1 contabilidade de custos



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CONTABILIDADE DE CUSTOS


CURSO

Agronegócios

4º Período – Noturno

Professora: Rúbia Cristina Arantes Marques


CONTABILIDADE DE CUSTOS

1.1Origem


A contabilidade de custos teve sua origem ainda na Era Mercantilista, antes da Revolução Industrial do século XVIII. Naquela época, a principal fonte de dados era a a Contabilidade Geral ou Financeira, onde sistema de apuração dos custos se resumia em levantar os estoques ao final de cada período, a fim de se obter o valor do Custo das Mercadorias vendidas. Tal simplificação se devia ao fato de não existirem indústrias, sendo o trabalho de transformação, exercido pelos artesãos do reino, que vendiam suas peças em praças públicas. Assim sendo não havia necessidade de um controle rígido dos custos de fabricação. Deste processo de apuração dos custos através dos estoques finais, surgiu a fórmula básica de apuração dos custos até hoje utilizada, que serve de base para apuração dos custos em qualquer fase do processo de processo de produção, qual seja:

Custo das mercadorias vendidas = Estoques iniciais (+) Compras (-) Estoques finais
Nessa época as empresas viviam basicamente do comércio, e para obter o preço de compra dos bens bastava fazer uma consulta nos documentos de aquisição. Com a revolução industrial, a contabilidade de custos teve como ponto de partida para o seu desenvolvimento, a necessidade de avaliar estoques. A partir de então houve um desenvolvimento constante da contabilidade de custos, como ferramenta fundamental na análise de viabilidade econômica, rentabilidade, custos de processo e outros.

1.2Conceito


De acordo com Medeiros (1994) a contabilidade de custos é um instrumento de controle dinâmico, pois acompanha os fatos internos da empresa, e funciona como instrumento de tomada de decisões. Ela tem a função de gerar informações precisas e rápidas para a administração, para a tomada de decisões.

A contabilidade de custos planeja, classifica, aloca, acumula, organiza, registra, analisa, interpreta e relata os custos dos produtos fabricados e vendidos. Uma organização necessita ter uma contabilidade de custos bem estruturada para acompanhar e atingir seus objetivos em um mercado dinâmico e globalizado.

Portanto podemos concluir que toda decisão da empresa envolve em maior ou menor escala, a variável custo.

1.3Objetivos


A contabilidade de custos tem por objetivos principais:

  1. fornecimento de dados para apuração de custos para o cálculo do preço de venda e avaliação de estoques;

  2. fornecimento de informações à administração para o controle das operações e atividades da empresa;

  3. fornecimento de informações para planejamento, orçamentos e tomadas de decisões;

  4. atendimento a exigências fiscais e legais.

AVALIAÇÃO DOS ESTOQUES

1.4Métodos de Avaliação de Estoques


Os métodos de avaliação de estoques englobam, procedimentos necessários ao registro da movimentação dos Estoques. Tem por objetivo a separar o custo dos produtos entre o que foi vendido e o que permaneceu em estoque. Entre os critérios de avaliação mais utilizados no Brasil, podemos destacar.

1.4.1 PEPS


PEPS, Primeiro a Entrar, Primeiro a Sair. Isto significa que o primeiro valor a entrar é o primeiro valor a sair, permanecendo sempre os mais recentes em estoque.

Este método tende a analisar o custo do produto vendido menor do que certamente seria, devido a uma situação normal de crescimento de preços. E isto provoca um Lucro Contábil maior.


1.4.2 UEPS


UEPS, Último a Entrar, Primeiro a Sair. Isto significa que o último valor a entrar é o primeiro a sair.

"Com a adoção do UEPS, há tendência de se apropriar custos mais recentes aos produtos feitos, o que provoca normalmente redução do lucro contábil. Provavelmente por essa razão, essa forma de apropriação, apesar de aceita pelos princípios contábeis, não é admitida pelo Imposto de Renda Brasileiro" (Eliseu Martins, 1996, p.129).

1.4.3Preço Médio


No Brasil o Preço Médio é o mais utilizado. Isto porque este critério de avaliação de estoques é o que mais se aproxima da realidade, sendo assim podemos fixar dois tipos diferentes: Móvel e Fixo.

Preço Médio Ponderado Móvel


É aquele mantido por empresas com controle constante de seus estoques e que por isso atualiza seu preço médio após cada aquisição. A cada valor novo que entra no estoque é calculado um novo valor médio.

