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Práticas integrativas e complementares com ênfase em fitoterapia


Coronel Fabriciano
Fevereiro/2011

1- Nome do Curso e área de Conhecimento
1.1. Nome: Práticas Integrativas e Complementares com Ênfase em Fitoterapia
1.2. Área do Conhecimento: Ciências da área da Saúde.
1.3. Forma de oferta: Pós-graduação lato sensu presencial.

2 – Justificativa

Na década de 70, a Organização Mundial da Saúde (OMS) criou o Programa de Medicina Tradicional, cujo objetivo era a formulação de políticas na área. A partir da criação desse programa a OMS tem expressado seu compromisso em incentivar os Estados-membros a formularem e implementarem políticas públicas para uso racional e integrado da Medicina Tradicional e Complementar/Alternativa (MT/MCA) nos sistemas nacionais de atenção à saúde bem como para o desenvolvimento de estudos científicos para melhor conhecimento de sua segurança, eficácia e qualidade.


No Brasil, o Ministério da Saúde entende que as Práticas Integrativas e Complementares compreendem o universo de abordagens denominado pela (OMS) de MT/MCA (WHO, 2002). Tais sistemas e recursos envolvem abordagens que buscam estimular os mecanismos naturais de prevenção de agravos e recuperação da saúde por meio de tecnologias eficazes e seguras, com ênfase na escuta acolhedora, no desenvolvimento do vínculo terapêutico e na integração do ser humano com o meio ambiente e a sociedade. Envolvem abordagens que buscam estimular os mecanismos naturais de prevenção de agravos e recuperação da saúde por meio de tecnologias eficazes e seguras, com ênfase na escuta acolhedora, no desenvolvimento do vínculo terapêutico e na integração do ser humano com o meio ambiente e a sociedade. Outros pontos compartilhados pelas diversas abordagens abrangidas nesse campo são a visão ampliada do processo saúde-doença e a promoção global do cuidado humano, especialmente do auto-cuidado.
A legitimação e a institucionalização dessas abordagens de atenção à saúde, no Brasil, iniciaram a partir da década de 80, principalmente, após a criação do Sistema Único de Saúde (SUS). Com a descentralização e a participação popular, os estados e municípios ganharam maior autonomia na definição de suas políticas e ações em saúde, vindo a implantar as experiências pioneiras. Entretanto, as experiências levadas a cabo na rede pública estadual e municipal, devido à ausência de diretrizes específicas, têm ocorrido de modo desigual, descontinuado e, muitas vezes, sem o devido registro, fornecimento adequado de insumos ou ações de acompanhamento e avaliação. Assim sendo, o Ministério da Saúde considerando que a melhoria dos serviços prestados pelo SUS, o aumento da resolutividade e o incremento de diferentes abordagens configuram, assim, prioridade deste Ministério, cria a Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC), publicada na forma das Portarias Ministeriais nº 971 em 03 de maio de 2006, e nº 1.600, de 17 de julho de 2006, tornando disponíveis opções preventivas e terapêuticas aos usuários do SUS e, por conseguinte, aumentando o acesso a essas práticas.
A partir das experiências existentes, esta Política Nacional define as abordagens da PNPIC no SUS, tendo em conta também a crescente legitimação destas por parte da sociedade. Um reflexo desse processo é a demanda pela sua efetiva incorporação ao SUS, conforme atestam as deliberações das Conferências Nacionais de Saúde; da 1ª Conferência Nacional de Vigilância Sanitária, em 2001; da 1ª Conferência Nacional de Assistência Farmacêutica, em 2003, a qual enfatizou a necessidade de acesso aos medicamentos fitoterápicos e homeopáticos; e da 2ª Conferência Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde, realizada em 2004. A melhoria dos serviços em conjunto com o incremento de diferentes abordagens configura prioridade do Ministério da Saúde, tornando disponíveis opções preventivas e terapêuticas aos usuários do SUS.
Esta Política Nacional busca, portanto, concretizar tal prioridade, imprimindo-lhe a necessária segurança, eficácia e qualidade na perspectiva da integralidade da atenção à saúde no Brasil, atendendo à necessidade de se conhecer, apoiar, incorporar e implementar experiências que já vêm sendo desenvolvidas na rede pública de muitos municípios e estados, entre as quais destacam-se aquelas no âmbito da Medicina Tradicional Chinesa-Acupuntura, da Homeopatia e da Fitoterapia.
A fitoterapia é uma “terapêutica caracterizada pelo uso de plantas medicinais em suas diferentes formas farmacêuticas, sem a utilização de substâncias ativas isoladas, ainda que de origem vegetal”. O uso de plantas medicinais na arte de curar é uma forma de tratamento de origens muito antigas, relacionada aos primórdios da medicina e fundamentada no acúmulo de informações por sucessivas gerações. Ao longo dos séculos, produtos de origem vegetal constituíram as bases para tratamento de diferentes doenças.
Desde a Declaração de Alma-Ata, em 1978, a OMS tem expressado a sua posição a respeito da necessidade de valorizar a utilização de plantas medicinais no âmbito sanitário, tendo em conta que 80% da população mundial utiliza essas plantas ou preparações destas no que se refere à atenção primária de saúde. Ao lado disso, destaca-se a participação dos países em desenvolvimento nesse processo, já que possuem 67% das espécies vegetais do mundo. O Brasil possui grande potencial para o desenvolvimento dessa terapêutica, como a maior diversidade vegetal do mundo, ampla sociodiversidade, uso de plantas medicinais vinculado ao conhecimento tradicional e tecnologia para validar cientificamente esse conhecimento.

3 - Histórico
3.1 - Histórico da Instituição

O Centro Universitário do Leste de Minas Gerais – Unileste-MG, teve sua origem no ano de 1965, quando o padre holandês José Maria De Man, membro da congregação religiosa Missionários do Trabalho, iniciou, na região do Vale do Aço, um trabalho educacional de promoção humana, sustentado por princípios e valores cristãos. Para isso, cunhou um projeto pedagógico que visava à formação de pessoas capazes de participar efetivamente do projeto de desenvolvimento de uma região industrial ora nascente – o Vale do Aço.



