

PAPELEIRAS/LIXEIRAS

  • Estar locada fora dá faixa livre de circulação, adaptada ou praticável, ou das áreas comuns acessíveis, de forma a não impedir o fluxo de pessoas.

  • Instalar papeleira de uma boca na direção da circulação de pedestres, e se for de duas bocas deve ser colocada em posição perpendicular ao passeio, sempre em local visível.

  • A altura de abertura em relação ao solo deve ser entre 0,75 m a 0,90 m.

  • Se for do tipo basculante, precisa apresentar um mecanismo que permite seu funcionamento de forma autônoma pelas pessoas carregadas de compras ou não.

  • No caso da papeleira invadir parte da área de circulação de pedestres, a base de fixação precisa ser do tipo de dois ou mais pés ou que tenha um prolongamento até o solo, ou um sóculo de 0,15 cm de altura em toda a sua projeção em planta, de forma que seja facilmente detectadas pelos bastões utilizados pelos deficientes visuais.

CHURRASQUEIRA E FORNO A LENHA AO AR LIVRE



  • Estar instalada sobre um pavimento firme e nivelado.

  • Ter uma altura entre 0,75 m a 0,85 m.

  • Considera-se um forno a lenha adaptado se cumprir com os requisitos gerais de acessibilidade dos elementos de mobiliário e as seguintes especificações:

  • Estar instalado sobre um pavimento firme e nivelado.

  • Ter uma altura entre 0,55 m a 0,65 m.

  • Recomenda-se um local próximo para colocar lenha.

BINÓCULOS

  • Estar fixado em local com piso nivelado e firme.

  • Na parte inferior do suporte, apresentar espaço livre de no mínimo 0,70 m de altura, 0,80 m de largura e 0,60 m de profundidade para permitir acesso a usuários de cadeiras de rodas.

  • Apresentar altura de observação em relação ao solo de 1,40 m a 1,60 m para pessoa em pé e outra de 0,90 m a 1,10 m para usuários de cadeiras de rodas e crianças.

  • Recomenda-se a colocação de binóculo com altura regulável.

9.17 ELEMENTOS VARIADOS

OUTROS ELEMENTOS

  • Pérgulas

  • Toldos

  • Estufas

  • Esculturas

  • Fontes ornamentais

  • Caixas de coleta do correio

  • Armários da rede telefônica e elétrica

  • Postes da rede elétrica

  • Apoios de Bicicleta (Parqueadores de Bicicleta)

  • Relógio eletrônicos

  • Tampão de rua (Telefone, Incêncio, Boca de Lobo)

  • Suporte Isquiático

  • Estantes - prateleiras



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