Preço Médio Ponderado Fixo


Utilizado quando a empresa calcula o preço médio apenas após o encerramento do período ou quando decide apropriar a todos os produtos elaborados no exercício ou mês um único preço por unidade.

Desta forma, é necessário primeiro calcular o preço médio global do período, para se saber o custo da matéria-prima consumida.




TERMINOLOGIA

1.5Desembolso


É o pagamento resultante da compra (aquisição) de um bem ou serviço. É a saída financeira da empresa, entrega de ativos.

Ex.: Pagamento de uma fatura.


1.6Gastos


"Esforço financeiro" com que a entidade arca para obter bens (produtos) ou serviços. São representados pela promessa de entrega de ativos (geralmente dinheiro). Normalmente se contrai uma obrigação.

Somente é considerado gasto no momento que existe o reconhecimento contábil da dívida ou da redução do ativo dado em pagamento.

Gasto é termo genérico que pode representar tanto um custo como uma despesa.

Ex.: Gasto com matéria-prima, gasto com comissões sobre vendas.


1.7Custo


Gasto relativo a bem ou serviço utilizado na produção de outros bens ou serviços. Ele também é um gasto, só que reconhecido como custo no momento da fabricação de um produto ou execução de um serviço.

Ex.: matéria-prima, mão-de-obra direta.


1.8Despesa


Gasto que provoca redução do patrimônio. Bem ou serviço consumidos direta ou indiretamente para a obtenção de receitas.

Ex.: comissão sobre vendas.


1.9Diferença entre Custo e Despesa


  1. Custo: é o gasto com a fabricação do produto (processo produtivo), neste sentido, percebe-se que o custo só afetará o resultado na parcela do gasto que corresponde aos produtos vendidos. Os custos dos produstos não vendidos não afetarão o resultado, e constituirão portanto, um ativo. (estoque de produtos acabados)

  2. Despesa: é o gasto que não esta relacionado ao processo produtivo. São todos os demais fatores identificáveis a administração, financeiras e relativas as vendas, que reduzem a receita. A despesa afetará diretamente o resultado do exercício.

1.10Investimento


É todo o gasto para aquisição de ativo, com finalidade de obtenção de benefícios a curto, médio ou a longo prazo.

Podemos concluir que todo custo é um investimento, mas nem todo o investimento é um custo.

Ex.: matéria-prima, máquina para a fábrica, ações de outras empresas.

1.11Perdas


São bens ou produtos consumidos de forma anormal e involuntários. São gastos não intensionais decorrentes de fatores externos, fortuitos ou da atividade produtiva normal da empresa.

Ex.: perdas com estoque deteriorados, incêndios.


1.12Subprodutos


É aquele produto que nasce de forma natural durante o processo produtivo da empresa. Ele Possui mercado de venda e preço definido, porem sua participação é ínfima no faturamento total da empresa.

Ex.: Serragem, sobras de Matéria-Prima.


1.13Sucatas


São produtos que surgem da produção com defeitos ou estragados. Suas vendas são esporádicas e realizadas por valor não previsível na data em que surgem na fabricação. Não recebem custos e também não servem para a redução de custos de produção. Na data da venda elas são contabilizadas como outras receitas operacionais.

Ex.: Cadeira faltando uma perna (três pernas), azulejos com defeito.


1.14Rateios


É o processo de divisão dos custos indiretos de produção aos centros de custos (departamentos), observando critérios pré-estabelecidos para sua alocação.

CLASSIFICAÇÃO DE CUSTOS

1.15 Quanto a Apropriação aos Produtos


Os custos de fabricação, quanto a apropriação aos produtos são classificados em custos diretos de fabricação e custos indiretos de fabricação.

1.15.1Custos Diretos


É todo o custo que está vinculado diretamente ao produto, e varia com a quantidade produzida. Sem ele o produto não existiria. Sua apropriação pode ser direta (sem rateio), bastando que exista uma medida de consumo, como Quilogramas, Horas-Máquina, Horas-Homem trabalhadas, etc.

Exemplo de custo direto: Matéria-Prima, Embalagens, Mão-de-obra Direta.


1.15.2Custos Indiretos


É todo o custo que não esta vinculado diretamente ao produto, mas sim ao conjunto do processo produtivo. Para serem incorporados aos produtos, obedecem a uma mecânica de apropriação, de um processo de rateio.