3.2 - Histórico da Pós-Graduação Lato Sensu

Os cursos de Pós-Graduação Lato Sensu oferecidos pelo Centro Universitário do Leste de Minas Gerais - Unileste-MG, têm a finalidade de proporcionar aos alunos formação técnica, científica e cultural, ampla e aprofundada, desenvolvendo a capacidade de pesquisa e o poder criador nos diferentes ramos do saber. Representam, no cenário da educação superior, um importante investimento na ampliação da qualificação profissional necessária ao mercado de trabalho e às necessidades de formação das pessoas. Estão abertos aos graduados em cursos superiores que preencham os requisitos estabelecidos no projeto pedagógico de cada curso.

Todos os cursos oferecidos pelo UnilesteMG cumprem as exigências legais do Conselho Nacional de Educação.
4 – Objetivos
4.1 - Objetivo Geral

Capacitação de profissionais para atuação na área de terapias integrativas e complementares, com ênfase na fitoterapia, proporcionando-lhes uma visão abrangente e integrada (unificada) das terapias naturais e das plantas medicinais, qualificando o profissional de saúde para o emprego da fitoterapia de forma preventiva e curativa.



4.2 - Objetivos específicos


  • Socializar informações dos conhecimentos básicos das Práticas Integrativas e Complementares para profissionais de saúde.




  • Incentivar as Práticas Integrativas e Complementares no âmbito do SUS, na perspectiva da prevenção de agravos e da promoção e recuperação da saúde, com ênfase na atenção básica, voltada para o cuidado continuado, humanizado e integral em saúde.




  • Contribuir para o a ampliação do acesso às Práticas Integrativas e Complementares, garantindo qualidade, eficácia, eficiência e segurança no uso.




  • Contribuir para que as práticas integrativas e complementares sejam utilizadas como instrumento importante na prevenção de doenças, recuperação, manutenção e promoção da saúde e qualidade de vida do indivíduo.




  • Desenvolver habilidades e competências no processo de cuidar, através de Terapias Integrativas e Complementares.




  • Promover e estimular o preparo de fitoterápicos como formas alternativas inovadoras e socialmente contributivas ao desenvolvimento sustentável na manutenção da saúde.




  • Estimular as ações referentes ao controle/participação social, promovendo o envolvimento responsável e continuado dos gestores e trabalhadores, nas diferentes instâncias de efetivação da Política de Nacional de Práticas Integrativas e Complementares.




  • Colaborar para a construção de uma prática menos fragmentada, capaz de respeitar o ser humano em sua integralidade.




  • Incentivo à pesquisa em Fitoterapia com vistas ao aprimoramento da atenção à promoção da saúde.




  • Fortalecimento da atenção em Fitoterapia na área da saúde, incentivando a inserção dessas práticas com ênfase na atenção primária à saúde.




  • Promover a discussão sobre as Práticas Integrativas e Complementares visando modificar ampliar a visão dos profissionais da área de saúde.




  • Identificar, articular e apoiar experiências de educação popular, informação e comunicação em Fitoterapia.




  • Desenvolver habilidades voltadas para a obtenção de novos conhecimentos através da prática da investigação científica.



  • Formar  profissionais especialistas em fitoterapia, em suas diversas áreas de atuação, de forma a contemplar a natural multidisciplinaridade desta prática terapêutica, ajudando na promoção do uso racional de plantas medicinais e seus derivados, como instrumento terapêutico.


5 - Público Alvo

Profissionais de nível superior da área de Saúde (farmacêuticos, médicos, enfermeiros, nutricionistas, biomédicos, médicos veterinários, odontólogos, outros) e afins (Por exemplo: Químicos, biólogos e outros) com interesse em Terapias Integrativas e Complementares.



6 - Concepção do Programa

Idealizado dentro das normas do Ministério de Educação, baseados na Resolução n° 1, de 8 de Junho de 2007, e conforme pressupostos do Centro Universitário do Leste de Minas Gerais Unileste-MG .

Com base interdisciplinar o programa é apresentado em 3 módulos que contemplam disciplinas teóricas, com atividades práticas .

O curso foi concebido com a finalidade de estimular a reflexão crítica dos participantes, a partir das experiências pessoais e profissionais de cada um, sobre a realidade vivenciada nos diferentes setores e serviços tornando possível a aproximação da teoria com a prática no cotidiano dos espaços e organizações de trabalho.



7 – Coordenação
Profa. Jussara Botto Neves

Mestre em Meio Ambiente e Sustentabilidade pela UNEC/UFV, Graduada em Enfermagem pela Universidade Catolica do Salvador (UCSal) -Bahia.Especialista em Saúde Pública e Obstetricia, em Formação Pedagógica na Área da Saúde, em Administração Pública com Aprofundamento em Gestão Pública. Atualmente é docente do Centro Universitário do Leste de Minas Gerais UnilesteMG do Curso de Graduação em Enfermagem, nas disciplinas Saúde Coletiva e Bioética e Enfermagem, como orientadora de Estágio, orientadora de Trabalho de Conclusão de Curso.


Profa. Nilma Maria Vargas Lessa

Mestre em Ciência da Nutrição pela Universidade Federal de Viçosa, Nutricionista graduada pela Universidade Federal de Ouro Preto. Especialista em Nutrição Clínica pela União Camiliana de Ensino de Minas Gerais. Atualmente é docente do Centro Universitário do Leste de Minas, UnilesteMG , do Curso de Graduação em Nutrição, nas disciplinas TCC, Composição e Análise de alimentos, orientação de estágio em Nutrição social I, Nutrição Humana, Ética e atribuições do Nutricionista . Orienta trabalhos de Iniciação Científica e de TCC.


8 - Carga Horária

O curso será ministrado em 360h em aulas presenciais.


