6ccsdcosmt01-o confiabilidade na determinaçÃo da idade óssea pela análise das vértebras cervicais



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UFPB-PRG XII Encontro de Iniciação à Docência



6CCSDCOSMT01-O

CONFIABILIDADE NA DETERMINAÇÃO DA IDADE ÓSSEA PELA ANÁLISE DAS VÉRTEBRAS CERVICAIS.

Lariane Jane dos Santos Raulino(1), Isabelle de Sousa Dantas(2), Rejane Targjino Beltrão(4), Ricardo Villar Bertão(4), Maria Luiza dos Anjos Pontual(3)

Centro de Ciências da Saúde/Departamento de Clínica e Odontologia Social/Monitoria
RESUMO:

Os métodos freqüentemente utilizados para a avaliação do crescimento geral, ou maturação de um indivíduo, consistem na determinação das idades cronológica, dentária, óssea, as variações de peso e altura e da manifestação das características secundárias dos gêneros, que acompanham a fase da pré-adolescência e da adolescência propriamente As informações sobre o estudo do crescimento e desenvolvimento craniofacial possuem fundamental importância para se estabelecer a possível etiologia das desordens craniofaciais, o diagnóstico individual preciso e um planejamento de tratamento adequado. Contudo, a idade cronológica nem sempre ser um bom parâmetro para a avaliação do estágio de maturação em que o corpo se encontra. Entretanto, o diagnóstico, plano de tratamento e prognóstico dos tratamentos ortodôntico/ortopédicos nos pacientes jovens fundamenta-se no grau de maturação esquelética e no potencial de crescimento. Portanto, é de grande utilidade na Odontologia, a estimativa da idade biológica por meio da idade óssea. Para tal faz-e uso de análises radiográficas de regiões selecionados do corpo, as quais informam o estágio maturacional dos indivíduos. O objetivo neste trabalho, foi realizar uma revisão de literatura sobre a idade óssea por meio da avaliação das vértebras cervicais, abordando os diversos métodos desenvolvidos e estudos comparando com a utilização de métodos que fazem uso de radiografias carpais.

Palavras-Chave: Indicadores biológicos; Vértebras cervicais; Radiografias.
INTRODUÇÃO

Os métodos freqüentemente utilizados para a avaliação do crescimento geral, ou maturação de um indivíduo, consistem na determinação das idades cronológica, dentária, óssea, as variações de peso e altura e da manifestação das características secundárias dos gêneros, que acompanham a fase da pré-adolescência e da adolescência propriamente dita (MORAES; MÉDICI FILHO; MORAES, 1998; GENEROSO, 2003; TERÇAROLI, 2005).

As idades cronológica e óssea nem sempre coincidem (MORIHISA, 2005), sendo a idade óssea de fundamental importância , para o tratamento médico e odontológico. É considerada um verdadeiro registro da idade biológica (TAVANO,1976). É por meio deste estudo que torna-se possível estimar a progressão de uma criança em relação à maturidade, levando-se em consideração as influências genéticas, ambientais e nutricionais (MOSCATIELLO, 2008 apud VAN DER LIDEN,1974).

A época de ocorrência do surto de crescimento está intimamente relacionada ao grau da maturação esquelética do indivíduo. Por meio da análise da idade óssea, o dentista avalia a possibilidade de contar ou não com o potencial de crescimento. Destarte, essas informações auxiliam na decisão do início do tratamento, como na abordagem utilizada, permitindo a otimização dos resultados e diminuição no tempo de tratamento (PETER, 2003).

Seu estudo baseia-se nas mudanças esqueléticas que podem ser visualizadas em radiografias de áreas selecionadas do corpo, durante todo o período de crescimento (TAVANO,1976).

Para constatar a idade óssea pode-se utilizar algumas radiografias como a radiografia carpal e a radiografia lateral cefalométrica. O método da radiografia carpal é o mais antigo, fornecendo uma visão da região de mão e punho, onde se verificam os indicadores da maturidade. Já a utilização da radiografia cefalométrica, avalia-se o desenvolvimento das vértebras cervicais. De uma maneira geral, todos os métodos de avaliação da idade óssea pó meio das vértebras cervicais se baseiam nas alterações morfológicas que ocorrem nos corpos das vértebras (BACCETTI, T.; FRANCHI, L.; McNAMARA JR, 2002, 2005; HASSEL, B.; FARMAN, A. G, 1995).