Exemplo de custos Indiretos: Depreciação das Máquinas, Supervisão da fábrica, Energia elétrica, etc.


1.16Quanto ao Nível de Atividade


Quanto ao Nível de Atividade, os custos de produção podem ser FIXOS, VARIÁVEIS e MISTOS.


1.16.1 Custos Fixos


É o custo que a empresa tem mensalmente, independente da produção e não se altera com o volume produzido dentro de uma determinada capacidade instalada.

É um custo fixo no total, mas variável nas unidades produzidas. Quanto mais produzir, menor será o custo por unidade. Por exemplo:

R$ 200,00 imputados a 200 unidades = R$ 1,00 /u

R$ 200,00 imputados a 100 unidades = R$ 2,00 /u.

Exemplo: Aluguel, depreciação dos equipamentos, salário do supervisor da fábrica.

200,00


Custo fixo
R$



100


200


0

Quantidade Produzida Unidades



1.16.2Custos Variáveis


É o custo que aparece somente quando a empresa inicia a produção e venda de seus produtos. Ele é fixo na unidade e variável no total.

Quanto mais produzir, maior vai ser o volume consumido.

R$ 200,00 para fabricar 200 unidades

R$ 1.000,00 para fabricar 1000 unidades

Exemplo: Matéria-Prima Consumida, mão-de-obra.

1.000,00

R$


200,00





200


1000

Unidades Produzida

1.16.3Custos Mistos


É o custo que varia em função do volume de produção ou venda, mas não exatamente nas mesmas proporções.

São custos considerados fixos até uma determinada parcela, e a partir deste ponto passam a ser variáveis.

R$ 100,00 para fabricar até 1.000 unidades

R$ 300,00 para fabricar até 1.500 unidades

O exemplo mais típico é a energia elétrica da industria.

R$



300,00


100,00


100


300





Unidades Produzidas



ESQUEMA BÁSICO DA CONTABILIDADE DE CUSTOS PARA AVALIAÇÃO DE ESTOQUES E RESULTADOS


Para se proceder ao custeamento dos estoques e, à conseqüente apuração do resultado do exercício, existe um esquema básico de procedimentos, utilizado nas companhias, que consiste no uso do Método de Custeio por Absorção.

Primeiramente, vamos praticar os passos dessa metodologia com um exemplo prático, e, mais adiante, iremos questioná-la e confrontá-la com outras metodologias alternativas.



O esquema básico resume-se em:

  1. Separação entre Custo e Despesa;

  2. Apropriação dos Custos Diretos diretamente aos produtos;

  3. Rateio dos Custos Indiretos.

1.17Primeiro Passo: A separação entre custos e despesas


O quadro a seguir elenca as principais características de custos e despesas. Veja algumas delas.

Custos

Despesas


Diretamente relacionados ao processo de produção de bens ou serviços. Deve-se atentar que nem todos os gastos dentro da produção são custos, pois quando ocorre o uso das instalações, equipamentos e mão-de-obra não destinados à venda, devem ser considerados como despesas do período.

Gastos administrativos com vendas, gastos financeiros

Enquanto os produtos ficam estocados os custos ficam ativados, aparecem no BP e não na DRE

Possuem a natureza não fabril

Fazem parte do resultado quando da sua venda, figurando na DRE

Integram a DRE do período em que incorrem

Gastos incorridos até o momento em que o produto está pronto para a venda

Gastos incorridos após o produto está pronto para a venda

N/C

Valores irrelevantes devem ser considerados como despesas (conservadorismo e materialidade)

N/C

Valores cujo rateio é extremamente arbitrário também devem ser considerados como despesas do período

Suponhamos que estes sejam os gastos de determinado período da Empresa X, devendo ser classificados em Custos de Produção e Despesas.

Comissões de vendedores

80.000

Salários de fábrica

120.000

Matéria-prima consumida

350.000

Salários da administração

90.000

Depreciação da fábrica

60.000

Seguros da fábrica

10.000

Despesas financeiras

50.000

Honorários da diretoria

40.000

Materiais diversos- Fábrica

15.000

Energia elétrica – Fábrica

85.000

Manutenção – Fábrica

70.000

Despesas de entrega

45.000

Correios, telefone, telex

5.000

Material de consumo – Escritório

5.000

Total dos gastos de Abril

1.025.000

Custos de Produção











































Total




Despesas Administrativas

























Total




Despesas de venda













Total












Total



1.18Segundo Passo: A apropriação dos custos diretos


A apropriação dos custos diretos é feita pelos sistemas de requisição de matéria-prima, apontamento de horas de mão-de-obra, medição de energia elétrica por horas máquinas etc.