9 – Período e periodicidade

O curso será ministrado com periodicidade quinzenal, em módulos presenciais. Os conteúdos programáticos e atividades acadêmicas serão distribuídos durante toda a duração do curso. Integra-se também ao curso as atividades de dispersão a serem elaboradas durante o intervalo entre os módulos e o trabalho de conclusão de curso com elaboração individual conforme a resolução vigente a ser apresentado em seminário específico.

Sextas: 19h às 23h.
Sábados: 7h30 às 12h10 e 13h às 17h20
10 - Conteúdos programáticos

O Curso com duração de 360 horas e atende ao artigo 5º da Resolução 01/2007 de 8 de junho de 2007 da Câmara de Educação Superior (CES) do Conselho Nacional de Educação (CNE).


Disciplinas

Módulo I: Introdutório

DISCIPLINA

CH

Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares

15

A Política Nacional da Atenção Básica (ABS) e a Estratégia Saúde da Família (ESF)

15

Relação Sociedade Ambiente e Saúde: Uma visão Holística

15

Metodologia da Pesquisa Científica

15

Bioestatistica e interpretação de dados científicos

15

Ética e Relacionamento terapêutico

15



Módulo II: Noções básicas sobre terapias integrativas

DISCIPLINA

CH

Introdução a Cromoterapia

15

Introdução a Aromaterapia

15

Introdução a Homeopatia

15

Introdução a Florais

15

Introdução a Bioenergética

15


Modulo III: Fitoterapia

DISCIPLINA

CH

Introdução à Fitoterapia

15

Cultivo, colheita, secagem e armazenamento de plantas medicinais

30

Fitoterapia em Saúde Pública

15

Metabolismo de produtos naturais

30

Farmacologia Clínica e Toxicologia de metabólitos secundários de plantas medicinais

30

Controle de qualidade de plantas medicinais, drogas vegetais e fitoterápicos

30

Legislação em fitoterápicos

15

Produção de fitoterápicos

30




CARGA HORÁRIA TOTAL

360



Ementas
Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares
Apresentação e contextualização da Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares, suas diretrizes e responsabilidades institucionais.
Referências Básicas:

BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares no SUS - PNPIC-SUS. Brasília: Ministério da Saúde, 2006. 92 p. - (Série B. Textos Básicos de Saúde).


ESPER, Marcos. Práticas Integrativas e Complementares em Saúde. 2009. Disponivel em: <http://www.webartigos.com/articles/24265/1/Praticas-Integrativas-e-Complementares-em-Saude/pagina1.html#ixzz1Is8DKyrm>. Acesso em 01 mar 2011.

SIMONI, Carmem De;BENEVIDES, Iracema. Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares no SUS - PNPIC SUS Trajetória de avanços e desafios. Revista APS, v.10, n.1, p. 90-91, jan./jun. 2007. Disponivel em:< http://www.ufjf.br/nates/files/2009/12/Pnacional.pdf>. Acesso em 01 mar 2011



A Política Nacional da Atenção Básica (ABS) e a Estratégia Saúde da Família (ESF)

A evolução das políticas públicas de saúde. O movimento da reforma sanitária, a constituição de 1988 e a criação do sistema único de saúde e a construção do novo modelo assistencial. O arcabouço legal do SUS (leis 8080, 8142, NOB-96, NOAS-01 e o pacto de gestão 2006). Programa Saúde da família e suas estratégias.


Referências Básicas:

BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Política Nacional de Atenção Básica. 4 ed., Brasília: Ministério da Saúde, 2006. 60 p. (Série A. Normas e Manuais Técnicos).

BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Diretrizes do NASF: Núcleo de Apoio a Saúde da Família. Brasília: Ministério da Saúde, 2010. 152 p. : il. – (Série A. Normas e Manuais Técnicos) (Caderno de Atenção Básica, n. 27).

BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Assistência à Saúde. Coordenação de Saúde da Comunidade. Saúde da Família: uma estratégia para a reorientação do modelo assistencial. Brasília: Ministério da Saúde, 1997.



Relação Sociedade Ambiente e Saúde: Uma visão Holística

Estudo das relações existentes entre Sociedade, Ambiente e Saúde, através de conceitos sobre o ser humano, processo saúde doença e qualidade de vida abordando a natureza das influências ambientais sobre os mecanismos de defesa do ser humano e a sustentabilidade.


Referências Básicas:

AYOADE, J. O. Introdução à climatologia para os trópicos. São Paulo: DIFLE, 1986.

BENETTI, M. Alterações de fatores de risco e Qualidade de Vida em Pacientes Coronarianos, 1999, 158 f. Dissertação (Mestrado, Medicina Desportiva) –Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Florianópolis, 1999.

HAINES, A. Implicações para a saúde. In: LEGGET, J. (Ed.). Aquecimento global: O relatório do Greenpeace. Rio de Janeiro: Editora da Fundação Getúlio Vargas, 1992. p. 135-148.



Metodologia da Pesquisa Científica

Aborda a metodologia do estudo científico, utilizando conceitos e instrumentos básicos para a iniciação da ciência. Escolha metodológica e de procedimentos, normas e apresentação de resultados, bem como técnicas para elaboração de trabalhos e projetos de pesquisas científicas.


Referências Básicas:

FRANÇA, Junia Lessa; VASCONCELOS, Ana Cristina. Manual para normalização de publicações técnico-cientificas. 8 ed., Belo Horizonte: UFMG, 2007.

LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Metodologia científica. 5 ed., São Paulo: Atlas, 2007

SERRA NEGRA, Carlos Alberto; SERRA NEGRA, Elizabete Marinho. Manual de trabalhos monográficos de graduação especialização, mestrado e doutorado. 4 ed., São Paulo: Atlas, 2009.

SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 23 ed., São Paulo: Cortez, 2007.
Bioestatística e Interpretação de Dados Científicos

Análise e interpretação de dados de saúde. Utilização de indicadores de saúde, para investigação, planejamento e administração em saúde. Organização e utilização do banco de dados de programas.


Referências Básicas:

TRIOLA, M.F. Introdução à Estatística. 7 ed., Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos S.A,1999.