A análise das vértebras cervicais, na tentativa de identificar o estágio maturacional do paciente é um dos temas atuais dentro da literatura ortodôntica. Estudos têm sido realizados , propondo modificações no método original. O primeiro método foi desenvolvido por Lamparski (1972) o qual tem sido mais utilizado (BACCETTI, T.; FRANCHI, L.; McNAMARA JR, 2002, 2005; HASSEL, B.; FARMAN, A. G, 1995 devido à dificuldade de memorização dos diferentes estágios propostos ou mesmo pela subjetividade que envolve os diversos critérios de classificação sugeridos na literatura (SANTOS-PINTO, 2001).

Diante do exposto, foi objetivo neste trabalho, realizar uma revisão de literatura sobre a idade óssea por meio da avaliação das vértebras cervicais, abordando os diversos métodos desenvolvidos e estudos comparando com a utilização de métodos que fazem uso de radiografias carpais.


REVISÃO DE LITERATURA

No ano de 1963, Bench, estudando o crescimento e o desenvolvimento da coluna cervical, com as alterações na face e posição da língua durante o período da infância até a idade adulta, realizou uma pesquisa com 165 radiografias laterais cefalométricas de pacientes dos sexos masculino e feminino. Ele observou ser possível mensurar o crescimento e desenvolvimento das vértebras cervicais por meio das radiografias laterais cefalométricas, uma vez que as alterações de crescimento nelas observadas ocorrem principalmente no sentido vertical, sendo bastante rápidas durante a infância, diminuindo porém a sua velocidade em direção à adolescência

Lamparski (1972) foi quem primeiro demonstrou a aplicabilidade do método de avaliação da maturação esquelética por meio da radiografia lateral cefalométrica. Em seu estudo, examinou o crescimento e a maturação das vértebras cervicais a fim de verificar se as alterações encontradas nessa área poderiam ser utilizadas na avaliação da idade óssea ao invés da radiografia da mão e do punho. A avaliação da idade esquelética por meio deste método mostrou-se válida e confiável, apresentando o mesmo valor clínico que a avaliação por meio do método carpal.

Hellsing (1991), utilizando radiografias laterais cefalométricas de 107 pacientes de ambos os gêneros e correlacionando as alterações de altura e largura das vértebras cervicais com crescimento estatural puberal, relatou a largura e a altura das vértebras cervicais poderiam ser utilizadas como indicadores de crescimento esquelético. Salientou ainda que a principal vantagem de se utilizar o desenvolvimento vertebral como alternativa para a avaliação da maturidade esquelética consiste da não utilização de mais uma radiografia,..

Hassel, Farman (1995) analisaram as radiografias carpais e lateriais cefalométricas em norma lateral de uma amostra de 220 indivíduos, com idades entre 8 e 18 anos. Em modificação ao método original de Lamparski (1972), propuseram a avaliação das imagens correspondentes às vértebras C2, C3 e C4, pelo fato de não serem cobertas pelo uso do protetor de tireóide durante a técnica radiográfica. Foram apresentados pelos autores, seis estágios conhecidos como Índice de Maturação das Vértebras Cervicais (IMVC) – iniciação, aceleração, maturação, transição, desaceleração e finalização – cada uma dessas fases apresentam características próprias e representam uma provável porcentagem de crescimento esquelético geral.

Observaram alta correlação entre os indicadores de maturação e as mudanças anatômicas das vértebras cervicais, dando condições ao ortodontista para avaliar a maturação esquelética dos pacientes. Ainda, verificaram também alta correlação com a idade óssea utilizando radiografias carpais por meio do método proposto por Fishman (1982).

Santos et al (1998), estudaram a aplicabilidade e a confiabilidade da utilização das alterações morfológicas das vértebras cervicais, observadas em 77 radiografias cefalométricas laterais, de pacientes do sexo masculino e feminino, dos 8.5 aos 16.5 anos de idade, pelo método descrito por Hassel,Farman (1995). A observação das mudanças nas vértebras cervicais mostrou-se um método útil e aplicável, apesar de haver uma maior dificuldade na visualização das vértebras pela qualidade de imagem. Porém, deve-se complementá-lo com o maior número de informações disponíveis a respeito de cada indivíduo, a fim de se obter um diagnóstico mais preciso e fidedigno.