A empresa X fabrica três produtos A, B e C em que são apurados os seguintes valores de custos diretos:






Produto A

Produto B

Produto C

Custos sem apropriação direta

Total

Matéria-prima
















Mão-de-obra
















Energia Elétrica
















Subtotal



















Custos Diretos: Total =

Custos Indiretos



1.19Terceiro Passo: A apropriação dos custos indiretos


De acordo com o método de custeio por absorção, todos os custos de produção devem ser apropriados aos produtos. Com isso, torna-se necessário alocar os custos indiretos aos produtos. Mas como fazer essa apropriação?

Existem várias formas de rateio, cuja utilização irá depender das estruturas produtiva e sistêmica da empresa. Muitas vezes é necessário uma apuração mais precisa, entretanto poderá faltar recursos de medição de consumo dos fatores de produção. Essa assertiva vale até mesmo para a apropriação dos custos diretos.

Quanto ao nosso caso prático, suponhamos que o rateio dos custos indiretos seja feito proporcionalmente aos custos totais diretos incorridos em cada produto. Apesar de simplista, esse critério poderá ser usado quando a composição dos custos diretos são a grande parte dos custos totais, não havendo outra maneira mais objetiva de visualização de quanto dos indiretos poderia, de forma menos arbitrária, ser alocado a A, B e C.

Custos indiretos



Salários de fábrica – (o que restou dos custos diretos)




Depreciação da fábrica




Seguros da fábrica




Materiais diversos- Fábrica




Energia elétrica – Fábrica – (o que restou dos custos diretos)




Manutenção – Fábrica




Total







Custos Diretos

Custos Indiretos




R$

%

R$

%

Total

Produto A
















Produto B
















Produto C
















Total
















Suponhamos, entretanto, que a empresa resolva fazer outro tipo de alocação. Conhecendo o tempo de fabricação de cada um, pretende fazer a distribuição dos custos indiretos proporcionalmente a ele, e faz uso dos próprios valores em reais da Mão-de-obra Direta, por ter sido esta calculada com base nesse mesmo tempo.




Mão-de-obra direta

Custos indiretos

R$

%

R$

%

Produto A













Produto B













Produto C













Total












Resumo dos custos totais





Custos

Diretos


Custos

Indiretos



Total

Produto A










Produto B










Produto C










Total










Esses valores de custos indiretos diferentes e conseqüentes custos totais também diferentes para cada produto podem não só provocar análises distorcidas, como também diminuir o grau de credibilidade com relação às informações de Custos. Não há, entretanto, forma perfeita de se fazer essa distribuição; podemos, no máximo, procurar entre as diferentes alternativas a que traz consigo menor grau de arbitrariedade.

DEPARTAMENTALIZAÇÃO

1.20O que é e Como se Classifica


A Departamentalização consiste em dividir a fábrica em segmentos, chamados Departamentos, aos quais são debitados todos os custos de produção neles incorridos.

Segundo Eliseu Martins (1996), o Departamento é a unidade mínima administrativa constituída, na maioria dos casos, por homens e máquinas desenvolvendo atividades homogêneas. Deve haver sempre um responsável pelo Departamento. Esta é uma forma de controle da contabilidade de custos.



Os Departamentos podem ser divididos em dois grupos: Departamentos de Produção e Departamentos de Serviços.

1.21Departamentos de Produção


São aqueles que atuam sobre os produtos e tem seus custos apropriados diretamente a estes. São exemplos de Departamentos de Produção:

  • Corte

  • Aplainamento

  • Tapeçaria

  • Acabamento

  • Usinagem

  • Pintura

  • Moagem

  • Perfuração

  • Galvanização

  • Malharia

  • Refinaria

  • Engarrafamento

1.21.1 Departamentos de Serviços


Os Departamentos de Serviços não atuam diretamente na produção e sua finalidade é de prestar serviços aos Departamentos de Produção. Seus custos não são apropriados diretamente aos produtos, pois estes não transitam por eles, e sim são transferidos para os Departamentos de Produção através de rateio. Isto porque os Departamentos de Produção se beneficiam de seus serviços. São exemplos de Departamentos de Serviços:

  • Manutenção –Almoxarifado Administração Geral da Fábrica

  • Limpeza - Expedição

  • Controle de Qualidade

1) Separe os custos da Fabrica de biscoitos Belo a baixo em:Custos de Diretos, Custos Indiretos e Despesas.