SIDIA, M. CALLEGARI – JAQUES. Bioestatística Princípios e Aplicações. Porto Alegre: ARTMED, 2004.

 LAPPONI, J. C. Estatística Usando Excel. São Paulo: Lapponi, 2000.



Ética e Relacionamento terapêutico

Abordagem das diretrizes, normas e leis em assistência à saúde e códigos de ética profissionais. Responsabilidades dos profissionais da área de saúde. Reflexão acerca dos princípios, valores, direitos e deveres que regem a prática dos profissionais de saúde. Conceito, princípios e valores fundamentais de ética, bioética e moral. Responsabilidade da Comunicação terapêutica. Aspectos éticos no relacionamento humano. Ações do profissional de saúde nas práticas integrativas e complementares.


Referências Básicas:

ARISTOTELES. A Ética – Textos selecionados/ Aristóteles/Tradução Cássio M. Fonseca. 2 ed., Bauru, SP: EDIPRO, Anotada, 2003.

BOFF, Leonardo. Ética e Moral: a busca dos fundamentos. 2 ed., Petrópolis, RJ: Vozes, 2004.

BARCHIFONTAINE, Christian de Paul de; PESSINI, Leo. Bioética – alguns desafios. 2ª ed.,São Paulo: Edições Loyola, 2002.



Introdução a Homeopatia
Estudo dos fundamentos de homeopatia e sua constituição. Conceitos Homeopáticos de saúde, enfermidade e cura. Anamnese, diagnóstico clínico homeopático, constiucional, miasmático e medicamentoso. Origem e métodos de preparação dos medicamentos. Introdução dos aspectos de repertorização.
Referências Básicas:

DÔRES, R. G. R.; ANDRADE, F. M. C.; CASALI, V. W. D. Manipulação de preparados homeopáticos. Viçosa-MG: UFV, 2007. 164 p. il.

TEIXEIRA, M.Z. Homeopatia: ciência, filosofia e arte de curar/ Homeopathy: science, philosophy and art of cure. Rev. Med. São Paulo. v.85, n.30-43, abr.-jun. 2006.

VITHOULKAS, G. Homeopatia: ciência e cura. São Paulo, SP: Cultrix, 1980. 436p.




Introdução a Cromoterapia

Estudo da natureza da luz, sistema energético humano e princípios básicos da cromoterapia. Determinação do tratamento e modos de aplicação da terapia. Técnicas cromoterápicas, influência das cores nas roupas, no ambiente e na alimentação. Vivência e exercícios de sensibilização de cores.


Referências Básicas:

GASPAR, E.D. Cromoterapia- cores para a vida e para saúde. Editora: Pallas, 2004, 240p.

PERRY, M. C. The Chemotherapy Source Book. 4 ed., Editora: Lippincott Willians & Wilkins, 2007, 800p.

BONDS, L. A cura pelas cores. Editora: Bertrand Brasil, 2010, 350p.


Introdução a Aromaterapia

Estudo da história e uso terapêutico de óleos voláteis das plantas para o cuidado preventivo da saúde, manutenção da beleza e relaxamento. Preparação de óleos essenciais, influências ao sistema linfático e opções de administrar os óleos essenciais.


Referências Básicas:

PRICE, Shirley. Aromaterapia e as emoções. Rio de Janeiro: Ed. Bertrand Brasil, 2000.

ROSE, Jeanne. O Livro da aromaterapia. Rio de Janeiro: Ed. Campos, 1995.

HUDSON, Clare Maxwell. Aromaterapia e massagem. São Paulo: Editora Vitória Régia, 1999.




Introdução a Terapia com Florais

Estudo da Terapia com Essências Florais, com uma visão geral, consistente e atualizada de florais, abordando as possibilidades de sua utilização nas ecologias individual, social e ambiental, para o aprofundamento posterior nos diferentes Sistemas Florais.


Referências Básicas:

SCHEFFER, M. A terapia original com as essências florais de Bach. São Paulo: Editora Pensamento, 1999.

SCHEFFER, M. Experiências com a terapia floral do Dr. Bach. São Paulo: Editora Pensamento. 1984.

STERN, C. Tudo o que você precisa saber sobre os remédios florais de Bach. São Paulo: Editora Pensamento. 1992.


Introdução a Bioenergética

Estudo da medicina energética, dos campos eletromagnéticos e suas implicações no equilíbrio orgânico, das propriedades energéticas das plantas medicinais assim como do uso de interações de campos eletromagnéticos em medicina energética.


Referências Básicas:

FARBER, Paulo L. A medicina do seculo XXI: a união definitiva entre a medicina ocidental e oriental. São Paulo: Editora Roca, 1997.


 DI BIASI, Francisco. O homem holístico - a unidade mente-natureza. Petrópolis, RJ: Editora Vozes, 1995.
 YAMAMURA, Ysao. Alimentos - aspéctos energéticos. São Paulo: Editora TRIOM, 2001.
 

Introdução à Fitoterapia

Introdução à fitoterapia e seu histórico. Os vegetais no planeta. Estudo e análise do emprego terapêutico das plantas medicinais. A importância da fitoterapia no tratamento e prevenção das principais doenças que atingem a humanidade. Desenvolvimento de fitoterápicos seguros. A fitoterapia no mundo e no contexto cultural brasileiro.

Referências Básicas:

ELDIN, S.; DUNFORD, A. Fitoterapia. Editora Manole: São Paulo, 163p. 2001.

ALMASSY JUNIOR, A. A.; LOPES, R. C.; ARMOND, C.; SILVA, F. CASALI, V. W. D. Folhas de chá: plantas medicinais na terapêutica humana. Viçosa, MG: UFV, 2005. 231 p.

LORENZI, H.; MATOS, F.J.A. Plantas medicinais do Brasil. 2.ed., : São Paulo: Nova Odessa, 2008.544p.