Santos, Almeida (1999), avaliaram a confiabilidade da utilização das alterações morfológicas das vértebras cervicais como método de determinação do estágio de maturação esquelética desenvolvido por Hassel, Farman (1995), comparando-o com os eventos de ossificação que ocorrem na região de mão e punho (Fishman, 1982). Além disso verificaram a possibilidade de utilização deste método na prática clínica. Utilizaram a mesma amostra do estudo citado anteriormente, acrescido das radiografias carpais dos 77 pacientes, todas avaliadas por seis examinadores. Observaram que os dois métodos analisados separadamente apresentaram fácil aplicação e puderam ser reproduzidos com confiança. Ao comparar as duas técnicas, houve uma correlação positiva e significativa entre as duas. Concluíram que as alterações morfológicas das vértebras cervicais constituem um método adicional útil e confiável na determinação da idade esquelética de um indivíduo.

Tavano et al (2000) realizaram uma revisão na literatura sobre os métodos de avaliação da maturação das vértebras cervicais como parâmetro alternativo na prática clínica da ortodontia e ortopedia facial. Concluíram que a observação radiográfica das diferenciações morfológicas das vértebras cervicais, nas radiografias laterais cefalométricas, constitui um método alternativo confiável e prático na avaliação esquelética, vindo a contribuir no diagnóstico e planejamento de tratamentos de pacientes em fase de crescimento e desenvolvimento puberal.

Franchi, Baccetti e McNamara Jr. (2000) relacionaram a maturação das vértebras cervicais com o crescimento mandibular e a altura corporal, a fim de examinarem a validade dos seis estágios de maturação das vértebras cervicais. Em 24 indivíduos (15 mulheres e 9 homens) com idade entre 3 e 18 anos de idade e que não haviam se submetido a tratamento ortodôntico prévio. O método detectou em 95% dos indivíduos, um grande desenvolvimento mandibular e crescimento craniofacial durante os intervalos 3 e 4 quando o pico em altura também ocorreu. A reprodutibilidade do método foi de 98,6%, resultado esse encontrado por meio de um teste inter-examinador. Os autores destacaram que a precisão do método das vértebras cervicais fornecia indicadores úteis sobre o momento ideal para o tratamento das deficiências mandibulares.

Armond et al (2001), estimaram o crescimento e desenvolvimento esquelético de 110 brasileiros, leucodermas, do sexo masculino e feminino, com idades entre 8 a 14,6 anos para as meninas, e 9,5 a 14 anos para os meninos, em surto de crescimento puberal, por meio do método de Hassel, Farman (1995) comparando o IMVC (Índice de Maturação das Vértebras Cervicais), com o surto de crescimento puberal, por meio dos eventos de ossificação carpal. Os resultados revelaram correlação significativa entre os métodos. Concluíram que a avaliação morfológica das vértebras constitui um parâmetro alternativo, confiável e prático na avaliação esquelética de pacientes ortodônticos, complementando ou mesmo substituindo outros métodos de avaliação, porém, aconselham não utilizá-lo de forma absoluta como parâmetro na determinação da idade esquelética.

Araújo (2001) avaliou a aplicabilidade e confiabilidade de dois métodos de estimativa de maturação óssea. O primeiro método foi utilizado para estimar a maturação óssea visualizada nas radiografias carpais, e o segundo método observou as variações morfológicas nas vértebras cervicais C2, C3 e C4, visualizadas em radiografias cefalométricas laterais. Foi estudada uma amostra composta por 240 indivíduos brasileiros dos sexos masculino e feminino com idade variando dos 7 aos 15 anos. As radiografias foram examinadas por seis avaliadores e os dados obtidos foram submetidos à análise estatística. O método que utilizou radiografias carpais obteve correlações inter e intra-avaliadores maiores do que o método que utilizou a visualização das vértebras cervicais nas radiografias cefalométricas laterais, independentemente do sexo e da idade do indivíduo.