Mão de obra – Fábrica

120.000

Impostos – Administração

500

Comissões de Representantes

3.000

Farinha de trigo

350.000

Salários da administração

10.000

Açúcar

250.000

Embalagem do produto

15.000

Depreciação da fábrica

60.000

Seguros da fábrica

10.000

Despesas Bancárias

800

Fermento

5.000

Honorários da diretoria

10.000

Aromas

6.000

Graxa e óleo- Fábrica

15.000

Energia elétrica – Fábrica

85.000

Manutenção – Fábrica

70.000

Fretes com entrega

5.000

Gordura Vegetal

2.000

Despesas Administrativas

1700

Coco ralado

15000

Material de Escritório

250

Total







  1. Os custos diretos serão apropriados de acordo com o volume de biscoitos produzidos:

Biscoitos de Coco 770.000 unidades de 100 gramas cada

Biscoitos Naturais 330.000 unidades de 50 gramas cada

O coco será utilizado somente no biscoito de coco e os aromas somente nos biscoitos naturais.

A embalagem será rateada proporcionalmente ao peso dos biscoitos por tipo.


3- Custos Indiretos:

Depreciação – 1/3 para o Biscoito de coco

Seguro – 30% para o biscoito Natural

Graxa – igualmente pros dois biscoitos

Energia – de acordo com o volume produzido de cada produto

Manutenção - do mesmo jeito que a energia


4 - Pede-se

Custo direto Total Custo direto Total Biscoito de Coco Custo direto Total Biscoito Natural

Custo direto unitário Biscoito de Coco

Custo direto unitário Biscoito Natural

Custo indireto Total Custo indireto Total Biscoito de Coco Custo indireto Total Biscoito Natural

Custo indireto unitário Biscoito de Coco

Custo indireto unitário Biscoito Natural

Custo Total Custo Total Biscoito de Coco Custo Total Biscoito Natural

2) A empresa de panificação Bom Pão, produz 4 produtos distintos e para isso utiliza os seguintes custos diretos e indiretos:


CUSTOS DIRETOS




EMBALAGEM

8.500,00

FARINHA DE TRIGO

100.000,00

OVOS

15.000,00

AÇUCAR

25.000,00

ÓLEO

12.000,00

FERMENTO

8.500,00

SAL

1.000,00







INDIRETOS




DEPRECIAÇÃO

7.000,00

SEGURO DA FABRICA

2.555,00

ALUGUEL

3.000,00

SALÁRIO GERENTE DA FABRICA

2.000,00

MÃO DE OBRA

12.000,00

ENERGIA

5.000,00

ÁGUA

2.000,00

MANUTENÇÃO

5.000,00

OBS. A Mão de obra é um custo indireto nesta empresa porque sua produção é feita obedecendo os pedidos recebidos semanalmente, daí a dificuldade de fixa-la como direta, todo mundo produz qualquer tipo de pão:

Produção:

Pão de Forma 80.000 unidades de 1kg cada

Pão Mandi 72.000 unidades de 800 gramas cada

Pão Bisnaginha 10.000 unidades de 500 gramas cada

Pão hot dog 20.000 unidades de 300 gramas cada
Os custos diretos serão distribuídos aos produtos de acordo com a quantidade de kg de pão produzidos.

Os Custos Indiretos serão apropriados aos produtos de acordo com o total dos custos diretos de cada produto.



- Pede-se

Custo direto Total Custo direto Total Pão de forma

Custo direto Total Pão Mandi Custo direto total Pão Bisnaguinha

Custo direto total Pão Hot Dog


Custo direto unitário Custo direto unitário Pão de forma

Custo direto unitário Pão Mandi Custo direto unitário Pão Bisnaguinha

Custo direto unitário Pão Hot Dog
Custo indireto Total Custo indireto Total Pão de forma

Custo indireto Total Pão Mandi Custo indireto total Pão Bisnaguinha

Custo indireto total Pão Hot Dog
Custo indireto unitário Custo indireto unitário Pão de forma

Custo indireto unitário Pão Mandi Custo indireto unitário Pão Bisnaguinha



Custo indireto unitário Pão Hot Dog




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