Cultivo, colheita, secagem e armazenamento de plantas medicinais

Estudo do Plantio: Escolha do local, Escolha das espécies, Produção das mudas. Estudo do Cultivo: Tratos culturais, Adubação de cobertura e Renovação dos plantios. Estudo da Secagem: Preparo para a secagem, A ação das enzimas, Secagem natural e artificial, Modelos de estrutura para secagem. Estudo da colheita: Ponto de colheita, Cuidados na colheita, Ferramentas utilizadas na colheita. Cuidados pós colheita.


Referências Básicas:

LORENZI, H. Árvores brasileiras. São Paulo: Nova Odessa, v.1 e 2, 2001. 368 p.

ANDRADE, F.M.C.; CASALI, V.W.D. Plantas medicinais e aromáticas: Relação com o ambiente, colheita e metabolismo secundário. Viçosa: UFV, Departamento de Fitotecnia, 1999. 139p.

YUNES, R. A.; Calixto, J. B. Plantas medicinais sob a óptica da química medicinal e moderna: métodos de estudo, fitoterápicos e fitofármacos, biotecnologia, patente. Chapecó: Argos, 2001.

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Fitoterapia em Saúde Pública

Estudo da dimensão da fitoterapia na saúde pública. Conhecimento dos programas de fitoterapia no Brasil. Utilização de fitoterápicos no SUS.


Referências Básicas:

BRASIL. Ministério da Saúde. Departamento de Atenção Básica. Gerência Técnica de Assistência Farmacêutica. Grupo de Estudos de Fitoterápicos. Relação das plantas



medicinais de uso tradicional no SUS. Brasília: Ministério da Saúde, 2001.

BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares no SUS - PNPIC. Brasília: Ministério da Saúde, 2006.

FETROW, C.W.; AVILA, J.R. Manual de medicina alternativa. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000. 743p.

Metabolismo de produtos naturais

Metabolismo e metabólitos secundários. Conceito e identificação da estrutura química dos metabólitos secundários. Propriedades e processos de extração de óleos fixos, óleos voláteis, alcaloides, heterosídeos, cumarinas, quinonas, saponinas, flavonoides e outros compostos aromáticos.


Referências Básicas:

SIMÕES, C. M. O. Farmacognosia: da planta ao medicamento. 5. ed., rev. e ampl. Florianópolis: UFSC, 2004. 1102 p.

YUNES, R. A.; CECHINEL FILHO, V. (org.). Química de produtos naturais, novos fármacos e a moderna farmacognosia. 2.ed. Itajaí: Universidade do Vale do Itajaí, 2009. 319 p.

HOSTETTMANN, K.; GUPTA, M. P.; MARSTON, A. Manual de estrategias para el aislamiento de productos naturales bioactivos. Bogotá: Programa Iberoamericano de Ciencia y Tecnología. Cyted; Convenio Andrés Bello, 2008. 12 p. (Serie ciência y tecnologia; n. 160).




Farmacologia clínica e toxicologia de metabólitos secundários das plantas medicinais

Estudo da interação entre o fitoterápico e o organismo, emprego terapêutico de drogas vegetais, percurso do fitoterápico no organismo, mecanismo de ação, atuação dos metabólitos secundários nos diferentes sistemas do corpo, a mensuração de seus efeitos desejados e adversos e a interação com alimentos e outros medicamentos administrados. Princípios ativos e toxidades dos fitoterápicos. Contra-indicações, precauções de uso, efeitos adversos, interações com medicamentos, riscos e cuidados no uso.


Referências Básicas:

ALMASSY JUNIOR, A. A.; LOPES, R. C.; ARMOND, C.; SILVA, F. CASALI, V. W. D. Folhas de chá: plantas medicinais na terapêutica humana. Viçosa, MG: UFV, 2005. 231 p.

FARMACOPÉIA BRASILEIRA. 4. ed., Parte I e II. 1988.

LAPA, A. J.; SOUCCAR, C.; LIMA-LANDMAN, M. T. R.; CASTRO, M. S.; LIMA, T. C. M. Plantas medicinais: métodos de avaliação da atividade farmacológica. São Paulo: Setor de Produtos Naturais, Departamento de Farmacologia, UNIFESP/EPM, 2007. 144p.



Controle de qualidade de plantas medicinais, drogas vegetais e fitoterápicos
Estudo do controle de qualidade dos fitoterápicos, desde a planta ao medicamento, na produção de medicamentos seguros, eficazes e de qualidade, considerando-se o cultivo, coleta, armazenamento, extração e outros, analisando, identificando e determinando as alterações, adulterações e falsificações ocorridas nas drogas vegetais, bem como facilitando a projeção dos processos extrativos e de purificação dos metabólitos secundários. Conhecer as formas de reconhecimento de adulterações e contaminação de plantas medicinais e dos índices ideais de biossíntese de princípios ativos.
Referências Básicas:

BRESOLIN, T. M. B.; CHECHINEL FILHO, V. (org.). Fármacos e medicamentos: uma abordagem multidisciplinar. São Paulo: Santos, 2010. 416p.

DÔRES, R. G. R.; CASALI, V. W. Plantas medicinais e aromáticas: controle de qualidade. Viçosa: UFV, DFT, 2007. 190 p.

HARBORNE, J. B. - Phytochemical Methods. A Guide to Modern Techniques of Plant Analysis. London: Chapman and Hall, 1998.


Legislação em fitoterápicos

Estudo da legislação de fitoterápicos: RDC 48, RDC 95, RE 88, 90e 91 e Instrução Normativa n° 5/ 2008.

Referências Básicas:

BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Ciências, Tecnologia e Insumos Estratégicos. Departamento de Assistência Farmacêutica. Política Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos. Brasília: Ministério da Saúde, 2007. 60 p. – (Série B. Textos Básicos de Saúde).

BRASIL. Ministério da Saúde. Departamento de Assistência Farmacêutica e Insumos Estratégicos. Programa nacional de plantas medicinais e fitoterápicos. Brasília: Ministério da Saúde, 2009. 135 p. (Série C : projetos, programas e relatórios).

BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Ciências, Tecnologia e Insumos Estratégicos. Departamento de Assistência Farmacêutica. A Fitoterapia no SUS e o Programa de Pesquisa de Plantas Medicinais da Central de Medicamentos. Brasília: Ministério da Saúde, 2006. 148 p. – (Série B. Textos Básicos de Saúde).