Armond, Castilho e Moraes (2002) realizaram um estudo baseado na comparação da maturação das vértebras cervicais por observação dos índices descritos por Lamparski (1972) e modificados por Hassel e Farman (1995), com a idade cronológica de 380 indivíduos leucodermas brasileiros, de ambos os gêneros, com idade variando de 6 a 16 anos. Os resultados mostraram uma relação direta entre o aumento da idade cronológica e o aumento do índice de maturação das vértebras cervicais, até a faixa etária de 12 anos para ambos os gêneros. A partir dessa faixa houve maior aceleração da maturidade óssea nos pacientes do gênero feminino. Concluíram que a utilização da idade cronológica como parâmetro para determinar a idade óssea, pela análise das vértebras cervicais, tem confiabilidade média.

Baccetti, Franchi e McNamara Jr. (2002) desenvolveram um novo método para avaliar o crescimento mandibular por meio da maturação das vértebras cervicais: a detecção do pico de crescimento mandibular e a identificação da melhor época para o tratamento, baseada na análise das vértebras cervicais C2, C3, C4. O estudo de cada caso constituiu de dois cefalogramas consecutivos, abrangendo o intervalo do máximo crescimento mandibular, usando o fator Co-Gn (condilio-gnátio) de McNamara Jr., juntamente com dois cefalogramas sucessivos antigos e dois cefalogramas consecutivos mais recentes. A análise foi baseada na avaliação visual e cefalométrica das características morfológicas de três vértebras – C2, C3, C4. Esse método (CVM) propõe cinco estágios de maturação das referidas vértebras CVMS I, CVMS II, CVMS III, CVMS IV e CVMS V. Observaram que o pico de crescimento mandibular ocorre entre os estágios CVMS II e CVMS III. Os autores relataram que a vantagem da nova versão do método CVM, é que a maturidade esquelética pode ser avaliada em um simples cefalograma e analisar somente C2, C3, C4, que usualmente são visíveis mesmo quando um colar de proteção de radiação está presente.

Generoso (2003), realizou um estudo no qual correlacionou a maturação das vértebras cervicais por meio dos índices de Lamparski modificados por Hassel e Farman (1995), com idade cronológica. A amostra foi constituída de 380 brasileiros leucodermas, do gênero masculino e feminino, com idade entre 6 e 16 anos. Os resultados mostraram relação direta entre o aumento da idade cronológica por gênero e o aumento gradativo da média dos IMVCs, concluindo ser possível, porém, medialmente confiável, utilizar a idade cronológica para determinar a fase da idade óssea do indivíduo.

Santos et al (2005), avaliaram a reprodutibilidade do método de Hassel, Farman(1995) com o intuito de divulgá-lo e incorporá-lo como um elemento diagnóstico e auxiliar no prognóstico dos tratamentos das más-oclusões. Utilizaram 100 radiografias laterais cefalométricas de pacientes dos sexos feminino e masculino, dos seis aos 16 anos. As radiografias foram avaliadas por três examinadores calibrados, os quais classificaram-nas em escores de 1 a 6. O método mostrou-se reproduzível na avaliação do estágio em que o indivíduo se encontra na curva de crescimento.



Morihisa e Feres (2005) em revisão de literatura dos dois métodos existentes para avaliação da maturidade óssea: a radiografia carpal e a radiografia cefalométrica lateral, relataram que ambos os métodos apresentam concordância na avaliação da maturação esquelética, sendo que a observação das vértebras cervicais tem sido muito aplicada, permitindo diagnósticos relevantes à prática ortodôntica.
CONCLUSÕES

  • As mudanças morfológicas que ocorrem nas vértebras cervicais, visualizadas nas telerradiografias em norma lateral, mostrou-se como um método útil e aplicável na avaliação do estágio de maturação de um paciente na prática clínica.

  • Possui algumas vantagens em relação a outros métodos que também utilizam-se de radiografias: redução da exposição de radiação ao paciente e menor custo por não ser necessário uma documentação extra.

  • Porém, como qualquer outro método, deve-se complementá-lo com o maior número de recursos e informações disponíveis a respeito do desenvolvimento de cada indivíduo, para que se obtenha um diagnóstico mais preciso e fidedigno.


REFERÊNCIAS


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