Produção de fitoterápicos

Estudo das técnicas e metodologias para produção de fitoterápicos. Divulgar os principais avanços na área de produção fitoterápicos. Formas de preparo de fitoterápicos (tintura, pomadas, chás, infusão, xarope, pós, banhos, etc.).


Referências Básicas:

D’IPPOLITO, J. A. C.; ROCHA, L. M.; SILVA, R. F. Fitoterapia magistral: um guia prático para a manipulação de fitoterápico. Associação Nacional de Farmacêuticos Magistrais (ANFARMAG), 2005. 194 p.

SIMÕES, C. M. O. Farmacognosia: da planta ao medicamento. 5ª. ed., rev. e ampl. Florianópolis: UFSC, 2004. 1102 p.

MARTINS, E. R.; CASTRO, D. M.; CASTELLANI, D. C. Plantas medicinais. Viçosa: UFV, 2003. 220 p.



11- Corpo docente previsto
Ana Cristina Poletto Chaves

Graduada em Farmácia pela Universidade Federal de Minas Gerais, com especialização em Homepatia pelo Instituto Homeopático François Lamasson. Mestre em Meio Ambiente e Sustentabilidade pelo Centro Universitário de Caratinga. Apresenta experiência em medicamentos alopáticos, homeopáticos e manipulados. Atualmente é coordenadora e professora do curso de Farmácia do Centro Universitário do Leste de Minas Gerais, atuando principalmente na área de farmacologia clínica e fitofarmacologia.


Cassandra Santantonio de Lyra

Aromaterapeuta formada pela Associação Brasileira de Aromaterapia e Aromacologia. Fisioterapeuta graduada pela Universidade de São Paulo (2007). Especialista em Fitoterapia pela Facis (2010). Especializanda em Fisioterapia Integrada à Saúde da Mulher na Universidade Gama Filho. Mestre em Ciência pelo Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo. Doutoranda em Psicologia Social pelo Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo com projeto em Aromaterapia e Psiconeuroendocrinoimunologia.


Ering Júnior Coelho

Bacharel em Fisioterapia, Especialista em Traumato-ortopedia. Professor do Centro Universitário do Leste de Minas Gerais. Professor da pós-gradaução na disciplina de bioestatística.


Fernanda Nunes da Gama

Mestre em Meio Ambiente e Sustentabilidade, pela UNEC/UFV, pós graduada em Administração Hospitalar. Graduada em Enfermagem pela Universidade Federal de Juiz de Fora (1992). Atualmente é docente do Centro Universitário do Leste de Minas Gerais, na disciplina Técnicas em Enfermagem, como orientadora de Estágio, orientadora de Trabalho de Conclusão de Curso e como professora do Curso de Pós-Graduação lato sensu em Saúde da Família nos módulos: Legislação e Ética com ênfase em SF; Políticas Públicas de Saúde e Práticas Educativas. - Gestão em Serviços de Saúde. Gerente de Atenção à Saúde de Janeiro de 2005 a atualidade da Secretaria Municipal de Saúde da Prefeitura de Coronel Fabriciano.



Isabela Crespo Caldeira

Graduada em Ciências Biológicas (Bacharelado e Licenciatura) pela Universidade Federal de Juiz de Fora (1999), mestrado em Ciências Biológicas (Botânica) pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2001) e doutorado em Ciências Biológicas (Botânica) pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2009). Atualmente é professora do Centro Universitário do Leste de Minas Gerais e atua como orientadora de Projetos de Iniciação Científica. Tem experiência na área de Botânica, com ênfase em Palinologia, atuando principalmente nos seguintes temas: Palinotaxonomia, de Briófitas, Plantas Vasculares sem semente e demais grupos vegetais.


José Geraldo Lopes

Médico, formado pela Universidade Federal Fluminense; Residência Médica em Doenças Infecciosas e Parasitárias no Hospital Universitário Antonio Pedro da Universidade Federal Fluminense; Médico homeopata pela Associação Médica Homeopática de Minas Gerais; Médico Especialista em Acupuntura pela Universidade Federal de São Paulo e pela Associação Médica Brasileira, 2000.



Jussara Botto Neves

Mestre em Meio Ambiente e Sustentabilidade pela UNEC/UFV, Graduada em Enfermagem pela Universidade Catolica do Salvador (UCSal) -Bahia.Especialista em Saúde Pública e Obstetricia, em Formação Pedagógica na Área da Saúde, em Administração Pública com Aprofundamento em Gestão Pública. Atualmente é docente do Centro Universitário do Leste de Minas Gerais UnilesteMG do Curso de Graduação em Enfermagem, nas disciplinas Saúde Coletiva e Bioética e Enfermagem, como orientadora de Estágio, orientadora de Trabalho de Conclusão de Curso.


Leonardo Ramos Pães de Lima

Bacharel e Licenciado em Química, Mestre em Agroquímica e Doutor em Bioquímica Agrícola pela Universidade Federal de Viçosa UFV. Professor titular da Fundação Educacional de Caratinga e do Centro Universitário do Leste de Minas Gerais. Pesquisador na área de química e bioquímica, com ênfase em química de produtos naturais, bioquímica animal e química ambiental, atuando principalmente nos seguintes temas: Produtos Naturais, Plantas Medicinais, Fitoterápicos, Flavonóides, Carotenos, Lipase, Dislipidemia e Metais Pesados.



Meubles Borges Júnior

Graduado em Química Industrial pela Universidade Federal do Maranhão, mestrado em Agronomia (Solos e Nutrição de Plantas) pela Universidade Federal de Viçosa e doutorado em Agronomia (Solos e Nutrição de Plantas) pela Universidade Federal de Viçosa. Atualmente é professor do Centro Universitário de Caratinga e colaborador da Universidade Federal de Viçosa em projeto de pesquisa sobre estoque de carbono e potencial de emissão de CO2 em solos da Antartica Marítima. Tem experiência na área de Saúde Coletiva, com ênfase em Ecotoxicologia, atuando principalmente nos seguintes temas: química do solo, monitoramento ambiental, metais pesados, química analítica e gestão ambiental.


Marcio Filgueiras Amorim

Graduado em Medicina pela Universidade Federal do Espírito Santo em 1978; Graduado em Direito pela Faculdade de Direito do Vale do Rio Doce, GV/MG, em 1993 e cursa o 7º período de Administração Pública na UFOP/MG. Residência Médica em Pediatria, Instituto Fernandes Figueiras, FIOCRUZ, MS, RJ, (1979/1980). Curso de Especialização em Pediatria, Instituto Fernandes Figueira, FIOCRUZ, MS, RJ, (1979/1980). Título de Especialista em Pediatria – TEP, Sociedade Brasileira de Pediatria, Pós-Graduação em Saúde Pública, Universidade de Ribeirão Preto – UNAERP, Ribeirão Preto/SP, (1995/1996); Pós Graduação em Medicina do Trabalho, PUC do Rio de Janeiro,RJ, (1979); Pós-Graduação em Acupuntura, Centro Brasileiro de Medicina Oriental, SP, (1987); Pós Graduação em Acupuntura, PUC Belo Horizonte, (1988/1989); Pós-Graduação de Homeopatia, Instituto de Pós Graduação Médica Carlos Chagas, RJ, (1985/1986); Pós Graduação em Homeopatia, Associação Paulista de Homeopatia, SP, (1989/1981); Curso de Especialização em Medicina Biomolecular, Sociedade de Medicina Biomolecular do Estado do Rio de Janeiro, RJ, (1997); Título de Especialista em Nutrologia, Associação Brasileira de Nutrologia, Associação Médica Brasileira, (1997). Médico no MEDCENTER, Ipatinga, MG. Atualmenete é Pediatra concursado na Prefeitura Municipal de Ipatinga desde 1992; Perito Médico Previdenciário, concursado, INSS, Ipatinga, MG e Médico do Trabalho da UNIMED, Ipatinga, MG.


Mary Lucy Moreira

Graduada em Farmácia e Bioquímica pela Universidade Federal de Juiz de Fora (1993). Atualmente é professora do Centro Universitário do Leste de Minas Gerais. Tem experiência na área de Farmácia, com ênfase em Farmacotecnica, atuando principalmente nos seguintes temas: fitoterápicos, manipulação, formulações, assistência farmacêutica, antimicrobianos e serviço hospitalar. Mestrado em Saúde e Qualidade de Vida pela Universidade Vale do Rio Verde, UNINCOR,2009.


Nilma Maria Vargas Lessa

Mestre em Ciência da Nutrição pela Universidade Federal de Viçosa, Nutricionista graduada pela Universidade Federal de Ouro Preto. Especialista em Nutrição Clínica pela União Camiliana de Ensino de Minas Gerais. Atualmente é docente do Centro Universitário do Leste de Minas, UnilesteMG , do Curso de Graduação em Nutrição, nas disciplinas TCC, Composição e Análise de alimentos, orientação de estágio em Nutrição social I, Nutrição Humana, Ética e atribuições do Nutricionista . Orienta trabalhos de Iniciação Científica e de TCC.


Rosana Gonçalves Rodrigues da Dores

Graduada em Farmácia pela Universidade Federal de Ouro Preto (1989), mestrado em Fitotecnia (Produção Vegetal) pela Universidade Federal de Viçosa (2004) e doutorado em Fitotecnia (Produção Vegetal) pela Universidade Federal de Viçosa (2007). Atualmente é servidor público federal, com vínculo ao Centro de Saúde, na Universidade Federal de Ouro Preto e extensionista da Universidade Federal de Viçosa. Tem experiência na área de Farmácia, com ênfase em Plantas Medicinais, atuando principalmente nos seguintes temas: Plantas Medicinais, Homeopatia, Controle de qualidade, Química de Produtos Naturais, Fitoterápicos e Cerrado. Membro da Comissão assessora em Fitoterapia do Conselho Regional de Farmácia de Minas Gerais - CA-FITO (CRFMG)



13 – Metodologia

O curso será presencial com encontros quinzenais, conforme calendário apresentado, podendo haver reformulação do mesmo, se necessário. O curso será desenvolvido com ampla gama de técnicas pedagógicas e condições diversificadas de aprendizagem. Utilizar-se-á exposição dialogada, trabalhos em grupo, dinâmicas vivenciais, textos, leitura orientada, debates, seminários, estudos de casos, discussões em grupos, elaboração de trabalhos teóricos, dinâmicas de grupo, seminários e pesquisa de campo. O professor terá autonomia para utilizar o recurso didático que achar mais apropriado ao conteúdo a ser ministrado.



13-Interdisciplinaridade

Como forma de aperfeiçoar o aprendizado, as disciplinas de áreas afins terão a interdisciplinaridade, cujo estímulo será através da realização de trabalhos e problematizações, desenvolvimento de seminários interdisciplinares culminando com a realização do TC. Promover-se-á com isso, a interação entre as disciplinas do curso no que tange à comunicação das idéias e à integração mútua dos conceitos tendo como objetivo a unidade do saber.



14-Atividades complementares

São práticas pedagógicas que possibilitam utilização de novos métodos de ensino, aprendizagens inovadoras e que exploram assuntos referentes gestão publica municipal a fim de consolidar o perfil profissional desejado, desafiando o aluno à pesquisa e estimulando-o a aprender a aprender. Essas atividades têm por objetivo complementar os conhecimentos adquiridos em sala de aula e auxiliar na elaboração gradativa dos planejamentos do sistema local de saúde.

As atividades complementares serão apresentados por etapas como atividade de conclusão de cada módulo estudado.

Haverá também leitura de artigos e livros, além de atividades extracurriculares desenvolvidas à distância, via e-mail, com os professores das disciplinas.



15-Tecnologia

As aulas serão ministradas utilizando-se os recursos áudios-visuais como retroprojetor, data-show, computador, vídeo cassete, televisor, aparelho de DVD, etc.



16-Infra-estrutura física

Buscando atender ao público, cada vez mais crescente, o UnilesteMG construiu um prédio exclusivo para Pós-Graduação, com instalações para as áreas acadêmica e administrativa, o que proporcionou maior conforto para os alunos. Atualmente a Coordenadoria de Pós-graduação conta com uma boa infra-estrutura, com atenção especial as pessoas com deficiências, estacionamento para os alunos e salas de aula modernas e confortáveis.

A infra-estrutura para a realização do curso consta de:

16.1 - Salas de Aula: equipadas com recursos multimídia e ar condicionado. Enfatiza-se o recurso estrutural da pós-graduação com prédio próprio para facilitar o atendimento ao aluno.

16.2 - Laboratórios: serão utilizados três laboratórios sendo o Laboratório de Informática equipado com computadores ligado a rede, Laboratório de Avaliação Nutricional, com balanças, plicômetros e mobiliário adequado ao atendimento e Laboratório de Técnicas Dietéticas equipado para realização de trabalhos experimentais.

16.3 - Biblioteca: O acervo é composto por diversos suportes de informação como livros, periódicos, fitas, CDs, entre outros, totalizando aproximadamente 50.000 títulos e 80.000 exemplares. O Sistema de Bibliotecas faz parte das seguintes redes científicas e sistemas de informações nacionais e internacionais: COMUT; CCN; BIREME; SIBRADID; OCLC; DIALOG; Consultas ao Current Contents, INEP.


17 - Critérios de seleção

Os alunos serão selecionados entre os candidatos inscritos, primeiramente pelo curriculum vitae e, se necessário, por entrevista.


Para inscrição é necessária a seguinte documentação:

  • Ficha de Inscrição preenchida.

  • Curriculum Vitae atualizado.

  • Duas fotos 3 x 4 recentes coloridas e sem data.

  • Fotocópia autenticada do Diploma de Graduação.

  • Fotocópia da Carteira de identidade e CPF.

Observação: candidatos estrangeiros deverão apresentar diploma de graduação plena e histórico escolar completo, com vistos consulares brasileiros e tradução feita por tradutor público juramentado no Brasil.



18-Sistema de avaliação

Os instrumentos de avaliação de aprendizagem, realizados em cada disciplina poderão ser de forma individual ou coletiva, identificadas em cada Plano de Ensino, incluindo o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), sob a forma de ARTIGO CIENTÍFICO.

Além da assiduidade (freqüência), a verificação do rendimento escolar será realizada por disciplina e expressa numa escala de 0 a 100 (zero a cem) pontos. Será aprovado o (a) aluno(a) que obtiver nota igual ou superior a 70 (setenta) pontos.

Será realizada, também uma avaliação do desempenho docente, do currículo e da Instituição através de sistema on-line, ao final de cada disciplina.




19-Controle de freqüência

A freqüência será apurada a cada aula através de listas de presença assinadas e o controle será feito pela utilização do diário on line, sendo exigida a freqüência mínima de 75% às atividades presenciais e não presenciais desenvolvidas nos módulos.



20-Trabalho de Conclusão de Curso

A orientação dos trabalhos de conclusão dependerá do número de vagas disponibilizadas pelos docentes e a coordenação será a responsável pelo encaminhamento dos alunos, de acordo com as áreas escolhidas.

O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) é um importante complemento ao curso na medida em que conduz à pesquisa realizada pelos próprios alunos. Tem a função de organizar conteúdos obtidos no transcorrer do curso e são os alunos que escolhem temas de pesquisas e desenvolvem reflexões relacionadas com os conhecimentos trabalhados nas disciplinas.

O TCC do curso é concebido na forma de elaboração, a partir de pesquisa empírica ou bibliográfica, de um Artigo Científico. É uma atividade INDIVIDUAL desenvolvida sob a orientação de um professor, conforme preceitua o artigo 5º da Resolução 01/2007 de 8 de junho de 2007 da Câmara de Educação Superior (CES) do Conselho Nacional de Educação (CNE). O Artigo deverá ser formatado de acordo com as normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).

Baseados na resolução, o Trabalho de Conclusão (TC) será individual em forma de artigo científico. O artigo deverá ser produzido pelo aluno e avaliado pelo professor orientador. Os alunos que apresentarem rendimento inferior a 70% no TC terão até 30 dias após a apresentação da nota para realizar as correções que se fizerem pertinentes. O artigo produzido será apresentado em um seminário cuja data será definida pela coordenação.
A não apresentação do TC corrigido pelos alunos implicará na não obrigatoriedade do UNILESTE-MG na certificação dos alunos no referido curso de pós-graduação. O TC será apresentado na formatação das Revistas Digitais do Unileste-MG ou se em consenso com o orientador, poderá ser apresentado na formatação de uma revista da área, indexada pela CAPES.

21-Certificação

Ao término do curso, mediante a aprovação em todas as disciplinas, aprovação no Trabalho de curso e o cumprimento de todas as atividades previstas no Projeto Pedagógico do curso, o aluno receberá o certificado de Especialista em Práticas Integrativas com Ênfase em Fitoterapia, emitido pelo Centro Universitário do Leste de Minas Gerais UnilesteMG, constando conforme resolução 01/2007 do CNE.



22-Indicadores de desempenho

O desempenho do curso será aferido através de uma avaliação on line feita pelos alunos ao final de cada módulo. Serão pontuados os itens abaixo explicitados.



Instrutores

  • Capacidade didática.

  • Domínio do conteúdo.

  • Metodologia utilizada.

  • Integração com os alunos.

  • Comprometimento com o curso.


Curso

  • Atendimento às expectativas.

  • Aprendizado.

  • Carga horária.


Material didático

  • Conteúdo.

  • Apresentação.


Avaliação global do curso
Para cada item é atribuído um conceito, que pode ser O (ótimo), B (bom), R (regular) e F (fraco) tendo como meta atingir > 85% de bom + ótimo na avaliação global do curso.







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